Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Costuma-se dizer que o português é uma língua difícil. Logo de início, é preciso esclarecer que não existe língua fácil: até mesmo um idioma artificial como o esperanto, criado para ser simples, tem lá as suas artimanhas. Todas as línguas apresentam dificuldades, sejam gramaticais, fonéticas ou mesmo ortográficas, e isso tanto para o estrangeiro quanto para o falante nativo.
No entanto, estudos comparativos entre línguas permitem quantificar de forma objetiva o grau de complexidade de um idioma. Por exemplo, a comparação entre as conjugações verbais de várias línguas possibilita identificar qual delas possui mais paradigmas de flexão distintos, qual apresenta mais formas irregulares, e assim por diante.
Se compararmos o português às demais línguas da Europa Ocidental (não vou tratar aqui do grego ou das línguas eslavas, cuja fama de complicadas já se tornou proverbial), observaremos que ela é mais simples em alguns aspectos e mais complexa em outros.
Aldo Bizzocchi. “O domínio pelo pronome”. In: Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento. Ano II, número19, maio 2007. Adaptado.
I. “...as relações entre o Poder Público e o cidadão cada vez mais se desenvolvem com o apoio...” (1.§)
II. “No entanto, em que pese a verificada evolução, Estado e indivíduo ainda relacionam-se como no medievo...” (2.§)
III. “Não pode-se admitir que a evolução tecnológica experimentada pela sociedade não seja capaz de aplacar...” (6.§)
IV. “O que observa-se no dia a dia é que os recursos de informática são utilizados para cultivar...” (7.§)
V. “Se propõe, pois, menos bytes e mais humanidade.” (8.§)
Leia as frases abaixo. 1. Os CDCs mudaram as diretrizes do tratamento. 2. O Hospital de Clínicas da Unicamp anunciou as novas pesquisas. 3. É necessário combater o desenvolvimento de superbactérias. Assinale a alternativa cujas construções substituem, correta e respectivamente, aquelas destacadas nas frases acima.
“A persistirem as explosões de violência que se seguem a elas, os protestos legítimos perderão cada vez mais o apoio da população.”
O termo destacado é um:
Segundo pesquisadores da San Francisco State University, nos Estados Unidos, a má postura corporal piora o humor e pode até causar depressão.
Para melhorar a qualidade de vida, Artur Hashimoto, treinador máster do CORE 360°, explica que exercícios básicos do treinamento funcional são capazes de fortalecer os músculos e ainda melhorar a qualidade de vida dos praticantes. E tudo isso em 30 minutos diários de atividades feitas de maneira bem simples.
Um alongamento já é capaz de acordar o corpo e mantê-lo fortalecido para aguentar a rotina diária.
“Além de ser uma forma de corrigir a postura e fortalecer os músculos de forma equilibrada, o alongamento é um ótimo estimulador do cérebro, e o faz liberar hormônios de bem-estar, como a serotonina”, diz, acrescentando que “o alongamento melhora a flexibilidade muscular, proporcionando maior elasticidade e redução de lesões”. Além disso, alguns exercícios específicos de treinamento funcional são ótimos para uma postura melhor. No caso, apostar nas atividades de estabilização no chão, como ponte e prancha, pode ser uma ótima opção. Tanto a ponte quanto a prancha (em decúbito dorsal, ventral e lateral) fazem parte dos exercícios isométricos, posições que ajudam a ganhar força e diminuir a sobrecargas nas articulações. “Tudo é uma combinação de um trabalho de fortalecimento com alongamento”, afirma Artur. Outra recomendação do profissional é apostar na liberação miofascial, que funciona como uma massagem, com o objetivo de acabar com os encurtamentos musculares que causam problemas na postura e na qualidade dos movimentos. Essa terapia corporal é de fácil aplicação, e o melhor, consiste em um resultado imediato e pode ser feita com bolas e rolos de espuma.
http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais- cienciaef/fisiologia/24925-dor-nas-costas-e-ma-postura-podem- causar-depressao. Adaptado.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação às regras de colocação pronominal, assinale a alternativa correta.
A aceleração, o fenômeno contemporâneo mais vivenciado e menos compreendido, permeia o cotidiano como uma condenação coletiva e provoca reações ambíguas. De um lado o sentimento lúdico de concorrer consigo mesmo e ganhar o jogo de multiplicar atividades ao longo das inarredáveis horas de um dia. De outro o sentimento de esfacelamento, de nunca pousar em nada, vivendo uma temporalidade de zapping. Nos espíritos sobrecarregados, uma atividade deleta a outra e banaliza todas.
