Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
Foram encontradas 14.897 questões
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

I. É empregado quando o infinitivo tem sujeito próprio, diverso do sujeito da oração principal, como, por exemplo, em: “Trabalharia muito para eles alcançarem um futuro brilhante”.
II. O emprego dessa estrutura verbal é vinculado a normas rígidas e, mesmo em questões relacionadas à liberdade ou gosto literário, não há possibilidade de usos distintos.
III. Se o infinitivo tiver como sujeito um pronome oblíquo com o qual constitua o objeto direto dos verbos “deixar, fazer, mandar, ver, ouvir e sentir”, deverá ser flexionado, como, por exemplo, em: “Faça-os entrarem em casa”.
Quais estão corretas?
Em uma reescrita dessa frase em conformidade com a norma-padrão da língua, as formas verbais destacadas (é/pode) devem ser substituídas, respectivamente, por:
Nem toda dor de cabeça é igual, saiba quando procurar um médico
Por Bianca Queiroz


(Disponível em: www.metropoles.com/saude/dor-de-cabeca-pode-indicar-algo – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Nem sempre a intensidade isolada define a gravidade”.

“Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à agência espacial para um período acadêmico”.
Conheça alguns benefícios de uma boa noite de sono
Por Vanessa Regina Berenhauser

(Disponível em: www.tjsc.jus.br/web/servidor/dicas-de-saude/- /asset_publisher/0rjJEBzj2Oes/content/conheca-alguns-beneficios-de-uma-boa-noite-de-sono – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Os adultos precisam dormir em média oito horas por noite”.
Conheça alguns benefícios de uma boa noite de sono
Por Vanessa Regina Berenhauser

(Disponível em: www.tjsc.jus.br/web/servidor/dicas-de-saude/- /asset_publisher/0rjJEBzj2Oes/content/conheca-alguns-beneficios-de-uma-boa-noite-de-sono – texto adaptado especialmente para esta prova).
• Na história das civilizações, quando um sistema entra em colapso, a dor imediata frequentemente atua como o mais poderoso catalisador para a inovação. (1º parágrafo)
• Em um mundo governado pela racionalidade e pelo instinto de sobrevivência, o bloqueio de Ormuz soaria como o alarme definitivo. Seria o momento em que governos e mercados decidiriam direcionar a fortuna gasta para proteger e subsidiar rotas petroleiras rumo à transição energética sustentável e definitiva. (3º parágrafo)
Comparando-se os verbos destacados no 1º parágrafo com os destacados no 3º parágrafo, conclui-se corretamente que eles se diferenciam porque expressam a informação, correta e respectivamente, com sentido de:
De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:

(https://www.instagram.com/jeangalvao?igsh=dnRsc3kwZTFrMHEz)
(O melhor de Calvin Bill Watterson)
Assinale a alternativa que completa as lacunas, na ordem em que aparecem, de acordo com a norma-padrão.

(1ª parte). A palavra música é acentuada graficamente por ser uma pa/avra paroxítona terminada em voga/.
(2ª parte). O termo uma música exerce a função de objeto díreto da forma verbal cante, pois completa o sentrdo do verbo transitivo direto sem o auxího de preposíção.
(3ª parte). O verbo dizer pertence à segunda conjugação, o que é evidenciado pela vogal temática -e- presente em sua forma de infinitívo.
Pode-se afirmar que:

