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Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Foram encontradas 26.992 questões

Q3219065 Português

Regulamentação da Polícia Penal – Desafios de Ontem e de Hoje

João Vitor Rodrigues Loureiro* 







Na formação da palavra “reconhecimento”, observa-se o elemento inicial “re-“, denominado prefixo, que pode significar “movimento para trás, repetição, reciprocidade, intensidade”. Considerando o estágio atual da Língua Portuguesa, indique, dentre as opções abaixo, o substantivo que contém esse prefixo. 
Alternativas
Q3219062 Português

Regulamentação da Polícia Penal – Desafios de Ontem e de Hoje

João Vitor Rodrigues Loureiro* 







O complemento nominal é um elemento sintático que completa o sentido de um nome (substantivo abstrato, adjetivo ou advérbio), sendo subordinado a esse nome por meio de uma preposição. Um exemplo de complemento nominal encontra-se sublinhado na seguinte opção:
Alternativas
Q3218953 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

TEXTO 3

O papa vai ao banheiro?

Por Tiago Germano

    No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
    Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
    A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da imagem de Jesus.
    Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser. Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos. Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
    Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época. Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações infantis.
    Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.

Fonte: GERMANO, Tiago. Demônios Domésticos. [S. L.]: Le Chien, 2017.
No trecho “E que talvez também fosse ao banheiro, mas só de vez em quando”, o sentido da conjunção “mas” indica:
Alternativas
Q3218950 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

TEXTO 3

O papa vai ao banheiro?

Por Tiago Germano

    No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
    Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
    A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da imagem de Jesus.
    Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser. Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos. Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
    Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época. Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações infantis.
    Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.

Fonte: GERMANO, Tiago. Demônios Domésticos. [S. L.]: Le Chien, 2017.
No trecho “Fui o primeiro a erguer o braço”, a palavra “primeiro” é classificada como:
Alternativas
Q3218947 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

TEXTO 2

Captura_de tela 2025-02-27 105100.png (462×651)


Fonte: <https://insvsaude.org/novembro-azul-cuidar-da-saude-tambem-e-coisa-de-homem/>. Acesso em: 10 dez. 2024.
No trecho “Cuidar da saúde também é coisa de homem!”, a palavra “de” funciona como: 
Alternativas
Q3218943 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.

TEXTO 1



Fonte: <https://www.instagram.com/p/DBQ1aquPH6g/?igsh=Y3Jwdm9iZzhuZDdr>. Acesso em: 10 dez. 2024.
No trecho “Agora, é ensinar o processo de germinação...”, a palavra “germinação” é formada por:
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Q3218845 Português
Texto I

Chineses encontram depósito de ouro avaliado em R$ 483 bilhões

Embora a China já seja o maior produtor de ouro do mundo, responsável por cerca de 10% da produção global em 2023, sua demanda supera amplamente a produção interna 

Por Thamila Soares
Rio de Janeiro, 28/11/2024 04h01 

    Pesquisadores chineses do Geological Bureau of Hunan Province (GBHP) anunciaram para a mídia estatal, em 21 de novembro, que descobriram um depósito de minério de ouro de alta qualidade escondido em Wangu, no nordeste da província de Hunan. O local pode abrigar o maior reservatório restante no planeta e é avaliado em mais de US$ 83 bilhões (cerca de R$ 483 bilhões na cotação atual).
    “Muitos dos núcleos de rocha perfurados apresentaram ouro visível”, disse Chen Rulin, um especialista em prospecção de minério do Escritório Geológico da Província de Hunan (GBHP), à mídia estatal.
    Outras quantidades também foram achadas em perfurações de teste em “áreas periféricas” no mesmo local, o que, de acordo com a mídia chinesa, indica a existência de grandes depósitos a serem explorados no fundo.
    Em 2022, a mina South Deep, localizada na África do Sul, possuía as maiores reservas conhecidas de ouro, estimadas em 1.025 toneladas (930 toneladas métricas), segundo a Mining Technology. Isso indica que o novo depósito descoberto na China pode representar o maior estoque natural de ouro já registrado no planeta.

