Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3487274 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão. 




Fonte: https://www.revistabula.com/36172-15-vezes-em-que-charlie-brown-snoopy-e-seusamigos-mandaram-a-real-e-deixaram-licoes-de-vida/

Na pergunta “Quem são todas essas pessoas nos carros?”, os pronomes destacados são classificados em tipos diferentes. “Quem” e “essas”, na frase, são classificados respectivamente como:

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Q3480929 Português

(Emprego de tempos e modos verbais)


Assinale a alternativa que apresenta a conjugação correta do verbo “confiar” no pretérito mais-queperfeito do indicativo:


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Q3480185 Português
O pronome gentílico de quem nasce em Flores de Goiás é
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Q3480003 Português
Texto 1

'Não vou ter filhos, mas vou ter animais de estimação': por que as pessoas estão cada vez mais tomando essa decisão?

As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles. Creches onde seus donos os deixam durante o dia como se fossem crianças no jardim de infância e hotéis onde se hospedam quando saem de férias. Terapia e treinamento para problemas comportamentais. Roupas para todos os tipos de clima, calçados para caminhada e fantasias. Muitas fantasias. Camas e móveis personalizados — às vezes, quartos inteiros. Festas de aniversário com bolos de carne magra, cortes de cabelo da moda e ensaios fotográficos profissionais. Esses são alguns dos muitos exemplos que demonstram que os animais estão desempenhando um papel cada vez mais central na vida humana e que a relação entre eles está se tornando menos de dono de animal de estimação e mais de pais e filhos. De fato, muitos jovens estão optando por eles ao invés de ter filhos.

“Outro dia estava andando na rua e vi um casal com um carrinho de bebê. Quando chegamos ao semáforo, aproveitei e olhei para fora. E tive uma surpresa. Não havia bebê nenhum, era um cachorrinho”, diz Magdalena Vera Vionnet, de Palermo, Buenos Aires.

“Na rua você vê mais carrinhos de cachorro do que de bebê. Juro, é ridículo”, acrescenta Mariana Kerestezachi. 

Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratálos como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens. As razões por trás disso variam da falta de comprometimento ao amor pela liberdade individual, estresse econômico e até mesmo consciência social.

“Famílias multiespécies estão se tornando mais comuns”, observa Yulieth Cuadrado, terapeuta especializada em neuropsicologia. De acordo com uma pesquisa da Growth from Knowledge (GfK), a Argentina, juntamente com o México e o Brasil, está entre os países com a maior porcentagem de animais de estimação por família. De fato, segundo um estudo da Kantar, 79% dos lares argentinos têm animais de estimação e 77% os consideram membros da família.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/06/30/nao-vou-ter-filhosmas-vou-ter-animais-de-estimacao-por-que-as-pessoas-estao-cadavez-mais-tomando-essa-decisao.ghtml Acesso em: 30 de jun. 2025
No trecho do texto: “Perfis de Instagram dedicados exclusivamente a eles.” (2º parágrafo), o termo destacado é formado por meio do processo de:
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Q3477504 Português
Texto para a questão.

DIVERSIDADE LINGUÍSTICA NO BRASIL: REFLEXOS DE UMA SOCIEDADE PLURAL

“Uai”, “bah”, “égua”, “oxe”, todas essas expressões regionais fazem parte da diversidade linguística brasileira. Com cinco regiões e mais de 210 milhões de habitantes, o Brasil é um dos países mais diversificados do mundo. Com um vasto território, o idioma pode ser o mesmo, mas cada um possui suas particularidades. O português faz parte da família de línguas que se originou do latim (a qual chamamos de família latina ou românica). Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações, quando chegou em território brasileiro.

O Brasil é um país rico em diversidade cultural, e o mesmo se reflete claramente em sua língua. Logo, as diferentes variações linguísticas foram influenciadas por fatores históricos e sociais, demonstram que a língua não é estática, mas adaptável às características de seus falantes. Essa variação linguística vai além de simples sotaques, abrangendo expressões regionais e diferentes estruturas linguísticas que enriquecem o português falado no país.

A variação linguística é um fenômeno natural em qualquer idioma e ocorre em função do contexto social, regional e histórico. No Brasil, influências indígenas, africanas e europeias se misturaram ao longo dos séculos, criando uma língua única em constante transformação. No entanto, essa riqueza linguística muitas vezes é alvo de preconceitos. Pessoas que falam de maneira diferente do padrão esperado podem ser discriminadas, especialmente em contextos formais, como no mercado de trabalho ou na educação.

