Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Foram encontradas 29.071 questões

Q4055721 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.






A leitura e a compreensão da charge dependem da coerência entre as informações explícitas e ímplícitas, além da estrutura das palavras. Diante disso, analise as assertivas abaixo:


I. A contraposição visual entre as roupas dos meninos atua como um recurso não verbal de argumentação que reforça a desigualdade social no discurso.

II. A palavra VIÉOICO funciona morfologicamente no texto como um adjetivo, servindo para caracterizar o excelente estado de saúde físico e mental da criança.

III. O vocábulo ONTEM exerce a função morfossintática de adjunto adverbial, situando cronologicamente o momento em que os fatos relatados ocorreram


Está CORRETO o que se aÍirma em:

Alternativas
Q4055584 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
Assinalar a alternativa em que se segmentou CORRETAMENTE a estrutura mórfica da palavra “infidelidade”.
Alternativas
Q4055195 Português
Sobre a formação e a classe das palavras “validação”, em “Após a validação, os instrumentos fundamentaram [...]” (l. 16); “sofrimento”, em “[...] mas não enfrenta as causas do sofrimento” (l. 28); “universitária”, em “como adaptação ___ vida universitária” (l. 33–34), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4055064 Português
Quanto à sua classe gramatical, no texto, a palavra “altura” (linha 10) está empregada como
Alternativas
Q4055063 Português
No trecho “—E agora você já consegue diferenciar um do outro?” (linhas 14-15), o termo “agora” exerce a função sintática de  
Alternativas
Q4054563 Português

Texto para a questão.  


texto.jpg (344×806)

texto_2.jpg (346×89)

No texto, a palavra “falaciosa” (linha 64) veicula o mesmo sentido de  
Alternativas
Q4054480 Português
Recado ao Sr. 903


    Vizinho...
   Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal – devia ser meia-noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor teria ainda ao seu lado a Lei e a Polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito ao repouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor: é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001, ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos; apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão, ao meu número) será convidado a se retirar às 21:45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 às 7 pois às 8:15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará até o 527 de outra rua, onde ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada; e reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas – e prometo silêncio.
    ... Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: “Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou.” E o outro respondesse: “Entra, vizinho, e come de meu pão e bebe de meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e a cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela”.
    E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.


(BRAGA, Rubem. Fundação Casa de Rui Barbosa. Rio de Janeiro. 1954.)
“O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor teria ainda ao seu lado a Lei e a Polícia.” (2º§). Em relação à morfossintaxe do trecho, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4054416 Português

A cegueira quase que geral no mundo


        O contexto de mundo hoje é algo extremamente multifacetado. Não existe um norte para cada situação; existe, sim, uma torre de Babel sem fim, onde cada um procura mostrar a sua “verdade”, sem, no entanto, ter embasamento algum para aquilo que prega ou mesmo aquilo que diz acreditar.


        No mundo de infinitas “verdades”, aquela que tiver as feições mais absurdas é justamente essa que vai preponderar. É o que se vê nos tantos discursos vazios, nas pseudocelebridades que surgem a todo instante, cada uma mais espalhafatosa do que a outra; nos teóricos do meio ambiente, que nada sabem sobre ele, mas que dizem possuir a fórmula correta para salvar o planeta, os animais e, em último lugar, se sobrar tempo e espaço, o ser humano; a mentira sendo fabricada sem cerimônia alguma por pessoas altamente superficiais em sua profundidade rasteira. Bem-vindos à era dos vazios.


      Em dias tão brilhantes como os que vivemos agora, tudo tem um enorme preço, mas absolutamente nada tem valor, em especial, o ser humano. Fiquemos somente aqui em nosso querido e amado Brasil, onde agora virou moda, em certos lugares, expulsar pessoas tidas como indesejáveis, pessoas desocupadas, pessoas que perambulam aqui e acolá. Isso acontecendo justamente num país que diz ser democrático e que se vangloria de dar oportunidades para todos e todas.


        Quem faz uso dessa barbárie de expulsar cidadãos realmente não conhece a história do nosso querido Brasil. Desconhecem que a grandeza desse país está justamente na variedade de povos, crenças, ideias e vontade infinita de fazer desta terra um lugar decente para se viver. Expulsar pessoas daqui e dali só porque elas são “diferentes” não faz daqueles que os expulsam seres melhores ou mais puros.


       Aqueles que trombeteiam histericamente, pregam a separação, a divisão entre bons e maus, puros e impuros, crentes e não crentes, no fundo possuem uma memória seletiva doentia. Isto é, esquecem de modo deliberado que do Sul partiram milhares de pessoas que foram para todos os cantos desse país, abriram fronteiras, destruíram o meio ambiente para implantar o “progresso”, construíram cidades. Quantas pessoas foram mortas em nome do “desenvolvimento”?


