Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4320080 Português
No trecho "A terra nos deu de comer quando lhe demos carinho", a expressão "deu de comer" apresenta sentido:
Alternativas
Q4320079 Português
Analise a charge e responda a questão


Q11_13.png (402×270)
Fonte: Charge criada especialmente para esta prova.
A partir da charge e do texto "A Horta da Vila", é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4320078 Português
Analise a charge e responda a questão


Q11_13.png (402×270)
Fonte: Charge criada especialmente para esta prova.
Analise as afirmativas sobre a charge: 

I. O balão de pensamento "Se eu plantar hoje, meus filhos terão sombra amanhã" expressa uma visão de longo prazo e de responsabilidade intergeracional.
II. A presença do lixo acumulado ao fundo contrasta com a ação do homem, evidenciando a degradação que se pretende superar.
III. A faixa "A transformação começa com um simples gesto" reforça a ideia de que mudanças significativas dependem de grandes investimentos financeiros.
IV.O pássaro no galho seco pode ser interpretado como símbolo da natureza que aguarda regeneração.

Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas. 
Alternativas
Q4320077 Português
Analise a charge e responda a questão


Q11_13.png (402×270)
Fonte: Charge criada especialmente para esta prova.
Com base na charge apresentada, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4320076 Português
Leia o texto e responda a questão


A HORTA DA VILA


Na Vila dos Pinheiros, um bairro pequeno onde todos se conheciam, havia um terreno baldio que se tornara motivo de vergonha para a comunidade. O mato alto escondia lixo, ratos e insetos, e as crianças que brincavam por perto corriam riscos. Dona Clementina, uma senhora de setenta anos que morava na casa ao lado, cansou de esperar a prefeitura tomar atitudes. — Vamos transformar esse abandono em uma horta comunitária! — disse ela aos vizinhos, numa manhã de sábado.

A ideia encontrou ceticismo. Alguns moradores argumentavam que o terreno não era deles e que o esforço seria inútil, pois logo o local voltaria a ficar abandonado. Mas Dona Clementina, com a persistência que a caracterizava, não se deu por vencida. Solicitou autorização à prefeitura, que cedeu o espaço por meio de um termo de uso. A partir de então, o trabalho começou.

Jovens e idosos se uniram. Retiraram o entulho, capinaram o mato e prepararam a terra. Cada morador contribuiu com algo: sementes, ferramentas, tempo. Em poucas semanas, o terreno que antes causava vergonha estava repleto de canteiros de couve, alface, tomate e cheiro-verde. As crianças, que antes corriam riscos no local, agora aprendiam a plantar e a colher.

A horta não apenas modificou a paisagem. Transformou as pessoas. A comunidade passou a se reunir aos sábados para o mutirão de manutenção. Conversas se iniciavam enquanto se arrancavam ervas daninhas. Amizades se fortaleciam enquanto se regavam as plantas. E os alimentos colhidos eram distribuídos entre todos, especialmente para as famílias que mais precisavam.

— A terra nos deu de comer quando lhe demos carinho — disse Dona Clementina, sorrindo, numa das reuniões.

O projeto, que começou com a iniciativa de uma única pessoa, tornou-se exemplo para outros bairros. Três anos depois, a Vila dos Pinheiros já contava com quatro hortas comunitárias. O terreno baldio que causava vergonha havia se transformado em motivo de orgulho. E Dona Clementina, que sempre dizia que "a persistência é uma semente que germina quando regada", via nos sorrisos de seus vizinhos a colheita mais valiosa de todas.


Fonte: Texto elaborado para o Concurso Público 01/2026 – IPREMO/Morro Agudo-SP
Sobre o uso dos sinais de pontuação no texto, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q4320068 Português
Leia o texto e responda a questão


A HORTA DA VILA


Na Vila dos Pinheiros, um bairro pequeno onde todos se conheciam, havia um terreno baldio que se tornara motivo de vergonha para a comunidade. O mato alto escondia lixo, ratos e insetos, e as crianças que brincavam por perto corriam riscos. Dona Clementina, uma senhora de setenta anos que morava na casa ao lado, cansou de esperar a prefeitura tomar atitudes. — Vamos transformar esse abandono em uma horta comunitária! — disse ela aos vizinhos, numa manhã de sábado.

A ideia encontrou ceticismo. Alguns moradores argumentavam que o terreno não era deles e que o esforço seria inútil, pois logo o local voltaria a ficar abandonado. Mas Dona Clementina, com a persistência que a caracterizava, não se deu por vencida. Solicitou autorização à prefeitura, que cedeu o espaço por meio de um termo de uso. A partir de então, o trabalho começou.

Jovens e idosos se uniram. Retiraram o entulho, capinaram o mato e prepararam a terra. Cada morador contribuiu com algo: sementes, ferramentas, tempo. Em poucas semanas, o terreno que antes causava vergonha estava repleto de canteiros de couve, alface, tomate e cheiro-verde. As crianças, que antes corriam riscos no local, agora aprendiam a plantar e a colher.

A horta não apenas modificou a paisagem. Transformou as pessoas. A comunidade passou a se reunir aos sábados para o mutirão de manutenção. Conversas se iniciavam enquanto se arrancavam ervas daninhas. Amizades se fortaleciam enquanto se regavam as plantas. E os alimentos colhidos eram distribuídos entre todos, especialmente para as famílias que mais precisavam.

— A terra nos deu de comer quando lhe demos carinho — disse Dona Clementina, sorrindo, numa das reuniões.

O projeto, que começou com a iniciativa de uma única pessoa, tornou-se exemplo para outros bairros. Três anos depois, a Vila dos Pinheiros já contava com quatro hortas comunitárias. O terreno baldio que causava vergonha havia se transformado em motivo de orgulho. E Dona Clementina, que sempre dizia que "a persistência é uma semente que germina quando regada", via nos sorrisos de seus vizinhos a colheita mais valiosa de todas.


Fonte: Texto elaborado para o Concurso Público 01/2026 – IPREMO/Morro Agudo-SP
É correto afirmar que Dona Clementina, como personagem do texto, se caracteriza por: 
Alternativas
Q4320067 Português
Leia o texto e responda a questão


A HORTA DA VILA


Na Vila dos Pinheiros, um bairro pequeno onde todos se conheciam, havia um terreno baldio que se tornara motivo de vergonha para a comunidade. O mato alto escondia lixo, ratos e insetos, e as crianças que brincavam por perto corriam riscos. Dona Clementina, uma senhora de setenta anos que morava na casa ao lado, cansou de esperar a prefeitura tomar atitudes. — Vamos transformar esse abandono em uma horta comunitária! — disse ela aos vizinhos, numa manhã de sábado.

A ideia encontrou ceticismo. Alguns moradores argumentavam que o terreno não era deles e que o esforço seria inútil, pois logo o local voltaria a ficar abandonado. Mas Dona Clementina, com a persistência que a caracterizava, não se deu por vencida. Solicitou autorização à prefeitura, que cedeu o espaço por meio de um termo de uso. A partir de então, o trabalho começou.

Jovens e idosos se uniram. Retiraram o entulho, capinaram o mato e prepararam a terra. Cada morador contribuiu com algo: sementes, ferramentas, tempo. Em poucas semanas, o terreno que antes causava vergonha estava repleto de canteiros de couve, alface, tomate e cheiro-verde. As crianças, que antes corriam riscos no local, agora aprendiam a plantar e a colher.

A horta não apenas modificou a paisagem. Transformou as pessoas. A comunidade passou a se reunir aos sábados para o mutirão de manutenção. Conversas se iniciavam enquanto se arrancavam ervas daninhas. Amizades se fortaleciam enquanto se regavam as plantas. E os alimentos colhidos eram distribuídos entre todos, especialmente para as famílias que mais precisavam.

— A terra nos deu de comer quando lhe demos carinho — disse Dona Clementina, sorrindo, numa das reuniões.

O projeto, que começou com a iniciativa de uma única pessoa, tornou-se exemplo para outros bairros. Três anos depois, a Vila dos Pinheiros já contava com quatro hortas comunitárias. O terreno baldio que causava vergonha havia se transformado em motivo de orgulho. E Dona Clementina, que sempre dizia que "a persistência é uma semente que germina quando regada", via nos sorrisos de seus vizinhos a colheita mais valiosa de todas.


Fonte: Texto elaborado para o Concurso Público 01/2026 – IPREMO/Morro Agudo-SP
A partir do texto apresentado, assinale a alternativa que apresenta o tema central.
Alternativas
Q4319901 Português
A sopa 


    Subiu lentamente a escada, arrastando os pés. Estacou para respirar apenas uma vez, no meio dos trinta degraus: ainda era um homem. Entrou na cozinha e, sem olhar para a mulher, sem lavar as mãos, sentou-se à mesa. Ela encheu o prato de sopa, colocou-o diante do marido.

    Olho vermelho de dorminhoco, o filho saiu do quarto e atravessou a cozinha. O homem batia as pálpebras, embevecido com os vapores capitosos.

    – Aonde é que vai?

    O filho abriu a torneira do banheiro:

    – Fazer a barba.

    – Hora da janta. Vem comer.

    Demorava-se o rapaz, torneira fechada. Com a toalha no pescoço, não olhou o pai.

    – Não quero jantar. Sem fome.

    O homem suspendeu a colher:

    – Não quer jantar, mas vem para a mesa.

    Todas as noites, esfomeado. Enchia a colher, aspirava o caldo de feijão e, fazendo bico nos lábios; grossos, tragava-o com delícia. O filho desenhava com o garfo na toalha de flores estampadas. A mulher, essa, contemplava o fogo, mão no queixo.

    – Vou dar uma volta.

    O homem sugava ruidosamente e, a cada chupão, o filho revolvia a ponta do garfo no coração das margaridas.

    – Saiu agora do quarto, filho de barão! Mas eu... Quando me deitar de dia na cama! É para morrer!

    A mão do filho abandonou o garfo e não se mexeu.

    – Volta cedo, não é?

    A voz cansada da mãe, ainda de costas para a mesa. Não sabia ela que, ao defendê-lo, perdia a causa do filho? O homem esvaziou o prato e, descansando a colher, examinou as mãos enrugadas.

    – Estas mãos – sacudidas de ligeiro tremor – de um velho!

    A mulher apanhou o prato, encheu-o até a beirada. O marido retorceu as pontas úmidas do bigode:

    – Você não come?

    O filho contornava com o garfo as pétalas na toalha.

    – Não estou com vontade.

    – Depois o senhor vai para o quarto.

    Cheirava a colher e sorvia a sopa, estalando a língua. O filho ergueu-se da mesa.

    – O senhor fica sentado. Não tem pão nesta casa?

    A mulher trouxe o pão. Ele não o cortava: agarrava-o inteiro na mão e mordia várias vezes; em seguida partia-o em pedaços, alinhados diante do prato, atacando um por um, entre as colheradas.

    – Volta cedo, não é, meu filho?

    De novo a mãe, nunca aprenderia.

    – Agora não vou mais. O pai dizia a última palavra:

    – Uma vergonha! O chefe tem de jantar sozinho. O filho preguiçoso... até para comer. A mulher – com seus brados retiniam os talheres – tem o estômago delicado.

    Não se mexeu, curvada sobre o fogão.

    – Olhe para mim quando falo com a senhora!

    Ela se virou, a enxugar as mãos na saia.

    – Depois de velha, melindrosa. Não pode comer com o rei da casa, que lhe sustenta o filho e lhe dá o dinheiro?

    – Sabe por que não sento.

    Os dois a olharam com espanto, nunca discutiu as ordens do marido.

    – Sei não, dona princesa. Pois me conte.

    Ele pedia, a colher no ar:

    – Perdeu a coragem, que não fala?

    Outra vez a mulher deu-lhe as costas.

    – Só nojo de você.

    Ele começou a soprar, manchava de borrifos a toalha.

    – O quê? O quê? Repita, mulher.

    A dona abriu o fogão, espertou as brasas, encheu-o de lenha:

    – Nada espero da vida. Mas não posso te ver comer. Sei que é triste para a mulher ter nojo do marido. Você chupa a colher se fosse tua última sopa. Come o pão como se eu fosse te roubar. Não sei o que fiz a Deus para esse castigo mais desgraçado. Fui boa mulher, ainda que tenha nojo. Lavo tua roupa, deito na tua cama, cozinho tua sopa. Faço isso até morrer. Me peça o que quiser. Não que me sente a essa mesa com você e tua sopa.

