Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3710383 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Democracia digital


    Nas primeiras duas décadas do século 21, o desenho da sociedade e de suas instituições sofreu grandes alterações com o uso das redes sociais, da inteligência artificial e de outras ferramentas capazes de utilizar um gigantesco volume de dados na internet para os mais diversos fins. Por um lado, abriu-se caminho para vozes historicamente silenciadas, a exemplo de jovens indígenas que passaram a compartilhar sua realidade e reivindicações sem intermediários, nas redes. Por outro, pavimentou-se uma via de disseminação de fake news, polarização ideológica e discursos de ódio. Nesse cenário, de que forma a expansão das novas tecnologias vem afetando a democracia?


    Autor de A democracia no mundo digital: histórias, problemas e temas, o professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Wilson Gomes chama a atenção, primeiramente, para as maneiras como as novas tecnologias vêm sendo utilizadas em diferentes contextos geopolíticos. “A chamada democracia digital depende de uma escolha: a decisão de usar os recursos digitais – plataformas, redes, dados, algoritmos, automações – para fortalecer valores, práticas e instituições democráticas. Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas de que a democracia é a melhor forma de governo. Quando essa convicção vacila e os regimes são atacados, os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática”, alerta.


    Segundo Gomes, nos encontramos diante de uma encruzilhada. “Há os que acreditam que a guerra pelos usos sociais das tecnologias foi vencida pelos inimigos da democracia – que as plataformas, os algoritmos e os fluxos digitais estão, irremediavelmente, capturados por lógicas autoritárias, mercadológicas ou identitárias intolerantes. Mas há, também, os que veem na resistência institucional, nas pesquisas emergentes, na regulação pública e nos novos experimentos democráticos digitais um caminho viável para reverter o jogo.”


(Revista E, 01.09.2025. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/democracia-digital/. Adaptado) 

No texto, o autor se refere ao uso que jovens indígenas vêm fazendo das redes como um modo de exemplificar o que ele considera
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Q3710381 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:


(Fernando Gonsales. https://www.instagram.com/p/DMcftWRuYzt/?img_index=5)

Assinale a alternativa que explica corretamente o efeito de humor da tira.
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Q3710306 Português
Nos versos: "Quantas chances desperdicei, quanto o que eu mais queria era provar para todo o mundo que eu não precisava provar nada para ninguém", de Renato Russo, observe a construção e o sentido dos elementos linguísticos. Assinale a alternativa CORRETA:
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Q3710305 Português
Qual das alternativas a seguir corresponde corretamente ao sentimento expressado por Renato Russo na frase: "Quantas chances desperdicei, quanto o que eu mais queria era provar para todo o mundo que eu não precisava provar nada para ninguém"?
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Q3710304 Português

Texto:





(Gilberto Gil - https://www.culturagenial.com/musica-draogilberto-gil/)

Na canção Drão, de Gilberto Gil, o trecho “Nossa caminhadura / Dura caminhada” apresenta um recurso estilístico que amplia o sentido poético da experiência do casal. Com base nesse trecho, assinale a alternativa CORRETA:
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Q3710303 Português

Texto:





(Gilberto Gil - https://www.culturagenial.com/musica-draogilberto-gil/)

Na canção Drão, Gilberto Gil utiliza a palavra "monolito" na seguinte passagem:


“O verdadeiro amor é vão, estende-se infinito Imenso monolito, nossa arquitetura”


Com base no contexto em que a palavra monolito é usada, assinale a alternativa CORRETA quanto ao seu significado simbólico na canção:

Alternativas
Q3710301 Português

Texto:





(Gilberto Gil - https://www.culturagenial.com/musica-draogilberto-gil/)

A canção “Drão”, de Gilberto Gil, carrega forte carga simbólica e poética ao tratar do amor, da dor e da separação. A partir da leitura da letra, assinale a alternativa CORRETA:
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Q3709405 Português

Para que ninguém a quisesse


Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.


Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.


Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.


Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.


Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.


Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.


COLASANTI, M. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986.



