Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q106901 Português
Julgue os itens a seguir, a respeito da organização das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima.

Como o pronome relativo “que”, nas linhas 12 e 13, em ambas as ocorrências, refere-se a “pessoas” Imagem 027.jpg , sua substituição por as quais, nos dois casos, preservaria a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q106894 Português
Considerando o fragmento de texto acima, adaptado de entrevista concedida por Marlova J. Noleto à revista Planeta em março de 2011, julgue os itens subsecutivos.

No desenvolvimento do texto, o pronome “Ela” Imagem 053.jpg remete a “Sua cultura” Imagem 054.jpg, que, por sua vez, refere-se à cultura da paz.
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Q106879 Português
Com base na organização do texto acima, julgue os itens seguintes.

A supressão da preposição em “em que” Imagem 026.jpg desrespeitaria as regras gramaticais, pois, por meio dela, se indica que o pronome “que” retoma “subjetividade” Imagem 027.jpg.
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Q106867 Português
Com relação às estruturas semânticas e linguísticas do texto acima, julgue os itens subsequentes.

Na organização textual, o pronome “suaImagem 007.jpg e Imagem 008.jpg em ambas as ocorrências, retoma “etnocentrismo” Imagem 009.jpg.
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Q105695 Português
Imagem 002.jpg

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens que se seguem.

O pronome “Isso” (L.24) refere-se ao prejuízo advindo do assistencialismo oficial.
Alternativas
Q105657 Português
Imagem 003.jpg

Julgue os itens de 16 a 20, relativos aos elementos linguísticos
apresentados no texto.

Em “me considero” (L.3 e 4), o pronome “me”, que está proclítico nas duas ocorrências, pode ser deslocado para logo após o verbo — considero-me — sem que se contrariem as normas de colocação dos pronomes átonos.
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Q105475 Português
Atenção: As questões de números 13 a 15 referem-se ao texto abaixo.
                                                       João e Maria
Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você
Além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock
Para as matinês
(...)
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Sim, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido

Chico Buarque e Sivuca 
I. Nos versos Agora eu era o herói e A gente agora já não tinha medo, o uso do advérbio agora mostra-se inadequado, pois os verbos conjugados no pretérito imperfeito designam fatos transcorridos no tempo passado.
II. Em Finja que agora eu era o seu brinquedo e Sim, me a mão, os verbos grifados estão flexionados no mesmo modo.
III. Substituindo-se a expressão a gente pelo pronome nós nos versos A gente agora já não tinha medo e Acho que a gente nem tinha nascido, a forma verbal resultante, sem alterar o contexto, será teríamos.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q105472 Português
Atenção: As questões de números 9 a 11 referem-se ao texto abaixo.

                                                   O corvo e o jarro

Um pobre corvo, quase morto de sede, avistou de repente um jarro de água. Aliviado e muito alegre, voou velozmente para o jarro. Mas, embora o jarro contivesse água, o nível estava tão baixo que, por mais que o corvo se esforçasse, não havia meio de alcançá-la. O corvo, então, tentou virá- lo, na esperança de pelo menos beber um pouco da água derramada. Mas o jarro era pesado demais para ele. Por fim, correndo os olhos à volta, viu pedrinhas ali perto. Foi, então, pegando-as uma a uma e atirando-as dentro do jarro. Lentamente a água foi subindo até a borda, e finalmente pôde matar a sede. (Fábulas de Esopo, recontadas por Robert Mathias, Círculo do Livro, p. 46) 
A reconstrução de um segmento do texto, com um diferente emprego pronominal, que mantém a correção e o sentido originais é:
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Q105151 Português
Pós-11/9

Li que em Nova York estão usando “dez de setembro”
como adjetivo, significando antigo, ultrapassado. Como em:
“Que penteado mais dez de setembro!”. O 11/9 teria mudado o
mundo tão radicalmente que tudo o que veio antes – culmi-
nando com o day before [dia anterior], o último dia das torres
em pé, a última segunda-feira normal e a véspera mais véspera
da História – virou preâmbulo. Obviamente, nenhuma normali-
dade foi tão afetada quanto o cotidiano de Nova York, que vive
a psicose do que ainda pode acontecer. Os Estados Unidos
descobriram um sentimento inédito de vulnerabilidade e reor-
ganizam suas prioridades para acomodá-las, inclusive sacrifi-
cando alguns direitos de seus cidadãos, sem falar no direito de
cidadãos estrangeiros não serem bombardeados por eles.
Protestos contra a radicalíssima reação americana são vistos
como irrealistas e anacrônicos, decididamente “dez de se-
tembro”.

Mas fatos inaugurais como o 11/9 também permitem às
nações se repensarem no bom sentido, não como submissão à
chantagem terrorista, mas para não perder a oportunidade do
novo começo, um pouco como Deus – o primeiro autocrítico –
fez depois do Dilúvio. Sinais de revisão da política dos Estados
Unidos com relação a Israel e os palestinos são exemplos disto.
E é certo que nenhuma reunião dos países ricos será como era
até 10/9, pelo menos por algum tempo. No caso dos donos do
mundo, não se devem esperar exames de consciência mais
profundos ou atos de contrição mais espetaculares, mas o
instinto de sobrevivência também é um caminho para a virtude.
O horror de 11/9 teve o efeito paradoxalmente contrário de me
fazer acreditar mais na humanidade.
A questão é: o que acabou em 11/9 foi prólogo, exata-
mente, de quê? Seja o que for, será diferente. Inclusive por uma
questão de moda, já que ninguém vai querer ser chamado de
“dez de setembro” na rua.


(Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)

Em 11 de setembro ocorreu a tragédia que marcou o início deste século, e o mundo acompanhou essa tragédia pela TV. A princípio, ninguém atribuiu a essa tragédia a dimensão que ela acabou ganhando, muitos chegaram a tomar essa tragédia como um grave acidente aéreo.

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por
Alternativas
Q105148 Português
Pós-11/9

Li que em Nova York estão usando “dez de setembro”
como adjetivo, significando antigo, ultrapassado. Como em:
“Que penteado mais dez de setembro!”. O 11/9 teria mudado o
mundo tão radicalmente que tudo o que veio antes – culmi-
nando com o day before [dia anterior], o último dia das torres
em pé, a última segunda-feira normal e a véspera mais véspera
da História – virou preâmbulo. Obviamente, nenhuma normali-
dade foi tão afetada quanto o cotidiano de Nova York, que vive
a psicose do que ainda pode acontecer. Os Estados Unidos
descobriram um sentimento inédito de vulnerabilidade e reor-
ganizam suas prioridades para acomodá-las, inclusive sacrifi-
cando alguns direitos de seus cidadãos, sem falar no direito de
cidadãos estrangeiros não serem bombardeados por eles.
Protestos contra a radicalíssima reação americana são vistos
como irrealistas e anacrônicos, decididamente “dez de se-
tembro”.

Mas fatos inaugurais como o 11/9 também permitem às
nações se repensarem no bom sentido, não como submissão à
chantagem terrorista, mas para não perder a oportunidade do
novo começo, um pouco como Deus – o primeiro autocrítico –
fez depois do Dilúvio. Sinais de revisão da política dos Estados
Unidos com relação a Israel e os palestinos são exemplos disto.
E é certo que nenhuma reunião dos países ricos será como era
até 10/9, pelo menos por algum tempo. No caso dos donos do
mundo, não se devem esperar exames de consciência mais
profundos ou atos de contrição mais espetaculares, mas o
instinto de sobrevivência também é um caminho para a virtude.
O horror de 11/9 teve o efeito paradoxalmente contrário de me
fazer acreditar mais na humanidade.
A questão é: o que acabou em 11/9 foi prólogo, exata-
mente, de quê? Seja o que for, será diferente. Inclusive por uma
questão de moda, já que ninguém vai querer ser chamado de
“dez de setembro” na rua.


(Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)

Está adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:
Alternativas
Q104336 Português
Considerando as ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os próximos itens.

No trecho “enquanto os protestos se espalhavam pelas ruas da capital egípcia” Imagem 012.jpg,a próclise do pronome “se” justifica-se pela natureza subordinada da oração, explicitada pela conjunção temporal “enquanto”.
Alternativas
Q104288 Português
Imagem 002.jpg

Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.

A estrutura “não lhes interessa” (L.11) corresponde a não interessa a elas, estando o elemento de coesão textual “lhes” empregado em referência a “as autoridades” (L.9).
Alternativas
Q95342 Português
Acerca do texto II, assinale a alternativa correta segundo a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q91459 Português
Imagem 002.jpg

Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.

Devido à estrutura sintática em que ocorrem, o emprego dos pronomes após o verbo em “ensinou-nos” (L.7) e em “tornar-se” (L.17) é obrigatório; por isso, a correção gramatical do texto seria prejudicada se esses pronomes fossem utilizados como em “se constitui” (L.11).
Alternativas
Q91168 Português
Imagem 003.jpg
Imagem 004.jpg

No que se refere à estrutura textual e a aspectos gramaticais do
texto, julgue os itens a seguir.

Na linha 10, o pronome “lhes” poderia ser substituído por os, sem prejuízo da correção gramatical do texto, dada a possibilidade de dupla regência do verbo oferecer.
Alternativas
Q91165 Português
Imagem 003.jpg
Imagem 004.jpg

No que se refere à estrutura textual e a aspectos gramaticais do
texto, julgue os itens a seguir.

Na linha 22, a substituição do pronome “ela” por rigorosa seleção manteria o sentido e a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q90657 Português
Imagem 002.jpg

Julgue os itens de 5 a 11, referentes aos aspectos estruturais e
interpretativos do texto acima.

O pronome ‘essa’ (L.11) refere-se à “faxina” (L.10) realizada pelo cérebro.
Alternativas
Q89131 Português
Imagem 005.jpg

Com referência às informações e aos aspectos gramaticais e
discursivos do texto acima, julgue os itens que se seguem.

A supressão do pronome “se” (L.4) acarretaria prejuízo ao sentido e à correção gramatical do texto.
Alternativas
Q88575 Português
Imagem associada para resolução da questão

Julgue os itens de 5 a 11, relativos à estrutura linguística do texto.

O pronome “cujas” (L.8) poderia ser substituído por onde, sem que houvesse prejuízo semântico ou sintático para o texto.
Alternativas
Q88379 Português
Imagem 003.jpg
Imagem 004.jpg

Julgue os itens que se seguem, a respeito dos sentidos, de aspectos
textuais e gramaticais do texto acima.

O pronome “Eles” (L.19) retoma o antecedente “os setores da construção civil e os serviços” (L.18-19).
Alternativas
Respostas
12501: E
12502: C
12503: E
12504: E
12505: E
12506: E
12507: B
12508: B
12509: B
12510: E
12511: C
12512: C
12513: D
12514: E
12515: E
12516: E
12517: E
12518: C
12519: E
12520: C