    O filho abandonou a cozinha e desceu a escada. Os dois ouviram bater a porta da rua.

    O marido encarou primeira vez a mulher. Baixou os olhos, cabelos de gordura boiavam no caldo frio. Erguendo um lado do prato, acabou o resto de sopa e lambeu a colher.


(TREVISAN, D. Novelas Nada Exemplares. Rio de Janeiro: Record, 2020. Adaptado)
No fragmento inicial do conto, o narrador descreve a subida do protagonista até a cozinha: “Estacou para respirar apenas uma vez, no meio dos trinta degraus: ainda era um homem.” (1º§). A partir da leitura do fragmento e da dinâmica familiar retratada, depreende-se do texto:
Alternativas
Q4319899 Português
A sopa 


    Subiu lentamente a escada, arrastando os pés. Estacou para respirar apenas uma vez, no meio dos trinta degraus: ainda era um homem. Entrou na cozinha e, sem olhar para a mulher, sem lavar as mãos, sentou-se à mesa. Ela encheu o prato de sopa, colocou-o diante do marido.

    Olho vermelho de dorminhoco, o filho saiu do quarto e atravessou a cozinha. O homem batia as pálpebras, embevecido com os vapores capitosos.

    – Aonde é que vai?

    O filho abriu a torneira do banheiro:

    – Fazer a barba.

    – Hora da janta. Vem comer.

    Demorava-se o rapaz, torneira fechada. Com a toalha no pescoço, não olhou o pai.

    – Não quero jantar. Sem fome.

    O homem suspendeu a colher:

    – Não quer jantar, mas vem para a mesa.

    Todas as noites, esfomeado. Enchia a colher, aspirava o caldo de feijão e, fazendo bico nos lábios; grossos, tragava-o com delícia. O filho desenhava com o garfo na toalha de flores estampadas. A mulher, essa, contemplava o fogo, mão no queixo.

    – Vou dar uma volta.

    O homem sugava ruidosamente e, a cada chupão, o filho revolvia a ponta do garfo no coração das margaridas.

    – Saiu agora do quarto, filho de barão! Mas eu... Quando me deitar de dia na cama! É para morrer!

    A mão do filho abandonou o garfo e não se mexeu.

    – Volta cedo, não é?

    A voz cansada da mãe, ainda de costas para a mesa. Não sabia ela que, ao defendê-lo, perdia a causa do filho? O homem esvaziou o prato e, descansando a colher, examinou as mãos enrugadas.

    – Estas mãos – sacudidas de ligeiro tremor – de um velho!

    A mulher apanhou o prato, encheu-o até a beirada. O marido retorceu as pontas úmidas do bigode:

    – Você não come?

    O filho contornava com o garfo as pétalas na toalha.

    – Não estou com vontade.

    – Depois o senhor vai para o quarto.

    Cheirava a colher e sorvia a sopa, estalando a língua. O filho ergueu-se da mesa.

    – O senhor fica sentado. Não tem pão nesta casa?

    A mulher trouxe o pão. Ele não o cortava: agarrava-o inteiro na mão e mordia várias vezes; em seguida partia-o em pedaços, alinhados diante do prato, atacando um por um, entre as colheradas.

    – Volta cedo, não é, meu filho?

    De novo a mãe, nunca aprenderia.

    – Agora não vou mais. O pai dizia a última palavra:

    – Uma vergonha! O chefe tem de jantar sozinho. O filho preguiçoso... até para comer. A mulher – com seus brados retiniam os talheres – tem o estômago delicado.

    Não se mexeu, curvada sobre o fogão.

    – Olhe para mim quando falo com a senhora!

    Ela se virou, a enxugar as mãos na saia.

    – Depois de velha, melindrosa. Não pode comer com o rei da casa, que lhe sustenta o filho e lhe dá o dinheiro?

    – Sabe por que não sento.

    Os dois a olharam com espanto, nunca discutiu as ordens do marido.

    – Sei não, dona princesa. Pois me conte.

    Ele pedia, a colher no ar:

    – Perdeu a coragem, que não fala?

    Outra vez a mulher deu-lhe as costas.

    – Só nojo de você.

    Ele começou a soprar, manchava de borrifos a toalha.

    – O quê? O quê? Repita, mulher.

    A dona abriu o fogão, espertou as brasas, encheu-o de lenha:

    – Nada espero da vida. Mas não posso te ver comer. Sei que é triste para a mulher ter nojo do marido. Você chupa a colher se fosse tua última sopa. Come o pão como se eu fosse te roubar. Não sei o que fiz a Deus para esse castigo mais desgraçado. Fui boa mulher, ainda que tenha nojo. Lavo tua roupa, deito na tua cama, cozinho tua sopa. Faço isso até morrer. Me peça o que quiser. Não que me sente a essa mesa com você e tua sopa.

    O filho abandonou a cozinha e desceu a escada. Os dois ouviram bater a porta da rua.

    O marido encarou primeira vez a mulher. Baixou os olhos, cabelos de gordura boiavam no caldo frio. Erguendo um lado do prato, acabou o resto de sopa e lambeu a colher.


(TREVISAN, D. Novelas Nada Exemplares. Rio de Janeiro: Record, 2020. Adaptado)
Ao longo do conto “A sopa”, de Dalton Trevisan, determinados elementos do cenário doméstico extrapolam a mera função descritiva e passam a atuar como índices das forças psicológicas que regem a cena. Considerando as interações do pai e do filho com a “toalha de flores estampadas”, constata-se que a inserção recorrente desse objeto cumpre a função macroestrutural de:
Alternativas
Q4319549 Português
Leia o texto para responder à questão.


O valor das pequenas escolhas


É comum imaginar que apenas grandes decisões transformam a realidade. Entretanto, muitas mudanças começam por atitudes simples e quase imperceptíveis. Cumprimentar alguém, respeitar uma fila, economizar água ou separar corretamente o lixo parecem ações pequenas, mas produzem efeitos que vão além do momento em que são praticadas.

Quando essas atitudes se repetem diariamente, elas influenciam outras pessoas e ajudam a construir ambientes mais organizados, respeitosos e agradáveis.

Da mesma forma, pequenas escolhas negativas também podem gerar consequências importantes, principalmente quando passam a ser vistas como algo normal.