       Do Nordeste vieram para o Sudeste e Sul o querido povo nordestino, que tanto fez e está fazendo pelo país. Quantas pessoas de “boa vontade e ideias nobres” daqui foram para o Oeste e Norte do Brasil? E o que vemos hoje? Um país mais igualitário, justo, sem fome, mais humano, mais cônscio de seus deveres ou somente a soberba de seus direitos? No ritmo que as coisas vão, logo poderemos dar de cara com um icebeerg.


      O que está acontecendo com as pessoas que estão sendo retiradas de cena de muitas cidades do Brasil por certos governantes revela uma face perversa da mudança de rumos da policrise global: a era dos exageros extremos, do rigorismo sem fim da aplicação da lei em minúcias que jamais irão nos levar a lugar algum, a modernização das cidades, fazendo-se de tudo para que elas sejam “inteligentes”, nada mais é do que se livrar daqueles e daquilo que foi, faz tempo, tido como obsoleto ou não produz mais nada, a não ser incômodos, empecilhos e vergonha para os donos do poder.


     O mundo atual perdeu faz tempo sua humanidade, isso se ele teve alguma no decorrer da sua história. O pior de tudo isso é invocar uma moral hipócrita, cheia de zelo, um cuidado que de cuidado não tem nada, senão os próprios interesses. Nesse cenário, Deus estaria lutando com tudo e todos.


     Bioeticamente, o século XXI revive de modo magistral os tempos de antigamente. O agora, o presente, não interessa. Projetar-se rumo ao futuro, ao desconhecido, não basta. Estar aqui não basta; é preciso sempre mais, numa intensidade cada vez maior, não por acaso, tudo tem de ser feito para antes de ontem. A vida, aos poucos podemos perceber, só vale a pena ser vivida se você estiver conectado com o absurdo, diria Albert Camus. Mas o maior absurdo é acharmos que, nesse instante, somos deuses, detentores de um poder que, via de regra, nos escapa facilmente, não somos bons perdedores; por isso inventamos novas rotas de escape, novos artefatos que, em tese, podem dar certo. Mas, volta e meia, adotamos uma postura rígida, encarquilhada. Estamos no tempo das fantasias mais luminosas possíveis, mas, no fundo, continuamos trilhando a nossa vã e já tão decantada obsolescência humana.



Autores: Rosel Antonio Beraldo e Anor Sganzerla – Diário do Sudoeste

(adaptado).

A análise das flexões nominais e verbais contribui para compreender como as palavras se relacionam dentro do período. No texto, esse mecanismo aparece em diferentes construções, especialmente na concordância entre substantivos, adjetivos e outros termos ligados a eles. Com base nesse aspecto gramatical, analise as assertivas.

I. Em “discursos vazios”, o adjetivo “vazios” flexiona-se no masculino plural, concordando com o substantivo “discursos”.

II. Em “pessoas altamente superficiais”, o termo “altamente” flexiona-se em número para concordar com “pessoas”.

III. Em “novas rotas de escape”, o adjetivo “novas” apresenta flexão de gênero e número, concordando com o substantivo “rotas”.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4054291 Português
Leia as frases a seguir:
I. Segundo filósofos de esquerda, a classe média tem medo de empobrecer.
II. Lins é um advogado que fala bonito e por isso encanta a todos.
III. Parece que há muito petróleo na foz do rio Amazonas.
IV. Andar de moto é perigoso, por isso prefiro o automóvel.
As palavras destacadas em negrito são formadas, respectivamente, pelo seguinte processo:
Alternativas
Q4054283 Português

Leia a crônica a seguir, intitulada “A aliança”, de Luís Fernando Veríssimo, antes de responder à questão que a ela se refere:



Esta é uma história exemplar, só não está muito claro qual é o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crianças. Também não tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situação na América Central ou no Oriente Médio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas aflições da classe média. Enfim, aconteceu com um amigo meu. Fictício, claro.


Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que já sabe que nunca será o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu.


Com dificuldade, ele encostou o carro no meio-fio e preparou-se para a batalha contra o macaco, não um dos grandes macacos que o desafiavam no jângal dos seus sonhos de infância, mas o macaco do seu carro tamanho médio, que provavelmente não funcionaria, resignação e reticências… Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão. Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas, sem querer, a chutou.


A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro, onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa.


Começou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo às perguntas da mulher antes de ela fazê-las.


– Você não sabe o que me aconteceu!


– O quê?


– Uma coisa incrível.


– O quê?


– Contando, ninguém acredita.


– Conta!


– Você não nota nada de diferente em mim? Não está faltando nada?


