Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Ano: 2026 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo - RS Provas: FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Advogado do CREAS/SUAS | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Analista de Suporte | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Arquiteto | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Arquiteto Hospitalar | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Analista de Desenvolvimento de Sistemas | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Cirurgião Dentista - Especialista Buco-Maxilo-Facial | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Contador | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Educador Social | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro Agrônomo | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Arquivista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro Civil | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro de Tráfego | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro Eletricista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Assistente Social AS | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro Químico | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Bibliotecário | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Médico Cardiologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Biólogo |
Q4274155 Português
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(Disponível em: https://apublica.org/2026/07/pau-brasil-como-se-da-esquema-ilegal-da-madeira-que-nomeou-pais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No fragmento retirado do texto “Do lado de dentro, não havia dinheiro, armas ou joias”, a expressão “Do lado de dentro” exerce a função de ______________, e a vírgula foi empregada para separar essa expressão, que se encontra ______________. O verbo “havia”, empregado com o sentido de existir, é ______________; consequentemente, a oração é ______________, e o segmento “dinheiro, armas ou joias” exerce a função de ______________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
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Q4274154 Português
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(Disponível em: https://apublica.org/2026/07/pau-brasil-como-se-da-esquema-ilegal-da-madeira-que-nomeou-pais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre o fragmento retirado do texto “A reportagem solicitou acesso, mas o órgão negou o pedido, alegando motivos de segurança”, analise as perguntas abaixo:

 Como se classifica a oração “A reportagem solicitou acesso” em relação à oração seguinte?
 Em “A reportagem”, qual é a função sintática do vocábulo “A”?
 No trecho, qual é, respectivamente, a predicação dos verbos “solicitou” e “negou”?
 Na conversão da primeira oração para “O acesso foi solicitado pela reportagem”, qual é a função sintática de “pela reportagem”?
 Na conversão da segunda oração para “o pedido foi negado pelo órgão”, qual é a função sintática de “o pedido”?

Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo - RS Provas: FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Advogado do CREAS/SUAS | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Analista de Suporte | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Arquiteto | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Arquiteto Hospitalar | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Analista de Desenvolvimento de Sistemas | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Cirurgião Dentista - Especialista Buco-Maxilo-Facial | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Contador | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Educador Social | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro Agrônomo | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Arquivista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro Civil | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro de Tráfego | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro Eletricista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Assistente Social AS | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Engenheiro Químico | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Bibliotecário | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Médico Cardiologista | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Novo Hamburgo - RS - Biólogo |
Q4274150 Português
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(Disponível em: https://apublica.org/2026/07/pau-brasil-como-se-da-esquema-ilegal-da-madeira-que-nomeou-pais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os sentidos que apresentam no texto, os vocábulos sublinhados nos trechos abaixo, retirados do texto, poderiam ser substituídos, respectivamente, sem prejuízo do sentido original e da correção gramatical, por:

 “em cooperação com a Polícia Federal (PF), deflagraram-se as operações Ibirapitanga I e II — que ajudariam ... desvendar um sofisticado esquema de fraude”.
 “Cercada por morros verdes, cafezais e fragmentos remanescentes da Mata Atlântica”.
Alternativas
Q4271305 Português
Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo
Por Bruno Bocchini
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-
familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo – texto adaptado especialmente para esta prova).  
No trecho retirado do texto “As possibilidades de romper esse ciclo são reduzidas”, a palavra “são” é um:
Alternativas
Q4271293 Português
Gênero, raça e origem familiar definem mobilidade social, diz estudo
Por Bruno Bocchini
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/genero-raca-e-origem-
familiar-definem-mobilidade-social-diz-estudo – texto adaptado especialmente para esta prova).  
Assinale a alternativa na qual a lacuna da palavra deve ser preenchida com “sc”, assim como no verbo “ascender”, retirado do texto. 
Alternativas
Q4268881 Português

Cafeína pode ajudar na memória após privação de sono


Por Thais Szegö



(Disponível em: super.abril.com.br/saude/cafeina-pode-ajudar-na-memoria-apos-privacao-do-sono-sugere-

estudo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa que apresenta um trecho em que NÃO seja possível fazer a transposição para a voz passiva. 
Alternativas
Q4268454 Português
Inteligência Artificial impacta empregos no mundo e no Brasil


A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirma que na maioria dos cenários, a IA provavelmente piorará a desigualdade geral. Ela diz que os políticos precisam abordar essa tendência preocupante para evitar que a tecnologia alimente ainda mais as tensões sociais.


