Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3425973 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão


Desmatamento na Amazônia sobe 91% em maio de 2025 


As áreas desmatadas da Amazônia aumentaram em 91% no mês de maio, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe). Resultado é o 2º pior da série histórica para o mês, com 960 km² de área desmatada, contra 502 km² em maio de 2024.


Uma especialista em conservação do Fundo Mundial para a Natureza Brasil (WWF-Brasil) afirmou que a aprovação do PL 2159/2021 do Licenciamento Ambiental, também chamado popularmente de PL do Desmatamento, é muito grave, uma vez que não leva em consideração a crise climática. Além do mais, "estamos falando de um país que tem como meta zerar o desmatamento até 2030", lembra a especialista.


De acordo com os dados do sistema Deter, do Inpe, o resultado ficou abaixo apenas do recorde de 1.390 km², registrado em maio de 2021. Em abril, os alertas já haviam aumentado 55%, o que indica que essa é a segunda alta consecutiva de 2025. Considerando os últimos dez meses, de agosto a maio desde ano, houve aumento de 9,7% na área desmatada.


Para o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a situação é dramática. "A perda de floresta em maio de 2025 se deu em maior quantidade em função de incêndios florestais", declara. Segundo dados apresentados pelo secretário, mais da metade (51%) do desmatamento foi registrado em áreas de floresta incendiada.


A pesquisa do Inpe indica que os estados mais afetados foram Mato Grosso (627 km²), Pará (145 km²) e Amazonas (142 km²). Mato Grosso chama a atenção, com aumento de 237% em relação a maio de 2024, e por responder por 65% de toda a área desmatada em maio na Amazônia. O Greenpeace afirma que há diversos fatores que podem explicar o aumento dos alertas de desmatamento em maio. De acordo com a instituição, dois anos de combinação dos efeitos das mudanças climáticas e um El Niño forte resultaram em temperaturas mais elevadas e duas secas extremas na Amazônia.


(Adaptado de: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/norte/am/desmatamento-na-amazonia-sobe-91-em-maio-de-2025/)
Na frase "o resultado ficou abaixo apenas do recorde de 1.390 km², registrado em maio de 2021", o vocábulo "apenas" pertence a qual das seguintes classes gramaticais?
Alternativas
Q3425717 Português

Observe a figura a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

A figura representa um

Alternativas
Q3422966 Português
Determine a alternativa onde temos um verbo no tempo passado. 
Alternativas
Q3422965 Português
Identifique a alternativa onde temos um verbo no tempo futuro. 
Alternativas
Q3422385 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas."

Os vocábulos 'conexão' e 'admiração' têm o plural em 'ões'. Os vocábulos a seguir, também têm o mesmo plural, com exceção de:
Alternativas
Q3422384 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.
Com base nos termos destacados no enunciado, analise as afirmativas:

I. Todos termos destacados são adjetivos.
II. Todos os termos destacados podem variar em gênero e número.
III. O adjetivo 'silenciosas' caracteriza o substantivo 'espécies' e o adjetivo 'ferozes' caracteriza o substantivo 'caça'.
IV. O adjetivo 'adaptadas' pode variar em gênero e número conforme o substantivo que ele qualifica.

Estão corretas:
Alternativas
Q3422382 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"Além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas."
Compare os vocábulos destacados no trecho acima, com os destacados nos enunciados a seguir:

I. Eles usam o poder olfativo dos cães para localizar espécies de corujas em áreas remotas como a Tasmânia, na Austrália e o noroeste do Pacífico dos Estados Unidos.
II. Estas pelotas regurgitadas emitem odores que os cães podem farejar.
III. A grande coruja-cinzenta pode detectar um arganaz (pequeno roedor) cavando um túnel de meio metro sob a neve.
IV. As corujas que caçam de ouvido, como a coruja-cinzenta, têm cabeças projetadas para escutar.

Considerando a ordem de emprego, as alternativas que apresentam os vocábulos destacados com a mesma classe gramatical dos que estão evidenciados no trecho do texto são: 
Alternativas
Q3422378 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?"

