Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa e o comportamento dos verbos defectivos, assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente.
Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.
Ler faz bem à saúde
Por Moacyr Scliar

(Disponível em: Ler faz bem à saúde. Zero Hora, Porto Alegre, ano 44, n. 15.410, 06 nov. 2007,
– texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) O vocábulo “Aquilo” é um pronome indefinido.
( ) O termo “nos” é uma preposição.
( ) O fragmento apresenta apenas um verbo.
( ) O vocábulo “bom” pode ser classificado como um substantivo abstrato.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O sujeito da oração é __________, já o predicado é __________. Além disso, o verbo “era” é um __________ e a oração apresenta __________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
TEXTO IV
Os ombros suportam o mundo
Carlos Drummond de Andrade

ANDRADE, Carlos Drummond de. Sentimento do mundo.
1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
A passagem do presente para o futuro em “não abrirás” (nono verso) não indica mera possibilidade temporal, mas assume um valor injuntivo e determinístico, consolidando a transição de um estado de sofrimento passivo para uma postura de indiferença, em que a vida passa a ser encarada como uma ordem.
Assinale a alternativa que descreve corretamente a função desempenhada pela alternância verbal.
Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa correta quanto à classificação do predicado, à reescrita das vozes do discurso e seus sujeitos, respectivamente.
“No limite do ferro-velho, encontramos um reboque tão velho que deve ter se jogado fora por conta própria.” (Texto I, l. 1-2)
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, os tempos em que estão conjugadas as formas verbais presentes no fragmento.
“Terminou com alguém que ainda o amava?”
Formas Verbais
(1) detém
(2) mantêm
(3) intervém
(4) mantém
Orações
( ) Piloto ________ na manobra do volante.
( ) Eles tentam fugir, mas não conseguem: uma estranha força os ________ imóveis.
( ) A FAB ________ a maior esquadrilha do Brasil.
( ) A sintaxe de regência ocupa-se das relações de dependência que as palavras ________ na frase.
Leia o texto para responder a questão.
PSYCHO KILLER
Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?
Por Revista Super no Instagram
Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/
Instrução: A questão seguinte refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado nas questão.
Para estudar, o papel vence a tela

(Disponível em: Mariana Ferrari, ISTOÉ Independente (istoe.com.br) – texto adaptado especialmente para esta
prova).
Sobre vozes verbais, de acordo com Bechara e Cegalla, afirma-se que:
I. O verbo está na voz ativa quando o sujeito é simples ou composto, como, por exemplo, em “a neurocientista e diretora do Centro de Dislexia da Universidade da Califórnia, Maryanne Wolf, é taxativa” (l. 02-03).
II. Na frase ‘ela chama de “leitura profunda”’ (l. 07), a forma verbal está na voz ativa, indicando que a pessoa a que se refere é o agente da ação verbal.
III. As duas frases citadas nas assertivas I e II podem ser convertidas para a voz passiva, visto que em ambas há verbos transitivos.
Quais estão corretas?
PARADA OBRIGATÓRIA. Conteúdos sobre veículos. Disponível em <https://blog.usezapay.com.br/veiculo/placa-r-1>.
A placa acima apresenta um verbo no:
– Só vou ajudar você quando todo o material de estudo. (trazer)
– Estarei aqui quando você o que lhe pedi. (fazer)
– Quando você à minha casa, eu lhe contarei tudo. (vir)
Assinale a alternativa que apresenta a CORRETA flexão do verbo destacado no trecho acima.
Tirinha 1

Para responder à questão, leia a charge abaixo.

I. É empregado quando o infinitivo tem sujeito próprio, diverso do sujeito da oração principal, como, por exemplo, em: “Trabalharia muito para eles alcançarem um futuro brilhante”.
II. O emprego dessa estrutura verbal é vinculado a normas rígidas e, mesmo em questões relacionadas à liberdade ou gosto literário, não há possibilidade de usos distintos.
III. Se o infinitivo tiver como sujeito um pronome oblíquo com o qual constitua o objeto direto dos verbos “deixar, fazer, mandar, ver, ouvir e sentir”, deverá ser flexionado, como, por exemplo, em: “Faça-os entrarem em casa”.
Quais estão corretas?
Em uma reescrita dessa frase em conformidade com a norma-padrão da língua, as formas verbais destacadas (é/pode) devem ser substituídas, respectivamente, por:
Nem toda dor de cabeça é igual, saiba quando procurar um médico
Por Bianca Queiroz


(Disponível em: www.metropoles.com/saude/dor-de-cabeca-pode-indicar-algo – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Nem sempre a intensidade isolada define a gravidade”.