– Não.


– Olhe.


E ele mostraria o dedo da aliança, sem a aliança.


– O que aconteceu?


E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O óleo. A aliança no asfalto. O chute involuntário. E a aliança voando para o bueiro e desaparecendo.


– Que coisa – diria a mulher, calmamente.


– Não é difícil de acreditar?


– Não. É perfeitamente possível.


– Pois é. Eu…


– SEU CRETINO!


– Meu bem…


– Está me achando com cara de boba? De palhaça? Eu sei o que aconteceu com essa aliança. Você tirou do dedo para namorar. É ou não é? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara de pau de inventar uma história em que só um imbecil acreditaria.


– Mas, meu bem…


– Eu sei onde está essa aliança. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!


E ela sairia de casa com as crianças, sem querer ouvir explicações.


Ele chegou em casa sem dizer nada.


– Por que o atraso?


– Muito trânsito.


– Por que essa cara?


– Nada, nada.


E, finalmente:


– Que fim levou a sua aliança?


E ele disse:


– Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. Não tenho desculpas. Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.


Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois, reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom senso, a venceriam.


– O mais importante é que você não mentiu pra mim.


E foi tratar do jantar.


Fonte: https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo. 

Sobre aspectos linguísticos do texto, podemos afirmar que o(s):
I. verbo “acontecer” (em “exatamente como acontecera”) e o verbo “perder” (em “E perdi no motel”) estão ambos conjugados no pretérito perfeito do indicativo.
II. verbo “mostrar” (em “E ele mostraria o dedo da aliança”) e o verbo “sair” (em “E ela sairia de casa com as crianças”) expressam ações que poderiam ter acontecido após um evento no passado.
III. vocábulo “batalha” (em “e preparou-se para a batalha contra o macaco”) está empregado em sentido conotativo e se caracteriza como uma metáfora.
IV. vocábulos “mais” (em “Situa-se no terreno mais baixo”, no 1.º parágrafo) e “mas” (em “mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida”, no 2.º parágrafo), são, respectivamente, um advérbio e uma conjunção.
V. período “Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei” é composto por duas orações, sendo a primeira uma subordinada concessiva.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4053529 Português
Texto para a questão. 

No texto, a palavra “falaciosa” (linha 64) veicula o mesmo sentido de 
Alternativas
Q4053260 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como a água se tornou arma de guerra na luta dos EUA e Israel contra o Irã. 


As cenas de numerosos romances e filmes distópicos apresentando conflitos com cenários de redução dos recursos naturais podem não estar muito longe da realidade, principalmente durante a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.


Como era previsível, a guerra gira, em parte, em torno do petróleo, um recurso associado há muito tempo às intervenções ocidentais na região.


Mas, à medida que o conflito se amplia e atinge os vizinhos do Golfo, analistas afirmam que outro recurso vulnerável se tornou um possível ponto de tensão: a água.


O Golfo detém apenas 2% das fontes globais renováveis de água potável.


A região depende muito da dessalinização, principalmente com as pressões geradas pelo crescimento da indústria petrolífera, a partir dos anos 1950, e seu impacto sobre fontes que já eram limitadas.


O Instituto Francês de Relações Internacionais indica que 90% da água do Kuwait vem da dessalinização. Este índice é de 86% em Omã, 70% na Arábia Saudita e 42% nos Emirados Árabes Unidos.


"Em 2021, o volume total de produção das usinas de dessalinização, que retiram água do Golfo, foi de mais de 20 milhões de metros cúbicos por dia, o equivalente a 8 mil piscinas olímpicas diariamente", declarou Will Will Le Quesne, do Centro de Ciências do Meio Ambiente, Pesca e Aquicultura de Omã, ao programa de rádio Newsday, do Serviço Mundial da BBC.


A produção agrícola e de alimentos também depende da água dessalinizada do Golfo. As reservas subterrâneas, normalmente empregadas para irrigação, foram seriamente esgotadas em toda a região.


Esta dependência faz da infraestrutura de abastecimento de água uma vulnerabilidade estratégica, que tanto os Estados Unidos quanto o Irã aparentemente desejam explorar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento

"Em 2021, o volume total de produção das usinas de dessalinização, que retiram água do Golfo, foi de mais de 20 milhões de metros cúbicos por dia, o equivalente a 8 mil piscinas olímpicas diariamente."
O vocábulo 'diariamente' pertence à classe dos advérbios, os quais são invariáveis. Por outro lado, o vocábulo 'bastante' pode assumir valor gramatical distinto conforme o contexto. Com base nisso, complete as lacunas a seguir com 'bastante' ou 'bastantes', conforme o caso.
I. Fiz ___ amigos durante as férias na fazenda de meu avô.
II. Ficamos ___ sozinhos neste período do ano.
III. Havia ___ pássaros na praça do meu bairro.
IV. Eles são ___ inteligentes, por isso, conseguiram acertar toda a prova.
A sequência que preenche de forma CORRETA         
Alternativas
Q4053202 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como a água se tornou arma de guerra na luta dos EUA e Israel contra o Irã.