Disponível em: <https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/11/28/oito-vezes-o-peso-da-estatua-da-liberdade-chineses-encontram-deposito-de-ouro-avaliadoem-r-483-bilhoes.ghtml>. Acesso em: 01 dez. 2024. Adaptado. 
Marque a alternativa que apresenta a relação CORRETAentre a palavra destacada e a classe de palavras correspondente. 
Alternativas
Q3218745 Português
Analise as classes de palavras destacadas abaixo. Assinale a classificação que foi definida incorretamente.
Alternativas
Q3218739 Português
Assinale o advérbio que foi classificado incorretamente.
Alternativas
Q3218738 Português
Analise as conjunções destacadas e a relação descrita entre parênteses. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3218694 Português
Assinale a conjunção em destaque que foi classificada corretamente.
Alternativas
Q3218229 Português

"A verdade é que chegaremos a tempo." "A venda de brinquedos está aumentando com a chegada do Dia das Crianças."

Quanto à classe de palavras dos termos empregados nas orações acima, identifique a alternativa INCORRETA: 

Alternativas
Q3218005 Português

Cabeceira Imaginária


Por Claudia Laitano




Assinale a alternativa cujas ocorrências da palavra “a(s)”, hachuradas no texto, representam apenas preposições.
Alternativas
Q3217615 Português
Você sabia que o Ano Novo já foi em março?

        Se você voltasse alguns séculos no tempo para o mês de janeiro, o Ano Novo ainda estaria um pouco distante. O motivo é que a celebração acontecia no mês de março. Tudo mudou com a criação de um novo calendário pelos romanos e pelos católicos.

        Em entrevista ao G1, Francisco Thiago Silva, historiador e professor da Universidade de Brasília (UnB), explica que a origem do réveillon é anterior ao cristianismo. Povos como os persas, fenícios, assírios e os gregos já realizavam celebrações para marco de um novo ano.

        A celebração em 1° de janeiro só foi criada pelos romanos em 46 a.C., e reforçada no século 16 pela Igreja Católica. Antes, a festa acontecia em março porque o mês marca o início da primavera no hemisfério norte.

        O professor Francisco Thiago Silva destaca que o mês de janeiro foi criado pelos romanos, no século 8 a.C., para homenagear Jano – deus da mitologia romana que representa começos e mudanças. Mas a celebração da passagem de ano pelos romanos era feita no início da primavera, que é em março no hemisfério norte.

        No século 2 a.C., devido a conflitos com o povo Celtiberos, e questões que envolviam o exército romano, foi defendida a mudança da data para janeiro. Apenas em 153 a.C., o senado romano aprovou a alteração, mas mesmo assim, muitos continuaram seguindo com a tradição no mês de março.

        Em 46 a.C., o calendário romano foi substituído pelo calendário juliano - feito em homenagem ao imperador Júlio César. O novo calendário instituiu o início do ano em 1° de janeiro. O Ano Novo em 1° de janeiro também foi oficializado pelo Papa Gregório 13, através da criação do calendário gregoriano no século 16.

        Esse calendário, que ajustava o ano civil ao período em que a Terra completa sua volta ao redor do Sol, é utilizado até os dias atuais por muitos países. O historiador Francisco Thiago Silva explica que mesmo com a cristianização da Europa, em certos lugares a nova data não foi bem aceita. Ela soava como "afronta", porque janeiro faz homenagem a um deus pagão. "Não foi um processo tão simples, isso demorou. Houve uma resistência muito grande", diz o professor. Britânicos seguidores da Igreja Anglicana, por exemplo, só oficializaram a data em 1752.

        O Ano Novo segue sendo diferente para diferentes povos. Chineses, judeus e mulçumanos, por exemplo, não celebram a data em 1° de janeiro. "O que é comum na maioria das culturas é de fato o balanço do que se passou e as projeções das boas energias, dos planejamentos. Isso marca muitos povos do ocidente e do oriente, independentemente da data em que se comemora", diz o historiador.

Fonte: Você sabia que o Ano Novo já foi em março? Veja curiosidades sobre data | Distrito Federal | G1
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: “O Ano Novo segue sendo diferente para diferentes povos”.
Alternativas
Q3217613 Português
Você sabia que o Ano Novo já foi em março?