Na sala de aula, a professora propõe um debate sobre o conto de Marina Colasanti, com foco no protagonismo da mulher descrito na narrativa. Sabendo que a personagem sofre um apagamento identitário no texto, esse protagonismo
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Q3709400 Português

TEXTO 1


Toda a gente tinha achado estranha a maneira como o cap. Rodrigo Cambará entrara na vida de Santa Fé. Um dia chegou a cavalo, vindo ninguém sabia de onde, com o chapéu de barbicacho puxado para a nuca, a bela cabeça de macho altivamente erguida, e aquele seu olhar de gavião que irritava e ao mesmo tempo fascinava as pessoas. Devia andar lá pelo meio da casa dos trinta, montava um alazão, trazia bombachas claras, botas com chilenas de prata e o busto musculoso apertado num dólmã militar azul, com gola vermelha e botões de metal. Tinha um violão a tiracolo; sua espada, apresilhada aos arreios, rebrilhava ao sol daquela tarde de outubro de 1828 e o lenço encarnado que trazia ao pescoço esvoaçava no ar como uma bandeira.


 VERISSIMO, E. Um certo capitão Rodrigo. São Paulo: Cia. das Letras, 2005.



TEXTO 2


 — Bien ¿y usté don Segundo?


— Viviendo sin demasiadas penas graciah’a Dios.


Mientras los hombres se saludaban con las cortesías de uso, miré al recién llegado. No era tan grande en verdad, pero lo que le hacía aparecer tal hoy le viera, debíase seguramente a la expresión de fuerza que manaba de su cuerpo.


El pecho era vasto, las coyunturas huesudas como las de un potro, los pies cortos con un empeine a lo galleta, las manos gruesas y cuerudas como cascarón de peludo. Su tez era aindiada, sus ojos ligeramente levantados hacia las sienes y pequeños. Para conversar mejor habíase echado atrás el chambergo de ala escasa, descubriendo un flequillo cortado como crin a la altura de las cejas.


Su indumentaria era de gaucho pobre. Un simple chanchero rodeaba su cintura. La blusa corta se levantaba un poco sobre un “cabo de güeso”, del cual pendía el rebenque tosco y ennegrecido por el uso. El chiripá era largo, talar, y un simple pañuelo negro se anudaba en torno a su cuello, con las puntas divididas sobre el hombro. Las alpargatas tenían sobre el empeine un tajo para contener el pie carnudo.


 GÜIRALDES, R. Don Segundo Sombra. Buenos Aires: Proa, 1926.

Com base em uma metodologia pautada nos princípios da leitura dialógica e da intertextualidade, conforme discutido por Bakhtin, uma professora de Língua Portuguesa da 3ª série do Ensino Médio escolheu os textos literários 1 e 2 para que os estudantes compreendessem como esses textos podem estar relacionados. Em seguida, apresentou os textos, contextualizando-os brevemente quanto a autor, época e gênero.
Uma proposta de atividade que atenda aos pressupostos teóricos adotados e que trabalhe a relação entre os dois textos, conforme objetivado pela professora, é
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Q3709383 Português

Nota Pública sobre a retirada do Espanhol do currículo do Ensino Médio no Projeto de Lei n. 5 230/23


Nós, representantes das associações estaduais de professores de espanhol e demais associações e entidades que subscrevem este documento, nos posicionamos publicamente nesta nota contra a retirada da obrigatoriedade de oferta da Língua Espanhola no Ensino Médio do Projeto de Lei n. 5 230/23. Esse PL altera a Lei n. 13 415/17, que define as diretrizes para a política nacional de Ensino Médio, conhecida como “Reforma do Novo Ensino Médio”. Enviado pelo Executivo Federal, por meio do Ministério da Educação, para o Congresso Nacional, o PL n. 5 230/23 previa originalmente a retomada da oferta obrigatória do Espanhol, juntamente com o Inglês, nos currículos do Ensino Médio, baseando-se inclusive em algumas questões históricas que aqui elencaremos. O artigo 4º de sua Carta Magna de 1988 aponta que “a República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações”. Sem dúvida, essa integração passa pela questão linguística, sendo o Brasil o único país de Língua Portuguesa, rodeado por vários países de Língua Espanhola, com os quais mantém relações diplomáticas, comerciais e de cooperação em diversos âmbitos.