Por isso, compreender que cada pessoa é responsável por suas próprias ações é um passo importante para melhorar a convivência em sociedade.
A palavra "Entretanto", utilizada no primeiro parágrafo, estabelece uma relação de: 
Alternativas
Q4319548 Português
Leia o texto para responder à questão.


O valor das pequenas escolhas


É comum imaginar que apenas grandes decisões transformam a realidade. Entretanto, muitas mudanças começam por atitudes simples e quase imperceptíveis. Cumprimentar alguém, respeitar uma fila, economizar água ou separar corretamente o lixo parecem ações pequenas, mas produzem efeitos que vão além do momento em que são praticadas.

Quando essas atitudes se repetem diariamente, elas influenciam outras pessoas e ajudam a construir ambientes mais organizados, respeitosos e agradáveis.

Da mesma forma, pequenas escolhas negativas também podem gerar consequências importantes, principalmente quando passam a ser vistas como algo normal.

Por isso, compreender que cada pessoa é responsável por suas próprias ações é um passo importante para melhorar a convivência em sociedade.
No segundo parágrafo, o autor afirma que pequenas escolhas negativas também podem gerar consequências importantes porque:
Alternativas
Q4319547 Português
Leia o texto para responder à questão.


O valor das pequenas escolhas


É comum imaginar que apenas grandes decisões transformam a realidade. Entretanto, muitas mudanças começam por atitudes simples e quase imperceptíveis. Cumprimentar alguém, respeitar uma fila, economizar água ou separar corretamente o lixo parecem ações pequenas, mas produzem efeitos que vão além do momento em que são praticadas.

Quando essas atitudes se repetem diariamente, elas influenciam outras pessoas e ajudam a construir ambientes mais organizados, respeitosos e agradáveis.

Da mesma forma, pequenas escolhas negativas também podem gerar consequências importantes, principalmente quando passam a ser vistas como algo normal.

Por isso, compreender que cada pessoa é responsável por suas próprias ações é um passo importante para melhorar a convivência em sociedade.
A ideia central defendida pelo texto é que: 
Alternativas
Q4318663 Português
As figuras de linguagem desempenham papel relevante na construção dos sentidos de um texto, pois permitem intensificar, suavizar ou ampliar determinadas ideias de acordo com a intenção comunicativa do enunciador. Entre elas, algumas atuam pela substituição de palavras, enquanto outras modificam a forma de expressar pensamentos, sentimentos e avaliações. Considerando a classificação das figuras de linguagem prevista pela norma gramatical, analise a oração a seguir:

"O parecer apresentado pela comissão não era desprovido de coerência, embora ainda comportasse alguns ajustes de natureza técnica."

Assinale a alternativa que indica qual a figura de linguagem foi empregada acima: 
Alternativas
Q4318626 Português
Leia o texto para responder a questão.


O Brasil entra em campo, a Política vai para o banco 


    Copa do Mundo domina debates nas redes sociais, enquanto temas políticos ficam para escanteio

    A máxima de que “o brasileiro esquece de tudo durante a Copa do Mundo” sempre habitou o senso comum, mas, na era das redes sociais e do monitoramento em tempo real, essa premissa pode ser testada em números absolutos e relativos.

    A chegada da Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, oferece um laboratório perfeito para entender como a atenção digital do país se comporta diante de um megaevento.

    A análise de dados de plataformas como Google Trends, YouTube e X (antigo Twitter) revela que a política não desaparece por completo, mas perde sua centralidade, tornando-se um assunto de nicho enquanto a bola rola.

    Os dados mostram uma virada estrutural na atenção do brasileiro a partir do dia 11 de junho de 2026, data de início do torneio.

    No período pré-Copa, entre 1º de maio e 10 de junho, o interesse de busca no Google pelo termo “Copa do Mundo” mantinha um índice médio de 6.4 (em uma escala relativa de 0 a 100), enquanto o termo ”política” registrava movimentação constante.

     A partir do apito inicial, o cenário se inverteu drasticamente: o interesse médio pela Copa saltou para 77.3, um aumento de 1.110%, atingindo o pico máximo de 100 no dia 28 de junho. Simultaneamente, o índice de busca orgânica por “política” caiu para praticamente zero, evidenciando um deslocamento massivo da curiosidade nacional.

     A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais, mas sim uma mudança de comportamento e de volume.

    Em uma análise de 1.642.734 posts monitorados no X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn, durante o período de 25 de junho a 1º de julho de 2026, a distribuição temática revela a magnitude do deslocamento: 711.213 posts tratavam de Copa do Mundo (43,3%), enquanto 931.521 posts abordavam política (56,7%).

     Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos.

    A resiliência da política nas redes sociais durante a Copa não é homogênea; ela se concentra em subtemas específicos.

    A análise detalhada de termos no Google Trends e no YouTube mostra que assuntos institucionais perdem força rapidamente: o interesse pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caiu 32% durante o torneio, e as buscas relacionadas ao Congresso Nacional recuaram 34%. 

    No entanto, temas com maior carga eleitoral, como ”eleições 2026”, mantiveram-se estáveis, apresentando uma queda quase imperceptível de apenas 1%. Isso pode indicar que o brasileiro médio pode ignorar o noticiário institucional do dia a dia, mas a militância digital engajada continua operando.

    No X (antigo Twitter), plataforma historicamente central para o debate público e político, a dinâmica de convivência entre os dois temas é visível.

    A amostra de 187.372 publicações recentes coletadas na virada do mês de junho para julho, demonstra que política sustenta um volume robusto de publicações, enquanto a Copa concentra cerca de 80% da volumetria da Política. Contudo, em datas de pico do torneio, como o dia 29 de junho, dia de Brasil e Japão, o volume de publicações sobre a Copa do Mundo explodiu, alcançando e até ultrapassando momentaneamente o fluxo contínuo de conversação política.

    Historicamente, esse padrão de comportamento digital não é inédito, mas apresenta nuances.

    Na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, realizada excepcionalmente entre novembro e dezembro — logo após o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras —, o interesse pela Copa teve que competir com o rescaldo de uma das eleições mais polarizadas da história recente.

    Naquela ocasião, o índice médio de interesse pela Copa no Google foi de 23.9, com picos apenas nos dias de jogos do Brasil. Em 2026, com o torneio retornando ao seu calendário tradicional de meio de ano e distante do ápice do calendário eleitoral, a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol parece ser mais eficiente e imediata.