        Se você voltasse alguns séculos no tempo para o mês de janeiro, o Ano Novo ainda estaria um pouco distante. O motivo é que a celebração acontecia no mês de março. Tudo mudou com a criação de um novo calendário pelos romanos e pelos católicos.

        Em entrevista ao G1, Francisco Thiago Silva, historiador e professor da Universidade de Brasília (UnB), explica que a origem do réveillon é anterior ao cristianismo. Povos como os persas, fenícios, assírios e os gregos já realizavam celebrações para marco de um novo ano.

        A celebração em 1° de janeiro só foi criada pelos romanos em 46 a.C., e reforçada no século 16 pela Igreja Católica. Antes, a festa acontecia em março porque o mês marca o início da primavera no hemisfério norte.

        O professor Francisco Thiago Silva destaca que o mês de janeiro foi criado pelos romanos, no século 8 a.C., para homenagear Jano – deus da mitologia romana que representa começos e mudanças. Mas a celebração da passagem de ano pelos romanos era feita no início da primavera, que é em março no hemisfério norte.

        No século 2 a.C., devido a conflitos com o povo Celtiberos, e questões que envolviam o exército romano, foi defendida a mudança da data para janeiro. Apenas em 153 a.C., o senado romano aprovou a alteração, mas mesmo assim, muitos continuaram seguindo com a tradição no mês de março.

        Em 46 a.C., o calendário romano foi substituído pelo calendário juliano - feito em homenagem ao imperador Júlio César. O novo calendário instituiu o início do ano em 1° de janeiro. O Ano Novo em 1° de janeiro também foi oficializado pelo Papa Gregório 13, através da criação do calendário gregoriano no século 16.

        Esse calendário, que ajustava o ano civil ao período em que a Terra completa sua volta ao redor do Sol, é utilizado até os dias atuais por muitos países. O historiador Francisco Thiago Silva explica que mesmo com a cristianização da Europa, em certos lugares a nova data não foi bem aceita. Ela soava como "afronta", porque janeiro faz homenagem a um deus pagão. "Não foi um processo tão simples, isso demorou. Houve uma resistência muito grande", diz o professor. Britânicos seguidores da Igreja Anglicana, por exemplo, só oficializaram a data em 1752.

        O Ano Novo segue sendo diferente para diferentes povos. Chineses, judeus e mulçumanos, por exemplo, não celebram a data em 1° de janeiro. "O que é comum na maioria das culturas é de fato o balanço do que se passou e as projeções das boas energias, dos planejamentos. Isso marca muitos povos do ocidente e do oriente, independentemente da data em que se comemora", diz o historiador.

Fonte: Você sabia que o Ano Novo já foi em março? Veja curiosidades sobre data | Distrito Federal | G1
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “Houve uma resistência muito grande”. 
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Ano: 2025 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Toledo - PR Provas: FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Advogado SUAS I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista de Controle Interno I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista em Tecnologia da Informação I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Arquiteto I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro T8 - ESF I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Urologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 I - Cirurgião Geral | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Museólogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Odontólogo | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Pedagogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Procurador Municipal T30 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Infantil | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Engenheiro Civil I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico Desportivo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Dança I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Teatro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Visuais e Plásticas T20 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Fisioterapeuta I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Jornalista I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Dermatologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ortopedista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Otorrinolaringologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ultrassonografista |
Q3217573 Português
Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas

        As autoridades de Milão adotaram nesta quarta-feira (1°) uma nova regulamentação contra o cigarro. A partir de agora é proibido fumar em todos os espaços públicos, inclusive nas ruas. Os fumantes representam um quinto da população italiana. De acordo com "o decreto para a qualidade do ar" adotado em 2020 por Milão, "a partir de 1º de janeiro de 2025 a proibição será aplicada em todos os espaços públicos, inclusive as ruas".

         A regulamentação, que exclui os cigarros eletrônicos, traz uma exceção. O texto cita "locais isolados onde é possível respeitar uma distância de pelo menos dez metros das outras pessoas". Mas em uma cidade tão densa e povoada como Milão isso é difícil, exceto no meio da noite. Com a proibição, Milão foi a primeira cidade italiana a impor restrições ao fumo de cigarro em locais públicos, segundo a agência de notícias italiana Ansa.

