Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3429710 Português

Leia a charge a seguir. 



Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: < https://app.estuda.com/questoes/?id=9517222>. Acesso em: 03 fev. 2025.



Nessa charge, a ideia de que o menino está com fome é reforçada com o emprego da palavra 

Alternativas
Q3429705 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?


Marcelo Duarte


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).

Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.

O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.

Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.

A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.



Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.

O segundo parágrafo do texto tem como objetivo principal
Alternativas
Q3429702 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1



Nessa tirinha, ocorre sentido conotativo no emprego das palavras 
Alternativas
Q3429701 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1



Associando a linguagem verbal e a linguagem não verbal, essa tirinha sugere uma

Alternativas
Q3429522 Português
Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Goiás passou a ser o estado brasileiro com maior número de indígenas residindo em zona urbana. Ainda segundo o IBGE, em Goiás, 95,52% indígenas, precisamente, residem em núcleos urbanos. Por qual motivo esse dado também indica um movimento de migração dos indígenas?
Alternativas
Q3429521 Português

Leia o texto a seguir.


A irregularidade das chuvas poderá afetar o desenvolvimento das culturas de verão, especialmente em estágios críticos que exijam maior disponibilidade de águas. É recomendado planejamento do uso das águas adequado para reduzir os impactos sobre safras importantes no estado.



Disponível em: < https://www.ueg.br/palmeiras/noticia/68448_informacoes_climaticas_para_o_v erao_de_2025_para_o_estado_de_goias#:~:text=O%20ver%C3%A3o%20de% 202025%20em,monitoramento%20cont%C3%ADnuo%20das%20condi%C3% A7%C3%B5es%20clim%C3%A1ticas.>. Acesso em: 12 jan. 2025. [Adaptado]. 



De que forma o planejamento do uso das águas pode reduzir os efeitos da irregularidade das chuvas? 

Alternativas
Q3429520 Português

Observe a tabela a seguir.



Perfil do gênero do pessoal ocupado no agronegócio de Goiás em 2024.



Imagem associada para resolução da questão



INSTITUTO MAURO BORGES. Mercado de Trabalho do Agronegócio: 3º Trimestre de 2024. IMB – Ano 2025, p. 10. [Adaptado].



Sobre o período apresentado, a tabela demonstra qual característica do perfil daqueles que trabalham no agronegócio?

Alternativas
Q3429518 Português

Leia o Texto 5 para responder à questão. 


Texto 5


Somente de janeiro a agosto de 2024, o custo total das queimadas para a economia em Goiás foi de R$ 710 milhões. Cerca de 60% das áreas atingidas são produtivas, valor que corresponde a quase 102 mil hectares. Para a mensuração dos custos diretos, foram realizadas as estimativas diretas da produção agropecuária, bem como os custos intangíveis considerando o valor da terra. Essa abordagem indica que as perdas econômicas causadas pelas queimadas em Goiás podem atingir R$ 1,5 bilhão, caso a extensão das áreas queimadas produtivas e não produtivas de setembro a dezembro seja semelhante à observada em 2023.



Disponível em: <https://goias.gov.br/queimadas-podem-gerar-perda-de-ate-r15-bilhao-para-goias/>. Acesso em: 10 jan. 2024. [Adaptado].

Conforme o texto, as queimadas geram qual efeito na economia goiana? 
Alternativas
Q3429517 Português

Leia o texto a seguir.



Do total de ocupados em Goiás no terceiro trimestre de 2024, 45,49% possuem ensino médio completo ou incompleto. O segundo grupo é formado por indivíduos com ensino superior completo ou incompleto, que correspondem a 28,85% do contingente total. Em sequência, encontram-se os ocupados com ensino fundamental completo ou incompleto, que representam 24,32%. Por fim, os ocupados sem instrução constituem a menor proporção, com apenas 1,35%.



INSTITUTO MAURO BORGES. Boletim do Mercado de Trabalho: 3º Trimestre de 2024. IMB – Ano 2025, p. 16. [Adaptado].



Seguindo a divisão apresentada no texto, o indivíduo que tem menos chance de emprego é aquele com qual nível de instrução?

Alternativas
Q3429505 Português

Leia o Texto 4 para responder à questão.


Texto 4



Disponível em: <https://shre.ink/nfvn>. Acesso em: 06 jan. 2024.

Nesse texto, encontra-se empregada, em sentido figurado, a palavra
Alternativas
Q3429504 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3 


Por que temos espinhas?


Espinha é a manifestação mais comum da acne, [...] que costuma aparecer na adolescência. Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas (responsáveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteção da pele) trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros (pontos na pele por onde o sebo deve sair). Bactérias se aproveitam e células de defesa do organismo são acionadas, gerando uma inflamação com pus — a espinha! Quando ela surge, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista



RECREIO. São Paulo: Perfil. nº 1007, 2022.