A proliferação da inteligência artificial tem despertado um debate sobre os seus benefícios e riscos. O FMI disse que a inteligência artificial afetará uma proporção maior de empregos − estimada em cerca de 60% − nas economias avançadas. Em metade destes casos, os trabalhadores podem esperar se beneficiar da integração da inteligência artificial, o que aumentará a sua produtividade.


Em outros casos, a inteligência artificial terá a capacidade de realizar tarefas importantes que são atualmente executadas por humanos. Isso poderá reduzir a procura de mão de obra, afetando salários e até mesmo erradicando empregos, segundo a avaliação.


Ao mesmo tempo, o FMI prevê que a tecnologia afetará apenas 26% dos empregos nos países de baixa renda.


Georgieva disse que muitos destes países não têm infraestrutura ou mão de obra qualificada para aproveitar os benefícios da inteligência artificial, aumentando o risco de que, com o tempo, a tecnologia possa piorar a desigualdade entre as nações.


De um modo mais geral, os trabalhadores mais jovens e com renda mais elevada perceberão um aumento desproporcional nos seus salários após a adoção da inteligência artificial. Os trabalhadores com renda mais baixa e os mais velhos correm o risco de ficarem obsoletos, afirma o FMI.


"É crucial que os países estabeleçam redes de segurança social abrangentes e ofereçam programas de reciclagem para trabalhadores vulneráveis", disse Georgieva. "Ao fazer isso, tornaremos a transição para a IA mais inclusiva, protegendo os meios de subsistência e reduzindo a desigualdade."


A análise do FMI vem no momento em que líderes empresariais e políticos globais se reúnem no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. A IA é um tópico de discussão, após o aumento da popularidade de ferramentas como o ChatGPT.


A tecnologia enfrenta a crescente regulamentação em todo o mundo. No mês passado, as autoridades da União Europeia chegaram a um acordo provisório sobre as primeiras leis abrangentes do mundo para regular o uso da IA. O Parlamento Europeu votará as propostas da Lei da IA no início deste ano, mas nenhuma legislação entrará em vigor antes de 2025.


Os EUA, o Reino Unido e a China ainda não publicaram  suas próprias diretrizes de IA.


Embora o Brasil tenha iniciado debate no Congresso sobre o assunto, ainda não possui regulamentação sobre o tema.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgekv170k0eo. Adaptado.
Ao mesmo tempo, o FMI 'prevê' que a tecnologia afetará apenas 26% dos empregos nos países de baixa renda.
Conjugando o verbo destacado no pretérito perfeito do indicativo, tem-se:
Alternativas
Q4268232 Português

O que é a síndrome do coração partido e por que ela pode ser fatal



Por Drauzio Varella



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/drauzio-varella/noticia/2026/07/o-que-e-a- sindrome-do-coracao-partido-e-por-que-ela-pode-ser-fatal-cms4mqvmg00ha014pc6a2g4b0.html – texto

adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa que indica a forma correta do tempo composto equivalente à forma verbal “fora” no trecho a seguir, retirado do texto:


“Quando o rapaz cursava o quarto ano, a mãe recebeu um telefonema, da faculdade. Em uma briga de trânsito, Fransciquinho fora baleado”.

Alternativas
Q4267999 Português

As lições do quase



Por Helô Bacichette



(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/07/as-licoes-do-

quase-cmrz4vd8v01sj014c4d62vmy5.html – texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa que apresenta as duas formas verbais presentes no trecho a seguir, retirado do texto, conjugadas no pretérito imperfeito do modo indicativo. 
“Há também os outros quases. Quem cruzou a linha de chegada um segundo depois”.
Alternativas
Q4267929 Português
Coceira crônica afeta uma em cada cinco pessoas segundo pesquisas

Shayanne Boulet tinha dezoito anos de idade. No final do seu primeiro ano de faculdade, do nada, ela começou a ter coceiras angustiantes.

"No início, pensei que pudesse ser eczema", relembra ela. "Mas era muito mais debilitante. Eu não conseguia tomar banho quente, não conseguia me concentrar na minha lição de casa, não conseguia dormir porque eu me coçava por quase duas horas na cama. Eu precisava me levantar para me limpar porque havia sangue nos lençóis."

Boulet foi diagnosticada com prurigo nodular, uma doença de pele inflamatória crônica.

A condição é uma das muitas causas de coceira crônica, definida pelos médicos como uma coceira que dure mais de seis semanas, e que, segundo os profissionais de saúde, afeta uma em cada cinco pessoas em algum momento da vida.

A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.

No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar". Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.

Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.

"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim. "Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona − uma espécie de dor 'nível 6 de 10' que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."

