Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Volta e meia, a sociedade chama seus membros para participar. Participar de uma missa, de um torneio esportivo, de uma campanha de aquisição de agasalhos, etc. Participação, essa é a palavra de ordem. Porém será que já paramos para pensar nessa tal participação?
Interessante reparar, antes de mais nada, que o ato de participar nunca é feito sozinho; não é um ato isolado de alguém que não tem companhia, mas algo que fazemos com os outros.
O solidário, que está sempre disposto a participar, porta-se desta maneira: está em comunhão; vive ansioso pelo encontro; faz questão de trocar suas experiências de vida com os outros. Sabe muito bem que viver é acima de tudo con-viver. O solidário é companheiro; você já pensou sobre o significado dessa palavra? Ela vem do latim, cum-panere, e significa algo mais ou menos como “aqueles que comem juntos o pão da vida”. Logo, o companheiro, o solidário, é aquele que divide sua vida com os outros, aquele para quem a vida não é apenas uma co-existência com os outros, mas uma verdadeira convivência, um viver com os outros. [...]
Para responder à questão a seguir, leia a tirinha abaixo:

Disponível em: https://ribeiraopretoculturaljaf.blogspot.
com/2018/12/devaneios-com-sigmund-e-freud-yorhan_22.
html. Acesso em: 11 jul. 2019.
Observe as alterações referentes ao primeiro quadro da tirinha:
- “Como me ousa pedir um livro emprestado?”
- “Como ousa pedir-me um livro emprestado?”
- “Como? Ousa pedir-me um livro emprestado?”
Analise as afirmativas a respeito das alterações realizadas e, em seguida, julgue-as:
I - As duas primeiras alterações preservam a correção no que diz respeito à sintaxe de colocação pronominal, mas trazem alterações de caráter semântico ao contexto;
II - O uso do travessão está correto e indica a fala da personagem, configurando a presença do discurso direto;
III - A terceira alteração preserva a correção no que diz respeito à sintaxe de colocação pronominal, mas traz alterações de caráter semântico ao contexto;
IV - A terceira alteração modifica, por conta da inclusão de um sinal de interrogação, o sentido do enunciado, mas não constitui inadequação gramatical.
Estão corretas as afirmativas:
Quanto à morfologia e sintaxe dos pronomes, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) aos itens e assinale a alternativa incorreta:
( ) Os desentendimentos entre eu e ela não são de hoje.
( ) A diferença entre mim e você é que sou são-paulino.
( ) Não saiam sem mim.
( ) Eles estão pensando em eu ser candidato.
( ) Eu só posso contar com mim mesmo.
( ) Venha logo. O diretor quer falar consigo.
Num restaurante do centro, Haydée Lange e eu conversávamos. A mesa estava posta e restavam fragmentos de pão e possivelmente dois cálices; é verossímil supor que havíamos jantado juntos. Discutíamos, acho, um filme de King Vidor. Nos cálices devia haver um pouco de vinho. Senti, com um início de tédio, que estava repetindo coisas já ditas e que ela sabia disso e me respondia de forma mecânica. De repente, me lembrei que Haydée Lange morrera havia muito tempo. Era um fantasma e não sabia. Não senti medo; senti que era impossível e talvez descortês revelar-lhe que era um fantasma, um belo fantasma.
[...]
(BORGES, Jorge Luis. Atlas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. p. 107).
O termo em destaque, “disso”, refere-se:
Em relação à colocação pronominal, pode-se dizer que:
Futuro a distância
A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.
Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.
Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.
A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.
Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.
Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.
Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.
Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.
Disponível em: : <www1.folha.uol.com.br>
Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.
Sobre esse parágrafo, é correto afirmar:
Aquela triste e leda madrugada,

Leia as afirmativas a seguir:
I. Na frase “eu gosto de sorvete”, o verbo é transitivo direto e indireto.
II. Pronomes são palavras que expressam qualidades ou características dos seres.
Marque a alternativa CORRETA:
Sobre a partícula “se” destacada, assinale a alternativa correta:
I. A notícia informa que o Japão vai proibir a pesca comercial de atum a partir de 2019. II. O vocábulo "baleias" é um pronome.
Marque a alternativa CORRETA:
“Além de comemorar sua indicação na categoria de melhor ator por sua atuação na série Chernobyl, Jared Harris falou sobre o que o atraiu para a trágica história, assim como sua opinião sobre as pessoas que usaram o local do desastre para tirar fotos para o Instagram.”
Disponível em: <https://tinyurl.com/y2my2tna>. Acesso em: 18 jul. 2019 (Adaptação).
A respeito do termo destacado, é correto afirmar que se trata de um
(---) Deu-me o que pedi. (---) Quem disse-me o valor errado? (---) Ele pode-me contar.