A alternativa em que o enunciado apresenta o coletivo que representa o substantivo 'cães' é: 
Alternativas
Q3412672 Português
Leia o texto para responder à questão.

MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
“Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens.”

Assinale a alternativa que indica a circunstância expressa pela palavra destacada. 
Alternativas
Q3412669 Português
Leia o texto para responder à questão.

MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
“A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha.”

Sobre o trecho, analise os itens a seguir e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3412668 Português
Leia o texto para responder à questão.

MITO INDÍGENA DO SOL

    Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre os Tucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa de Moça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu. Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamada muirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucu para pintar os Tucuna.
     A tia do moço era muito mal humorada, estava sempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muita muirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapaz resolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para o fogo que ardia, soltando longe suas faíscas.
     Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediu permissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.
     Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que ia bebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho, tal qual o urucu e a muirapiranga.
     Depois, subindo para o céu, intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e a iluminar o mundo.


Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/site/e livros/Lendas%20e%20Mitos%20do%20Brasil.pdf. 
Em “Olhou para o urucu borbulhante, vermelho, quente.”, as palavras RESPECTIVAMENTE: 
Alternativas
Q3411812 Português

A questão diz respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(Texto)



1.png (313×613)






Analise as assertivas a seguir, tendo em vista as ocorrências morfológicas de palavras do texto:

        I- “Extraterrestre” (linha 20) é formada por justaposição;
       II- “Ideia” (linha 19) adquiriu sua nova forma após a perda de acento;
      III- “Exoplaneta” (linha 30) não possui sua formação oriunda da união de “exo” + “planeta”;
      IV- “Anos-luz” (linha 01) possui a aglutinação como modelo de formação.

Dos itens acima: 
Alternativas
Q3411732 Português

A questão diz respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



(Texto)




1.png (330×715)

O verbo “haver” (linha 02) possui uma de suas características disposta incorretamente na alternativa:
Alternativas
Q3410116 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão



Texto 3


Fonte: Dik Browne. Disponível em:

https://www.maisbolsas.com.br/enem/lingua-port



Analise a função dos advérbios “primeiro”, “depois” e “agora” na tirinha e assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410110 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.



Texto 1




Tatiana Santana é diretora do Colégio Externato São José e coordenadora regional da ANEC (Associação Nacional de Educação Católica do Brasil). Fonte: Gazeta da Semana. Disponível em: https://gazetadasemana.com.br/noticia/229113/artigo-de-opiniao-bebes-reborne-a-infancia-em-crise.

Assinale a alternativa em que a palavra indicada exerça, no texto, papel adjetivo.
Alternativas
Q3409551 Português
    Na primeira infância, as experiências com a dor pareciam não ficar tão marcadas em sua mente. Não que você lembre. Então, quando você corre, quando você pula, quando você brinca, você não tem medo. E às vezes, na vida adulta, você sonhava em recuperar aquele sentimento ingênuo, sem fobias e sem receio. Mas com o passar do tempo tinha a impressão de que as possibilidades de sentir dor iam se ampliando e limitando sua liberdade. Viver passou a ser uma questão de evitar a dor a qualquer custo. Numa espécie de encarceramento voluntário, você vai sendo acossado dia após dia pelo medo do desconforto. No entanto, aos quatro anos, quando prenderam seus dedos numa porta, talvez não seja possível dizer que sua fobia de dor tenha começado ali. Mas foi aos quatro anos que você tomou consciência plena dela. Tomou consciência da trajetória da dor: da demora em senti-la depois do ato traumático, porque a dor nunca é instantânea. A dor ressoa. Pulsa no ritmo agudo dos batimentos cardíacos. Toda a sua vida se resume naquele pedaço do seu corpo que agora grita.


(TENÓRIO, Jeferson. O avesso da pele. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 70. Fragmento.)
Considerando o contexto e o advérbio destacado em “Tomou consciência da trajetória da dor: da demora em senti-la depois do ato traumático, porque a dor nunca é instantânea.”, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É um advérbio de negação.
( ) O vocábulo colabora para o entendimento de que, após tomar consciência da dor, o narrador passou a ter sempre a mesma sensação sobre ela.
( ) Caso seja omitido, o sentido da frase é alterado.
( ) Pode ser substituído pelo advérbio “efetivamente”.