É fundamental compreender que todas as formas de expressão são legítimas e carregam a identidade cultural de quem as utiliza. A imposição de um único padrão linguístico ignora a pluralidade do país e perpetua desigualdades sociais. Valorizar as variações linguísticas significa, também, reconhecer a história e a vivência das diversas comunidades que compõem a sociedade brasileira. Combater o preconceito linguístico é um passo importante para construir uma convivência mais inclusiva e respeitosa.

Portanto, discutir variação linguística nas escolas e nos demais espaços sociais é essencial para promover a empatia e o respeito às diferenças. Ao entender que cada modo de falar é uma expressão legítima de cultura e de identidade, aprendemos a valorizar a pluralidade do português brasileiro. Assim, a língua deixa de ser uma barreira e se torna um ponto de união entre os diversos povos que formam o Brasil.

Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/diferenca-de-sotaques-apenas-demonstra-que-as-linguas-mudam-conforme-o-contexto-social-e-regional/. Acesso em: 02 mai. 2025. Adaptado.
O excerto ressaltado entre aspas a seguir lê-se século dezesseis. Da mesma forma, em respeito à norma-padrão, lê-se corretamente o numeral destacado em
“Vinda de Portugal no século 16, a língua portuguesa sofreu alterações quando chegou em território brasileiro.”
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Q3475576 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Considere o excerto “Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado.” e assinale a alternativa em que a reescrita apresentada modifica substancialmente o sentido veiculado pela expressão destacada.  
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Q3475575 Português
DESCONECTAR PARA CONECTAR 

Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual 

Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico 

    O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso das telas gera resistência, mas levanta uma questão importante: isso realmente criará um ambiente de aprendizado mais saudável?
    A ciência mostra benefícios claros dessa restrição: maior concentração e foco, redução da ansiedade, melhora na interação social e no contato humano. Além disso, combater o cyberbullying e incentivar atividades físicas significativos. e culturais são ganhos O “detox digital” também pode fortalecer o senso crítico e a autonomia dos estudantes.
    Essa mudança, porém, exige acolhimento e conscientização. É essencial ouvir as preocupações dos alunos e explicar os benefícios. Pais e professores também precisam entender os impactos do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates sobre saúde mental e dependência digital.
    Pesquisas indicam que o excesso de telas compromete habilidades cognitivas essenciais, como memória e criatividade, além de estar associado a transtornos do sono e aumento da impulsividade. Escolas que já adotaram essa medida ao redor do mundo notam melhores resultados acadêmicos e maior engajamento em atividades extracurriculares.
    Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a necessidade de desenvolver habilidades interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar crianças e jovens no uso seguro e responsável das telas.
    A educação midiática é um caminho essencial nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações confiáveis de fake news fortalece o pensamento crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação. Esse processo começa cedo e se torna fundamental para a autonomia intelectual dos estudantes.
    O afastamento do celular nas escolas também resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução de problemas, a colaboração em projetos e o desenvolvimento da criatividade sem distrações digitais. A aprendizagem significativa acontece quando há espaço para reflexão, troca de ideias e experimentação.
    Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro mais saudável, tanto para os estudantes quanto para seus relacionamentos. Mais do que proibir a tecnologia, trata-se de construir um ambiente que desenvolva habilidades essenciais para a vida e o mercado de trabalho, como empatia, resiliência e argumentação.
    A discussão sobre o uso de celulares nas escolas vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo de sociedade que queremos construir. A proibição é apenas o começo: o verdadeiro desafio está em preparar os jovens para interagirem de forma saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
    Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao público infantojuvenil e seus educadores, acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou “apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade. Afinal, informação sem reflexão é só ruído.

Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025. 
Assinale a alternativa que analisa corretamente a formação e/ou grafia de algumas palavras presentes no texto. 
Alternativas
Q3475430 Português

Leia a frase abaixo:


"O bonito carro vermelho parou na rua."


Na frase, a palavra bonito é usada para dar uma característica ao carro.Que tipo de palavra usamos para dar características a algo ou alguém?

