Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

Foram encontradas 14.557 questões

Q3339286 Português
Para alguns, esta parte do corpo é motivo de pesadelos, já que a onfalofobia, ou seja, o medo de umbigos, é uma condição real. Para outros, é uma espécie de acessório de moda, que pode ser exibido com uma blusa curta ou realçado com um piercing.
Assinale a opção em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
Alternativas
Q3334803 Português
Em qual das sentenças a seguir o pronome em destaque é do tipo demonstrativo?
Alternativas
Q3334435 Português
Leia a charge a seguir para responder a questão.


Captura_de tela 2025-05-05 173846.png (501×587)

 WATTERSON, B. Calvin e Haroldo.
As palavras “ninguém” e “isso”, que ocorrem no trecho “Ninguém sabe dizer como isso acontece”, no segundo quadrinho, pertencem à classe gramatical:
Alternativas
Q3333558 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.

Doping corporativo': a venda ilegal de remédio para TDAH que invadiu a Faria Lima

Marta lutava contra o cansaço no dia a dia. Sem foco para enfrentar atividades do trabalho, numa grande empresa em São Paulo, e ganhando peso, ela achou uma boa ideia quando recomendaram um endocrinologista famoso que poderia ajudá-la.

"A consulta custou R$1.200 e durou apenas 5 minutos. Eu e meu marido saímos com a mesma receita: Ozempic para emagrecer e Venvanse para ter foco — uma combinação que ele aparentemente prescreve para todos."

Ela conta que tentou argumentar se aquele caminho, medicamentoso, seria o único possível para resolver suas queixas. Mas acabou seguindo a receita.

"A experiência com o Venvanse foi a mais impactante. De amor e ódio, eu diria. No primeiro dia, senti um hiperfoco e bem-estar incríveis, fui mais produtiva e motivada, mas sabia que isso era efeito do remédio."

Os comprimidos, prescritos para TDAH e compulsão alimentar, aumentam a liberação dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina nas sinapses, que são as conexões entre os neurônios.

Essas substâncias, deficientes em quem tem os quadros citados, são cruciais para a regulação do humor, atenção e comportamento impulsivo.

"Mas em organismos onde os níveis já são adequados, o aumento pode causar efeitos indesejáveis, como insônia, ansiedade, irritabilidade, impaciência e até agressividade. Casos mais graves incluem convulsões e problemas cardiovasculares", diz Marcos Gebara, psiquiatra e professor convidado do curso de Pós-Graduação de Psiquiatria da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

"Em pessoas predispostas a problemas psíquicos, esses efeitos podem piorar significativamente."

Gebara e outros médicos consultados pela reportagem afirmam que o uso dos comprimidos por pessoas sem diagnósticos que o justifique tem sido cada vez mais comum, e que muitos usuários não sabem ou ignoram que o Venvanse contém anfetamina, uma substância que pode causar dependência.

"O uso requer um acompanhamento médico, sempre. A dependência é um risco, especialmente se a pessoa aumentar as doses sem indicação."

Com medo justamente de que pudesse ficar dependente da 'sensação de superpoder', Marta expressou suas preocupações, mas o médico insistiu que o uso era seguro.

"Foi aí que busquei outro profissional, que me ajudou a parar com o remédio, entendendo minha preocupação com os efeitos a longo prazo. Foi difícil aceitar a vida sem Venvanse. Me senti deprimida por algumas semanas."

Amanda também teve acesso ao remédio por prescrição médica e sem ter nenhum dos diagnósticos para os quais a droga é indicada.

Foi ela que, se sentindo esgotada e incapaz de dar conta dos dois empregos que levava, pediu a uma nutróloga que receitasse Venvanse. Ela conta que a médica pediu exames, e com os resultados em dia, forneceu a receita.

"Eu usava os comprimidos esporadicamente, apenas nos dias em que precisava de um desempenho melhor no trabalho. Percebi que me dava um foco e energia extras, mas no dia seguinte estava extremamente cansada e precisava dormir mais para compensar."

Depois que as últimas caixas acabaram, Amanda cogitou pular a fase da consulta médica e comprar os comprimidos direto no mercado ilegal.

"Tinha colegas que me indicaram os caminhos: por grupos nas redes sociais e até com esquemas diretamente com farmácias de rua", conta.

Mas por fim, assim como Marta, ela também relata ter parado de usar o remédio por medo de uma dependência da qual não conseguisse mais voltar atrás.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9786n92z37ofragmentoadaptado 
A próclise refere-se à colocação do pronome antes do verbo. Nas frases abaixo, retiradas do texto, o emprego da próclise NÃO está de acordo com a norma-padrão. Identifique-a:
Alternativas
Q3332972 Português
Em qual das alternativas a seguir ocorre um pronome pessoal do caso oblíquo tônico? 
Alternativas
Q3332969 Português

Leia a charge a seguir para responder à questão. 



O pronome que ocorre em “... consulte seu bibliotecário!”, no último quadrinho, é do tipo:
Alternativas
Q3331549 Português
A sentença em que a colocação pronominal está incorreta, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, é:
Alternativas
Q3329800 Português
No que diz respeito à colocação dos pronomes átonos, podem ser consideradas como características do português falado no Brasil:
Alternativas
Q3329798 Português

Leia o texto seguinte



Pesquisadores buscam reconhecimento para o portunhol falado entre Brasil e Uruguai


Grupo de intelectuais quer que a Unesco declare o dialeto (1) patrimônio imaterial da humanidade.


Apenas uma rua separa as cidades de Santana do Livramento e Rivera, em uma fronteira difusa entre Brasil e Uruguai. Um grupo de historiadores, artistas e linguistas de ambas as regiões organizou um ciclo de conferências no lado uruguaio para iniciar um processo que, em princípio, parece quixotesco: postular o portunhol, uma forma de expressão a meio caminho entre o português e o espanhol (2), como Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco. “O portunhol é a linguagem da fronteira. Muitas vezes um brasileiro do sul está falando e parece um uruguaio”, conta Eduardo Palermo, historiador de 52 anos, um dos defensores da petição. “O problema é que essa forma de expressão (3) é sempre discriminada”.


Quando um riverense ou um santanense atravessa a rua que divide ambas as cidades, não muda automaticamente sua forma de falar. E quem não fala portunhol tem o ouvido familiarizado com os seus sons. “Pasáme una sía”, “vou passar a plancha”, “busco un kilo de laranya”, “dame este biscoito”. Qualquer habitante da fronteira sabe que alguém está pedindo uma cadeira, que vai passar roupa, que quer comprar laranjas ou um biscoito.


“Por muito tempo as pessoas tinham vergonha de falar portunhol”, diz Julho Piastre, de 47 anos, um dos coordenadores dos centros do Ministério de Educação e Cultura em Rivera. “Queremos defender o orgulho de falar portunhol”, enfatiza. Para que a Unesco o (4) declare patrimônio da humanidade, primeiro o Governo uruguaio deve reconhecê-lo (5) como tal. O ciclo de conferências 


“Jodido bushinshe [tremendo rebuliço]. Do falar ao ser”, que começou na sexta-feira passada e se estenderá até novembro, busca criar “uma massa crítica” e produzir bibliografia para respaldar a proposta.



(Disponível em: <https://oglobo.globo.com/cultura/pesquisadores-buscam-reconhecimento-para-portunholfalado-entre-brasil-uruguai-16933789>. Acesso em: 01 out. 2024. Adaptado.)