Viciado na aceleração, o psiquismo, por adaptação, se transforma e, na urgência do instantâneo, vai perdendo a capacidade de reflexão. Daí ser mal percebida a revolução cultural que está moldando dimensões essenciais da vida como o trabalho e as relações de amor e de amizade. Esses sentimentos, que amadureciam no tempo de convivência, encolheram em relações virtuais, efêmeras e indolores.
A impaciência que nos ataca quando um clique não produz imediatamente o resultado esperado é uma espécie de regressão infantil, resquício do tempo em que a criança quer tudo, aqui e agora. Corre a lenda que, em Hong Kong, o botão mais usado no elevador é o que apressa o fechamento das portas para ganhar uma infinitesimal fração de segundo.
A parafernália tecnológica, celulares e computadores, o milagroso em particular, nos habituaram a receber respostas imediatas a toda e qualquer pergunta. Uma falha de conexão é vivida como uma frustração intolerável. Instaurou-se uma relação perigosa entre informação e conhecimento. A informação estocada, que pode a qualquer momento ser acessada, não precisa ser memorizada para se tornar conhecimento. Em seu sábio Livro das Ignorãças, Manoel de Barros sentencia: “as coisas me ampliaram para menos”.
Para os jovens, o ritmo dos grandes clássicos do cinema é insuportável. Hollywood adotou a estética frenética dos clipes de publicidade em que a mensagem deve passar em segundos, antes que a atenção se desvaneça.
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A economia financeira viceja no reino da urgência. Na era industrial a confecção de um produto obedecia aos tempos e ritmos incontornáveis de transformação da matéria. Os produtos negociados no mercado financeiro são, em sua imaterialidade, de confecção instantânea e as fortunas que nele se fazem, meteóricas. Cada investidor se acredita destinado a um dia banhar-se em dinheiro como os bilionários texanos se banhavam em petróleo. O exemplo dos meninos do Silicon Valley, que, em vinte anos, se fizeram os mais ricos do mundo, excita a urgência de enriquecer.
A aceleração, que até aqui foi vivida como fator de progresso, atinge um momento em que pode se tornar fator de retrocesso.Acultura do imediato, do eterno presente, da volatilidade e da fugacidade, não favorece a compreensão de problemas que se estendem no longo prazo, a exemplo da crise ecológica, talvez o maior desafio colocado à inteligência humana. Que mentes viciadas na satisfação instantânea, no estilo zapping , serão capazes de reconhecer e equacionar um problema que se enuncia em décadas e cuja solução exige, hoje, renúncias em nome de amanhã? É mais fácil olhar para o umbigo do que para o horizonte.
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(OLIVEIRA, Rosiska Darcy de. “Paradoxo tragicômico”. O Globo: 13/05/2012.)
A alternativa em que a próclise do pronome átono em destaque está apoiada na mesma norma de colocação pronominal acatada em “[...] que se estendem no longo prazo [...]” (§ 8) é:
2.§ Considerando a premissa de que a segurança pública é dever do Estado e responsabilidade de todos, conforme preceitua o art.144 da Constituição Federal de 1988, o Major Idzel Mafra Fagundes deu início a um projeto que, hoje, é um dos maiores pilares das ações comunitárias de redução da criminalidade. Ao mesmo tempo em que a Polícia Militar se responsabiliza pela segurança, deixa claro que, com a ajuda da comunidade, seu papel se torna muito mais efetivo. Através de cuidados e ações pró-ativas, o programa aposta num resgate da confiança da população na polícia.
3.§ Iniciado em junho de 2004, a Rede surge como proposta de integrar as múltiplas modalidades das práticas policiais orientadas para a prevenção e solução de problemas a partir de ações locais. Trata-se de um investimento na metodologia que se baseia na polícia comunitária. A Rede de Vizinhos Protegidos surgiu de experiências da Polícia Militar de Minas Gerais na própria comunidade, onde os vizinhos eram mobilizados para o envolvimento com questões de segurança. O trabalho passa pela conscientização de que, organizada, a comunidade se torna mais forte.
4.§ Essa organização envolve a vinculação a uma base territorial, na maioria das vezes o bairro, e a articulação em rede, onde os nós são as próprias residências. A partir disso, reuniões periódicas são realizadas para aprofundar o conhecimento mútuo, principalmente dos hábitos dos moradores.