As cenas de numerosos romances e filmes distópicos apresentando conflitos com cenários de redução dos recursos naturais podem não estar muito longe da realidade, principalmente durante a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.


Como era previsível, a guerra gira, em parte, em torno do petróleo, um recurso associado há muito tempo às intervenções ocidentais na região.


Mas, à medida que o conflito se amplia e atinge os vizinhos do Golfo, analistas afirmam que outro recurso vulnerável se tornou um possível ponto de tensão: a água.


O Golfo detém apenas 2% das fontes globais renováveis de água potável.


A região depende muito da dessalinização, principalmente com as pressões geradas pelo crescimento da indústria petrolífera, a partir dos anos 1950, e seu impacto sobre fontes que já eram limitadas.


O Instituto Francês de Relações Internacionais indica que 90% da água do Kuwait vem da dessalinização. Este índice é de 86% em Omã, 70% na Arábia Saudita e 42% nos Emirados Árabes Unidos.


"Em 2021, o volume total de produção das usinas de dessalinização, que retiram água do Golfo, foi de mais de 20 milhões de metros cúbicos por dia, o equivalente a 8 mil piscinas olímpicas diariamente", declarou Will Will Le Quesne, do Centro de Ciências do Meio Ambiente, Pesca e Aquicultura de Omã, ao programa de rádio Newsday, do Serviço Mundial da BBC.


A produção agrícola e de alimentos também depende da água dessalinizada do Golfo. As reservas subterrâneas, normalmente empregadas para irrigação, foram seriamente esgotadas em toda a região.


Esta dependência faz da infraestrutura de abastecimento de água uma vulnerabilidade estratégica, que tanto os Estados Unidos quanto o Irã aparentemente desejam explorar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento

"Esta dependência faz da infraestrutura de abastecimento de água uma vulnerabilidade estratégica, que tanto os Estados Unidos quanto o Irã aparentemente desejam explorar."
Considerando o emprego do hífen em palavras compostas, analise a palavra 'infraestrutura', assim como outros vocábulos fora do contexto apresentado e identifique a alternativa INCORRETA.
I. O vocábulo 'infraestrutura' não recebe hífen, pois, segundo as regras, quando o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente ou com uma consoante, não ocorre hífen.
II. Os vocábulos 'ultrassom' e 'maxirresultado' estão grafados corretamente sem hífen, e as consoantes 's' e 'r' são duplicadas conforme as regras do Novo Acordo Ortográfico.
III. As locuções não são hifenizadas. Exemplos corretos incluem: cor de abóbora, dia a dia, mão de obra e cor de vinho, todas grafadas corretamente sem hífen.
IV. Não possuem hífen as palavras que perderam a noção de composição, que devem ser grafadas aglutinadamente. São exemplos corretos: mandachuva, paraquedas e parabrisa.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4053196 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como a água se tornou arma de guerra na luta dos EUA e Israel contra o Irã.


As cenas de numerosos romances e filmes distópicos apresentando conflitos com cenários de redução dos recursos naturais podem não estar muito longe da realidade, principalmente durante a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.


Como era previsível, a guerra gira, em parte, em torno do petróleo, um recurso associado há muito tempo às intervenções ocidentais na região.


Mas, à medida que o conflito se amplia e atinge os vizinhos do Golfo, analistas afirmam que outro recurso vulnerável se tornou um possível ponto de tensão: a água.


O Golfo detém apenas 2% das fontes globais renováveis de água potável.


A região depende muito da dessalinização, principalmente com as pressões geradas pelo crescimento da indústria petrolífera, a partir dos anos 1950, e seu impacto sobre fontes que já eram limitadas.


O Instituto Francês de Relações Internacionais indica que 90% da água do Kuwait vem da dessalinização. Este índice é de 86% em Omã, 70% na Arábia Saudita e 42% nos Emirados Árabes Unidos.


"Em 2021, o volume total de produção das usinas de dessalinização, que retiram água do Golfo, foi de mais de 20 milhões de metros cúbicos por dia, o equivalente a 8 mil piscinas olímpicas diariamente", declarou Will Will Le Quesne, do Centro de Ciências do Meio Ambiente, Pesca e Aquicultura de Omã, ao programa de rádio Newsday, do Serviço Mundial da BBC.


