Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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I. “Paradoxalmente” (5º par.) é uma classe morfológica que se vale de um sufixo utilizado de modo exclusivo na formação de Advérbios, significando no contexto “De modo contraditório”.
II. O Substantivo “desinformador” (5º par.) é um neologismo que se vale do prefixo de negação juntamente ao radical mais o sufixo para indicar o indivíduo que comete a “desinformação”.
III. No contexto, “totalitários” (3º par.) é um substantivo derivado do adjetivo primitivo “total” cujo valor sinonímico é referente a “autocráticos”.
IV. Os vocábulos “proíbe” e “possível” (4º par.), por serem, enquanto tonicidade silábica, palavras paroxítonas, são acentuadas por este mesmo motivo.
A partir da análise gramatical das afirmações acima, pode-se dizer que está correto o que se diz em:
Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, nem contaram que ninguém vai contar. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz se apaixonar por alguém.
Casos crescentes de picada de escorpião acendem alerta; saiba como agir
Por Thais Szëgo

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/06/casos-crescentes-depicada-de-escorpiao-acendem-alerta-saiba-como-agir.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?
Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis
Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.
Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.
O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.
De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.
Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.
"Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.
A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma.
No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.
Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".
Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?
Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.
“Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.
Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.
“Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.
É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.
Gabriela Maraccini, da CNN
19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38
Algumas palavras apresentam mais de uma classificação gramatical a depender de seu contexto. A partícula “a” no contexto em que está destacada abaixo, é classificada morfologicamente como um(uma):
E ter uma boneca reborn a acalma.
Alternativas:
Nesse segmento do texto, o substantivo composto sublinhado foi adequadamente flexionado no plural. Assim, assinalar a alternativa em que também houve CORRETA pluralização.
Assinalar a alternativa que apresenta o número total de artigos presentes na passagem do texto acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o inverno de 2025 deve ser mais frio que o de anos anteriores
Mesmo no auge dos invernos de 2023 e 2024, muitos brasileiros praticamente não sentiram frio.
Mas tudo indica que esse cenário não deve se repetir agora em 2025.
A estação deste ano, que começa em junho, será mais gélida, embora as temperaturas ainda possam ser superiores às médias históricas.
Por trás dessa previsão, há o comportamento e a influência das águas do Oceano Pacífico, além de outros fenômenos que costumam se desenrolar no país nessa época do ano.
Danielle Ferreira, do Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), explica que, durante o inverno brasileiro, as chuvas se concentram mais no noroeste da Região Norte, na parte leste do Nordeste e na Região Sul, ou seja, nos extremos do território nacional.
"Com isso, a parte central do Brasil, que abrange o Centro-Oeste, o Sudeste e o sul da região amazônica tem uma escassez de chuvas durante o inverno e vive um período mais seco", acrescenta a meteorologista.
"Isso acontece por causa da presença de massas de ar seco nessas áreas, que bloqueiam as frentes frias que vêm do sul", complementa ela.
As previsões climatológicas apontam que o inverno de 2025 ficará dentro do que se espera para esse período do ano.
E isso tem muito a ver com o comportamento das águas superficiais do Oceano Pacífico.
Quando ocorre o El Niño, as águas superficiais oceânicas próximas da Linha do Equador estão mais quentes que o normal em boa parte das Américas.
Já com La Niña, ocorre o contrário: as temperaturas ficam abaixo da média na região.
E esse fenômeno modifica todo o padrão climatológico de várias partes do mundo, inclusive do Brasil.

Em relação às classes gramaticais da frase acima, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que o inverno de 2025 deve ser mais frio que o de anos anteriores
Mesmo no auge dos invernos de 2023 e 2024, muitos brasileiros praticamente não sentiram frio.
Mas tudo indica que esse cenário não deve se repetir agora em 2025.
A estação deste ano, que começa em junho, será mais gélida, embora as temperaturas ainda possam ser superiores às médias históricas.
Por trás dessa previsão, há o comportamento e a influência das águas do Oceano Pacífico, além de outros fenômenos que costumam se desenrolar no país nessa época do ano.
Danielle Ferreira, do Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), explica que, durante o inverno brasileiro, as chuvas se concentram mais no noroeste da Região Norte, na parte leste do Nordeste e na Região Sul, ou seja, nos extremos do território nacional.
"Com isso, a parte central do Brasil, que abrange o Centro-Oeste, o Sudeste e o sul da região amazônica tem uma escassez de chuvas durante o inverno e vive um período mais seco", acrescenta a meteorologista.
"Isso acontece por causa da presença de massas de ar seco nessas áreas, que bloqueiam as frentes frias que vêm do sul", complementa ela.
As previsões climatológicas apontam que o inverno de 2025 ficará dentro do que se espera para esse período do ano.
E isso tem muito a ver com o comportamento das águas superficiais do Oceano Pacífico.
Quando ocorre o El Niño, as águas superficiais oceânicas próximas da Linha do Equador estão mais quentes que o normal em boa parte das Américas.
Já com La Niña, ocorre o contrário: as temperaturas ficam abaixo da média na região.
E esse fenômeno modifica todo o padrão climatológico de várias partes do mundo, inclusive do Brasil.

Em relação às classes gramaticais da frase acima, assinale a alternativa correta.
KLINK, Amyr – Cem dias entre céu e mar.
No trecho apresentado, a palavra “sozinho” possui a função de
No primeiro período do último parágrafo, a oração “desenvolver ferramentas computacionais avançadas e personalizadas” funciona sintaticamente como complemento do adjetivo “necessário”.
Leia a tira.

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 28.10.2024)
De acordo com o Currículo Paulista: ensino fundamental (2019), espera-se que os sujeitos sociais “usem a reflexão linguística e semiótica a favor da produção de sentido, de um uso consciente da língua e seus recursos”.
Com base nessa informação, ao analisar os sentidos estabelecidos na tira, conclui-se que, para o comprador e para o vendedor, os sentidos que a preposição “de” assume na expressão “pulverização de insetos” são, correta e respectivamente, equivalentes a
Leia o texto para responder à questão.
Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o deperecimento visível de sua Itoaca.
– Isso já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons, agora só um e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá para um rábulo ordinário como o Tenório. (Monteiro Lobato, “Um homem de consciência”).
(Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)
Leia a tira para responder à questão.

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 29.10.2024)
(Currículo Paulista: ensino fundamental, 2019)
A reflexão linguística e semiótica permite concluir que, na fala do personagem, as preposições “de” formam
O termo em destaque, considerado o contexto no qual foi empregado, é um advérbio com valor: