Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 127.923 questões

Q3968453 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



 

Qual é a principal mensagem transmitida pela autora por meio do exemplo do violinista Joshua Bell na estação de metrô?
Alternativas
Q3968452 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



 

Qual é o propósito do experimento social realizado pelo jornal Washington Post?
Alternativas
Q3968451 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



 

Relativamente às ideias do texto, analise as assertivas.

I. A autora destaca como, muitas vezes, o que é verdadeiramente valioso pode ser ignorado ou subestimado quando não há entendimento ou contexto adequado.
II. O texto critica a tendência da sociedade em seguir o que é popular e amplamente divulgado, em detrimento do que é genuinamente competente e excepcional.
III. A autora reflete sobre a incapacidade das pessoas em reconhecer a beleza e o valor de algo sem uma compreensão prévia ou sem a influência da mídia e da opinião pública.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3967855 Português
Selecione a alternativa incorreta de acordo com o trecho. 
Alternativas
Q3967853 Português
Observe a tirinha abaixo e responda à questão.

Disponível em: https://br.ifunny.co/picture/pague-50-flexoesflexoes-verbais-venho-vens-vindes-viestevenhais-wrlhfs8i8 Acesso em jan, 2024. 
Selecione a alternativa que explica o humor da tirinha. 
Alternativas
Q3967852 Português
Leia o trecho abaixo e responda à questão. 

Toda mensagem que produzimos tem um objetivo principal: expressar emoções, convencer alguém, transmitir informações, entre outros. As funções da linguagem representam as diferentes formas de uso da linguagem para alcançar esses objetivos. De acordo com Roman Jakobson, existem seis funções da linguagem. Elas mostram onde está o foco de cada texto com base nos elementos da comunicação. É comum haver mais de uma função da linguagem nos textos, mas é importante identificar a que predomina. Quando conseguimos fazer isso, nos tornamos leitores mais competentes.

Disponível em:https://www.normaculta.com.br/funcoes-dalinguagem/#:~:text=De%20acordo%20com%20Roman%20Jakobson,base%20nos%20elementos%20da%20comunica%C3%A7%C3% A3o. Acesso em jan, 2024.
É possível identificar a predominância da função referencial da linguagem em: 
Alternativas
Q3967851 Português
Leia o trecho abaixo e responda à questão. 

Toda mensagem que produzimos tem um objetivo principal: expressar emoções, convencer alguém, transmitir informações, entre outros. As funções da linguagem representam as diferentes formas de uso da linguagem para alcançar esses objetivos. De acordo com Roman Jakobson, existem seis funções da linguagem. Elas mostram onde está o foco de cada texto com base nos elementos da comunicação. É comum haver mais de uma função da linguagem nos textos, mas é importante identificar a que predomina. Quando conseguimos fazer isso, nos tornamos leitores mais competentes.

Disponível em:https://www.normaculta.com.br/funcoes-dalinguagem/#:~:text=De%20acordo%20com%20Roman%20Jakobson,base%20nos%20elementos%20da%20comunica%C3%A7%C3% A3o. Acesso em jan, 2024.
Qual função da linguagem, entre as seis estabelecidas por Jakobson, centra-se na mensagem?
Alternativas
Q3967803 Português
Considere o texto a seguir:

A presença da mineradora, associada à importância do volume financeiro mobilizado por ela, cria uma situação de centralidade que acaba por impulsionar as políticas públicas - não divergentes aos interesses do capital - e a formação ou consolidação de fortes movimentos sociais combativos. Esta centralidade propicia aos movimentos sociais nas regiões de mineração outra visibilidade, adquirindo uma nova importância regional, que lhes permite propagar as suas insatisfações, tecer redes de alianças em múltiplas escalas, fortalecer a luta, acessar mais facilmente o Estado e assim alcançar expressivas conquistas (Coelho, 2007).

(WANDERLEY, Luiz Jardim. “Movimentos sociais em área de mineração na Amazônia Brasileira”. E-cadernos CES [En línea], 17 | 2012. Disponível em: http://journals.openedition.org

De acordo com o texto,
Alternativas
Q3967792 Português
Atenção: Leia o texto “Insolubilia”, de Eduardo Giannetti, para responder à questão.


   É difícil encontrar o que se busca quando não se sabe ao certo o que se procura. No que poderia consistir uma solução para o enigma da existência que fizesse sentido em termos humanos? Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra, de uma narrativa ou mesmo de uma vida individual: a semântica do termo; o enredo da trama e a “moral da história’’; os valores norteadores e o propósito daquela vida no contexto particular em que ela transcorre. E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? O nó da questão não é apenas a dificuldade de formular uma conjectura minimamente plausível, mas reside na impossibilidade mesmo de sequer conceber o que possa vir a ser uma resposta adequada: pois, não importa qual seja a conjectura oferecida, ela implicará nova e justificada demanda explicativa, ou seja, um renovado - e possivelmente agravado - senso de mistério.

   Suponha, por exemplo, que gerações futuras cheguem a descobrir de algum modo o que nos aconteceu e o que tudo, afinal, significa: somos um experimento científico abandonado pelos deuses nos confins do “multiverso”; ou o sonho que alguém de outro mundo está sonhando; ou uma pantomima farsesca para a gratificação de um espírito maligno; ou a via crucis probatória da salvação ou danação eterna das almas na eternidade - suponha, em suma, o que for o caso. A revelação do Grande Segredo, é de supor, teria um extraordinário efeito e nos forçaria a repensar em profundidade boa parte do que imaginávamos saber sobre nós mesmos. Ao mesmo tempo, porém, a descoberta de que “pertencemos a algo maior” ou, então, de que “o verdadeiro Deus é o Acaso", descortinaria uma dimensão adicional da nossa ignorância e tornar-se-ia ela própria o Grande Mistério a ser decifrado. O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição e o nosso “Ah! então era isso!" serviria apenas como preâmbulo de um potencializado “Mas, então, por que tudo isso?!”. A ignorância infinita desconcerta o saber finito. Seja com o “a” minúsculo das metafísicas seculares ou o “A” maiusculo das religiões, sempre haverá um além.


(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016)
O termo sublinhado no primeiro parágrafo do texto refere-se a
Alternativas
Q3967789 Português
Atenção: Leia o texto “Insolubilia”, de Eduardo Giannetti, para responder à questão.


   É difícil encontrar o que se busca quando não se sabe ao certo o que se procura. No que poderia consistir uma solução para o enigma da existência que fizesse sentido em termos humanos? Sabemos o que procuramos quando indagamos do sentido de uma palavra, de uma narrativa ou mesmo de uma vida individual: a semântica do termo; o enredo da trama e a “moral da história’’; os valores norteadores e o propósito daquela vida no contexto particular em que ela transcorre. E quando se trata, contudo, da totalidade da vida ou do ser? O nó da questão não é apenas a dificuldade de formular uma conjectura minimamente plausível, mas reside na impossibilidade mesmo de sequer conceber o que possa vir a ser uma resposta adequada: pois, não importa qual seja a conjectura oferecida, ela implicará nova e justificada demanda explicativa, ou seja, um renovado - e possivelmente agravado - senso de mistério.

   Suponha, por exemplo, que gerações futuras cheguem a descobrir de algum modo o que nos aconteceu e o que tudo, afinal, significa: somos um experimento científico abandonado pelos deuses nos confins do “multiverso”; ou o sonho que alguém de outro mundo está sonhando; ou uma pantomima farsesca para a gratificação de um espírito maligno; ou a via crucis probatória da salvação ou danação eterna das almas na eternidade - suponha, em suma, o que for o caso. A revelação do Grande Segredo, é de supor, teria um extraordinário efeito e nos forçaria a repensar em profundidade boa parte do que imaginávamos saber sobre nós mesmos. Ao mesmo tempo, porém, a descoberta de que “pertencemos a algo maior” ou, então, de que “o verdadeiro Deus é o Acaso", descortinaria uma dimensão adicional da nossa ignorância e tornar-se-ia ela própria o Grande Mistério a ser decifrado. O hieróglifo da existência ganharia uma nova feição e o nosso “Ah! então era isso!" serviria apenas como preâmbulo de um potencializado “Mas, então, por que tudo isso?!”. A ignorância infinita desconcerta o saber finito. Seja com o “a” minúsculo das metafísicas seculares ou o “A” maiusculo das religiões, sempre haverá um além.


(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016)
O autor lança mão da figura de linguagem denominada antítese no seguinte trecho: 
Alternativas
Q3967730 Português

Para responder à questão, considere o conjunto de textos da prova. 

No trabalho em sala de aula com textos predominantemente orais, é correto afirmar que 

Alternativas
Q3967729 Português

Para responder à questão, considere o conjunto de textos da prova. 

Para a compreensão de textos orais, deve-se observar 

Alternativas
Q3967727 Português

Responda à questão, considerando o EXCERTO 3 e o POEMA.



EXCERTO 3



O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.



POEMA



O Poeta da Roça



Sou fio das mata, cantô da mão grosa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio


Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito



Patativa do Assaré



Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MjE1Mjg5Mw/. Acesso em: 10 set. 2024. 

Comparando-se o EXCERTO 3 e o POEMA, é correto afirmar que 

Alternativas
Q3967726 Português

Responda à questão, considerando o EXCERTO 3 e o POEMA.



EXCERTO 3



O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.



POEMA



O Poeta da Roça



Sou fio das mata, cantô da mão grosa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio


Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito



Patativa do Assaré



Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MjE1Mjg5Mw/. Acesso em: 10 set. 2024. 

Em relação ao EXCERTO 3 e ao POEMA, avalie as afirmativas a seguir.  



I Os dois textos podem ensejar uma reflexão sobre as práticas da oralidade na escola, considerando-se a especificidade de suas configurações e seus propósitos comunicativos.


II O excerto tem como objetivo orientar o trabalho com diferentes práticas de oralidade, elencando diferentes gêneros discursivos que já circulam há algum tempo na escola.


III O poema deve ser objeto de leitura e discussão sobre a oralidade, a tradição literária e a diversidade linguística marcada na oralidade explícita.


IV Os dois textos pertencem à esfera escolar e provocam o professor a levá-los para a discussão na sala de aula. 



Das afirmações, estão corretas

Alternativas
Q3967725 Português

Responda à questão, considerando o EXCERTO 3 e o POEMA.



EXCERTO 3



O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.



POEMA



O Poeta da Roça



Sou fio das mata, cantô da mão grosa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio


Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito



Patativa do Assaré



Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MjE1Mjg5Mw/. Acesso em: 10 set. 2024. 

Da leitura do poema de Patativa do Assaré, conclui-se que  

Alternativas
Q3967724 Português

Responda à questão, considerando o EXCERTO 3 e o POEMA.



EXCERTO 3



O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.



POEMA



O Poeta da Roça



Sou fio das mata, cantô da mão grosa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio


Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito



Patativa do Assaré



Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MjE1Mjg5Mw/. Acesso em: 10 set. 2024. 

Considere o fragmento a seguir.



Não tenho sabença, pois nunca estudei


Apenas eu seio o meu nome assiná


Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre


E o fio do pobre não pode estudá



Dos versos, infere-se que

Alternativas
Q3967723 Português

Responda à questão, considerando o EXCERTO 3 e o POEMA.



EXCERTO 3



O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.



POEMA



O Poeta da Roça



Sou fio das mata, cantô da mão grosa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio


Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito



Patativa do Assaré



Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MjE1Mjg5Mw/. Acesso em: 10 set. 2024. 

Da leitura do poema de Patativa do Assaré, é correto afirmar que  

Alternativas
Q3967722 Português

Responda à questão, considerando o EXCERTO 3 e o POEMA.



EXCERTO 3



O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.



POEMA



O Poeta da Roça



Sou fio das mata, cantô da mão grosa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio


Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito



Patativa do Assaré



Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MjE1Mjg5Mw/. Acesso em: 10 set. 2024. 

Da análise do EXCERTO 3, deve se concluir que  

Alternativas
Q3967721 Português

Responda à questão, considerando o EXCERTO 3 e o POEMA.



EXCERTO 3



O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.



POEMA



O Poeta da Roça



Sou fio das mata, cantô da mão grosa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio


Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito



Patativa do Assaré



Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MjE1Mjg5Mw/. Acesso em: 10 set. 2024. 

Sobre o EXCERTO 3, é correto deduzir que  

Alternativas
Q3967720 Português

Responda à questão, considerando o EXCERTO 3 e o POEMA.



EXCERTO 3



O Eixo da Oralidade compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face, como aula dialogada, webconferência, mensagem gravada, spot de campanha, jingle, seminário, debate, programa de rádio, entrevista, declamação de poemas (com ou sem efeitos sonoros), peça teatral, apresentação de cantigas e canções, playlist comentada de músicas, vlog de game, contação de histórias, diferentes tipos de podcasts e vídeos, dentre outras. Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.



Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf. Acesso em: 10 set. 2024.



POEMA



O Poeta da Roça



Sou fio das mata, cantô da mão grosa

Trabaio na roça, de inverno e de estio

A minha chupana é tapada de barro

Só fumo cigarro de paia de mio


Sou poeta das brenha, não faço o papé

De argum menestrê, ou errante cantô

Que veve vagando, com sua viola

Cantando, pachola, à percura de amô


Não tenho sabença, pois nunca estudei

Apenas eu seio o meu nome assiná

Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre

E o fio do pobre não pode estudá


Meu verso rastero, singelo e sem graça

Meu verso só entra no campo da roça e dos eito

E às vezes, recordando feliz mocidade

Canto uma sodade que mora em meu peito



Patativa do Assaré



Disponível em: https://www.pensador.com/frase/MjE1Mjg5Mw/. Acesso em: 10 set. 2024. 

Da leitura do EXCERTO 3, infere-se que

Alternativas
Respostas
19861: D
19862: C
19863: C
19864: C
19865: B
19866: C
19867: B
19868: C
19869: E
19870: C
19871: A
19872: B
19873: B
19874: A
19875: C
19876: D
19877: B
19878: B
19879: D
19880: C