Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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A colocação pronominal na língua portuguesa depende de fatores sintáticos e estilísticos que determinam a posição do pronome oblíquo em relação ao verbo. O reconhecimento dessas estruturas exige atenção às regras gramaticais e ao contexto da oração.
Considerando as normas da colocação pronominal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há emprego de ênclise.
Considerando as normas da colocação pronominal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há emprego de ênclise.
Considerando as normas da colocação pronominal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há emprego de ênclise.
Considerando as normas da colocação pronominal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há emprego de ênclise.
Com base nas regras de colocação pronominal, caso o complemento do verbo 'observar' seja substituído por um pronome oblíquo átono, assinale a alternativa em que a forma correta de colocação pronominal seja respeitada.
Com base nas regras de colocação pronominal, caso o complemento do verbo 'observar' seja substituído por um pronome oblíquo átono, assinale a alternativa em que a forma correta de colocação pronominal seja respeitada.
Com base na análise sintática do pronome pessoal "ele" em "sugere ele", é correto afirmar que ele exerce a função de:
Com base nas regras de colocação pronominal, caso o complemento do verbo 'observar' seja substituído por um pronome oblíquo átono, assinale a alternativa em que a forma correta de colocação pronominal seja respeitada.
Com base nas regras de colocação pronominal, caso o complemento do verbo 'observar' seja substituído por um pronome oblíquo átono, assinale a alternativa em que a forma correta de colocação pronominal seja respeitada.
Com base na análise sintática do pronome pessoal "ele" em "sugere ele", é correto afirmar que ele exerce a função de:
Com base nas regras de colocação pronominal, caso o complemento do verbo 'observar' seja substituído por um pronome oblíquo átono, assinale a alternativa em que a forma correta de colocação pronominal seja respeitada.
Com base na análise sintática do pronome pessoal "ele" em "sugere ele", é correto afirmar que ele exerce a função de:
Texto 01

(Texto adaptado de: Quando quase não há tecnologia: como usar a inteligência artificial de forma simples, ética e acessível na escola pública. SABER, 11 fev. 2026. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/como-usar-ainteligencia-artificial-de-forma-simples-na-escola-publica/. Acesso em 27 de maio de 2026.)
O uso da primeira pessoa no trecho contribui para:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones , do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary , do Serviço Mundial da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland , nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres . Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar."
Com base nas regras de colocação pronominal, caso o complemento do verbo 'observar' seja substituído por um pronome oblíquo átono, assinale a alternativa em que a forma correta de colocação pronominal seja respeitada.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tomar chuva faz bem?
O som relaxante
Uma chuva constante pode reduzir os níveis de cortisol,induzindo uma sensação de calma, além de mascarar ruídos incômodos.
"Os so ns da água têm sido associados à ativação do sistema nervoso parassimpático, o ramo do sistema nervoso responsável pelo relaxamento e pela recuperação", afirma Amy Sarow, audiologista clínica que atua em um centro ambulatorial em Southfield, noEstado americano do Michigan.
"Quando esse sistema é ativado, podemos observarefeitos fisiológicos como a diminuição da frequênciacardíaca e a redução das respostas ao estresse."
Um estudo recente revelou que o som da chuva foi mais eficaz na faixa de 40 a 50 decibéis — o equivalente auma chuva leve e suave —, reduzindo os níveis deestresse em até 65%.
Uma chuva intensa, que se situa em uma frequênciaainda mais baixa do chamado "ruído marrom", pode sermais envolvente e proporcionar uma maior sensação deacolhimento, além de mascarar ruídos incômodos efavorecer o sono, diz Sarow.
Ambos os níveis podem ser relaxantes; muitas vezes,tudo se resume à preferência pessoal, adverte Sarow.
"Se alguém escuta esses sons de forma intencional como parte de uma rotina de relaxamento, a experiência pode começar a se assemelhar a práticas de atenção plena ou meditação, nas quais o som atua como umaâncora para a atenção e o relaxamento."
Embora minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen, ela conseguiu me fazer sentir melhor e mais conectada ao momento presente.
Agora, sempre que cai um aguaceiro, procuro dedicarum pouco mais de tempo para me envolver nessa experiência.
Da próxima vez que a previsão do tempo for de chuva, pense em se sintonizar com essa experiência. Você pode se surpreender agradavelmente.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g8jnj2139o-fragmento-adaptado
"...minha tempestade não tenha me colocado exatamente em um estado zen."
O uso da primeira pessoa no trecho contribui para:
Aquele que fica _____________ distância dos livros receia _____________perda de alguma coisa, enquanto o que se aproxima deles sente que tem algo a ganhar. O primeiro teme se confrontar _____________ uma carência, _____________tenta se livrar com todas as suas forças. O segundo acredita que, por meio dos livros, e em particular da literatura, poderá, ao contrário, apaziguar _____________ medos
(Michèle Petit. Os jovens e a leitura – uma nova perspectiva, 2013. Adaptado)