A sequência está correta em
Alternativas
Q3409550 Português
    Na primeira infância, as experiências com a dor pareciam não ficar tão marcadas em sua mente. Não que você lembre. Então, quando você corre, quando você pula, quando você brinca, você não tem medo. E às vezes, na vida adulta, você sonhava em recuperar aquele sentimento ingênuo, sem fobias e sem receio. Mas com o passar do tempo tinha a impressão de que as possibilidades de sentir dor iam se ampliando e limitando sua liberdade. Viver passou a ser uma questão de evitar a dor a qualquer custo. Numa espécie de encarceramento voluntário, você vai sendo acossado dia após dia pelo medo do desconforto. No entanto, aos quatro anos, quando prenderam seus dedos numa porta, talvez não seja possível dizer que sua fobia de dor tenha começado ali. Mas foi aos quatro anos que você tomou consciência plena dela. Tomou consciência da trajetória da dor: da demora em senti-la depois do ato traumático, porque a dor nunca é instantânea. A dor ressoa. Pulsa no ritmo agudo dos batimentos cardíacos. Toda a sua vida se resume naquele pedaço do seu corpo que agora grita.


(TENÓRIO, Jeferson. O avesso da pele. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. p. 70. Fragmento.)
Assinale a palavra que possui o mesmo processo de formação do vocábulo “desconforto”.
Alternativas
Q3409548 Português
Sozinhos


   Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui, e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir. Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. É assim:

   Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.

   – Ronca.

   – Não ronco.

   – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.

   Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.

   Ficam os dois sozinhos.

   – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos.

   – Humrfm – diz o velho.

   Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer. Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare. Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior do que eu, leitor. Você tinha escolha.

   Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.

   Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.

   – Rarrá! – diz a velha, feliz.

   Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!

   – Rarrá! – diz o velho, vingativo.

   E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.

   É um diálogo sussurrado.

   “Estão prontos?”

   “Não, acho que ainda não…”

   “Então vamos voltar amanhã…”


(VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)
Os trechos a seguir foram extraídos do texto; analise-os e assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3409546 Português
Sozinhos


   Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de tê-la, me arrependi. Mas já estava tida, não adiantava mais. Você, leitor, no entanto, tem uma escolha. Pode parar aqui, e se poupar, ou ler até o fim e provavelmente nunca mais dormir. Vejo que decidiu continuar. Muito bem, vamos em frente. Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. É assim:

   Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.

   – Ronca.

   – Não ronco.

   – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.

   Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo.

   Ficam os dois sozinhos.

   – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Esta noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos.

   – Humrfm – diz o velho.

   Você, leitor, já deve estar sentindo o que vai acontecer. Pare de ler, leitor. Eu não posso parar de escrever. As ideias não podem ser desperdiçadas, mesmo que nos custem amigos, a vida ou o sono. Imagine se Shakespeare tivesse se horrorizado com suas próprias ideias e deixado de escrevê-las, por puro comedimento. Não que eu queira me comparar a Shakespeare. Shakespeare era bem mais magro. Tenho que exercer este ofício, esta danação. Você, no entanto, não é obrigado a me acompanhar, leitor. Vá passear, vá tomar um sol. Uma das maneiras de controlar a demência solta no mundo e deixar os escritores falando sozinhos, exercendo sozinhos a sua profissão malsã, o seu vício solitário. Você ainda está lendo. Você é pior do que eu, leitor. Você tinha escolha.

   Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.

   Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.

   – Rarrá! – diz a velha, feliz.

   Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!

   – Rarrá! – diz o velho, vingativo.

   E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz sussurrando, leitor. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes.

   É um diálogo sussurrado.

   “Estão prontos?”