Tendo em vista o texto acima e os estudos sobre a referenciação observados em Koch (2006), analise as afirmações abaixo:



I. Em (1) se retoma o termo “portunhol” com um hiperônimo.


II. Em (2) se retoma o termo “portunhol” com uma paráfrase anafórica.


III. Em (3) e (4) se retoma o termo “portunhol” por referenciação pronominal.


IV. Em (1) e (5) se retoma o termo “portunhol” com recursos lexicais.


V. Em (4) se retoma o termo “portunhol” com recursos gramaticais.



Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões): 

Alternativas
Q3329797 Português

Leia o excerto a seguir, extraído de um artigo científico:


_"Nos últimos anos, tem-se observado um crescimento significativo nas pesquisas relacionadas ao impacto ambiental das atividades industriais. Isso se deve, em grande parte, ao aumento da conscientização global sobre a necessidade de práticas sustentáveis. De acordo com dados recentes, muitas empresas estão revendo suas políticas para reduzir a emissão de gases poluentes. Além disso, os governos têm implementado novas legislações que visam mitigar os danos ao meio ambiente. Essas medidas, contudo, ainda são insuficientes para conter o avanço das mudanças climáticas, que continuam a representar uma ameaça à biodiversidade mundial."_


Considerando o uso de elementos de referenciação, substituição e repetição de conectores no texto acima, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3327890 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


Assinalar a alternativa que apresenta a classe das palavras sublinhadas, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Câmara de Sete Lagoas - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Procurador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Analista Administrativo: Direito | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Analista Administrativo: Ciências Contábeis | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Analista Administrativo: Administração de Empresa, Administração Pública, Economia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Analista Legislativo: Administração Pública, Direito e Afins | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Analista Legislativo: Arquitetura e Urbanismo e Afins | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Analista Legislativo: Ciências Contábeis, Economias e Afins | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Analista Legislativo: História | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Analista Legislativo: Letras ou Áreas Afins | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Analista de Tecnologia da Informação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Comunicador Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Jornalista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Câmara de Sete Lagoas - MG - Controlador |
Q3327714 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Influencer convence o mundo a ler Machado de Assis: “Nada vai se comparar a isso”

“Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas”, assim começa o livro Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, que encantou a influencer de literatura do TikTok, Courtney Henning. Ela viralizou ao começar um projeto de ler um livro de cada país do mundo em ordem alfabética. O Reading Around the World colocou a tiktoker em contato com Brás Cubas, que Courtney adorou, o que a levou a gravar um vídeo de elogios e a publicar na rede.

O conteúdo viralizou na plataforma e colocou a tradução para o inglês da obra brasileira em segundo lugar na lista dos mais vendidos da Amazon, na categoria de ficção latino‑americana e caribenha.

Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/diversao-earte/2024/05/6862350-influencer-convence-o-mundo-a-ler-machadode-assis-nada-vai-se-comparar-a-isso.html. Acesso em: 25 jun. 2024. [Fragmento]
Releia este trecho:

“O Reading Around the World colocou a tiktoker em contato com Brás Cubas, que Courtney adorou, o que a levou a gravar um vídeo de elogios e a publicar na rede.”

Quanto à colocação do pronome destacado no trecho, é correto afirmar:
Alternativas
Q3327431 Português

O texto abaixo, da escritora Martha Medeiros, serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a elas.


Na terra do “Se”


Se quem luta por um mundo melhor soubesse que toda revolução começa por revolucionar antes a si próprio.

Se aqueles que vivem intoxicando sua família e seus amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças, reconhecendo que são responsáveis por tudo o que lhes acontece.

Se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos defendêssemos contra quem nos faz mal.

Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, enaltecendo apenas o amor e a paz, sem se envolver com as escolhas particulares de devotos.

Se a gente percebesse que tudo o que é feito em nome do amor (e isso não inclui o ciúme e a posse) tem 100% de chance de gerar boas reações e resultados positivos.

Se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar opiniões contrárias às suas sem precisar agredir e despejar sua raiva.

Se fôssemos mais divertidos para nos vestir e mobiliar nossa casa, e menos reféns de convencionalismo.

Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la.

Se todos lessem bons livros.

Se as pessoas soubessem que quase sempre vale mais a pena gastar dinheiro com coisas que não vão para dentro dos armários, como viagens, filmes e festas para celebrar a vida.

Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar.

Se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.

Se percebêssemos a diferença entre ter uma vida sensacional e uma vida sensacionalista.

Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa do que uma instituição: é a instituição que deve servir a ela, e não o contrário.

Se quem não tem bom humor reconhecesse sua falta e fizesse dessa busca a mais importante da sua vida.