         Em Milão, fumar já é proibido desde 2021 em áreas verdes públicas (exceto quando era possível respeitar uma distância de segurança de dez metros), em parques infantis, pontos de ônibus e de táxi, assim como em todos os complexos esportivos. Quem não respeitar a proibição pode ser multado entre € 40 e € 240 (R$ 257 e R$ 1.545 pela cotação atual).

        A cidade italiana é rodeada de indústrias e registra índices de poluição de partículas finas e óxidos superiores aos padrões recomendados. A qualidade do ar tornou-se então uma prioridade, tendo em vista os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, organizados em parceria com a estação de esqui Cortina.

        A Itália lançou a luta antitabagismo em 1975, mas limitou a proibição aos transportes públicos. Em 1995, ela foi ampliada às repartições públicas e, em 2005, a todos os locais públicos fechados. Quase um de cada cinco italianos fuma, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (Istat) de 2023. Estes números colocam a Itália abaixo da média da União Europeia (24%). O país do bloco com a menor população fumante é a Suécia (8%) e o que apresenta a pior taxa é a Bulgária (37%).

        Na Itália, o preço médio de um maço de cigarros é de € 6 (cerca de R$ 38), metade do preço da França, onde um em cada três habitantes é fumante. O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde italiano.

        A medida de Milão integra um movimento geral, que visa a erradicação do tabaco, como no México, que proibiu fumar em alguns bairros do centro histórico em 2022. Alguns países têm metas mais ambiciosas. É o caso do Reino Unido, que quer se tornar progressivamente um país livre do tabaco. De acordo com um projeto de lei em fase de aprovação, as pessoas nascidas depois de 2009 não poderão comprar cigarros legalmente.

         Além desta proibição geracional, o Reino Unido quer proibir o fumo em espaços externos, como parques infantis, e perto de escolas e hospitais.

Fonte: Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas | Mundo | G1
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “De acordo com um projeto de lei em fase de aprovação, as pessoas nascidas depois de 2009 não poderão comprar cigarros legalmente”.
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Ano: 2025 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Toledo - PR Provas: FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Advogado SUAS I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista de Controle Interno I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Analista em Tecnologia da Informação I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Arquiteto I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Enfermeiro T8 - ESF I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Urologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 I - Cirurgião Geral | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Museólogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Odontólogo | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Pedagogo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Procurador Municipal T30 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Professor de Educação Infantil | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Engenheiro Civil I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico Desportivo I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Dança I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Teatro I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Técnico em Artes - Visuais e Plásticas T20 I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Fisioterapeuta I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Jornalista I | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Dermatologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ortopedista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Otorrinolaringologista | FAU - 2025 - Prefeitura de Toledo - PR - Médico T4 - Ultrassonografista |
Q3217571 Português
Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas

        As autoridades de Milão adotaram nesta quarta-feira (1°) uma nova regulamentação contra o cigarro. A partir de agora é proibido fumar em todos os espaços públicos, inclusive nas ruas. Os fumantes representam um quinto da população italiana. De acordo com "o decreto para a qualidade do ar" adotado em 2020 por Milão, "a partir de 1º de janeiro de 2025 a proibição será aplicada em todos os espaços públicos, inclusive as ruas".

         A regulamentação, que exclui os cigarros eletrônicos, traz uma exceção. O texto cita "locais isolados onde é possível respeitar uma distância de pelo menos dez metros das outras pessoas". Mas em uma cidade tão densa e povoada como Milão isso é difícil, exceto no meio da noite. Com a proibição, Milão foi a primeira cidade italiana a impor restrições ao fumo de cigarro em locais públicos, segundo a agência de notícias italiana Ansa.

         Em Milão, fumar já é proibido desde 2021 em áreas verdes públicas (exceto quando era possível respeitar uma distância de segurança de dez metros), em parques infantis, pontos de ônibus e de táxi, assim como em todos os complexos esportivos. Quem não respeitar a proibição pode ser multado entre € 40 e € 240 (R$ 257 e R$ 1.545 pela cotação atual).