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Q3475424 Português

Leia o trecho da conversa entre os amigos Pedro e Sofia:


Pedro: — Sofia, você já sabe (I) ______ será a nossa gincana de fim de ano? Estou muito animado!


Sofia: — Sim, Pedro! A professora já nos contou! Vai ser no parque, (II) ______ sempre fazemos nossas festas. Mas precisamos descobrir (III) ______ vamos depois da gincana, para o lanche.


Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem.

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Q3475423 Português

TEXTO I

Leia o cartum abaixo para responder à questão.

http://www.arionaurocartuns.com.br/2019/06/charge-transito-bebida-direcao.html

Na frase: “Pare! É mais seguro você dirigir o meu carro” a palavra em destaque pertence a qual classe gramatical?
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Q3475271 Português

Complete a frase abaixo com a forma correta do "porquê":


"Elas não vieram à festa ______ estavam trabalhando."


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

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Q3474613 Português
Sobre o sentido da relação estabelecida pela preposição na oração: “Chegamos de Recife ontem à noite”:
Alternativas
Q3474612 Português
O verbo da oração: “Tu fazes promessas vãs”, classifica-se em tempo e modo do: 
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Q3474605 Português

Sobre o processo que formou as seguintes palavras:



I. Regredir = derivação prefixal


II. Idealista= derivação sufixal



Pode-se afirmar que:

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Q3473257 Português
Medicamentos disponíveis do Brasil


Tanto o Wegovy quanto o Mounjaro estão aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e podem ser prescritos pelos médicos no tratamento da obesidade.

A tirzepatida, aliás, chegou efetivamente às farmácias brasileiras no início de maio, apesar de já estar liberada desde outubro de 2023.

Por enquanto, esses fármacos não estão disponíveis da rede pública, embora já existam discussões preliminares sobre a eventual incorporação delas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Quem precisa fazer o tratamento, portanto, precisa pagar do próprio bolso um valor que supera os R$ 1,2 mil por mês.

Vale lembrar que, como a obesidade é uma doença crônica, esses remédios precisam ser tomados de modo contínuo, sem interrupção.

Desde abril, a Anvisa também mudou as regras sobre a prescrição das chamadas "canetas emagrecedoras": a partir de agora, as receitas médicas precisarão ser retiradas nas farmácias.

O objetivo é aumentar o controle do uso dessas substâncias e, segundo a agência, "proteger a saúde coletiva do consumo irracional" dessas medicações.

Vale lembrar aqui outro nome que ficou famoso nesse universo: o Ozempic.

Assim como o Wegovy, ele também tem como princípio ativo a semaglutida. Mas o que muda aqui é a dosagem e a finalidade de uso.

Há, então, três opções de semaglutida disponíveis nas farmácias hoje: o Ozempic (injeção de 1 miligrama, prescrita contra o diabetes tipo 2), o Rybelsus (comprimidos de 3,7 ou 14 mg, também usados no diabetes) e o Wegovy (injeção de 2,4 mg, utilizada contra a obesidade).

Mais novidades para o futuro?

Uma enorme quantidade de pesquisas sobre medicamentos para perda de peso ainda está em andamento.

Diferentes grupos de pesquisa testam doses mais altas desses remédios e novas formas de fazer o tratamento, como por meio de comprimidos orais.

Há também a possibilidade de outros princípios ativos ainda mais potentes chegarem ao mercado nos próximos anos.

Isso significa que o vencedor final das terapias contra a obesidade ainda não foi determinado.

O professor Naveed Sattar, da Universidade de Glasgow, na Escócia, afirma que a quantidade de pesquisas em andamento significa que podemos estar nos aproximando do ponto em que "a prevenção da obesidade também poderá ser possível".

No entanto, segundo ele, "seria muito melhor" tornar a sociedade mais saudável para evitar que mais pessoas desenvolvam a obesidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj3jmldpxvzo 
"O objetivo é aumentar o controle do uso dessas substâncias e, segundo a agência, proteger a saúde coletiva do consumo irracional dessas medicações.
Vale lembrar aqui outro nome que ficou famoso nesse universo: o Ozempic.
Assim como o Wegovy, ele também tem como princípio ativo a semaglutida. Mas o que muda aqui é a dosagem e a finalidade de uso."
Analise o emprego dos vocábulos no texto e identifique a alternativa incorreta.
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Q3472811 Português
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

    A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

   Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

   Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

    Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

   Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Branca não será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