Se as pessoas não se manifestassem agressivamente contra tudo só para tentar provar que são inteligentes.

Se fôssemos mais feras em tudo e menos preguiçosos. 

Se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para não emburrecer.

Se.


https://mpenhahist.blogspot.com/p/textos-interessantes.html/texto levemente modificado por Márcia Rebêlo e capturado em 25/04/2024 

Marque a assertiva correta em relação ao uso da colocação pronominal presente no seguinte trecho: “Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la”. 
Alternativas
Q3323662 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Doping corporativo': a venda ilegal de remédio para TDAH que invadiu a Faria Lima


Marta lutava contra o cansaço no dia a dia. Sem foco para enfrentar atividades do trabalho, numa grande empresa em São Paulo, e ganhando peso, ela achou uma boa ideia quando recomendaram um endocrinologista famoso que poderia ajudá-la.

"A consulta custou R$1.200 e durou apenas 5 minutos. Eu e meu marido saímos com a mesma receita: Ozempic para emagrecer e Venvanse para ter foco — uma combinação que ele aparentemente prescreve para todos."

Ela conta que tentou argumentar se aquele caminho, medicamentoso, seria o único possível para resolver suas queixas. Mas acabou seguindo a receita.

"A experiência com o Venvanse foi a mais impactante. De amor e ódio, eu diria. No primeiro dia, senti um hiperfoco e bem-estar incríveis, fui mais produtiva e motivada, mas sabia que isso era efeito do remédio."

Os comprimidos, prescritos para TDAH e compulsão alimentar, aumentam a liberação dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina nas sinapses, que são as conexões entre os neurônios.

Essas substâncias, deficientes em quem tem os quadros citados, são cruciais para a regulação do humor, atenção e comportamento impulsivo.

"Mas em organismos onde os níveis já são adequados, o aumento pode causar efeitos indesejáveis, como insônia, ansiedade, irritabilidade, impaciência e até agressividade. Casos mais graves incluem convulsões e problemas cardiovasculares", diz Marcos Gebara, psiquiatra e professor convidado do curso de Pós-Graduação de Psiquiatria da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

"Em pessoas predispostas a problemas psíquicos, esses efeitos podem piorar significativamente."

Gebara e outros médicos consultados pela reportagem afirmam que o uso dos comprimidos por pessoas sem diagnósticos que o justifique tem sido cada vez mais comum, e que muitos usuários não sabem ou ignoram que o Venvanse contém anfetamina, uma substância que pode causar dependência.

"O uso requer um acompanhamento médico, sempre. A dependência é um risco, especialmente se a pessoa aumentar as doses sem indicação."

Com medo justamente de que pudesse ficar dependente da 'sensação de superpoder', Marta expressou suas preocupações, mas o médico insistiu que o uso era seguro.

"Foi aí que busquei outro profissional, que me ajudou a parar com o remédio, entendendo minha preocupação com os efeitos a longo prazo. Foi difícil aceitar a vida sem Venvanse. Me senti deprimida por algumas semanas."

Amanda também teve acesso ao remédio por prescrição médica e sem ter nenhum dos diagnósticos para os quais a droga é indicada.

Foi ela que, se sentindo esgotada e incapaz de dar conta dos dois empregos que levava, pediu a uma nutróloga que receitasse Venvanse. Ela conta que a médica pediu exames, e com os resultados em dia, forneceu a receita.

"Eu usava os comprimidos esporadicamente, apenas nos dias em que precisava de um desempenho melhor no trabalho. Percebi que me dava um foco e energia extras, mas no dia seguinte estava extremamente cansada e precisava dormir mais para compensar."

Depois que as últimas caixas acabaram, Amanda cogitou pular a fase da consulta médica e comprar os comprimidos direto no mercado ilegal.

"Tinha colegas que me indicaram os caminhos: por grupos nas redes sociais e até com esquemas diretamente com farmácias de rua", conta.