   “Não, acho que ainda não…”

   “Então vamos voltar amanhã…”


(VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)
Para Cunha (1986, p. 511), “as preposições são os vocábulos gramaticais invariáveis que relacionam dois termos de uma oração, de tal modo que o sentido do primeiro (antecedente) é explicado ou completado pelo sentido do segundo (consequente)”. Nesse contexto, analise as frases a seguir e assinale a associação INCORRETA.
Alternativas
Q3409063 Português
Leia o texto para responder à questão.


Projeto de lei quer barrar uso de bebês reborn para furar fila em atendimentos na PB


Na última semana, o uso de bonecos do tipo “bebê reborn”, que são réplicas realistas de recém-nascidos, entrou no debate político na Paraíba. Projetos de lei apresentados tanto na Assembleia Legislativa (ALPB) quanto nas câmaras municipais de João Pessoa e Campina Grande propõem sanções a quem utilizar esses bonecos para obter benefícios destinados a pessoas com crianças de colo.


Os parlamentares justificam as medidas como forma de evitar fraudes e preservar a prioridade real de quem está com crianças. As propostas preveem, entre outras ações, a proibição de atendimento preferencial a quem portar esses objetos e a aplicação de penalidades administrativas.


Na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), dois projetos de lei ordinária de autoria do deputado estadual Walber Virgolino (PL) foram protocolados com o objetivo de regular o uso de bonecos reborn em ambientes públicos e privados.


O PLO 4380/2025, apresentado no dia 20 de maio, propõe a tipificação de infração administrativa para o uso de bonecas “reborn” ou qualquer outro artefato que simule crianças de colo com o intuito de obter benefícios ou prioridade em atendimentos. O texto deixa claro que a proibição se estende a serviços públicos e privados em todo o estado.


Já o PLO 4350/2025, apresentado dois dias antes, em 18 de maio, tem foco específico nas unidades públicas de saúde. A proposta proíbe o atendimento a bebês reborn nesses espaços e veda a utilização dessas bonecas como justificativa para garantir preferência em serviços destinados a crianças e seus responsáveis. Segundo a ALPB, este projeto foi aprovado. 


Na Câmara Municipal de João Pessoa, o vereador Guguinha Moov Jampa (PSD) apresentou, no dia 21 de  maio, o PLO 269/2025, com teor semelhante às propostas estaduais. A matéria também propõe sanção administrativa para quem utilizar bonecas do tipo bebê reborn ou artifícios similares com a intenção de se beneficiar da prioridade destinada a pessoas com crianças de colo.


Além disso, o projeto veta expressamente o atendimento a essas bonecas em unidades de saúde municipais, buscando garantir que a estrutura pública seja voltada exclusivamente a crianças reais.


Na Câmara Municipal de Campina Grande, o vereador Sargento Wellington Cobra (PSB) apresentou o PL 529/2025, também em 21 de maio. A proposta proíbe o uso dos bonecos sintéticos conhecidos como bebês reborn para obter prioridade em hospitais, UPAs, repartições públicas e até estabelecimentos comerciais.


O projeto pretende coibir práticas que, segundo o autor, têm se tornado frequentes e comprometem o funcionamento dos serviços públicos.


Até o momento, não há informações sobre o número de ocorrências oficiais envolvendo o uso de bebês reborn para burlar filas, mas os parlamentares apontam que o assunto vem ganhando notoriedade nas redes sociais e gerado preocupação entre profissionais de atendimento.


As leis deverão estipular mecanismos de fiscalização e penalidades para coibir a prática em todo o estado e nas cidades de João Pessoa e Campina Grande.


Disponível em: https://jornaldaparaiba.com.br/politica/projeto-lei-barraruso-bebes-reborn-furar-fila-atendimentos-pb. 
“[...] não há informações sobre o número de ocorrências oficiais envolvendo o uso de bebês reborn para burlar filas, mas os parlamentares apontam que o assunto vem ganhando notoriedade nas redes sociais [...]”

Nesse fragmento, é FALSO afirmar que
Alternativas
Respostas
4501: B
4502: C
4503: B
4504: B
4505: A
4506: D
4507: B
4508: C
4509: A
4510: B
4511: A
4512: C
4513: C
4514: E
4515: A
4516: A
4517: A
4518: C
4519: C
4520: D