Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q1317280 Português
Marque a alternativa em que a mesóclise foi CORRETAMENTE empregada:
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Ano: 2017 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2017 - IF-MA - Nível Médio |
Q1316442 Português
Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse príncipe

(Canção Construção, de Chico Buarque)
No verso da canção de Chico Buarque (texto 7), “Seus olhos embotados de cimento e lágrima”, a palavra em destaque assume, morfologicamente, a função de:
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Ano: 2017 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2017 - IF-MA - Nível Médio |
Q1316431 Português

Leia a frase a seguir:

“Beber muita água depois de comer pão não o torna mais calórico [...]”

Saúde&beleza. Ed. Prime, nº39. Ano 06, 2011. pág. 31.

Segundo a Gramática Normativa, na frase citada, é correto afirmar que no enunciado há

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Q1315899 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Esperança: o impulso para melhorar
Por Eduardo Araia

















(Fonte: https://www.revistaplaneta.com.br/esperanca-o-impulso-para-melhorar 13/10/2017 - fragmento adaptado)
Avalie as seguintes afirmações a respeito do uso de pronomes no texto:
I. Na linha 02, o pronome ela retoma crise econômica (l. 01). II. Na linha 06, o pronome possessivo seus indica a posição ou a identidade dos seres envolvidos no discurso; dezenas de milhares de habitantes e Venezuela. III. Na linha 18, o pronome los, em impulsioná-los funciona como complemento verbal.
Quais estão corretas?
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Q1310101 Português
Os infinitos arredores
Não pergunte quem eu sou, que não sou uno. Sou várias respostas, primo e par, sou múltiplo e infinito, sou átomo. O universo interior e o cosmo lá fora. Útero e esperma, concepção e abortos. Natividade e morte, plasma de todas as geratrizes. O divino e o satânico, o anjo e o demônio, a flor e o espinho, a semente e a terra, a perdição e o louvor. A minha resposta é múltipla porque não me sei. E a sua indagação se perde no meu vário, ovário.
Se eu me defino, castro-me, pois identifico-me parte. A gradação de uma escala não executa a escala. É uma sugestão de grandeza que se pode diluir na profundeza de uma síncope ou no abissal de uma explosão. Na verdade, às vezes, me busco lá fora, na multidão das gentes e das coisas. Então me disperso em passos e voos, cada vez menos identificáveis. Às vezes, me busco por dentro e maior a multidão e mais me espalho, pulverizo na refração do ser.
Sem dúvida, sou a procura do todo, a agonia do homem. O primeiro passo, como a primeira palavra e o primeiro gesto, é a perdição do eu, a danação do indivíduo, cosmopolita de sensações. Nem o rastro, nem o eco respondem mais pela unidade do passo e da palavra [...].
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 223.
Em “A minha resposta é múltipla porque não me sei”, pode-se afirmar que
I- há um caso de próclise pela exigência da partícula negativa. II- o termo “porque” é um elo coesivo, justificando o que foi dito anteriormente. III- “A minha resposta é múltipla” não apresenta nenhuma sintonia com as inquietações do autor sobre si mesmo.
Conclui-se que
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Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: Câmara de Araraquara - SP
Q1239075 Português
O vencedor: uma visão alternativa
Nos sete primeiros assaltos, Raul foi duramente castigado. Não era de espantar: estava inteiramente fora de forma. Meses de indolência e até de devassidão tinham produzido seus efeitos. O combativo boxeador de outrora, o homem que, para muitos, fora estrela do pugilismo mundial, estava reduzido a um verdadeiro trapo. O público não tinha a menor complacência com ele: sucediam-se as vaias e os palavrões.
De repente, algo aconteceu. Caído na lona, depois de ter recebido um cruzado devastador, Raul ergueu a cabeça e viu, sentada na primeira fila, sua sobrinha Dóris, filha do falecido Alberto. A menina fitava-o com o olhos cheios de lágrimas. Um olhar que trespassou Raul como uma punhalada. Algo rompeu-se dentro dele. Sentiu renascer em si a energia que fizera dele a fera do ringue. De um salto, pôs-se de pé e partiu como um touro para cima do adversário. A princípio o público não se deu conta do que estava acontecendo. Mas quando os fãs perceberam que uma verdadeira ressurreição se tinha operado, passaram a incentivá-lo. Depois de uma saraivada de golpes certeiros e violentíssimos, o adversário foi ao chão. O juiz procedeu à contagem regulamentar e proclamou Raul o vencedor.
Todos aplaudiram. Todos deliraram de alegria. Menos este que conta a história. Este que conta a história era o adversário. Este que conta a história era o que estava caído. Este que conta a história era o derrotado. Ai, Deus.
(SCLIAR, Moacyr. Contos reunidos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p.58-59)
No último parágrafo do texto, ocorre a reiteração do pronome “este” que, além de um papel coesivo, cumpre função expressiva pois:
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Ano: 2017 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Prata - PB
Q1233142 Português
Morte de Clarice Lispector
Enquanto te enterravam no cemitério judeu do Caju (e o clarão de teu olhar soterrado resistindo ainda) O taxi corria comigo à borda da Lagoa na direção de Botafogo As pedras e as nuvens e as árvores no vento mostravam alegremente Que não dependem de nós
Das afirmações seguintes:
I- O eu lírico do poema dirige-se a uma pessoa, representada pelos pronomes TE, TEU e NÓS. II- No primeiro verso, a função sintática desempenhada pelo pronome TE é de objeto indireto. III- A palavra ALEGREMENTE se classifica sintaticamente como adjunto adverbial de modo.
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Q1232341 Português
Analise as afirmativas a seguir:
I. Em ‘locutor esportivo jamais chamou nada’. ‘Jamais’ e ‘nada’ são advérbios.
II. Em ‘vive-se da desgraça alheia’ verifica-se um caso de próclise.
III. Em ‘se um porco morde a perna de um caixeiro’, ‘se’ é conjunção subordinativa.
IV. Em ‘se um porco morde a perna de um caixeiro’, ‘a perna’ é objeto direto e ‘de um caixeiro’ é objeto indireto.
V. ‘Desgraça alheia’. Um antônimo para ‘alheia’ é ‘própria’.
Agora assinale a alternativa correta quanto às afirmativas:
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Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: TRT - 21ª Região (RN)
Q1231546 Português
Além do ato instintivo, inconsciente, automático, puramente reflexo, evitação do sentimento doloroso, ocorre a infindável série dos gestos intencionais, expressando o pensamento pela mímica, convencionada através do tempo. Essa Signe Language, Gebärdensprache, Langue per Signes, Language per Gestes, tem merecido ensaios de penetração psicológica, indicando a importância capital como índices do desenvolvimento mental. Desta forma o homem liberta e exterioriza o pensamento pela imagem gesticulada, com áreas mais vastas no plano da compreensão e expansão que o idioma. Primeira forma da comunicação humana, mantém sua prestigiosa eficiência em todos os recantos do mundo. As pesquisas sobre antiguidade e valorização de certos gestos, depoimentos insofismáveis de certos temperamentos pessoais e coletivos, índices de moléstias nervosas, apaixonam estudiosos.  A correlação dos gestos com os centros cerebrais, ativando-lhes a capacidade criadora, e não esses àqueles, possui, presentemente, alto número de defensores. Esclarecem-se, atualmente, a antiguidade e potência intelectual da Mímica como documento vivo, milenar e contemporâneo, individual e coletivo. Não havendo obrigatoriedade do ensino mas sua indispensabilidade no ajustamento da conduta social, todos nós aprendemos o gesto desde a infância e não abandonamos seu uso pela existência inteira. Os desenhos paleolíticos registram os gestos mais antigos, de mão e cabeça, e toda literatura clássica, história, viagem, teatro, poemas, mostra no gesto sua grandeza de expressão insubstituível. Não existe, logicamente, a mesma tradução literal para cada gesto, universalmente conhecido. Na famosa estória popular da Disputa por Acenos, cada antagonista entendia o gesto contrário de acordo com seu interesse. Negativa e afirmativa, gesto de cabeça na horizontal e vertical, têm significação inversa para chineses e ocidentais. Estirar a língua é insulto na Europa e América, é saudação respeitosa no Tibete. Vênias, baixar a cabeça, curvar os ombros, ajoelhar-se, elevar a mão à fronte, são universais. A mecânica da adaptação necessária a outras finalidades de convívio explica a multiplicação.                       (Adaptado de: CASCUDO, Câmara, “Prefácio”, em História dos Nossos Gestos. Edição digital. Rio de Janeiro: Global, 2012)
A correlação dos gestos com os centros cerebrais, ativando-lhes a capacidade criadora, e não esses àqueles, possui, presentemente, alto número de defensores. (3º parágrafo)
Os pronomes sublinhados referem-se, respectivamente, a:
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Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC
Q1229289 Português
Assinale a alternativa em que a classificação da palavra “que” está correta.
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Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1226900 Português
No trecho, " para torná-LAS indivíduos conscientes e preocupados com os problemas ambientais"., o pronome oblíquo "-las", em destaque, está se referindo e substituindo o seguinte termo: 
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Q1219693 Português
Assinale a sequência correta, referente aos pronomes utilizados na forma de tratamento.
I-Você II-Vossa eminência III-Vossa Reverendíssima IV-Senhor, Senhora.
( ) Utilizado para pessoas com as quais se mantem um certo distanciamento respeitoso. ( ) Utilizado para sacerdotes e religiosos em geral. ( ) Utilizado para pessoas familiares e intimas. ( ) Utilizado para Cardeais.
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Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: PC-AP
Q1214364 Português
Crônicas contemporâneas
O gênero da crônica, entendida como um texto curto de periódico, que se aplica sobre um acontecimento pessoal, um fato do dia, uma lembrança, um lance narrativo, uma reflexão, tem movido escritores e leitores desde os primeiros periódicos. No pequeno espaço de uma crônica pode caber muito, a depender do cronista. Se ele se chamar Rubem Braga, pode caber tudo: esse mestre maior dotou a crônica de uma altura tal que pôde dedicar-se exclusivamente a ele ocupando um lugar entre os nossos maiores escritores, de qualquer gênero.
Jovens cronistas de hoje, com colunas nos grandes jornais, vêm demonstrando muita garra, equilibrando-se entre as miudezas quase inconfessáveis do cotidiano pessoal, às quais se apegam sem pudor, e a uma espécie de investigação crítica que pretende ver nelas algo de grandioso. É como se na padaria da esquina pudesse de repente representar-se uma cena de Hamlet ou de alguma tragédia grega; é como se, no banheiro do apartamento, o espelhinho do armário pudesse revelar a imagem-síntese dos brasileiros. Talvez esteja nesse difícil equilíbrio um sinal dos tempos modernos, quando, como numa crônica, impõe-se combinar a condição mais pessoal de cada um com a responsabilidade de uma consciência coletivista, que a todos nos convoca.
(Diógenes da Cruz, inédito)
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
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Ano: 2017 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Instituto Rio Branco
Q1210414 Português
1 O ano de 1881 foi dos mais significativos e importantes para a ficção no Brasil, pois que nele se publicaram as Memórias Póstumas de Brás Cubas, 4 de Machado de Assis (saídas na Revista Brasileira, no ano anterior) e O Mulato, de Aluísio Azevedo. Com estes livros se encerrava a indecisão da década de setenta, e tomavam 7 corpo duas das tendências nela delineadas, a da análise, prenunciada nos primeiros trabalhos do próprio Machado de Assis, e a naturalista, prefigurada principalmente pelo 10 Coronel Sangrado, de Inglês de Sousa, e por Um Casamento no Arrabalde, de Franklin Távora. A terceira, a regionalista, só um pouco depois ganharia feição mais nítida. 13 No momento, impressionou muito mais a novidade do Mulato — sob muitos aspectos ainda tão preso às deformações românticas — do que a do Brás Cubas, 16 muito mais completa e audaciosa. É que aquele não só trazia um rótulo em moda, como, parecendo revolucionário e de fato o sendo pelo tema, continuava a velha linha nacional 19 de romances que encontravam na descrição de costumes o seu centro de gravidade; foi por isso mais facilmente entendido e admirado. Pelos livros de Zola e Eça de Queirós, estavam 22 o meio intelectual e o público que lia preparados para receber afinal uma obra naturalista brasileira, que na verdade se fazia esperar, ao passo que nada os habituara de antemão à nova 25 maneira de Machado de Assis, já que nenhum crítico vislumbrara as sondagens psicológicas escondidas sob os casos sentimentais que até então de preferência contara. Toda a gente 28 se deslumbrou — ou se escandalizou — com O Mulato, sem perceber que o espírito de inovação e de rebeldia estava mais nas Memórias Póstumas de Brás Cubas. 31 Aqui, ousadamente, varriam-se de um golpe o sentimentalismo, o moralismo superficial, a fictícia unidade da pessoa humana, as frases piegas, o receio de chocar preconceitos, a concepção 34 do predomínio do amor sobre todas as outras paixões; afirmava-se a possibilidade de construir um grande livro sem recorrer à natureza, desdenhava-se a cor local, colocava-se um 37 autor pela primeira vez dentro das personagens; surgiam afinal homens e mulheres, e não brasileiros, ou gaúchos, ou nortistas, e — last but not least — patenteava-se a influência inglesa em 40 lugar da francesa, introduzia-se entre nós o humorismo. A independência literária, que tanto se buscara, só com este livro foi selada. Independência que não significa, 43 nem poderia significar, autossuficiência, e sim o estado de maturidade intelectual e social que permite a liberdade de concepção e expressão. Criando personagens e ambientes 46 brasileiros — bem brasileiros —, Machado não se julgou obrigado a fazê-los pitorescamente típicos, porque a consciência da nacionalidade, já sendo nele total, não carecia 49 de elementos decorativos. Aquilo que reputava indispensável ao escritor, “certo sentimento íntimo que o torne homem do seu tempo e do seu país, ainda quando trate de assuntos remotos 52 no tempo e no espaço”, ele o possuiu inteiramente, com uma posse tranquila e pacífica. E por isso pôde — o primeiro entre nós — ser universal sem deixar de ser brasileiro. 55 Todas essas qualidades, das quais algumas já se haviam delineado nos livros anteriores do seu autor, fizeram das Memórias Póstumas de Brás Cubas um acontecimento 58 literário de imenso alcance. Tanto no presente como no passado alterava o nosso panorama literário, porque exigia a revisão de valores que, segundo T. S. Eliot, se dá cada vez 61 que surge uma obra realmente nova. Aplicando ao restrito patrimônio das letras brasileiras a fórmula empregada um plano muito mais vasto pelo crítico inglês, podemos dizer 64 que o aparecimento do Brás Cubas modificou a ordem estabelecida. (...) Descontada a parte do coeficiente pessoal — sem 67 dúvida a mais importante — a obra de Machado de Assis revela que já possuíamos, no fim do Segundo Reinado, um organismo social melhor definido do que faria supor 70 a confusão reinante nos domínios literários entre o indivíduo e o meio físico ou o clã a que pertencia. (...) Abandonando os episódios sentimentais a que até esse momento mais ou 73 menos se ativera, instalando-se no íntimo de suas criaturas, Machado de Assis descobriu seres cujas reações especificamente brasileiras não contrariavam o caráter mais 76 larga e profundamente humano. E, entretanto — tais são os erros de perspectiva dos contemporâneos —, o que a todos pareceu novidade 79 completa foi O Mulato, que inaugurava muito mais uma maneira literária do que um ângulo de visão diferente. O movimento naturalista a que deu início empolgaria os 82 escritores, marcaria com o seu sinete não apenas o decênio que começava, mas também em boa parte o que se lhe seguiria, enquanto que, na época, só Raul Pompéia se deixaria seduzir 85 pelas análises praticadas no Brás Cubas. Havia, porém, nesses dois livros de índole tão diversa, um traço comum: em ambos triunfava a observação. 
Lúcia Miguel Pereira. História da literatura brasileira – Prosa de ficção – de 1870 a 1920. Rio de Janeiro: José Olympio/INL, 1973, 3.a ed., p. 53-5 (com adaptações)
Com relação a aspectos gramaticais do texto I, julgue (C ou E) o item que se segue.
A retirada do pronome oblíquo na oração “ele o possuiu inteiramente” (linha 52) preservaria a correção gramatical e o sentido original do texto.
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Q1203955 Português

Leia os itens e assinale a alternativa correta em relação ao espaço:

I - Este (s), esta (s) e isto indicam o que está perto da pessoa que fala.

II - Esse (s), essa (s) e isso indicam o que está perto da pessoa com quem se fala.

III - Aquele (s), aquela (s) e aquilo indicam o que está distante tanto da pessoa que fala como da pessoa com quem se fala.

IV - Em relação ao falado ou escrito, ou ao que se vai falar ou escrever, este (s), esta (s) e isto são empregados quando se quer fazer referência a alguma coisa sobre a qual ainda se vai falar.

Alternativas
Q1203953 Português

Veja os itens dados a seguir e assinale a alternativa verdadeira:

I - Os pronomes pessoais são sempre pronomes substantivados.

II - Os pronomes retos empregam-se como sujeito e predicativo do sujeito.

III - Os pronomes oblíquos (átonos ou tônicos) geralmente exercem a função de objeto direto ou indireto. Os átonos de 3ª pessoa o, a, os, as, funcionam como objeto direto; lhe, lhes, como objeto indireto; me, te, se, nos, vos, podem ser objeto direto ou indireto, dependendo da predicação do verbo que completam.

IV - Os pronomes oblíquos átonos são sempre precedidos de preposição. Por isso, sua função sintática só pode ser determinada pela predicação do verbo ou nome, ao qual servem de complemento.

Alternativas
Q1203948 Português
Assinale a alternativa incorreta quanto à colocação pronominal.
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Ano: 2017 Banca: AOCP Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1201749 Português
O que é Profissionalismo
Profissionalismo é o conjunto de características que compõem um profissional, formado por suas competências, responsabilidades e ética, no que rege o seu campo de trabalho. O profissionalismo é a chave para a construção de uma carreira de sucesso no trabalho.  Entre as ações que atestam o profissionalismo de um trabalhador está o seu comprometimento com as normas e a ética da empresa para qual presta serviços.  Mesmo trabalhando num ambiente descontraído e com amigos, o profissional deve pôr as suas obrigações de trabalho acima de qualquer laço de amizade ou intimidade. A falta de profissionalismo consiste em agir com parcialidade, por exemplo, favorecendo pessoas apenas por estas serem amigas e não pelas suas competências profissionais.  Saiba mais sobre o significado de competência.  Além da ética, o profissionalismo deve ter como base a humildade, ou seja, a capacidade do profissional de reconhecer os seus erros, suas limitações e de estar sempre disposto a aprender.  Entre as competências básicas que são apreciadas dos profissionais, destacam-se: a proficiência, a responsabilidade, a seriedade, a pontualidade, a ética, entre outros.
Fonte: https://www.significados.com.br/profissionalismo/. Texto adaptado.

