Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 130.542 questões
Coluna 1:
1. vínculos (1º parágrafo).
2. montante (2º parágrafo)
3. saldo (2º parágrafo).
Coluna 2:
( ) Valor global, quantia agregada ou soma numérica resultante de uma contagem
( ) Relações formais de emprego, contratos ativos de trabalho ou ligações jurídicas de emprego.
( ) Diferença matemática líquida obtida entre as admissões e os desligamentos no período avaliado.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

I. Substituição de “ainda” por “bem” em “essa compreensão é ainda mais complexa do que se imaginava”.
II. Substituição de “por vontade própria” por “espontaneamente” em “foram treinados para conseguir permanecer, por vontade própria e sem estarem presos”.
III. Substituição de “como” por “outrossim” em “outros fatores que poderiam indicar a emoção de uma pessoa, como movimentos corporais, voz e contexto”.
Quais estão corretas?


“Dessa forma, os animais também não tinham acesso a outros fatores que poderiam indicar a emoção de uma pessoa, como movimentos corporais, voz e contexto”.

“A ideia era analisar o cérebro dos cachorros enquanto eles entravam em contato com diferentes expressões humanas. Isso pode até parecer algo simples, mas demandou uma logística complexa da equipe de pesquisadores”.
I. O referente do pronome “isso” é “expressões humanas”.
II. O pronome pessoal “eles” substitui o substantivo “cachorros”.
III. A conjunção “mas” introduz uma ideia que se opõe à expressão “algo simples”.
Quais estão corretas?

I. A imagem pode ser interpretada como uma representação dos experimentos realizados pela pesquisa abordada pelo texto.
POIS
II. Na imagem, pode-se inferir que o cão tenta chamar a atenção de seu dono por compreender, a partir de sua postura corporal contraída, que o dono está sofrendo muito.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

I. Ao longo de todo o experimento, expressões neutras foram empregadas como distratores para os cães.
II. Os resultados da pesquisa não são baseados somente na observação da reação física dos cães às emoções dos humanos.
III. O estudo apresentado pelo texto não esgotou todas as variáveis que podem ser analisadas em relação ao assunto.
Quais estão corretas?
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Autor: Fernando Pessoa.
A partir da perspectiva construída pelo eu lírico a respeito do seu próprio percurso vital, do tédio e da dor existencial, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:
( ) A voz poética demonstra indiferença e desprezo em relação ao sofrimento humano, observando os dilemas da vida com distanciamento crítico e neutro.
( ) A última estrofe encerra o poema com uma mensagem de otimismo, sugerindo que a superação da dor pessoal ocorrerá com a mudança do clima.
( ) A saudade mencionada pelo eu poético refere-se ao arrependimento por ter perdido bens materiais e conquistas concretas que almejou na juventude.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Autor: Fernando Pessoa.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Autor: Fernando Pessoa.
A partir da leitura da segunda estrofe do poema de Fernando Pessoa, analise as assertivas abaixo:
I. A febre na alma indica que o eu lírico está tomado por um entusiasmo apaixonado e por um desejo ardente de viver intensamente a vida que lhe resta.
II. A expressão angústia sem remédio retrata um sofrimento de ordem existencial e irrecuperável, para o qual não há solução lógica ou material.
III. O verso Só do que nunca quis ter... constrói um paradoxo em que o eu lírico sente a falta de algo que jamais chegou a desejar.
Está CORRETO o que se afirma em:

“Não consegue parar de se gabar, tem mania de grandeza e mantém um estado de tensão permanente a sua volta”.

“É alguém consumido pela ideia de perfeição, um devoto de si mesmo”.

“É um tema que causa consternação”.


I. A autora mostra empatia com aqueles que sofrem de Transtorno de Personalidade Narcisista, demonstrando certa compreensão por essas pessoas.
II. Uma das histórias dos livros que a autora leu é baseada em fatos reais.
III. Andrea Bajani passou 10 anos sem contato com seus pais, uma vez que seu pai apresentava o Transtorno de Personalidade Narcisista.
Quais estão corretas?

Analise a Figura 1 e as seguintes asserções a respeito de sua relação com o texto:

I. A partir das descrições feitas pela autora do texto, é possível identificar que o gato da imagem tem mania de grandeza.
POIS
II. Assim como o pai do texto, o gato se mostra ameaçado pela imagem do tigre e se enfurece com o cachorro, demonstrando um estado de tensão.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

Leia a seguir um trecho do prólogo do livro A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma, para responder à questão
Prólogo ao leitor extremamente ocupado
“Desocupado leitor…” É assim que Miguel de Cervantes iniciava o prólogo de uma das mais célebres obras literárias da história universal: O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha. Quatrocentos anos depois, neste mundo marcado pelo imediatismo e pelo produtivismo, fico pensando se ainda seria possível iniciar um livro fazendo um convite ao “desocupado leitor” de Cervantes… Pois, na verdade, hoje estamos todos tão extremamente ocupados… Extremamente ocupa dos e extremamente apressados.
Esta pressa e esta azáfama têm, mais que nos ocupa do, nos preocupado e, em última análise, nos desumanizado e nos adoecido. E como os que estão doentes precisam de remédio, passo, rapidamente — porque nos falta tempo — a falar sobre o porquê deste livro.
Este livro fala sobre um remédio; um tipo muito especial de remédio. O remédio é, como veremos, muito, muito antigo. Foi descoberto ou inventado ainda na aurora da humanidade e, ficando às vezes meio esquecido, precisa ser constante mente resgatado, para que essa mesma humanidade não adoeça mortalmente.
Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos? Eu mesmo me lembro o quanto o desejava e esperava, ansiosamente, quando minha mãe, às vezes meu pai, ou mesmo meu avô, vinham administrá-lo à noite, antes de dormir…
Sim, não cabe mais fazer mistério: esse remédio são as histórias. As narrativas que, algumas vezes, brotam da imaginação fértil; outras, das coisas efetivamente ocorridas e reinventadas; e, na maioria, dos livros clássicos de contos infantis.
Chamo de remédio, porque, desde a mais tenra infância, essas histórias eram o que enchiam a alma, quebravam a rotina dos dias cinzentos, abriam as portas para outras dimensões e patamares da realidade. Divertiam, encantavam, ensinavam e, mesmo quando eram amargas e tristes (pois é próprio do remédio às vezes ser amargo), sempre faziam bem.
Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio, fortificante da alma. No contexto do mundo moderno, aliás, passaram a acreditar que tal remédio é não só dispensável, mas até prejudicial, pois ficção, fantasia, sonho, nos distrai da “realidade”, determinada pelas coisas “reais”, sérias, produtivas. Mas então, quando começamos a sentir os sintomas de um tipo muito particular de adoecimento, nos damos conta da sua falta e nos lembramos dos seus efeitos.
(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019. Adaptado).
Leia o cartum.

Esse cartum dialoga com o texto “Prólogo ao leitor extremamente ocupado”, apontando que