    Em suma, os dados confirmam que o brasileiro não desliga completamente seus perfis políticos durante a Copa do Mundo, mas a atenção digital é sim alterada. O interesse orgânico e a curiosidade de massa migram de forma avassaladora para o evento esportivo, enquanto a política fica restrita a bolhas de engajamento contínuo e a temas estritamente eleitorais.

     A Copa funciona como um “freio de arrumação” na pauta nacional, onde o debate institucional perde tração, provando que, no país do futebol, a política até pode entrar em campo todos os dias, mas é obrigada a ir para o banco de reservas quando a Seleção joga.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/renato-dolci/politica/obrasil-entra-em-campo-a-politica-vai-para-o-banco/  
Ao cruzar os dados quantitativos apresentados, o texto sugere que a “resiliência da política” durante o torneio se manifesta de forma específica. Sobre isso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4318624 Português
Leia o texto para responder a questão.


O Brasil entra em campo, a Política vai para o banco 


    Copa do Mundo domina debates nas redes sociais, enquanto temas políticos ficam para escanteio

    A máxima de que “o brasileiro esquece de tudo durante a Copa do Mundo” sempre habitou o senso comum, mas, na era das redes sociais e do monitoramento em tempo real, essa premissa pode ser testada em números absolutos e relativos.

    A chegada da Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, oferece um laboratório perfeito para entender como a atenção digital do país se comporta diante de um megaevento.

    A análise de dados de plataformas como Google Trends, YouTube e X (antigo Twitter) revela que a política não desaparece por completo, mas perde sua centralidade, tornando-se um assunto de nicho enquanto a bola rola.

    Os dados mostram uma virada estrutural na atenção do brasileiro a partir do dia 11 de junho de 2026, data de início do torneio.

    No período pré-Copa, entre 1º de maio e 10 de junho, o interesse de busca no Google pelo termo “Copa do Mundo” mantinha um índice médio de 6.4 (em uma escala relativa de 0 a 100), enquanto o termo ”política” registrava movimentação constante.

     A partir do apito inicial, o cenário se inverteu drasticamente: o interesse médio pela Copa saltou para 77.3, um aumento de 1.110%, atingindo o pico máximo de 100 no dia 28 de junho. Simultaneamente, o índice de busca orgânica por “política” caiu para praticamente zero, evidenciando um deslocamento massivo da curiosidade nacional.

     A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais, mas sim uma mudança de comportamento e de volume.

    Em uma análise de 1.642.734 posts monitorados no X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn, durante o período de 25 de junho a 1º de julho de 2026, a distribuição temática revela a magnitude do deslocamento: 711.213 posts tratavam de Copa do Mundo (43,3%), enquanto 931.521 posts abordavam política (56,7%).

     Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos.

    A resiliência da política nas redes sociais durante a Copa não é homogênea; ela se concentra em subtemas específicos.

    A análise detalhada de termos no Google Trends e no YouTube mostra que assuntos institucionais perdem força rapidamente: o interesse pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caiu 32% durante o torneio, e as buscas relacionadas ao Congresso Nacional recuaram 34%. 

    No entanto, temas com maior carga eleitoral, como ”eleições 2026”, mantiveram-se estáveis, apresentando uma queda quase imperceptível de apenas 1%. Isso pode indicar que o brasileiro médio pode ignorar o noticiário institucional do dia a dia, mas a militância digital engajada continua operando.

    No X (antigo Twitter), plataforma historicamente central para o debate público e político, a dinâmica de convivência entre os dois temas é visível.

    A amostra de 187.372 publicações recentes coletadas na virada do mês de junho para julho, demonstra que política sustenta um volume robusto de publicações, enquanto a Copa concentra cerca de 80% da volumetria da Política. Contudo, em datas de pico do torneio, como o dia 29 de junho, dia de Brasil e Japão, o volume de publicações sobre a Copa do Mundo explodiu, alcançando e até ultrapassando momentaneamente o fluxo contínuo de conversação política.

    Historicamente, esse padrão de comportamento digital não é inédito, mas apresenta nuances.

    Na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, realizada excepcionalmente entre novembro e dezembro — logo após o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras —, o interesse pela Copa teve que competir com o rescaldo de uma das eleições mais polarizadas da história recente.

    Naquela ocasião, o índice médio de interesse pela Copa no Google foi de 23.9, com picos apenas nos dias de jogos do Brasil. Em 2026, com o torneio retornando ao seu calendário tradicional de meio de ano e distante do ápice do calendário eleitoral, a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol parece ser mais eficiente e imediata.

    Em suma, os dados confirmam que o brasileiro não desliga completamente seus perfis políticos durante a Copa do Mundo, mas a atenção digital é sim alterada. O interesse orgânico e a curiosidade de massa migram de forma avassaladora para o evento esportivo, enquanto a política fica restrita a bolhas de engajamento contínuo e a temas estritamente eleitorais.

     A Copa funciona como um “freio de arrumação” na pauta nacional, onde o debate institucional perde tração, provando que, no país do futebol, a política até pode entrar em campo todos os dias, mas é obrigada a ir para o banco de reservas quando a Seleção joga.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/renato-dolci/politica/obrasil-entra-em-campo-a-politica-vai-para-o-banco/  
O autor utiliza o exemplo da Copa do Mundo de 2022 no Qatar para reforçar um argumento sobre a edição de 2026. É correto inferir que a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol em 2026 é mais imediata porque 
Alternativas
Q4318623 Português
Leia o texto para responder a questão.


O Brasil entra em campo, a Política vai para o banco 


    Copa do Mundo domina debates nas redes sociais, enquanto temas políticos ficam para escanteio

    A máxima de que “o brasileiro esquece de tudo durante a Copa do Mundo” sempre habitou o senso comum, mas, na era das redes sociais e do monitoramento em tempo real, essa premissa pode ser testada em números absolutos e relativos.

    A chegada da Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, oferece um laboratório perfeito para entender como a atenção digital do país se comporta diante de um megaevento.

    A análise de dados de plataformas como Google Trends, YouTube e X (antigo Twitter) revela que a política não desaparece por completo, mas perde sua centralidade, tornando-se um assunto de nicho enquanto a bola rola.

