Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Para alguns, os poemas dos concretistas tinham algo de enigmático que ...... eficácia dramática e originalidade.
Preenche corretamente a lacuna da frase acima:
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Visitei o lugar _________ seu pai nos falou.
Não enviei a mensagem ao João
TEXTO – MEDICINA ALTERNATIVA
Folha - Você critica a medicina alternativa pela falta de testes clínicos que atestem sua eficácia, mas sabemos eles também têm suas falhas. Ainda assim os alternativos precisam seguir as regras da medicina convencional?
Paul Offit - Sim. Outro dia entrei numa loja de produtos naturais e perguntei ao balconista se havia algo para baixar colesterol. Ele me deu um extrato de alho concentrado.
Uma pessoa com colesterol alto e histórico de doença cardíaca vai se beneficiar de uma estatina [droga para baixar colesterol]. Só que ela pode entrar nessa loja e receber um mau conselho.
As pessoas que vendem esses produtos ganham dinheiro e podem bancar um teste clínico. Estudos já mostraram que você não tem mais chance de baixar o colesterol com o extrato de alho do que com o placebo. O consumidor merece testes. E extrato concentrado de alho pode causar efeitos colaterais.
É desconcertante que as pessoas tenham a ideia de que algo é seguro e funciona quando pode não funcionar e não ser seguro. Essa indústria é colocada como intocável. Nos EUA, a indústria de megavitaminas e suplementos movimentou US$ 34 bilhões em 2012. O que surpreende é que as pessoas acham que essas fabricantes são empresas familiares, que os produtos são feitos por elfos em montanhas.
Gostaria que tivéssemos o mesmo ceticismo
com a medicina alternativa que temos com a medicina
moderna. Se acupuntura é bom, vamos descobrir como!
Apontar para as estrelas não dá.
“Você critica a medicina alternativa pela falta de testes clínicos que atestem sua eficácia, mas sabemos eles também têm suas falhas”.
Assinale a alternativa em que o comentário realizado sobre os componentes desse segmento do texto é INCORRETO:
Julgue o seguinte item, referente às estruturas linguísticas do texto.
Caso expressão “em que” (l.2) fosse substituída por o qual, seriam mantidas a correção e a coerência do texto.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação ao emprego dos pronomes, assinale a alternativa que substitui corretamente os termos grifados.
I. João perdoou a dívida ao amigo.
II. João perdoou a dívida ao amigo.
III. O diretor pagou a recompensa ao funcionário.
IV. O diretor pagou a recompensa ao funcionário.
V. Namorou José por muitos anos.
Para responder à questão, leia a charge a seguir.

(http://miniplif.no.comunidades.net/index.php?pagina=galeria)
INSTRUÇÕES -A questão é relacionada ao texto abaixo. Leia-o com atenção antes de responder a elas.
Demagogia eleitoreira
A questão dos médicos estrangeiros caiu na vala da irracionalidade. De um lado, as associações médicas cobrando a revalidação dos diplomas obtidos no exterior. De outro, o governo, que apresenta o programa como a salvação da pátria. No meio desse fogo cruzado, com estilhaços de corporativismo, demagogia, esperteza política e agressividade contra os recém-chegados, estão os usuários do SUS. Acompanhe meu raciocínio, prezado leitor.
Assistência médica sem médicos é possível, mas inevitavelmente precária. Localidades sem eles precisam tê-los, mesmo que não estejam bem preparados. É melhor um médico com formação medíocre, mas boa vontade, do que não ter nenhum ou contar com um daqueles que mal olha na cara dos pacientes.
Quando as associações que nos representam saem às ruas para exigir que os estrangeiros prestem exame de revalidação, cometem, a meu ver, um erro duplo. Primeiro: lógico que o ideal seria contratarmos apenas os melhores profissionais do mundo, como fazem americanos e europeus, mas quantos haveria dispostos a trabalhar isolados, sem infraestrutura técnica, nas comunidades mais excluídas do Brasil?