        A cidade italiana é rodeada de indústrias e registra índices de poluição de partículas finas e óxidos superiores aos padrões recomendados. A qualidade do ar tornou-se então uma prioridade, tendo em vista os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, organizados em parceria com a estação de esqui Cortina.

        A Itália lançou a luta antitabagismo em 1975, mas limitou a proibição aos transportes públicos. Em 1995, ela foi ampliada às repartições públicas e, em 2005, a todos os locais públicos fechados. Quase um de cada cinco italianos fuma, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (Istat) de 2023. Estes números colocam a Itália abaixo da média da União Europeia (24%). O país do bloco com a menor população fumante é a Suécia (8%) e o que apresenta a pior taxa é a Bulgária (37%).

        Na Itália, o preço médio de um maço de cigarros é de € 6 (cerca de R$ 38), metade do preço da França, onde um em cada três habitantes é fumante. O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde italiano.

        A medida de Milão integra um movimento geral, que visa a erradicação do tabaco, como no México, que proibiu fumar em alguns bairros do centro histórico em 2022. Alguns países têm metas mais ambiciosas. É o caso do Reino Unido, que quer se tornar progressivamente um país livre do tabaco. De acordo com um projeto de lei em fase de aprovação, as pessoas nascidas depois de 2009 não poderão comprar cigarros legalmente.

         Além desta proibição geracional, o Reino Unido quer proibir o fumo em espaços externos, como parques infantis, e perto de escolas e hospitais.

Fonte: Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas | Mundo | G1
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido: “O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde italiano”.
Alternativas
Q3216736 Português
A pescaria

    O Jorge era, apesar de boêmio, um bom chefe de família. A sua mulher, que lhe sabia cavalheiro e bom marido, não se importava absolutamente com as suas extravagâncias. Eles viviam na maior paz e harmonia. Chegasse ele às dez, às onze ou às quatro horas da madrugada, a recepção era a mais cordial possível.
    Um dia pela semana santa, isto é, na quinta-feira da Paixão, Jorge chegou em casa e disse à mulher:
    – Eugênia, amanhã vou pescar e você me acorde cedo.
    Dona Eugênia recebeu a recomendação com todo o carinho e, no dia seguinte, logo pela manhã, pela madrugada, despertou o marido.
    Em chegando ao primeiro botequim, porém, abancou e pôs-se a beber. Comer e beber, a questão é começar; e ele tinha começado e continuou.
    Quando chegou aí pelo meio-dia, lembrou-se da pescaria que tinha prometido à mulher.
    – Como havia de ser? pensou ele de si para si.
    A canoa e os companheiros já deviam ter partido, e precisava levar os peixes.
    Entrou em uma confeitaria e comprou camarões, postas de peixe, siris, ostras, etc.
    Tomou o bonde e foi para casa. Entregou os embrulhos à mulher e foi dormir, tão cansado estava da pescaria. Às cinco horas, Dona Eugênia veio-lhe despertar.
    – Jorge! Jorge! Vem jantar.
    Ele ergueu-se e foi para a sala de refeições. Quando lá chegou e viu aqueles primores de confeitaria, perguntou à mulher:
    – Que diabo é isso? Estamos em piquenique?
    A mulher acudiu:
    – Isto é a pescaria que tu fizeste!

(Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/14915/a-pescaria. Acesso em: janeiro de 2024.)
Observe o trecho a seguir: “A sua mulher, que lhe sabia cavalheiro e bom marido, não se importava absolutamente com as suas extravagâncias.” (1º§). Considerando o emprego das classes de palavras, os termos em destaque no período anterior são classificados, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3216728 Português
O contrário do amor

    O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco – isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
    O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
    Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
     Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
    Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto a indiferença é um exílio no deserto.

(MEDEIROS, M. Trem-bala. L&PM Editores. 1999. Adaptado.)
Assinale a alternativa a seguir que possui associação INCORRETA.
Alternativas
Respostas
4561: E
4562: A
4563: E
4564: C
4565: A
4566: E
4567: E
4568: E
4569: A
4570: B
4571: E
4572: B
4573: E
4574: E
4575: A
4576: D
4577: C
4578: B
4579: C
4580: B