    Os dados mostram uma virada estrutural na atenção do brasileiro a partir do dia 11 de junho de 2026, data de início do torneio.

    No período pré-Copa, entre 1º de maio e 10 de junho, o interesse de busca no Google pelo termo “Copa do Mundo” mantinha um índice médio de 6.4 (em uma escala relativa de 0 a 100), enquanto o termo ”política” registrava movimentação constante.

     A partir do apito inicial, o cenário se inverteu drasticamente: o interesse médio pela Copa saltou para 77.3, um aumento de 1.110%, atingindo o pico máximo de 100 no dia 28 de junho. Simultaneamente, o índice de busca orgânica por “política” caiu para praticamente zero, evidenciando um deslocamento massivo da curiosidade nacional.

     A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais, mas sim uma mudança de comportamento e de volume.

    Em uma análise de 1.642.734 posts monitorados no X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn, durante o período de 25 de junho a 1º de julho de 2026, a distribuição temática revela a magnitude do deslocamento: 711.213 posts tratavam de Copa do Mundo (43,3%), enquanto 931.521 posts abordavam política (56,7%).

     Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos.

    A resiliência da política nas redes sociais durante a Copa não é homogênea; ela se concentra em subtemas específicos.

    A análise detalhada de termos no Google Trends e no YouTube mostra que assuntos institucionais perdem força rapidamente: o interesse pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caiu 32% durante o torneio, e as buscas relacionadas ao Congresso Nacional recuaram 34%. 

    No entanto, temas com maior carga eleitoral, como ”eleições 2026”, mantiveram-se estáveis, apresentando uma queda quase imperceptível de apenas 1%. Isso pode indicar que o brasileiro médio pode ignorar o noticiário institucional do dia a dia, mas a militância digital engajada continua operando.

    No X (antigo Twitter), plataforma historicamente central para o debate público e político, a dinâmica de convivência entre os dois temas é visível.

    A amostra de 187.372 publicações recentes coletadas na virada do mês de junho para julho, demonstra que política sustenta um volume robusto de publicações, enquanto a Copa concentra cerca de 80% da volumetria da Política. Contudo, em datas de pico do torneio, como o dia 29 de junho, dia de Brasil e Japão, o volume de publicações sobre a Copa do Mundo explodiu, alcançando e até ultrapassando momentaneamente o fluxo contínuo de conversação política.

    Historicamente, esse padrão de comportamento digital não é inédito, mas apresenta nuances.

    Na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, realizada excepcionalmente entre novembro e dezembro — logo após o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras —, o interesse pela Copa teve que competir com o rescaldo de uma das eleições mais polarizadas da história recente.

    Naquela ocasião, o índice médio de interesse pela Copa no Google foi de 23.9, com picos apenas nos dias de jogos do Brasil. Em 2026, com o torneio retornando ao seu calendário tradicional de meio de ano e distante do ápice do calendário eleitoral, a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol parece ser mais eficiente e imediata.

    Em suma, os dados confirmam que o brasileiro não desliga completamente seus perfis políticos durante a Copa do Mundo, mas a atenção digital é sim alterada. O interesse orgânico e a curiosidade de massa migram de forma avassaladora para o evento esportivo, enquanto a política fica restrita a bolhas de engajamento contínuo e a temas estritamente eleitorais.

     A Copa funciona como um “freio de arrumação” na pauta nacional, onde o debate institucional perde tração, provando que, no país do futebol, a política até pode entrar em campo todos os dias, mas é obrigada a ir para o banco de reservas quando a Seleção joga.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/renato-dolci/politica/obrasil-entra-em-campo-a-politica-vai-para-o-banco/  
No trecho: “A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais...”, a palavra em destaque poderia ser substituída, sem alteração do sentido original, por: 
Alternativas
Q4318622 Português
Leia o texto para responder a questão.


O Brasil entra em campo, a Política vai para o banco 


    Copa do Mundo domina debates nas redes sociais, enquanto temas políticos ficam para escanteio

    A máxima de que “o brasileiro esquece de tudo durante a Copa do Mundo” sempre habitou o senso comum, mas, na era das redes sociais e do monitoramento em tempo real, essa premissa pode ser testada em números absolutos e relativos.

    A chegada da Copa do Mundo de 2026, sediada na América do Norte, oferece um laboratório perfeito para entender como a atenção digital do país se comporta diante de um megaevento.

    A análise de dados de plataformas como Google Trends, YouTube e X (antigo Twitter) revela que a política não desaparece por completo, mas perde sua centralidade, tornando-se um assunto de nicho enquanto a bola rola.

    Os dados mostram uma virada estrutural na atenção do brasileiro a partir do dia 11 de junho de 2026, data de início do torneio.

    No período pré-Copa, entre 1º de maio e 10 de junho, o interesse de busca no Google pelo termo “Copa do Mundo” mantinha um índice médio de 6.4 (em uma escala relativa de 0 a 100), enquanto o termo ”política” registrava movimentação constante.

     A partir do apito inicial, o cenário se inverteu drasticamente: o interesse médio pela Copa saltou para 77.3, um aumento de 1.110%, atingindo o pico máximo de 100 no dia 28 de junho. Simultaneamente, o índice de busca orgânica por “política” caiu para praticamente zero, evidenciando um deslocamento massivo da curiosidade nacional.

     A migração de atenção, contudo, não significa um apagão político absoluto nas redes sociais, mas sim uma mudança de comportamento e de volume.

    Em uma análise de 1.642.734 posts monitorados no X (antigo Twitter), Instagram, Facebook, TikTok e LinkedIn, durante o período de 25 de junho a 1º de julho de 2026, a distribuição temática revela a magnitude do deslocamento: 711.213 posts tratavam de Copa do Mundo (43,3%), enquanto 931.521 posts abordavam política (56,7%).

     Embora a política ainda mantenha uma ligeira vantagem em volume absoluto, o ritmo de crescimento da Copa é exponencial nos dias de jogos decisivos.

    A resiliência da política nas redes sociais durante a Copa não é homogênea; ela se concentra em subtemas específicos.

    A análise detalhada de termos no Google Trends e no YouTube mostra que assuntos institucionais perdem força rapidamente: o interesse pelo Supremo Tribunal Federal (STF) caiu 32% durante o torneio, e as buscas relacionadas ao Congresso Nacional recuaram 34%. 