Mas por fim, assim como Marta, ela também relata ter parado de usar o remédio por medo de uma dependência da qual não conseguisse mais voltar atrás.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9786n92z37ofragmentoadapt ado
A próclise refere-se à colocação do pronome antes do verbo. Nas frases abaixo, retiradas do texto, o emprego da próclise NÃO está de acordo com a norma-padrão. Identifique-a:
Alternativas
Q3323488 Português

Leia o texto I para responder à questão.



Q1_10.png (632×516)

Q1_10_.png (628×336)

Q1_10__.png (613×408)

Acerca dos pronomes relativos na notícia, julgue como verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:

I - A frase "O Novo Ensino Médio (NEM), cujas regras começaram a ser aplicadas em 2022, pode ser substituído por outro modelo." permaneceria correta se, após o pronome relativo "cujas", fosse introduzido o artigo definido "as".
II - Na frase "Segundo o Ministério da Educação, muitos dos elementos da Lei 13.415, de 2017, que instituiu o NEM, não encontraram apoio de educadores e estudantes.", o pronome relativo "que" tem como antecedente "NEM".
III - Na frase "Também altera os chamados ‘itinerários formativos’, que permitem ao estudante completar a grade curricular com áreas do conhecimento de seu interesse.", o pronome relativo "que" pode ser substituído por "os quais" sem que isso implique desvio da norma culta. 

A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é: 
Alternativas
Q3322399 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


    Voltou muito cansado. Os campos o levaram para longe. O caroço de tucumã o levara também, aquele caroço que soubera escolher entre muitos no tanque embaixo do chalé. Quando voltou já era bem tarde. A tarde sem chuva em Cachoeira lhe dá um desejo de se embrulhar na rede e ficar sossegado como quem está feliz por esperar a morte. Os campos não voltaram com ele, nem as nuvens nem os passarinhos e os desejos de Alfredo caíram pelo campo como borboletas mortas. Mais para longe já eram os campos queimados, a terra preta do fogo e os gaviões caçavam no ar os passarinhos tontos. E a tarde parecia inocente, diluída num sossego humilde e descia sobre os campos queimados como se os consolasse. Voltava donde começavam os campos escuros. Indagava por que os campos de Cachoeira não eram campos cheios de flores, como aqueles campos de uma fotografia de revista que seu pai guardava. Ouvira Major Alberto dizer à D. Amélia: campos da Holanda. Chama-se a isso prados.


    Alfredo estava cansado, mais cansado ainda talvez porque perdera o caroço de tucumã no princípio dos campos queimados. O caroço saltara da mão e se escondeu num buraco de terra. Então não podia compreender, nem mesmo fazia grande esforço para isso, porque era que voltava mais fatigado, como que trazendo nos ombros a própria noite para o chalé.


(JURANDIR, Dalcídio. Chove nos Campos de Cachoeira. Ciclo do Extremo-Norte, Romance I. 8 ed. Bragança: Pará.grafo Editora, 2019, p. 23)

Qual a função morfossintática do vocábulo destacado no excerto: “Os campos o levaram para longe”?
Alternativas
Q3321176 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I


Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano


Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.

O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.

Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.

Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.

Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.

Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.

Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.

Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.

Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.


Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, 8 abr. 2024. Metrópole, p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações. 
Releia o fragmento extraído do Texto I e analise as assertivas apresentadas em sequência.

Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano

Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina
Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria”.

I- Os termos “mulheres” e “médicas” constituem uma cadeia coesiva em torno do tema central do texto.
II- A repetição do termo “elas”, mencionado no fragmento duas vezes, é um recurso linguístico inadequado, haja vista que provoca repetição desnecessária.
III- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada pronominal importante na recuperação de termos já mencionados.
IV- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada por hipônimo, ou seja, de um termo geral para um específico, recurso que colabora para a interligação das partes do texto.
V- No fragmento “Na cidade de São Paulo, já são maioria”, há uma elipse do referente, recurso coesivo também importante na construção textual.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3320981 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto 1


O menino e o homem  


    Quando chovia, no meu tempo de menino, a casa virava um festival de goteiras. Eram pingos do teto ensopando o soalho de todas as salas e quartos. Seguia-se um corre-corre dos diabos, todo mundo levando e trazendo baldes, bacias, panelas, penicos e o que mais houvesse para aparar a água que caia e para que os vazamentos não se transformassem numa inundação. [...]  