Disponível em: https://abralin.org. Acesso em: 8 jun. 2025 (adaptado).

A Nota Pública contesta a revogação da obrigatoriedade do ensino da Língua Espanhola no Ensino Médio, destacando o papel estratégico do ensino de português-espanhol para a integração regional. Nesse contexto, assinale a alternativa que reflete, criticamente, a relação entre o ensino do Espanhol no Brasil e a integração latino-americana.
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Q3709377 Português
Uma professora de Português dos Anos Finais do Ensino Fundamental, de uma escola de uma capital brasileira, observou que, reiteradamente, uma parte de seus estudantes apresentou um comportamento verbal que indicou discriminação em relação a grupos minorizados. Esse comportamento chamou sua atenção, pois, de acordo com a definição da ONU, um discurso de ódio refere-se a qualquer tipo de comunicação que incentive ou promova discriminação ou ataques contra uma pessoa ou grupo com base em distinções como raça, religião, etnia, gênero, nacionalidade, entre outros. Considerando que as falas dos estudantes ultrapassaram o limite da opinião, aproximando-se do discurso de ódio, a professora elaborou um pequeno corpus, com conteúdo ofensivo e que fere os direitos humanos, extraído de uma rede social, para promover a discussão e combater esse tipo de manifestação.


                                                 


A liberdade de expressão ultrapassa um limite quando afeta alguém de forma ofensiva e criminosa. Dessa forma, a intenção da professora foi abordar a multissemiose e a multimodalidade dos textos do corpus e promover uma leitura crítica a partir dos elementos que compõem as mensagens propagadas por usuários nas redes sociais.


Disponível em: https://odioouopiniao.mdh.gov.br.
Acesso em: 10 maio 2025 (adaptado). 
Com base no contexto descrito e nos resultados apresentados pela turma de Ensino Fundamental, a professora propôs, para uma turma de Ensino Médio da mesma escola, a produção de um gênero textual multimodal contra discursos de ódio. A proposta elaborada que contempla esse objetivo é a
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Q3709376 Português
Uma professora de Português dos Anos Finais do Ensino Fundamental, de uma escola de uma capital brasileira, observou que, reiteradamente, uma parte de seus estudantes apresentou um comportamento verbal que indicou discriminação em relação a grupos minorizados. Esse comportamento chamou sua atenção, pois, de acordo com a definição da ONU, um discurso de ódio refere-se a qualquer tipo de comunicação que incentive ou promova discriminação ou ataques contra uma pessoa ou grupo com base em distinções como raça, religião, etnia, gênero, nacionalidade, entre outros. Considerando que as falas dos estudantes ultrapassaram o limite da opinião, aproximando-se do discurso de ódio, a professora elaborou um pequeno corpus, com conteúdo ofensivo e que fere os direitos humanos, extraído de uma rede social, para promover a discussão e combater esse tipo de manifestação.


                                                 


A liberdade de expressão ultrapassa um limite quando afeta alguém de forma ofensiva e criminosa. Dessa forma, a intenção da professora foi abordar a multissemiose e a multimodalidade dos textos do corpus e promover uma leitura crítica a partir dos elementos que compõem as mensagens propagadas por usuários nas redes sociais.


Disponível em: https://odioouopiniao.mdh.gov.br.
Acesso em: 10 maio 2025 (adaptado). 
Com o objetivo de analisar a composição e as características de gêneros textuais multimodais, a professora selecionou o corpus organizado anteriormente. Para a consecução desse objetivo pelos estudantes, a proposta pedagógica deverá
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Q3709375 Português
Uma professora de Português dos Anos Finais do Ensino Fundamental, de uma escola de uma capital brasileira, observou que, reiteradamente, uma parte de seus estudantes apresentou um comportamento verbal que indicou discriminação em relação a grupos minorizados. Esse comportamento chamou sua atenção, pois, de acordo com a definição da ONU, um discurso de ódio refere-se a qualquer tipo de comunicação que incentive ou promova discriminação ou ataques contra uma pessoa ou grupo com base em distinções como raça, religião, etnia, gênero, nacionalidade, entre outros. Considerando que as falas dos estudantes ultrapassaram o limite da opinião, aproximando-se do discurso de ódio, a professora elaborou um pequeno corpus, com conteúdo ofensivo e que fere os direitos humanos, extraído de uma rede social, para promover a discussão e combater esse tipo de manifestação.