Questão referente ao texto acima. 
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a seguir. 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Manaus - AM
Q1197344 Português
Memórias de um aprendiz de escritor
Escrevo há muito tempo. Costumo dizer que, se ainda não aprendi — e acho mesmo que não aprendi, a gente nunca para de aprender -, não foi por falta de prática. Porque comecei muito cedo. Na verdade, todas as minhas recordações estão ligadas a isso, a ouvir e contar histórias. Não só as histórias dos personagens que me encantaram, o SaciPererê, o Negrinho do Pastoreio, a Cuca, Hércules, Tarzan, os piratas. Mas também as minhas próprias histórias, as histórias de meus personagens, essas criaturas reais ou imaginárias, com quem convivi desde a infância.
“Na verdade”, eu escrevi ali em cima. Verdade é uma palavra muito relativa para um escritor de ficção. O que é verdade, o que é imaginação? No colégio onde fiz o segundo grau, havia um rapaz que tinha fama de mentiroso. Fama, não; ele era mentiroso. Todo mundo sabia que ele era mentiroso. Todo mundo, menos ele.
Certa vez, o rádio deu uma notícia alarmante: um avião em dificuldades sobrevoava Porto Alegre. Podia cair a qualquer momento. Fomos para o colégio, naquele dia, preocupados; e conversávamos sobre o assunto, quando apareceu ele, o Mentiroso. Pálido:
— Vocês nem podem imaginar!
Uma pausa dramática, e logo em seguida:
— Sabem esse avião que estava em perigo?
Caiu perto da minha casa. Escapamos por pouco. Gente, que coisa horrível!
E começou a descrever o avião incendiando, o piloto gritando por socorro... Uma cena impressionante. Aí veio um colega correndo, com a notícia: o avião acabara de aterrissar, são e salvo. Todo mundo começou a rir. Todo mundo, menos o Mentiroso:
— Não pode ser! — repetia incrédulo, irritado. — Eu vi o avião cair!
Agora, quando lembro este fato, concluo que não estava mentindo. Ele vira, realmente, o avião cair. Com os olhos da imaginação, decerto; mas para ele o avião tinha caído, e tinha incendiado, e tudo o mais. E ele acreditava no que dizia, porque era um ficcionista. Tudo que precisava, naquele momento, eram um lápis e um papel. Se tivesse escrito o que dizia, seria um escritor; como não escrevera, tratava-se de um mentiroso. Uma questão de nomes, de palavras.
SCLIAR, Moacyr. Memórias de um aprendiz de escritor. São Paulo: Ed. Nacional, 1984.
Sobre o fragmento “Com os olhos da imaginação, decerto; mas para ele o avião tinha caído, e tinha incendiado, e tudo o mais.” Leia as afirmativas.
I. A palavra ELE, é um pronome pessoal do caso reto.
II. TINHA CAÍDO e TINHA INCENDIADO estão flexionados no pretérito mais-que-perfeito composto.
III. A palavra O em tudo o mais retoma o termo AVIÃO, em claro processo de coesão.
Está correto apenas o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: AOCP Órgão: CODEM - PA
Q1190067 Português
Trem bala - Ana Vilela 
Não é sobre ter  Todas as pessoas do mundo pra si  É sobre saber que em algum lugar  Alguém zela por ti  É sobre cantar e poder escutar  Mais do que a própria voz  É sobre dançar na chuva de vida  Que cai sobre nós 
É saber se sentir infinito  Num universo tão vasto e bonito  É saber sonhar  E, então, fazer valer a pena cada verso  Daquele poema sobre acreditar 
Não é sobre chegar no topo do mundo  E saber que venceu  É sobre escalar e sentir  Que o caminho te fortaleceu  É sobre ser abrigo  E também ter morada em outros corações  E assim ter amigos contigo  Em todas as situações 
A gente não pode ter tudo  Qual seria a graça do mundo se fosse  assim?  Por isso, eu prefiro sorrisos  E os presentes que a vida trouxe  Pra perto de mim 
Não é sobre tudo que o seu dinheiro  É capaz de comprar  E sim sobre cada momento  Sorriso a se compartilhar  Também não é sobre correr  Contra o tempo pra ter sempre mais , Porque quando menos se espera  A vida já ficou pra trás 
Segura teu filho no colo  Sorria e abrace teus pais  Enquanto estão aqui  Que a vida é trem-bala, parceiro  E a gente é só passageiro prestes a partir
Texto extraído e adaptado de: https://www.vagalume.com.br/ana-vilela/trem-bala.html.17/05/2017.
Leia os excertos a seguir: 
“É sobre dançar na chuva de vida / Que cai sobre nós” “Segura teu filho no colo / Sorria e abrace teus pais / enquanto estão aqui” “Que a vida é trem-bala, parceiro / E a gente é só passageiro prestes a partir” 
“É sobre escalar e sentir / Que o caminho te fortaleceu” “É sobre dançar na chuva de vida / Que cai sobre nós” “Sorria e abrace teus pais / Enquanto estão aqui / Que a vida é trem-bala, parceiro” Considerando as diferentes funções dos elementos “que” nos excertos apresentados, é correto afirmar que eles são, respectivamente: 
Alternativas
Respostas
9541: A
9542: E
9543: A
9544: D
9545: C
9546: D
9547: D
9548: A
9549: C
9550: B
9551: A
9552: C
9553: A
9554: C
9555: D
9556: A
9557: D
9558: E
9559: A
9560: E