    Naquele dia, assim que a chuva passou, fui como sempre brincar no quintal. Descalço, pouco me incomodando com a lama em que meus pés se afundavam, gostava de abrir regos para que as poças d'água, como pequeninos lagos, escorressem pelo declive do terreiro, formando o que para mim era um caudaloso rio. E me distraia fazendo descer por ele barquinhos de papel, que eram grandes caravelas de piratas. Desta vez, o que me distraiu a atenção foi uma fila de formigas a caminho do formigueiro, 14 perto do bambuzal, e que o rio aberto por mim havia interrompido. As formiguinhas iam até a margem e, atarantadas, ficavam por ali procurando um jeito de atravessar. Encostavam a cabeça umas nas outras, trocando ideias, iam e vinham, sem saber o que fazer. Algumas acabavam tão desorientadas com o imprevisto obstáculo à sua frente que recuavam caminho, atropelando as que vinham atrás e estabelecendo na fila a maior confusão.  

    Do outro lado, entre as que já haviam passado, reinava também certa confusão. Enquanto as que iam mais a frente prosseguiam a caminhada até o formigueiro, sem perceber o que acontecia a retaguarda, as ainda próximas do rio ficavam indecisas, indo e vindo por ali, junto à margem, pintando uma forma qualquer de ajudar as outras a atravessar.  

    Resolvi colaborar, apelando para os meus conhecimentos de engenharia. Em poucos instantes construí uma ponte com um pedaço de bambu aberto ao meio, e procurei orientar para ela, com um pauzinho, a fila de formigas. Estava empenhado nisso, quando senti que havia alguém em pé atras de mim. Uma voz de homem, que soou familiar aos meus ouvidos, perguntou: 

    — Que é que você está fazendo?

    Sem me voltar, tão entretido estava com as formigas, expliquei o que se passava. Logo consegui restabelecer o tráfego delas, recompondo a fila através da ponte. O homem se agachou a meu lado, dizendo que várias formigas seguiam por um caminho, uma na frente de duas, uma atrás de duas, uma no meio de duas. E perguntou: 

    — Quantas formigas eram?

    Pensei um pouco, fazendo cálculos. Naquele tempo eu achava que era bom em aritmética: uma na frente de duas faziam três; uma atrás de duas eram mais três; uma no meio de duas, mais três. 

    — Nove! - exclamei, triunfante.

    Ele começou a rir e sacudiu a cabeça, dizendo que não: eram apenas três, pois formiga só anda em fila, uma atrás da outra.

    Então perguntei a ele o que é que cai em pé e corre deitado. 

    —Cobra? — ele arriscou, enrugando a testa, intrigado.

    Foi a minha vez de achar graça:

    — Que cobra que nada! É a chuva — e comecei a rir também. 

    — Você sabe o que é que caindo no chão não quebra e caindo n'água quebra?

    —Sei: papel. 

    Gostei daquele homem: ele sabia uma porção de coisas que eu também sabia. Ficamos conversando um tempão, sentados na beirada da caixa de areia, como dois amigos, embora ele fosse cinquenta anos mais velho do que eu, segundo me disse. Não parecia. Eu também lhe contei uma porção de coisas. [...] 

    — Fernando! — berrou o papagaio, imitando mamãe: — Vem pra dentro, menino! Olha o sereno! [...]

    O homem disse que tinha de ir embora — antes queria me ensinar uma coisa muito importante:

    — Você quer conhecer o segredo de ser um menino feliz para o resto da sua vida? 

    — Quero - respondi.

    O segredo se resumia em três palavras, que ele pronunciou com intensidade, mãos nos meus ombros e olhos nos meus olhos:

    — Pense nos outros. 

    Na hora achei esse segredo meio sem graça. Só bem mais tarde vim a entender o conselho que tantas vezes na vida deixei de cumprir. Mas que sempre deu certo quando me lembrei de segui-lo, fazendo-me feliz como um menino. 