"A coceira crônica é diferente porque você não descansa. As pessoas afetadas coçam-se a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora." Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.

Se você for picado por um mosquito ou encostar em uma hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais. Essas substâncias ativam os receptores que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.

A coceira aguda é irritante, mas pode ser tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.

O fato é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos 360 anos, desde que a coceira foi definida pela medicina pela primeira vez. Um dos motivos é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o. Adaptado.
Um dos motivos é que os cientistas 'acreditavam' que a coceira 'seria' apenas uma forma suave de dor.
Os verbos destacados estão conjugados, respectivamente, no:
Alternativas
Q4267926 Português
Coceira crônica afeta uma em cada cinco pessoas segundo pesquisas

Shayanne Boulet tinha dezoito anos de idade. No final do seu primeiro ano de faculdade, do nada, ela começou a ter coceiras angustiantes.

"No início, pensei que pudesse ser eczema", relembra ela. "Mas era muito mais debilitante. Eu não conseguia tomar banho quente, não conseguia me concentrar na minha lição de casa, não conseguia dormir porque eu me coçava por quase duas horas na cama. Eu precisava me levantar para me limpar porque havia sangue nos lençóis."

Boulet foi diagnosticada com prurigo nodular, uma doença de pele inflamatória crônica.

A condição é uma das muitas causas de coceira crônica, definida pelos médicos como uma coceira que dure mais de seis semanas, e que, segundo os profissionais de saúde, afeta uma em cada cinco pessoas em algum momento da vida.

A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.

No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar". Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.

Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.

"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim. "Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona − uma espécie de dor 'nível 6 de 10' que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."

"A coceira crônica é diferente porque você não descansa. As pessoas afetadas coçam-se a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora." Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.

Se você for picado por um mosquito ou encostar em uma hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais. Essas substâncias ativam os receptores que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.

A coceira aguda é irritante, mas pode ser tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.

O fato é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos 360 anos, desde que a coceira foi definida pela medicina pela primeira vez. Um dos motivos é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o. Adaptado.
Boulet foi diagnosticada com prurigo nodular, uma doença de pele inflamatória crônica.
Sintaticamente, é correto afirmar que o:
Alternativas
Q4266971 Português
4 mil beagles resgatados nos EUA esperam por adoção 

        Cerca de 4 mil beagles estão em processo de adoção nos EUA. Os cachorros variam entre mais novos e filhotes e podem ser adotados no estado de Virginia. Eles foram resgatados das instalações da Envigo RMS LLC em Cumberland, Virgínia, que os criavam para serem vendidos a laboratórios para experimentação animal.

        "Quatro mil é um grande número", disse Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society. “E vai levar 60 dias para tirar todos esses animais, e trabalhar com nossos parceiros de abrigo e resgate em todo o país, trabalhando com eles para levar esses cães para um lar sempre amoroso”.

Em maio, o Departamento de Justiça dos EUA processou a Envigo alegando violações da Lei de Bem-Estar Animal na instalação.

        Os inspetores do governo descobriram que os beagles estavam sendo mortos em vez de receber tratamento veterinário para condições facilmente tratadas; as mães beagles que amamentam foram negadas comida; a comida que recebiam continha larvas, mofo e fezes; e durante um período de oito semanas, 25 filhotes de beagle morreram de exposição ao frio.

        Em 2019, descobrimos que havia um lugar no condado de Cumberland que criava beagles, lindos cães beagle para experimentação”, disse Stanley. "Tentei fechá-los em 2019, mas não obtive sucesso. Mas, ao longo dos anos, nunca paramos de lutar."

        A Humane Society levou 201 beagles para seu centro de atendimento e reabilitação, onde receberão atendimento até serem transportados para organizações experientes em lidar com animais que vêm com traumas como os beagles, como a Massachusetts Society for the Prevention of Cruelty para Animais (MSPCA), Wisconsin Humane e Dakin Humane.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/08/10/4-mil-beaglesresgatados-nos-eua-esperam-por-adocao.ghtml Acesso em 12 de agosto de 2022. 
Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal do verbo em destaque no período: “Em maio, o Departamento de Justiça dos EUA processou a Envigo alegando violações da Lei de Bem-Estar Animal na instalação”.
Alternativas
Q4266817 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


 A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis. 


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

Ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para 'regular' a temperatura interna.


O verbo destacado encontra-se conjugado no: 

Alternativas
Q4266814 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


 A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis. 


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, 'é' possível que os termômetros 'marquem' 45ºC.


Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo respectivamente, tem-se: 

Alternativas
Q4266718 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas

De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.

Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.

Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.

"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.

Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.

"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.
Ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para 'regular' a temperatura interna.
O verbo destacado encontra-se conjugado no:
Alternativas
Q4266712 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas

De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.

Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.

Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.

"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.

Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.

"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.
No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, 'é' possível que os termômetros 'marquem' 45ºC.
Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo respectivamente, tem-se:
Alternativas
Q4266478 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


 A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis. 


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

Ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para 'regular' a temperatura interna.


O verbo destacado encontra-se conjugado no:

Alternativas
Q4266474 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


 A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis. 


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, 'é' possível que os termômetros 'marquem' 45ºC.


Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no pretérito imperfeito do subjuntivo respectivamente, tem-se: 

Alternativas
Q4266243 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Sambaquis: as descobertas sobre as monumentais construções de 8 mil anos no litoral do Brasil

O arqueólogo André Strauss, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e um dos autores do trabalho, explica que os sambaquis são "grandes montes de conchas dispersos pela costa brasileira, especialmente no Sul e no Sudeste". "Muitos deles têm proporções monumentais, de trinta a quarenta metros de altura", caracteriza. "Eles foram construídos pelas civilizações que ocuparam o litoral Atlântico entre oito mil e dois mil anos atrás."

Acredita-se que a subsistência dessas pessoas estava baseada numa economia mista, que combinava o consumo de peixes, frutos do mar e plantas. Também é possível que eles caçassem alguns animais terrestres e praticassem horticultura.

"Os sambaquis são produto da deposição planejada e de longo prazo de conchas, restos de peixes, plantas, artefatos, restos de combustão e sedimentos locais, e foram utilizados como marcadores territoriais, moradias, cemitérios e locais cerimoniais", resume o artigo da Nature.

Alguns deles, inclusive, trazem centenas ou até milhares de indivíduos enterrados. O sambaqui Capelinha, por exemplo, foi identificado à beira de um rio no Vale do Ribeira, em São Paulo, e tem dez mil anos. Mas há outros monumentos do tipo que são mais recentes, com cerca de mil anos.

Para fazer a análise, os trinta e quatro indivíduos foram divididos em quatro grandes grupos, segundo a localização geográfica: a Baixa Amazônia (nas proximidades da Ilha de Marajó, no Pará), o Nordeste, a região de Lagoa Santa (em Minas Gerais) e a Costa Atlântica Sudeste/Sul, que concentra a maioria dos sambaquis. Lagoa Santa, aliás, é a terra de Luzia, o fóssil humano mais antigo já encontrado na América do Sul, com cerca de treze mil anos. 

Vale destacar que alguns dos trinta e quatro indivíduos estavam relacionados aos sambaquis, mas outros são mais antigos ou mais recentes e ajudaram a fazer comparações entre os genes para entender as relações entre os diferentes povos ao longo da história.

A partir da análise genética dos fósseis, os cientistas esperavam encontrar pistas sobre a origem dos sambaquieiros.

"O estudo da história genética das populações da costa leste da América do Sul revelou que uma cultura temporal e geograficamente tão gigantesca quanto a associada aos sambaquis não foi praticada por um único povo", resume o paleogeneticista Cosimo Posth, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, e um dos autores do artigo.

Na própria conclusão da pesquisa, os cientistas destacam essa heterogeneidade: entre sambaquieiros do Sul e do Sudeste da costa brasileira, há uma diferença genética entre os indivíduos analisados. E isso contraria o que é observado nos registros arqueológicos, que destacam similaridades entre esses grupos.

"É importante mostrar que culturas e genes nem sempre andam juntos. Combinar arqueologia e pesquisa genética pode nos dar um cenário mais preciso de como eram esses indivíduos que habitaram a região costeira", complementa Posth.

Outra descoberta importante: os povos que moravam na costa brasileira há milhares de anos descendem dos mesmos ancestrais que vieram para as Américas cerca de dezesseis mil anos atrás. Esses indivíduos chegaram ao continente a partir da Beríngia, uma ponte terrestre que se formou entre Ásia e América do Norte por causa da glaciação, e deram origem a todas as populações indígenas, como os próprios tupi.

Os resultados da pesquisa recente reservaram ainda outras surpresas.

"Um aspecto importante que observamos é o fato de que o povo de Luzia, em Lagoa Santa, não desapareceu há nove mil anos, como se imaginava. Para nossa surpresa, encontramos evidências em alguns sambaquis da sobrevivência, ainda que parcial, daqueles grupos que foram os primeiros brasileiros", chama a atenção Strauss.