A produção agrícola e de alimentos também depende da água dessalinizada do Golfo. As reservas subterrâneas, normalmente empregadas para irrigação, foram seriamente esgotadas em toda a região.


Esta dependência faz da infraestrutura de abastecimento de água uma vulnerabilidade estratégica, que tanto os Estados Unidos quanto o Irã aparentemente desejam explorar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento

"Em 2021, o volume total de produção das usinas de dessalinização, que retiram água do Golfo, foi de mais de 20 milhões de metros cúbicos por dia, o equivalente a 8 mil piscinas olímpicas diariamente." O vocábulo 'diariamente' pertence à classe dos advérbios, os quais são invariáveis. Por outro lado, o vocábulo 'bastante' pode assumir valor gramatical distinto conforme o contexto. Com base nisso, complete as lacunas a seguir com 'bastante' ou 'bastantes', conforme o caso.
I. Fiz ___ amigos durante as férias na fazenda de meu avô.
II. Ficamos ___ sozinhos neste período do ano.
III. Havia ___ pássaros na praça do meu bairro.
IV. Eles são ___ inteligentes, por isso, conseguiram acertar toda a prova.
A sequência que preenche de forma CORRETA        
Alternativas
Q4053158 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mulheres são mais empáticas que os homens? O que diz a ciência


Durante séculos, grandes realizações femininas foram vistas como exceções àquilo que se supunha ser a natureza das mulheres, como se liderança e exercício do poder pertencessem essencialmente ao universo masculino. Embora transformações sociais tenham ocorrido, persistem estereótipos que associam a empatia à feminilidade e a dominância ou assertividade ao masculino. Assim, comportamentos semelhantes continuam a receber avaliações distintas conforme o gênero de quem os manifesta.

A empatia é compreendida como a capacidade de perceber pensamentos e sentimentos alheios e de responder a eles de modo adequado. Pode assumir dimensão cognitiva, relacionada ao reconhecimento das emoções e à adoção da perspectiva do outro, e dimensão afetiva, que envolve reação emocional diante das experiências de alguém. Pesquisas mostram que, em média, mulheres tendem a obter pontuações mais altas em instrumentos que buscam mensurar essa habilidade, o que levou parte da comunidade científica a investigar possíveis fundamentos biológicos para tal diferença.

Alguns estudos sugerem que a exposição a hormônios durante a gestação influenciaria o desenvolvimento de determinadas competências. Níveis mais elevados de certos hormônios no período pré-natal foram associados a melhor desempenho em tarefas de identificação de padrões e, de forma inversa, a resultados mais baixos em testes de empatia. Ainda assim, admite-se que habilidades como empatia e sistematização resultam de interação complexa entre fatores biológicos e sociais, não podendo ser explicadas por um único elemento.

Outros pesquisadores contestam interpretações deterministas. Levantamentos realizados em diversos países indicam que as diferenças médias entre homens e mulheres são relativamente pequenas e variam conforme o contexto cultural. Além disso, a variação interna de cada grupo costuma ser maior do que a diferença entre eles. Análises com bebês não identificaram distinções significativas quanto à atenção às expressões faciais ou à sensibilidade ao choro alheio, o que enfraquece a ideia de predisposição inata diferenciada por sexo.

Estudos genéticos de grande escala apontam que fatores hereditários explicam apenas parte reduzida da variação empática entre indivíduos e não apresentam vínculo direto com o sexo. Esses achados reforçam a importância do ambiente e das experiências sociais no desenvolvimento dessa capacidade.

Desde a infância, meninas frequentemente são incentivadas a valorizar emoções e a priorizar necessidades alheias, enquanto meninos tendem a ser orientados para atividades técnicas ou instrumentais. A repetição dessas expectativas ao longo do tempo contribui para moldar comportamentos. Pesquisas também indicam que o exercício do poder pode diminuir a sensibilidade empática, aspecto relevante em contextos marcados por desigualdades históricas de autoridade.

A empatia, contudo, mostra-se uma habilidade passível de desenvolvimento. Estudos neurológicos demonstram que homens e mulheres apresentam respostas cerebrais semelhantes diante de estímulos emocionais, embora diferenças apareçam quando avaliam a si próprios por meio de questionários. Quando informados de que homens também podem ser sensíveis e cuidadosos, seus resultados tendem a se aproximar dos das mulheres. Incentivos externos igualmente aumentam o desempenho empático em ambos os grupos, o que indica influência das expectativas sociais e da motivação.

Experimentos revelam que diferenças desaparecem conforme as condições de estímulo. Em determinadas tarefas de inferência emocional, mulheres apresentam maior precisão sobretudo quando são estimuladas a refletir previamente sobre seus próprios sentimentos; na ausência desse estímulo, a discrepância não se mantém. Esses dados sugerem que avaliações baseadas em autorrelato estão sujeitas a vieses sociais.