5.§ Há, ainda, a organização em sub-redes que podem ser classificadas em quatro aspectos: de verificação, de vigilância mútua, de identificação e de proteção. As primeiras são aquelas que, inicialmente, impulsionam o trabalho, ou seja, o estabelecimento dos contatos. As segundas compõem o processo de vigilância, que busca identificar pessoas ou veículos suspeitos – como isso é feito em tempo real, são combinados sinais de perigo entre os vizinhos, a fim de que, caso necessário, a polícia seja acionada.
6.§ A terceira, qual seja, a sub-rede de identificação, já por si só se autointitula, é o processo de identificação das residências, prédios e ruas que fazem parte do programa – o instrumento de identificação é uma placa afixada na frente da residência ou estabelecimento. Por último, as sub-redes de proteção são compostas pelos atos dos moradores de verificação em relação à entrada e saída dos seus – quando não há outras pessoas na casa, são os vizinhos que exercem essa função de proteção.
7.§ De acordo com a estrutura do programa, a rede é formada por conjuntos de moradores da localidade, que são agrupados em laços de até 5 (cinco) residências circunvizinhas. Como a rede é entrelaçada, uma residência poderá pertencer a 2 (dois) laços.
8.§ Com o fim de conseguir reduzir os índices de criminalidade, a Polícia Militar fomenta a união e a solidariedade entre as pessoas, aumentando, assim, o capital social existente na mesma. Perdeu-se muito da capacidade de contar com o próximo; as pessoas se relacionam com os outros por meio da proteção contra esses outros.
9.§ Além de reduzir e prevenir a criminalidade, outra importante conquista do Programa é reduzir a sensação de insegurança dos moradores onde ele esteja instalado.
10.§ Assim funciona o programa, que logo após a primeira reunião, foi denominado de Rede de Vizinhos Protegidos, tendo como objetivos reduzir a criminalidade local, aproximar a comunidade da Polícia Militar, recuperando a sensação de confiança e segurança da comunidade nesta instituição, criar em cada cidadão o sentimento de participação cidadã na questão da segurança pública – as pessoas iriam cuidar umas das outras -, além de instruir a comunidade sobre procedimentos de segurança e garantir de fato sua segurança, fazendo com que ela volte a ocupar espaços públicos comunitários.
11.§ Para implementação da Rede, as seguintes ações são propostas: sensibilizar os moradores de uma dada região, fazer reuniões mais próximas às comunidades que o programa foi implementado com a participação da PMMG, organizar as redes e sub-redes de Vizinhos Protegidos.
LOPES, Corinne Julie Ribeiro; BATELLA, Wagner. O papel da comunidade na redução da criminalidade e a experiência da rede de vizinhos protegidos. Revista do Laboratório de Estudos da Violência da Unesp – Marília, Ano 2010 - Edição 6 - Número 06 Dezembro/2010. (Adaptado)
Assinale a alternativa em que o elemento QUE não é pronome relativo.
Coluna 1 1. Aos Cardeais. 2. Aos líderes religiosos. 3. Aos reitores de Universidade. 4. Aos Governadores de Estados. 5. Às pessoas de cerimônia.
Coluna 2 ( ) Vossa Excelência. ( ) Vossa Eminência. ( ) Vossa Magnificência. ( ) Vossa Reverendíssima. ( ) Vossa Senhoria.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:
Releia a seguinte passagem:
"Aparelhos são caros e, para os adolescentes de lá, utilizá-los tem a mesma importância que desfilar com um carrão importado no mundo (supostamente) adulto."
A forma pronominal em destaque retoma o seguinte termo:
O pronome relativo assinalado poderia ser substituído, sem prejuízo gramatical ou alteração de sentido, por:

Quanto ao discurso do personagem:
I. É possível identificar o uso formal da próclise; II. Há uma conjugação inadequada posterior ao pronome pessoal ―''me''; III. Houve uma supressão de fonemas no verbo ―''estar'' presente no texto.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
Nas alternativas a seguir, os pronomes demonstrativos sublinhados fazem coesão com elementos anteriores.
Assinale a alternativa em que o emprego do demonstrativo contraria a norma culta da língua.
Fofoca: uma obra sem autor
O próprio som da palavra fofoca dá a ela um certo ar de frivolidade. Fofoca, mexerico, coisa sem importância. Difamação é crime, mas fofoca é só uma brincadeira. O que seria da vida sem um bom diz-que-me-diz-que, não?