"Essa permanência dos grupos relacionados à Luzia até dois mil anos atrás era algo completamente inesperado que nosso trabalho acabou encontrando."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxegxkr04jvo. Adaptado.
Também é possível que eles 'caçassem' alguns animais terrestres e praticassem horticultura.

O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no: 
Alternativas
Q4266242 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Sambaquis: as descobertas sobre as monumentais construções de 8 mil anos no litoral do Brasil

O arqueólogo André Strauss, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e um dos autores do trabalho, explica que os sambaquis são "grandes montes de conchas dispersos pela costa brasileira, especialmente no Sul e no Sudeste". "Muitos deles têm proporções monumentais, de trinta a quarenta metros de altura", caracteriza. "Eles foram construídos pelas civilizações que ocuparam o litoral Atlântico entre oito mil e dois mil anos atrás."

Acredita-se que a subsistência dessas pessoas estava baseada numa economia mista, que combinava o consumo de peixes, frutos do mar e plantas. Também é possível que eles caçassem alguns animais terrestres e praticassem horticultura.

"Os sambaquis são produto da deposição planejada e de longo prazo de conchas, restos de peixes, plantas, artefatos, restos de combustão e sedimentos locais, e foram utilizados como marcadores territoriais, moradias, cemitérios e locais cerimoniais", resume o artigo da Nature.

Alguns deles, inclusive, trazem centenas ou até milhares de indivíduos enterrados. O sambaqui Capelinha, por exemplo, foi identificado à beira de um rio no Vale do Ribeira, em São Paulo, e tem dez mil anos. Mas há outros monumentos do tipo que são mais recentes, com cerca de mil anos.

Para fazer a análise, os trinta e quatro indivíduos foram divididos em quatro grandes grupos, segundo a localização geográfica: a Baixa Amazônia (nas proximidades da Ilha de Marajó, no Pará), o Nordeste, a região de Lagoa Santa (em Minas Gerais) e a Costa Atlântica Sudeste/Sul, que concentra a maioria dos sambaquis. Lagoa Santa, aliás, é a terra de Luzia, o fóssil humano mais antigo já encontrado na América do Sul, com cerca de treze mil anos. 

Vale destacar que alguns dos trinta e quatro indivíduos estavam relacionados aos sambaquis, mas outros são mais antigos ou mais recentes e ajudaram a fazer comparações entre os genes para entender as relações entre os diferentes povos ao longo da história.

A partir da análise genética dos fósseis, os cientistas esperavam encontrar pistas sobre a origem dos sambaquieiros.

"O estudo da história genética das populações da costa leste da América do Sul revelou que uma cultura temporal e geograficamente tão gigantesca quanto a associada aos sambaquis não foi praticada por um único povo", resume o paleogeneticista Cosimo Posth, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, e um dos autores do artigo.

Na própria conclusão da pesquisa, os cientistas destacam essa heterogeneidade: entre sambaquieiros do Sul e do Sudeste da costa brasileira, há uma diferença genética entre os indivíduos analisados. E isso contraria o que é observado nos registros arqueológicos, que destacam similaridades entre esses grupos.

"É importante mostrar que culturas e genes nem sempre andam juntos. Combinar arqueologia e pesquisa genética pode nos dar um cenário mais preciso de como eram esses indivíduos que habitaram a região costeira", complementa Posth.

Outra descoberta importante: os povos que moravam na costa brasileira há milhares de anos descendem dos mesmos ancestrais que vieram para as Américas cerca de dezesseis mil anos atrás. Esses indivíduos chegaram ao continente a partir da Beríngia, uma ponte terrestre que se formou entre Ásia e América do Norte por causa da glaciação, e deram origem a todas as populações indígenas, como os próprios tupi.

Os resultados da pesquisa recente reservaram ainda outras surpresas.

"Um aspecto importante que observamos é o fato de que o povo de Luzia, em Lagoa Santa, não desapareceu há nove mil anos, como se imaginava. Para nossa surpresa, encontramos evidências em alguns sambaquis da sobrevivência, ainda que parcial, daqueles grupos que foram os primeiros brasileiros", chama a atenção Strauss.

"Essa permanência dos grupos relacionados à Luzia até dois mil anos atrás era algo completamente inesperado que nosso trabalho acabou encontrando."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxegxkr04jvo. Adaptado.
Na própria conclusão da pesquisa, os cientistas 'destacam' essa heterogeneidade...

Conjugando o verbo destacado no futuro do subjuntivo, tem-se:
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: C
4: A
5: C
6: E
7: D
8: A
9: A
10: B
11: A
12: A
13: E
14: D
15: D
16: C
17: A
18: D
19: C
20: C