Releia este trecho: “Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas [...] trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros”. Nesse contexto, ocorre a palavra “exagerada”, que tem como antônimo a palavra 
Alternativas
Q3429503 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3 


Por que temos espinhas?


Espinha é a manifestação mais comum da acne, [...] que costuma aparecer na adolescência. Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas (responsáveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteção da pele) trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros (pontos na pele por onde o sebo deve sair). Bactérias se aproveitam e células de defesa do organismo são acionadas, gerando uma inflamação com pus — a espinha! Quando ela surge, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista



RECREIO. São Paulo: Perfil. nº 1007, 2022.

No texto, a expressão “nessa fase da vida” refere-se à 
Alternativas
Q3429502 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3 


Por que temos espinhas?


Espinha é a manifestação mais comum da acne, [...] que costuma aparecer na adolescência. Por causa de hormônios que começam a ser produzidos em maior quantidade nessa fase da vida, as glândulas sebáceas (responsáveis por fabricar um tipo de gordura essencial para a proteção da pele) trabalham de forma exagerada, armazenando gordura e entupindo os poros (pontos na pele por onde o sebo deve sair). Bactérias se aproveitam e células de defesa do organismo são acionadas, gerando uma inflamação com pus — a espinha! Quando ela surge, o melhor a fazer é consultar um médico dermatologista



RECREIO. São Paulo: Perfil. nº 1007, 2022.

Esse texto expositivo tem como objetivo principal 
Alternativas
Q3429500 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2

Os bichos também falam?


Yasmin, Gabriela, Ana Sophia e Isabelli


Olá, Ciência Hoje das Crianças! Eu e as minhas colegas de classe escrevemos esta carta, pois achamos muito interessante o artigo “Fofoca dos bichos”, gostamos dele porque descobrimos muitas curiosidades sobre o mundo dos animais. Gostaríamos que publicassem mais matérias sobre os bichos.



Disponível em: <https://chc.org.br/artigo/fala-aqui-341/>. Acesso em: 12 jan.

2024. [Adaptado]. 

Nesse texto, o trecho “achamos muito interessante o artigo ‘Fofoca dos bichos’” apresenta uma
Alternativas
Q3429497 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Disponível em: <https://bit.ly/3CpzbNt>. Acesso em: 09 jan. 2024.

Com base na associação entre a linguagem verbal e a linguagem não verbal, essa charge faz uma crítica à

Alternativas
Q3429304 Português
Texto para a questão

O FUTURO SAQUEADO
(adaptado)
Mario Sergio Cortella

Estamos vivendo um saque antecipado do futuro! Parece alarmista, ou até piegas, mas continuamos eliminando e furtando as condições de existência para as próximas gerações depois da nossa. Essa é uma situação inédita, pois, durante toda a trajetória evolutiva e histórica da espécie, a grande preocupação de qualquer comunidade humana vinha sendo garantir a continuidade e a melhoria das estruturas de manutenção da vida para os descendentes.

A questão central nesse saque não é exclusivamente a degradação do meio-ambiente e dos recursos naturais, dado que, ainda que de forma incipiente, disso estamos cuidando.

O centro da problemática é, isso sim, os adultos admitirmos e promovermos o apodrecimento da esperança nas novas gerações. A elas vimos negando o futuro, e, com facilidade, ouvem de nós aterradores prognósticos ("Não haverá futuro! Não haverá emprego! Não haverá natureza!"). Também desqualificamos o presente e o passado delas ("Isso não é vida; vocês não sabem brincar! Vocês não tiveram infância! Isso que vocês comem é só porcaria! Isso não é música, é barulho!").

A tudo isso damos um ar de fatalidade que indica a crença na impossibilidade de alterar essa rota coletiva; por isso, as novas gerações começam a acreditar no mais ameaçador perigo para a convivência gregária e a solidariedade: o individualismo exacerbado. A regra passa a ser a exaltação descontextualizada do "carpe diem" escrito por Horácio nas suas "Odes"; deixa de ser um "aproveita o dia", entendido pelo poeta latino como sinal de equilíbrio e virtude moderadora, e passa a ser um "curta tudo o que puder, no menor tempo possível, pois só há um horizonte: a vida é breve e sem sentido, e nada mais nos resta a não ser o momento".