Não. Dispenso fofocas e fofoqueiros. Quando alguém se aproxima de mim, segura no meu braço e olha para o lado antes de começar a falar, já sei que vem aí uma lama que não me diz respeito. [...]
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A fofoca nasce da boca de quem? Ninguém
sabe. Ouviu-se falar. É uma afirmação sem fonte,
uma suspeita sem indício, uma leviandade órfã de pai
e mãe. Quem fabrica uma fofoca quer ter a sensação
de poder. Poder o quê? Poder divulgar algo seu, ver
seu "trabalho" passado adiante, provocando reações,
mobilizando pessoas. Quem dera o criador da fofoca
pudesse contribuir para a sociedade com um quadro,
um projeto de arquitetura, um plano educacional, mas
sem talento para tanto, ele gera boatos.
Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. Na verdade, está-se exercitando uma pequena maldade, não prevista no Código Penal. Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança. Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas.
(MEDEIROS, Martha. Almas gêmeas. L&PM Editores: Porto
Alegre, 1999, p.127.)
O homem cuja orelha cresceu
Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam à cintura. Finas, compridas, como fitas de came, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua. Se tivesse um amigo, ou namorada, iria mostrar o que estava acontecendo. Mas o escriturário não conhecia ninguém a não ser os colegas de escritório. Colegas, não amigos. Ele abriu a camisa, enfiou as orelhas para dentro. Enrolou uma toalha na cabeça, como se estivesse machucado.
Quando chegou na pensão, a orelha saía pela perna da calça. O escriturário tirou a roupa. Deitou-se, louco para dormir e esquecer. E se fosse ao médico? Um otorrinolaringologista. A esta hora da noite? Olhava o forro branco, incapaz de pensar, dormiu de desespero.
Ao acordar, viu aos pés da cama o monte de uns trinta centímetros de altura. A orelha crescera e se enrolara como cobra. Tentou se levantar. Difícil. Precisava segurar as orelhas enroladas. Pesavam. Ficou na cama. E sentia a orelha crescendo, com uma cosquinha. O sangue correndo para iá, os nervos, músculos, a pele se formando, rápido. Às quatro da tarde, toda a cama tinha sido tomada pela orelha. O escriturário sentia fome, sede. Às dez da noite, sua barriga roncava. A orelha tinha caído para fóra da cama. Dormiu.
Acordou no meio da noite com o barulhinho da orelha crescendo. Dormiu de novo e quando acordou na manhã seguinte, o quarto se enchera com a orelha. Ela estava em cima do guarda-roupa, embaixo da cama, na pia. E forçava a porta. Ao meio-dia, a orelha derrubou a porta, saiu pelo corredor. Duas horas mais tarde, encheu o corredor. Inundou a casa. Os hóspedes fugiram para a rua. Chamaram a polícia, o corpo de bombeiros. A orelha saiu para o quintal. Para a rua.
Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes. Os açougueiros trabalharam o dia inteiro cortando e amontoando. O prefeito mandou dar a carne aos pobres. Vieram os favelados, as organizações de assistência social, irmandades religiosas, donos de restaurantes, vendedores de churrasquinho na porta do estádio, donas de casa. Vinham com cestas, carrinhos, carroças, camionetas. Toda a população apanhou carne de orelha. Apareceu um administrador, trouxe sacos de plástico, higiênicos, organizou filas, fez uma distribuição racional.
E quando todos tinham levado carne para aquele dia e para os outros, começaram a estocar. Encheram silos, frigoríficos, geladeiras. Quando não havia mais onde estocar a carne de orelha, cham aram outras cidades. Vieram novos açougueiros. E a orelha crescia, era cortada e crescia, e os açougueiros trabalhavam. E vinham outros açougueiros. E os outros se cansavam. E a cidade não suportava mais carne de orelha. O povo pediu uma providência ao prefeito. E o prefeito ao governador. E o governador ao presidente.
E quando não havia solução, um menino, diante da rua cheia de carne de orelha, disse a um policial: “Por que ó senhor não mata o dono da orelha?”
(Ignácio de Loyoia Brandão, Os melhores contos de Ignácio de
Loyola Brandão. Seleção de Deonísio da Silva. São Paulo:
Global, 1993. p.135.)
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão abaixo.
Resgate