(1ª parte): A palavra música e acentuada graficamente por ser uma palavra paroxitona termlnada em vogal.
(2ª parte): O termo uma música exerce a função de objeto dlreto da forma verba/ cante, pois completa o sentldo do verbo transítivo direto sem o auxílio de preposição.
(3ª parte): O verbo dizer pertence à segunda conjugação, o que é evidenciado pela vogal temátícd -e- presente em sua forma de iníinitivo.
Pode-se afirmar que:
Leia o texto de Ignácio de Loyola Brandão para responder à questão.
A pedra na roda
Deixamos Porto Alegre às 8 da manhã. Seriam 300 quilômetros, cerca de quatro horas de viagem através de campos e serras. Eram três ônibus que levavam cem escritores, entre romancistas, poetas, professores, linguistas, para um encontro literário em Passo Fundo.
A viagem prosseguia bem até o momento que ouvimos um barulho assustador nos pneus traseiros. Como se tivessem explodido e a borracha continuasse a bater no solo. O ônibus parou. Os outros pararam também em solidariedade, para saber o que se passava.
Já eram 11h30, tínhamos ainda uma hora e pouco de estrada para a abertura, às 13h, da Jornada Literária, acontece que uma pedra de bom porte se meteu entre os dois pneus traseiros. São rodas duplas e a pedra se enfiou, sabe-se lá como, entre os pneus da direita. Não dava para andar, a pedra rasgaria tudo.
Juntaram-se os três motoristas, buscando solução. Apareceram uma marreta, um formão (muito pequeno), uma chave de roda. Os motoristas se revezavam, martelavam de um lado, do outro, de cima para baixo. A pedra, imóvel, para dar o ar da graça e animar, soltou umas lasquinhas que encheram todos de esperanças. Ficou nisso.
Poetas, romancista, linguistas, ensaístas, todos deram opiniões estapafúrdias. Escrever um romance parece mais fácil do que arrancar uma pedra da roda.
O tempo passou, já tinha sido solicitado o socorro, mas o caminhão ia demorar. Já eram quase 13h quando surgiu um garoto pedalando uma bicicleta. Viu aquele amontoamento, inteirou-se do assunto. Ficou olhando, os motoristas continuavam com as marteladas inúteis. Havia no ar certa desesperança. Como quem não quer nada, o garoto da bicicleta disse: “E se desparafusarem as rodas, será que a pedra não se solta?” Todos se olharam. Os intelectuais sorriram. Os motoristas ficaram perplexos.
Foi necessário muito esforço para desrosquear, mas, enfim, as rodas se abriram, a pedra – enorme – caiu. Houve aplausos, alívio. Voltamos ao ônibus, a viagem prosseguiu. Skarmeta* escreveu um curto poema sobre a roda travada – lido, mais tarde, no palco.
Cada um de nós, homens do mundo das letras, tem a certeza de que sabe escrever coisas lindas e comoventes. Mas quando uma pedra entra no caminho, não temos a ideia simples e brilhante de desparafusar as rodas, diminuindo a pressão. Talvez na vida possamos aplicar o mesmo método: desapertar um pouco o parafuso, deixar a pedra cair.
(Coleção melhores crônicas: Ignácio de Loyola Brandão. Org. Cecília Almeida Salles. Editora Globo. Adaptado)
*Antonio Skarmeta é escritor chileno, autor de O carteiro e o poeta.
Leia os textos a seguir para responder à questão.
Texto 1
Aprovada PEC da Economia Solidária; texto vai à Câmara.

Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/03. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado).
Texto 2
O que é economia solidária?

Disponível em: https://aventuradeconstruir.org.br/o-que-e-economia-solidaria/. Acesso em: 16 ago. 2022. (Adaptado)
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas, tendo por referência a concordância verbal.
I.No trecho, o verbo 'relatar' está flexionado corretamente no plural.
Porque:
II.Nas expressões de porcentagem, a concordância verbal pode ocorrer, indiferentemente, tanto no singular quanto no plural.
Assinale a alternativa correta.
(__)O verbo 'existir' pode ser substituído pelo verbo 'haver' desde que a construção resultante mantenha o verbo flexionado no singular, uma vez que ambos os verbos compartilham o caráter impessoal quando empregados no sentido de 'existência'.
(__)O particípio 'criados' concorda em gênero e número com o pronome 'eles', sujeito da oração, seguindo a regra geral de concordância nominal do particípio em construções passivas, em que o particípio funciona como predicativo do sujeito.
(__)O adjetivo 'selvagens' concorda em gênero e número com o núcleo do sintagma nominal 'populações', no plural, seguindo a regra geral de concordância nominal, em que o adjetivo flexiona de acordo com o substantivo a que se refere.
(__)O verbo 'existir', verbo pessoal, concorda com o núcleo do sujeito 'populações' no plural, sendo incorreta a flexão no singular, uma vez que, diferentemente do verbo 'haver', não possui caráter impessoal e invariável.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