Segundo: quem disse que os brasileiros formados em tantas faculdades abertas por pressão política e interesses puramente comerciais são mais competentes? Até hoje não temos uma lei que os obrigue a prestar um exame que reprove os despreparados, como faz a OAB. O purismo de exigir para os estrangeiros uma prova que os nossos não fazem não tem sentido no caso de contratações para vagas que não interessam aos brasileiros.
Esse radicalismo ficou bem documentado nas manifestações de grupos hostis à chegada dos cubanos, no Ceará. Se dar emprego para médicos subcontratados por uma ditadura bizarra vai contra nossas leis, é problema da Justiça do Trabalho; armar corredor polonês para chamá-los de escravos é desrespeito ético e uma estupidez cavalar. O que ganhamos com essas reações equivocadas? A antipatia da população e a acusação de defendermos interesses corporativistas.
Agora, vejamos o lado do governo acuado pelas manifestações de rua que clamavam por transporte público, educação e saúde. Talvez por falta do que propor nas duas primeiras áreas, decidiu atacar a da saúde. A população se queixa da falta de assistência médica?
Vamos contratar médicos estrangeiros, foi o melhor que conseguiram arquitetar. Não é de hoje que os médicos se concentram nas cidades com mais recursos. É antipatriótico? Por acaso, não agem assim engenheiros, advogados, professores e milhões de outros profissionais?
Se o problema é antigo, por que não foi encaminhado há mais tempo? Por uma razão simples: a área da saúde nunca foi prioritária nos últimos governos. Você, leitor, se lembra de alguma medida com impacto na saúde pública adotada nos últimos anos? Uma só, que seja?
Insisto que sou a favor da contratação de médicos estrangeiros para as áreas desassistidas, intervenção que chega com anos de atraso. Mas devo reconhecer que a implementação apressada do programa Mais Médicos em resposta ao clamor popular, acompanhada da esperteza de jogar o povo contra a classe médica, é demagogia eleitoreira, em sua expressão mais rasa.
Apresentar-nos como mercenários que se recusam a atender os mais necessitados, enquanto impedem que outros o façam, é vilipendiar os que recebem salários aviltantes em hospitais públicos e centros de atendimentos em que tudo falta, sucateados por interesses políticos e minados pela corrupção mais deslavada.
A existência no serviço público de uma minoria de profissionais desinteressados e irresponsáveis não pode manchar a reputação de tanta gente dedicada. Não fosse o trabalho abnegado de médicos, enfermeiras, atendentes e outros profissionais da saúde que carregam nas costas a responsabilidade de atender os mais humildes, o SUS sequer teria saído do papel.
A saúde no Brasil é carente de financiamento e de métodos administrativos modernos que lhe assegurem eficiência e continuidade.
(Varela. D. , Folha de S. Paulo, 07/09/2013. Texto adaptado)
As lacunas das frases a seguir devem ser preenchidas por pronomes relativos precedidos ou não de preposição.
1. O assediador vê o corpo da mulher como algo público, _______ se pode opinar e, por que não, do qual se pode servir à vontade.
2. Mais de 80% mudaram de caminho, desistiram de sair a pé ou até de ir ________ desejavam, por medo da atitude dos homens.
3. Os manifestantes, _______ estava o rapaz mascarado, dirigiram-se para o prédio da Assembleia.
4. A imprensa divulgou a existência de um programa ________ os analistas da NSA usam para acessar conteúdo de e-mails.
Assinale a alternativa em que os pronomes apresentados completam CORRETAMENTE
as lacunas.
Leia os avisos abaixo.
“Antes de entrar no elevador, certifique-se de que o mesmo se encontra no andar.”
“Mantenha a porta fechada durante o expediente. Tranque a mesma ao final do turno.”
Na língua escrita formal, as expressões o mesmo e a mesma devem ser substituídas,
respectivamente, pelos pronomes