Observa-se, entretanto, mudança gradual na valorização das habilidades emocionais. A ampliação da participação masculina em responsabilidades de cuidado e a revisão de modelos tradicionais de masculinidade indicam transformações em curso. O conjunto das evidências sugere que a empatia não constitui atributo rigidamente determinado pelo sexo, mas capacidade desenvolvida ao longo da vida, influenciada por fatores biológicos, sociais e culturais, bem como pelas expectativas presentes e cada contexto.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yqxp9v87go.adaptado.
Níveis mais elevados de certos hormônios no período "pré-natal" foram associados a melhor desempenho em tarefas de identificação de padrões.
Quanto ao processo de formação da palavra destacada, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4053139 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás."
Considerando o uso do hífen no vocábulo 'cana-de-açúcar', bem como sua adequada justificativa e a aplicação desse recurso em outras palavras alheias ao contexto, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__) O vocábulo 'cana-de-açúcar' encontra-se corretamente grafado com hífen, pois, embora as locuções substantivas, em regra, não sejam hifenizadas, trata-se de uma exceção. Por sua vez, 'café da manhã' e 'fim de semana' constituem locuções devidamente grafadas sem o emprego de hífen.
(__) Os vocábulos 'hiper-raivoso' e 'super-rico' estão corretamente grafados com hífen, uma vez que, com esses prefixos, utiliza-se esse sinal quando o elemento seguinte se inicia por 'r'. De igual modo, o hífen é corretamente empregado nos compostos 'supra-auricular' e 'contra-almirante', apesar de regra distinta.
(__) Os vocábulos 'antissemita', 'contrarregra' e 'semirreta', que, antes do Novo Acordo Ortográfico, eram grafados com hífen, passaram a ser corretamente escritos sem esse sinal.
(__) Os vocábulos 'girassol', 'mandachuva' e 'paraquedas' estão corretamente grafados sem hífen, por se tratarem de compostos que, em certa medida, perderam a noção de composição, razão pela qual são escritos de forma aglutinada.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q4053137 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos, afirmou."
Considerando as classes de palavras, julgue as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'poucos' determina o substantivo 'recursos', exprimindo ideia de quantidade indefinida e reduzida, o que denota escassez. Em outros contextos, o vocábulo pode ocorrer de forma invariável, assumindo função adverbial, como em 'Por favor, me dê um pouco de pudim', indicando pouca quantidade de algo.
II. Em razão da evolução histórica da língua, os substantivos terminados em '-ão', não seguem uma única regra de formação do plural, podendo apresentar três desinências distintas. No caso de 'seleção', admite-se apenas o plural 'seleções', ao passo que o vocábulo 'vilão' admite as formas 'vilãos', 'vilões' e 'vilães'.
III. A forma verbal 'acreditava' ao ser transportada para o pretérito perfeito do indicativo resultará em 'acreditou'. Do mesmo modo, o verbo 'intervir' assume, nesse mesmo tempo e modo verbal, a forma 'interviu', como em 'A professora interviu no caso.
IV. A palavra 'jovem' exemplifica que qualquer vocábulo, quando empregado de forma material, pode ser substantivado, passando a submeter-se às regras de flexão e de derivação próprias dos substantivos; o mesmo observa-se em 'Os nãos já temos'.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4053135 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade."
Considerando o processo de formação da palavra 'realidade' e de outros vocábulos fora do contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'realidade' apresenta um elemento mórfico destituído de autonomia na língua, denominado sufixo, cuja função é formar uma nova palavra, emprestando à base uma ideia acessória e indicando a categoria gramatical a que pertence.
II. A derivação é o processo de formação de palavras a partir de uma base primitiva por meio do acréscimo de afixos, que podem ser classificados em prefixos ou sufixos. Por exemplo, o vocábulo 'infra-assinado' é formado pelo prefixo 'infra-', que transmite a ideia de 'abaixo'.
III. Os sufixos '-ico', '-ejo', '-acho' e '-zito' são diminutivos que, além de expressarem valor afetivo, podem, em certos contextos, transmitir sentido pejorativo. Exemplos de palavras formadas por esses sufixos incluem: 'namorico', 'lugarejo', 'riacho' e 'amorzito'.
IV. Os vocábulos 'entardecer', 'amaldiçoar' e 'atualizar' são formados pelo mesmo processo de formação de palavras.

Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4053050 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Produção agrícola maior deve fortalecer geração de bioenergia.