    No entanto, temas com maior carga eleitoral, como ”eleições 2026”, mantiveram-se estáveis, apresentando uma queda quase imperceptível de apenas 1%. Isso pode indicar que o brasileiro médio pode ignorar o noticiário institucional do dia a dia, mas a militância digital engajada continua operando.

    No X (antigo Twitter), plataforma historicamente central para o debate público e político, a dinâmica de convivência entre os dois temas é visível.

    A amostra de 187.372 publicações recentes coletadas na virada do mês de junho para julho, demonstra que política sustenta um volume robusto de publicações, enquanto a Copa concentra cerca de 80% da volumetria da Política. Contudo, em datas de pico do torneio, como o dia 29 de junho, dia de Brasil e Japão, o volume de publicações sobre a Copa do Mundo explodiu, alcançando e até ultrapassando momentaneamente o fluxo contínuo de conversação política.

    Historicamente, esse padrão de comportamento digital não é inédito, mas apresenta nuances.

    Na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, realizada excepcionalmente entre novembro e dezembro — logo após o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras —, o interesse pela Copa teve que competir com o rescaldo de uma das eleições mais polarizadas da história recente.

    Naquela ocasião, o índice médio de interesse pela Copa no Google foi de 23.9, com picos apenas nos dias de jogos do Brasil. Em 2026, com o torneio retornando ao seu calendário tradicional de meio de ano e distante do ápice do calendário eleitoral, a “limpeza” da pauta digital em favor do futebol parece ser mais eficiente e imediata.

    Em suma, os dados confirmam que o brasileiro não desliga completamente seus perfis políticos durante a Copa do Mundo, mas a atenção digital é sim alterada. O interesse orgânico e a curiosidade de massa migram de forma avassaladora para o evento esportivo, enquanto a política fica restrita a bolhas de engajamento contínuo e a temas estritamente eleitorais.

     A Copa funciona como um “freio de arrumação” na pauta nacional, onde o debate institucional perde tração, provando que, no país do futebol, a política até pode entrar em campo todos os dias, mas é obrigada a ir para o banco de reservas quando a Seleção joga.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/colunas/renato-dolci/politica/obrasil-entra-em-campo-a-politica-vai-para-o-banco/  
De acordo com o texto, qual é a principal mudança observada no comportamento digital dos brasileiros com o início da Copa do Mundo de 2026? 
Alternativas
Q4318486 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo. 

Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal

    Do total de 62,8 milhões de empregos formais ativos no Brasil, incluindo trabalhadores com carteira assinada e agentes públicos, as mulheres ainda não representam a maioria, mas a diferença em relação aos homens caiu nos últimos anos. É o que mostram dados da Rais Mensal de junho deste ano, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) reúne estatísticas sobre o mercado de trabalho a partir de informações coletadas de empresas e órgãos públicos. Ao todo, as mulheres ocupam 46,4% dos postos de trabalho, somando 29.182.235 de vínculos trabalhistas. Os homens estão registrados em 33.708.974 vagas, 53,6% dos postos de trabalho.
    Essa distância era maior em janeiro de 2023, quando 55,7% das vagas eram ocupadas por pessoas do sexo masculino, contra 44,2% do sexo feminino. O mercado de trabalho brasileiro acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de vínculos de emprego formal, entre janeiro de 2023 e junho de 2026, segundo o balanço apresentado pelo MTE. Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens.
     A Rais Mensal também trouxe informações atualizadas sobre a diversidade racial no mercado de trabalho brasileiro. Dos 62,8 milhões de vínculos formais, tanto no setor público quanto privado, 27,3 milhões são de pessoas autodeclaradas pardas, enquanto outras 26,8 milhões são pessoas autodeclaradas brancas. Os trabalhadores que se autodeclaram pretos correspondem a 4,6 milhões. Amarelos, 600 mil, e indígenas, 239 mil. Outros 31 milhões de vínculos trabalhistas não tiveram a informação racial registrada, um número que era de mais de 17,2 milhões há pouco mais de três anos e meio.
    "Nós temos hoje mais gente preta ou parda em relação à população branca, mas essa é uma informação não demandada, tanto que o não informado diminuiu de 17 milhões para 3 milhões, porque a gente fez uma campanha forte com as empresas para que elas voltassem a informar”, explicou a subsecretaria de Estatística do MTE, Paula Montagner, durante apresentação dos dados.
    A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Mais da metade dos trabalhadores (54%), o que representa 33,7 milhões de pessoas com vínculos formais, têm ensino médio, e 15,2 também trouxe informações milhões ensino superior ou pós-graduação. A expansão dos empregos também foi maior entre os trabalhadores mais experientes, sendo que 74% têm pelo menos 30 anos de idade. 
    O rendimento médio dos trabalhadores em emprego formal no Brasil ficou em R$ 4.389,49. O setor de serviços segue como o maior gerador de empregos formais no país, respondendo atualmente por 382 milhões de vagas, seguido pelo comércio (10,5 milhões), indústria (9,1 milhões), construção (3 milhões) e agropecuária (1,8 milhão).

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/cai- diferenca-entre-homens-e-mulheres-no-acesso-ao-emprego-formal (adaptado)
No terceiro parágrafo, o autor expõe a distribuição racial do mercado de trabalho ativo. Sobre as informações explícitas e os pressupostos contidos nesse segmento, julgue as afirmativas abaixo em Verdadeiras (V) ou Falsas (F)
( ) O total de trabalhadores autodeclarados pardos constitui o maior contingente numérico individual entre as classificações de cor identificadas.
( ) Há o pressuposto de que o registro racial era mais negligenciado pelas empresas há pouco mais de três anos do que no período atual.
( ) Os trabalhadores autodeclarados amarelos e indígenas somados representam um número superior ao de trabalhadores declarados pretos.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 
Alternativas
Q4318483 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo. 

Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal

    Do total de 62,8 milhões de empregos formais ativos no Brasil, incluindo trabalhadores com carteira assinada e agentes públicos, as mulheres ainda não representam a maioria, mas a diferença em relação aos homens caiu nos últimos anos. É o que mostram dados da Rais Mensal de junho deste ano, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) reúne estatísticas sobre o mercado de trabalho a partir de informações coletadas de empresas e órgãos públicos. Ao todo, as mulheres ocupam 46,4% dos postos de trabalho, somando 29.182.235 de vínculos trabalhistas. Os homens estão registrados em 33.708.974 vagas, 53,6% dos postos de trabalho.
    Essa distância era maior em janeiro de 2023, quando 55,7% das vagas eram ocupadas por pessoas do sexo masculino, contra 44,2% do sexo feminino. O mercado de trabalho brasileiro acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de vínculos de emprego formal, entre janeiro de 2023 e junho de 2026, segundo o balanço apresentado pelo MTE. Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens.
     A Rais Mensal também trouxe informações atualizadas sobre a diversidade racial no mercado de trabalho brasileiro. Dos 62,8 milhões de vínculos formais, tanto no setor público quanto privado, 27,3 milhões são de pessoas autodeclaradas pardas, enquanto outras 26,8 milhões são pessoas autodeclaradas brancas. Os trabalhadores que se autodeclaram pretos correspondem a 4,6 milhões. Amarelos, 600 mil, e indígenas, 239 mil. Outros 31 milhões de vínculos trabalhistas não tiveram a informação racial registrada, um número que era de mais de 17,2 milhões há pouco mais de três anos e meio.
    "Nós temos hoje mais gente preta ou parda em relação à população branca, mas essa é uma informação não demandada, tanto que o não informado diminuiu de 17 milhões para 3 milhões, porque a gente fez uma campanha forte com as empresas para que elas voltassem a informar”, explicou a subsecretaria de Estatística do MTE, Paula Montagner, durante apresentação dos dados.
    A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Mais da metade dos trabalhadores (54%), o que representa 33,7 milhões de pessoas com vínculos formais, têm ensino médio, e 15,2 também trouxe informações milhões ensino superior ou pós-graduação. A expansão dos empregos também foi maior entre os trabalhadores mais experientes, sendo que 74% têm pelo menos 30 anos de idade. 
    O rendimento médio dos trabalhadores em emprego formal no Brasil ficou em R$ 4.389,49. O setor de serviços segue como o maior gerador de empregos formais no país, respondendo atualmente por 382 milhões de vagas, seguido pelo comércio (10,5 milhões), indústria (9,1 milhões), construção (3 milhões) e agropecuária (1,8 milhão).

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/cai- diferenca-entre-homens-e-mulheres-no-acesso-ao-emprego-formal (adaptado)
Considere a frase adaptada com base no segundo paragrafo do texto
As vagas formais para as trabalhadoras cresceram consideravelmente, _______ o mercado de trabalho acumulou saldo positivo, __________ a diferença de género continuou ativa.
Para preencher as lacunas mantendo a correta relação de explicação de fatos e de oposição/contraste, devem ser usadas as conjunções: 
Alternativas
Q4318479 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo. 

Cai diferença entre homens e mulheres no acesso ao emprego formal

    Do total de 62,8 milhões de empregos formais ativos no Brasil, incluindo trabalhadores com carteira assinada e agentes públicos, as mulheres ainda não representam a maioria, mas a diferença em relação aos homens caiu nos últimos anos. É o que mostram dados da Rais Mensal de junho deste ano, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) reúne estatísticas sobre o mercado de trabalho a partir de informações coletadas de empresas e órgãos públicos. Ao todo, as mulheres ocupam 46,4% dos postos de trabalho, somando 29.182.235 de vínculos trabalhistas. Os homens estão registrados em 33.708.974 vagas, 53,6% dos postos de trabalho.
    Essa distância era maior em janeiro de 2023, quando 55,7% das vagas eram ocupadas por pessoas do sexo masculino, contra 44,2% do sexo feminino. O mercado de trabalho brasileiro acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de vínculos de emprego formal, entre janeiro de 2023 e junho de 2026, segundo o balanço apresentado pelo MTE. Desse montante, 5,8 milhões das vagas formais foram ocupadas por mulheres, enquanto 4,3 milhões foram ocupadas por homens.
     A Rais Mensal também trouxe informações atualizadas sobre a diversidade racial no mercado de trabalho brasileiro. Dos 62,8 milhões de vínculos formais, tanto no setor público quanto privado, 27,3 milhões são de pessoas autodeclaradas pardas, enquanto outras 26,8 milhões são pessoas autodeclaradas brancas. Os trabalhadores que se autodeclaram pretos correspondem a 4,6 milhões. Amarelos, 600 mil, e indígenas, 239 mil. Outros 31 milhões de vínculos trabalhistas não tiveram a informação racial registrada, um número que era de mais de 17,2 milhões há pouco mais de três anos e meio.
    "Nós temos hoje mais gente preta ou parda em relação à população branca, mas essa é uma informação não demandada, tanto que o não informado diminuiu de 17 milhões para 3 milhões, porque a gente fez uma campanha forte com as empresas para que elas voltassem a informar”, explicou a subsecretaria de Estatística do MTE, Paula Montagner, durante apresentação dos dados.
    A escolaridade dos trabalhadores também evoluiu no mercado de trabalho nos últimos anos. Mais da metade dos trabalhadores (54%), o que representa 33,7 milhões de pessoas com vínculos formais, têm ensino médio, e 15,2 também trouxe informações milhões ensino superior ou pós-graduação. A expansão dos empregos também foi maior entre os trabalhadores mais experientes, sendo que 74% têm pelo menos 30 anos de idade. 
    O rendimento médio dos trabalhadores em emprego formal no Brasil ficou em R$ 4.389,49. O setor de serviços segue como o maior gerador de empregos formais no país, respondendo atualmente por 382 milhões de vagas, seguido pelo comércio (10,5 milhões), indústria (9,1 milhões), construção (3 milhões) e agropecuária (1,8 milhão).

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/cai- diferenca-entre-homens-e-mulheres-no-acesso-ao-emprego-formal (adaptado)
No quinto parágrafo, lemos que a maioria dos empregados com vínculos formais têm Ensino Médio, e outros possuem nível superior. Diante disso, assinale a alternativa que apresenta um par de antônimos contextuais adequados para as palavras evoluiu e expansão, mantendo a correção ortográfica da língua. 
Alternativas
Respostas
1741: B
1742: D
1743: A
1744: B
1745: D
1746: B
1747: C
1748: B
1749: C
1750: C
1751: C
1752: B
1753: B
1754: B
1755: B
1756: C
1757: D
1758: B
1759: D
1760: A