Não é à toa que haja um aumento desproporcional de jovens (cada vez com menos idade) que desvalorizam a vida, começando pelo desprezo pela própria integridade física e mental; são vítimas fáceis das drogas fatais e do álcool, que proporcionam felicidade (ou fuga) momentânea. E, sem futuro, o presente fica insuportável; o grande Dostoiévski, autor russo, escreveu em seu livro "O Idiota" que "não foi quando descobriu a América, mas quando estava prestes a descobri-la que Colombo se sentiu feliz".

Vive-se, além de tudo, uma sociedade consumista. Nela, a mínima possibilidade de sentido encontra-se na posse, mesmo que circunstancial, de objetos que são anunciados como sendo os portadores do segredo da felicidade. Crianças bem pequenas perderam a capacidade de brincar sozinhas com um maravilhoso universo imaginativo e abstrato, no qual nada material precisava adentrar; agora, essas crianças têm "necessidades" que nós, adultos, criamos nelas e que são veiculadas por uma mídia que nem sempre se preocupa com o papel formador que desempenha.

FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3011200027.htm 
Na passagem “A questão central nesse saque não é exclusivamente a degradação do meio-ambiente e dos recursos naturais, dado que, ainda que de forma incipiente, disso estamos cuidando”, o termo em destaque poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q3429303 Português
Texto para a questão

O FUTURO SAQUEADO
(adaptado)
Mario Sergio Cortella

Estamos vivendo um saque antecipado do futuro! Parece alarmista, ou até piegas, mas continuamos eliminando e furtando as condições de existência para as próximas gerações depois da nossa. Essa é uma situação inédita, pois, durante toda a trajetória evolutiva e histórica da espécie, a grande preocupação de qualquer comunidade humana vinha sendo garantir a continuidade e a melhoria das estruturas de manutenção da vida para os descendentes.

A questão central nesse saque não é exclusivamente a degradação do meio-ambiente e dos recursos naturais, dado que, ainda que de forma incipiente, disso estamos cuidando.

O centro da problemática é, isso sim, os adultos admitirmos e promovermos o apodrecimento da esperança nas novas gerações. A elas vimos negando o futuro, e, com facilidade, ouvem de nós aterradores prognósticos ("Não haverá futuro! Não haverá emprego! Não haverá natureza!"). Também desqualificamos o presente e o passado delas ("Isso não é vida; vocês não sabem brincar! Vocês não tiveram infância! Isso que vocês comem é só porcaria! Isso não é música, é barulho!").

A tudo isso damos um ar de fatalidade que indica a crença na impossibilidade de alterar essa rota coletiva; por isso, as novas gerações começam a acreditar no mais ameaçador perigo para a convivência gregária e a solidariedade: o individualismo exacerbado. A regra passa a ser a exaltação descontextualizada do "carpe diem" escrito por Horácio nas suas "Odes"; deixa de ser um "aproveita o dia", entendido pelo poeta latino como sinal de equilíbrio e virtude moderadora, e passa a ser um "curta tudo o que puder, no menor tempo possível, pois só há um horizonte: a vida é breve e sem sentido, e nada mais nos resta a não ser o momento".

Não é à toa que haja um aumento desproporcional de jovens (cada vez com menos idade) que desvalorizam a vida, começando pelo desprezo pela própria integridade física e mental; são vítimas fáceis das drogas fatais e do álcool, que proporcionam felicidade (ou fuga) momentânea. E, sem futuro, o presente fica insuportável; o grande Dostoiévski, autor russo, escreveu em seu livro "O Idiota" que "não foi quando descobriu a América, mas quando estava prestes a descobri-la que Colombo se sentiu feliz".

Vive-se, além de tudo, uma sociedade consumista. Nela, a mínima possibilidade de sentido encontra-se na posse, mesmo que circunstancial, de objetos que são anunciados como sendo os portadores do segredo da felicidade. Crianças bem pequenas perderam a capacidade de brincar sozinhas com um maravilhoso universo imaginativo e abstrato, no qual nada material precisava adentrar; agora, essas crianças têm "necessidades" que nós, adultos, criamos nelas e que são veiculadas por uma mídia que nem sempre se preocupa com o papel formador que desempenha.

FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3011200027.htm 
Cortella recorre à expressão latina "carpe diem", originalmente utilizada por Horácio, para exemplificar:
Alternativas
Q3429301 Português
Texto para a questão

O FUTURO SAQUEADO
(adaptado)
Mario Sergio Cortella

Estamos vivendo um saque antecipado do futuro! Parece alarmista, ou até piegas, mas continuamos eliminando e furtando as condições de existência para as próximas gerações depois da nossa. Essa é uma situação inédita, pois, durante toda a trajetória evolutiva e histórica da espécie, a grande preocupação de qualquer comunidade humana vinha sendo garantir a continuidade e a melhoria das estruturas de manutenção da vida para os descendentes.