    O homem se curvou para me beijar na testa, se despedindo:

    — Quem é você? — perguntei ainda.

    Ele se limitou a sorrir, depois disse adeus com um aceno e foi-se embora para sempre. 


SABINO, Fernando. O menino e o homem. Disponível em: https://ima-rs.com.br/wp-content/uploads/2018/11/70.-ano-O-Menino-no-Espelho-Fernando-Sabino.pdf. Acesso em: 22 mar. 2024, com adaptações. 
Observe os termos em destaque no fragmento: “Gostei daquele homem: ele sabia uma porção de coisas que eu também sabia”. Esta CORRETA a seguinte avaliação: 
Alternativas
Q3320740 Português
O elemento em destaque é um pronome indefinido apenas em:
Alternativas
Q3320697 Português
Por que algumas pessoas sentem cheiro de barata?


Peraí, barata tem cheiro? Pois é, um dos insetos que mais causa medo e nojo nas pessoas possui um cheiro bem peculiar. O lance, na verdade, é que nem todo mundo consegue senti-lo. Essa "habilidade" que somente algumas pessoas possuem está gravada no DNA e se deve a uma combinação de fatores.

Uma das formas de comunicação das baratas é o cheiro. Os feromônios produzidos por elas (chamados também de hidrocarbonetos cuticulares) possuem uma substância química chamada trimetilamina (TMA). Essa molécula libera um odor que só pode ser sentido por quem tem um gene específico que codifica o quimioreceptor da trimetilamina.

Não é todo mundo, porém, que apresenta esse gene ativo. Algumas pessoas têm uma mutação nessa região do genoma, fazendo com que elas não sintam o cheiro da TMA (e, consequentemente, o das baratas).

Como é o cheiro da barata?

Segundo relatos (inclusive, o do próprio autor deste texto), o cheiro parece algo mofado ou oleoso, mas não necessariamente (é meio difícil descrever, rs). Esse "perfume" pode variar dependendo de alguns fatores do ambiente: o quão limpo ele é, os alimentos com que a barata entra em contato por ali etc. Além disso, baratas de espécies diferentes têm cheiros diferentes também.

E elas não são as únicas. As formigas também têm cheiros diferentes que nem todo mundo consegue sentir. Algumas espécies (como a Lasius interjectus ) têm cheiro de citronela, enquanto outras, como as do gênero Odontomachus , cheiram a chocolate.

Nem todas possuem o cheiro forte o suficiente para que a gente consiga sentir. Às vezes, só conseguimos percebê-lo quando há uma grande colônia de formigas ou quando o pobre animal é esmagado (liberando seu odor).

Essa diferença na percepção de cheiros não se restringe somente às baratas ou formigas. Uma pesquisa publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) em 2019 revelou que pessoas não sentem os cheiros da mesma forma. Nós temos mais de 400 receptores olfativos diferentes − porém, devido às variações genéticas de cada indivíduo, uns são mais sensíveis para determinados odores do que outros.


Retirado e adaptado de: PEREIRA, Caio César. Por que algumas
pessoas sentem cheiro de barata? Superinteressante.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-algumaspessoas-sentem-cheiro-de-barata/ Acesso em: 22 fev., 2024.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona palavras retiradas do texto (em destaque) à sua respectiva classe gramatica.
Primeira coluna: classe gramatical
(1) Advérbio. (2) Substantivo. (3) Conjunção. (4) Pronome. (5) Verbo.

Segunda coluna: palavras do texto (analisar a palavra em negrito)

(__) Barata tem cheiro?
(__) E elas não são as únicas.
(__) Pessoas não sentem os cheiros da mesma forma.
(__) Uma das formas de comunicação das baratas é o cheiro.
(__) Não é todo mundo, porém , que apresenta esse gene ativo.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Respostas
2661: A
2662: D
2663: E
2664: B
2665: A
2666: B
2667: A
2668: D
2669: D
2670: C
2671: D
2672: A
2673: B
2674: D
2675: C
2676: D
2677: E
2678: C
2679: D
2680: C