Episódios recentes envolvendo rotas marítimas próximas ao Estreito de Ormuz — corredor estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo — retomou o debate sobre a segurança da oferta global de energia, desde o abastecimento aos preços dos fretes, da inflação energética e estabilidade logística.


O Brasil aparece como um caso particular entre as grandes economias: ao mesmo tempo em que o mercado global acompanha a volatilidade do petróleo, o país amplia a produção agrícola e, com ela, a oferta potencial de matérias-primas para energia renovável. A avaliação é da Fex Agro da rede de revendas de insumos em Mato Grosso.


Segundo o CEO da empresa, Daniel Barbosa, o avanço da colheita de grãos amplia a oferta de ativos energéticos ligados ao agronegócio brasileiro é uma oportunidade para que o país avance na geração de alternativas, como os biocombustíveis.


"Num ambiente em que o mundo volta a perceber o quanto ainda depende do petróleo, o Brasil apresenta uma combinação muito difícil de replicar: uma safra em grande escala, uma base energética renovável consolidada e capacidade industrial para agregar valor dentro da própria cadeia produtiva", afirma.


Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam avanço consistente da safra, com mais de 50% da área de soja, principal cultura agrícola do país, colhida.


O executivo se demonstra otimista ao defender que a expansão da produção agrícola reforça a disponibilidade de insumos para diferentes rotas energéticas. "O país colhe grãos, mas também amplia a oferta de matéria-prima para etanol, biodiesel, biometano e novas alternativas energéticas. Poucos países possuem um programa de biocombustíveis tão avançado quanto o brasileiro, o que aumenta a resiliência diante de choques externos", ressalta.


A discussão ganha relevância no momento em que o setor de biocombustíveis apresenta propostas para acelerar a transição energética no país, após a COP30, evento que culminou no documento "Fósseis", com etapas de transição até 2040.


O documento sugere ampliar o uso de etanol, biodiesel, combustível sustentável de aviação (SAF), biometano, produzido a partir de resíduos agropecuários, especialmente em regiões produtoras, e hidrogênio de baixa emissão de carbono.


Para a Fex Agro, a atual conjuntura internacional tende a reforçar a relevância desse modelo energético. "Quando petróleo, frete e segurança logística voltam ao centro debate global, países capazes de produzir energia a partir do próprio campo passam a ter outro peso econômico. O Brasil já tem essa estrutura e ainda possui espaço para expandi-la", afirma o executivo.


Barbosa também defende maior visibilidade internacional para a sustentabilidade da produção agrícola brasileira. Segundo ele, a legislação ambiental e o modelo de preservação adotado pelos produtores ainda são pouco reconhecidos fora do país.


O etanol brasileiro permanece como um dos pilares da transição. Além da produção tradicional a partir da cana-de-açúcar, cresce o modelo baseado no milho, no qual a fabricação do biocombustível ocorre junto à geração de DDG, insumo proteico utilizado na nutrição animal.


"O milho sintetiza bem esse novo entendimento sobre as energias renováveis: da mesma matéria-prima saem energia, proteína e valor industrial. É uma cadeia que responde simultaneamente a três demandas globais — energia, alimento e eficiência produtiva", afirma Barbosa.


https://www.cnnbrasil.com.br/agro/producao-agricola-maior-deve-fortalecer-geracao-de-bioenergia/        

"O Brasil aparece como um caso particular entre as grandes economias: ao mesmo tempo em que o mercado global acompanha a volatilidade do petróleo, o país amplia a produção agrícola e, com ela, a oferta potencial de matérias-primas para energia renovável."
Considerando o processo de formação das palavras presentes no trecho e fora do contexto apresentado, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__) O vocábulo 'renovável' constitui exemplo de palavra formada por derivação prefixal e sufixal, processo em que dois elementos mórficos, dotados de existência independente na língua, são acrescidos ao radical, resultando na formação de uma nova palavra.
(__) O vocábulo 'matérias-primas' é formado pelo mesmo processo de formação das palavras 'guarda-chuva', 'fim de semana' e 'pontapé'.
(__) No vocábulo 'petróleo', verifica-se uma composição por aglutinação, na qual os elementos formadores perdem parte de sua identidade ortográfica e fonológica, resultando em uma nova palavra composta com apenas um acento tônico.
(__) O prefixo da palavra 'apogeu' indica afastamento, enquanto do vocábulo 'binóculo' indica duplicidade.
(__) O vocábulo 'volatilidade' é formado pelo mesmo processo observado nas palavras 'galinhada' e 'gigante', em que sufixos são acrescentados ao radical, originando novas palavras por derivação sufixal.
Após análise das afirmativas, identifique a alternativa CORRETA que apresenta a sequência que preenche as lacunas acima.
Alternativas
Q4053044 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Produção agrícola maior deve fortalecer geração de bioenergia.