    As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

    Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

   Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

    — Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
As preposições podem ser consideradas relacionais ou nocionais. As relacionais são exigidas por verbo ou nome e iniciam complementos verbais ou nominais; já as nocionais transmitem valor semântico e iniciam locuções adjetivas ou adverbiais.
De acordo com o contexto, marque a alternativa em que a preposição que inicia o termo sublinhado abaixo seja nocional:
Alternativas
Q3472808 Português
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

    A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

   Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

   Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

    Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

   Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Branca não será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

    As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

    Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

   Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

    — Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
O primeiro período do texto apresenta um erro gramatical. Marque a alternativa que aponta corretamente este erro.
“A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano.” 
Alternativas
Q3472807 Português
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

    A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

   Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

   Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

    Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

   Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Branca não será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

    As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

    Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

   Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

    — Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
A reescrita que mantém a correção gramatical e o sentido original da frase “Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora” (último parágrafo) é
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Q3472698 Português
Live-action de “Branca de Neve” estreia cheio de polêmicas

Releitura da animação de 1937 é protagonizada por Rachel Zegler e Gal Gadot e, desde que foi anunciado, começaram as críticas pela escolha do elenco

O live-action de “Branca de Neve” chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na “carruagem” uma porção de polêmicas para todos os gostos. O longa-metragem que faz uma releitura da animação de 1937 é estrelado por Rachel Zegler, que dá vida à princesa, e por Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má.

A trama clássica da Disney conta a história da primeira princesa do estúdio. Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela. Ao fugir, Branca de Neve encontra uma casa na floresta e faz amizade com sete anões.

Quando é enfeitiçada pela Rainha, disfarçada de uma idosa, Branca de Neve cai em um sono profundo, só podendo ser despertada com um beijo de amor verdadeiro.

Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme, estendendo os elogios à Rachel Zegler, que chegou a ser caracterizada como “supernova brilhante” em “Branca de Neve”. A obra também foi destacada como “pura magia Disney”, “banquete visual”, “uma grande surpresa” e um dos “melhores live-actions da Disney em anos”.

Segundo a revista norte-americana Variety, o evento reuniu um grupo menor do que o normal de fotógrafos. Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida, após as polêmicas que envolvem o filme, uma vez que críticos ferrenhos ao roteiro da releitura acusaram os estúdios Disney de um verdadeiro apagamento cultural de clássicos do cinema, juízo de valor já visto no live-action de “A Pequena Sereia”.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/live-action-de-branca-de-neve-estreia-cheio-de-polemicas-saiba/. Acesso em 27.Abr.2025. Adaptado.
“Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida [...]”
O tempo verbal composto, assinalado no trecho em evidência, trata-se do
Alternativas
Q3472697 Português
Live-action de “Branca de Neve” estreia cheio de polêmicas

Releitura da animação de 1937 é protagonizada por Rachel Zegler e Gal Gadot e, desde que foi anunciado, começaram as críticas pela escolha do elenco

O live-action de “Branca de Neve” chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na “carruagem” uma porção de polêmicas para todos os gostos. O longa-metragem que faz uma releitura da animação de 1937 é estrelado por Rachel Zegler, que dá vida à princesa, e por Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má.

A trama clássica da Disney conta a história da primeira princesa do estúdio. Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela. Ao fugir, Branca de Neve encontra uma casa na floresta e faz amizade com sete anões.

Quando é enfeitiçada pela Rainha, disfarçada de uma idosa, Branca de Neve cai em um sono profundo, só podendo ser despertada com um beijo de amor verdadeiro.

Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme, estendendo os elogios à Rachel Zegler, que chegou a ser caracterizada como “supernova brilhante” em “Branca de Neve”. A obra também foi destacada como “pura magia Disney”, “banquete visual”, “uma grande surpresa” e um dos “melhores live-actions da Disney em anos”.

Segundo a revista norte-americana Variety, o evento reuniu um grupo menor do que o normal de fotógrafos. Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida, após as polêmicas que envolvem o filme, uma vez que críticos ferrenhos ao roteiro da releitura acusaram os estúdios Disney de um verdadeiro apagamento cultural de clássicos do cinema, juízo de valor já visto no live-action de “A Pequena Sereia”.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/live-action-de-branca-de-neve-estreia-cheio-de-polemicas-saiba/. Acesso em 27.Abr.2025. Adaptado.
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