A questão central nesse saque não é exclusivamente a degradação do meio-ambiente e dos recursos naturais, dado que, ainda que de forma incipiente, disso estamos cuidando.

O centro da problemática é, isso sim, os adultos admitirmos e promovermos o apodrecimento da esperança nas novas gerações. A elas vimos negando o futuro, e, com facilidade, ouvem de nós aterradores prognósticos ("Não haverá futuro! Não haverá emprego! Não haverá natureza!"). Também desqualificamos o presente e o passado delas ("Isso não é vida; vocês não sabem brincar! Vocês não tiveram infância! Isso que vocês comem é só porcaria! Isso não é música, é barulho!").

A tudo isso damos um ar de fatalidade que indica a crença na impossibilidade de alterar essa rota coletiva; por isso, as novas gerações começam a acreditar no mais ameaçador perigo para a convivência gregária e a solidariedade: o individualismo exacerbado. A regra passa a ser a exaltação descontextualizada do "carpe diem" escrito por Horácio nas suas "Odes"; deixa de ser um "aproveita o dia", entendido pelo poeta latino como sinal de equilíbrio e virtude moderadora, e passa a ser um "curta tudo o que puder, no menor tempo possível, pois só há um horizonte: a vida é breve e sem sentido, e nada mais nos resta a não ser o momento".

Não é à toa que haja um aumento desproporcional de jovens (cada vez com menos idade) que desvalorizam a vida, começando pelo desprezo pela própria integridade física e mental; são vítimas fáceis das drogas fatais e do álcool, que proporcionam felicidade (ou fuga) momentânea. E, sem futuro, o presente fica insuportável; o grande Dostoiévski, autor russo, escreveu em seu livro "O Idiota" que "não foi quando descobriu a América, mas quando estava prestes a descobri-la que Colombo se sentiu feliz".

Vive-se, além de tudo, uma sociedade consumista. Nela, a mínima possibilidade de sentido encontra-se na posse, mesmo que circunstancial, de objetos que são anunciados como sendo os portadores do segredo da felicidade. Crianças bem pequenas perderam a capacidade de brincar sozinhas com um maravilhoso universo imaginativo e abstrato, no qual nada material precisava adentrar; agora, essas crianças têm "necessidades" que nós, adultos, criamos nelas e que são veiculadas por uma mídia que nem sempre se preocupa com o papel formador que desempenha.

FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3011200027.htm 
No texto "O futuro saqueado", Mario Sergio Cortella identifica um fenômeno contemporâneo inédito na trajetória da evolução humana. Esse fenômeno caracteriza-se principalmente por:
Alternativas
Q3429175 Português

 Leia o texto a seguir para responder à questão.



Medo e coragem



        Estamos habituados a considerar a coragem a ausência de medo. “Fulano é corajoso, não tem medo de nada!”. Bem, uma pessoa assim pode ser admirável, mas não penso que a palavra “coragem” seja a mais adequada para qualificar um temerário. Sim: aquele que não teme nada é chamado “temerário”. Pode cometer loucuras, colocar-se em grandes riscos, não porque saiba enfrentar seus medos, e sim porque os ignora.


        Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos – e também uma boa dose de generosidade – nesses que pulam no abismo para tentar salvar alguém que está caindo. Morrerá, certamente, junto com aquele que tentou resgatar. Se o temerário não pode ser confundido com o corajoso, várias vezes age por impulsos cegos de generosidade.


        Mas a coragem, a meu ver, exige uma volta a mais no parafuso da impetuosidade. Não se trata de ignorar o perigo, e sim de enfrentá-lo. Enfrentar perigos com cuidado, com astúcia, lançando mão de todos os recursos possíveis diante de uma situação ameaçadora – a isso quero chamar de coragem.


 (Maria Rita Kehl, “Medo e coragem”, Revista E. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/sobreacoragem/. Adaptado)

Considere o seguinte trecho do 2° parágrafo:



•  “Não devemos, por isso, desqualificar a impetuosidade  dessas pessoas. Há muita pulsão de vida, muita vontade de não ficar à margem dos acontecimentos…”



Mantendo o sentido original e a correção gramatical, esse trecho pode ser reescrito como:

Alternativas
Q3429170 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.




(Caetano Cury, Téo & o mini mundo: o lugar do outro)


Assinale a alternativa que apresenta informação correta a respeito da tira.
Alternativas
Respostas
19861: C
19862: B
19863: C
19864: A
19865: C
19866: B
19867: B
19868: B
19869: D
19870: A
19871: A
19872: D
19873: C
19874: A
19875: D
19876: A
19877: C
19878: C
19879: A
19880: B