Episódios recentes envolvendo rotas marítimas próximas ao Estreito de Ormuz — corredor estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo — retomou o debate sobre a segurança da oferta global de energia, desde o abastecimento aos preços dos fretes, da inflação energética e estabilidade logística.


O Brasil aparece como um caso particular entre as grandes economias: ao mesmo tempo em que o mercado global acompanha a volatilidade do petróleo, o país amplia a produção agrícola e, com ela, a oferta potencial de matérias-primas para energia renovável. A avaliação é da Fex Agro da rede de revendas de insumos em Mato Grosso.


Segundo o CEO da empresa, Daniel Barbosa, o avanço da colheita de grãos amplia a oferta de ativos energéticos ligados ao agronegócio brasileiro é uma oportunidade para que o país avance na geração de alternativas, como os biocombustíveis.


"Num ambiente em que o mundo volta a perceber o quanto ainda depende do petróleo, o Brasil apresenta uma combinação muito difícil de replicar: uma safra em grande escala, uma base energética renovável consolidada e capacidade industrial para agregar valor dentro da própria cadeia produtiva", afirma.


Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam avanço consistente da safra, com mais de 50% da área de soja, principal cultura agrícola do país, colhida.


O executivo se demonstra otimista ao defender que a expansão da produção agrícola reforça a disponibilidade de insumos para diferentes rotas energéticas. "O país colhe grãos, mas também amplia a oferta de matéria-prima para etanol, biodiesel, biometano e novas alternativas energéticas. Poucos países possuem um programa de biocombustíveis tão avançado quanto o brasileiro, o que aumenta a resiliência diante de choques externos", ressalta.


A discussão ganha relevância no momento em que o setor de biocombustíveis apresenta propostas para acelerar a transição energética no país, após a COP30, evento que culminou no documento "Fósseis", com etapas de transição até 2040.


O documento sugere ampliar o uso de etanol, biodiesel, combustível sustentável de aviação (SAF), biometano, produzido a partir de resíduos agropecuários, especialmente em regiões produtoras, e hidrogênio de baixa emissão de carbono.


Para a Fex Agro, a atual conjuntura internacional tende a reforçar a relevância desse modelo energético. "Quando petróleo, frete e segurança logística voltam ao centro debate global, países capazes de produzir energia a partir do próprio campo passam a ter outro peso econômico. O Brasil já tem essa estrutura e ainda possui espaço para expandi-la", afirma o executivo.


Barbosa também defende maior visibilidade internacional para a sustentabilidade da produção agrícola brasileira. Segundo ele, a legislação ambiental e o modelo de preservação adotado pelos produtores ainda são pouco reconhecidos fora do país.


O etanol brasileiro permanece como um dos pilares da transição. Além da produção tradicional a partir da cana-de-açúcar, cresce o modelo baseado no milho, no qual a fabricação do biocombustível ocorre junto à geração de DDG, insumo proteico utilizado na nutrição animal.


"O milho sintetiza bem esse novo entendimento sobre as energias renováveis: da mesma matéria-prima saem energia, proteína e valor industrial. É uma cadeia que responde simultaneamente a três demandas globais — energia, alimento e eficiência produtiva", afirma Barbosa.


https://www.cnnbrasil.com.br/agro/producao-agricola-maior-deve-fortalecer-geracao-de-bioenergia/        

"Num ambiente em que o mundo volta a perceber o quanto ainda depende do petróleo, o Brasil apresenta uma combinação muito difícil de replicar: uma safra em grande escala, uma base energética renovável consolidada e capacidade industrial para agregar valor dentro da própria cadeia produtiva, afirma."
Com base nas classes de palavras, julgue as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'muito' funciona como advérbio de intensidade, modificando o adjetivo 'difícil', diferentemente do que ocorre na frase 'A questão enganou muito candidato', em que o termo pertence a outra classe gramatical.
II. A palavra 'de', nessa expressão, é uma preposição que introduz o complemento 'replicar', verbo no infinitivo que completa o sentido do adjetivo 'difícil'.
III. A forma verbal 'depende' encontra-se conjugada no mesmo tempo e modo que o verbo 'vir' na frase: 'Nós viemos para acertar todas as questões da prova de Língua Portuguesa'.
IV. O vocábulo 'própria' é adjetivo, devendo sempre concordar com o substantivo ou pronome a que se refere, assim como o vocábulo 'quite', como na frase 'Devolvi-lhe o presente, portanto estamos quites'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Respostas
621: D
622: D
623: A
624: E
625: A
626: E
627: E
628: C
629: A
630: D
631: E
632: C
633: D
634: A
635: B
636: A
637: E
638: A
639: A
640: E