                                                 


A liberdade de expressão ultrapassa um limite quando afeta alguém de forma ofensiva e criminosa. Dessa forma, a intenção da professora foi abordar a multissemiose e a multimodalidade dos textos do corpus e promover uma leitura crítica a partir dos elementos que compõem as mensagens propagadas por usuários nas redes sociais.


Disponível em: https://odioouopiniao.mdh.gov.br.
Acesso em: 10 maio 2025 (adaptado). 
Considerando o contexto apresentado e a intencionalidade da professora, qual é a abordagem adequada à promoção da educação linguística para a justiça social em uma aula de Língua Portuguesa dos Anos Finais do Ensino Fundamental?
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Q3709369 Português

TEXTO 1


  Narradores de Javé


                                                        



23 jan. 2004 No cinema | 1h 40min | Drama

Direção: Eliane Caffé

Roteiro: Eliane Caffé

Elenco: José Dumont, Nelson Xavier, Matheus Nachtergaele


Somente uma ameaça à própria existência pode mudar a rotina dos habitantes do pequeno vilarejo de Javé. É aí que eles se deparam com o anúncio de que a cidade pode desaparecer sob as águas de uma enorme usina hidrelétrica. Em resposta à notícia devastadora, a comunidade adota uma ousada estratégia: decide preparar um documento contando todos os grandes acontecimentos heroicos de sua história para que Javé possa escapar da destruição. Como a maioria dos moradores são analfabetos, a primeira tarefa é encontrar alguém que possa escrever as histórias.


Disponível em: www.adorocinema.com.

Acesso em: 8 maio 2025 (adaptado).




 TEXTO 2


O vilarejo de Javé será inundado pelas águas de uma represa. Os moradores não serão indenizados e nem terão outro local para morar. Para impedir que a destruição do vilarejo aconteça, eles se juntam para escrever a história local e transformar Javé em patrimônio cultural. Depois disso, o que se vê é uma tremenda confusão, principalmente quando todo o processo de escrita fica nas mãos de Antônio Biá, um homem que já deu muito trabalho e que não está tão disposto a cooperar.


Disponível em: https://cinema10.com.br.

Acesso em: 8 maio 2025.  


Um professor de Português apresentou para sua turma de 9º ano do Ensino Fundamental, como início de um conjunto de atividades, o cartaz do filme Narradores de Javé e as duas sinopses provenientes de fontes distintas com o propósito de desenvolver, de modo reflexivo, habilidades de leitura e de análise linguística na perspectiva dos multiletramentos em torno do gênero textual sinopse. Assinale a proposta didática que representa uma prática de ensino com abordagem alinhada ao trabalho com gêneros textuais, conforme consta na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Alternativas
Q3709368 Português

TEXTO 1


  Narradores de Javé


                                                        



23 jan. 2004 No cinema | 1h 40min | Drama

Direção: Eliane Caffé

Roteiro: Eliane Caffé

Elenco: José Dumont, Nelson Xavier, Matheus Nachtergaele


Somente uma ameaça à própria existência pode mudar a rotina dos habitantes do pequeno vilarejo de Javé. É aí que eles se deparam com o anúncio de que a cidade pode desaparecer sob as águas de uma enorme usina hidrelétrica. Em resposta à notícia devastadora, a comunidade adota uma ousada estratégia: decide preparar um documento contando todos os grandes acontecimentos heroicos de sua história para que Javé possa escapar da destruição. Como a maioria dos moradores são analfabetos, a primeira tarefa é encontrar alguém que possa escrever as histórias.


Disponível em: www.adorocinema.com.

Acesso em: 8 maio 2025 (adaptado).




 TEXTO 2


O vilarejo de Javé será inundado pelas águas de uma represa. Os moradores não serão indenizados e nem terão outro local para morar. Para impedir que a destruição do vilarejo aconteça, eles se juntam para escrever a história local e transformar Javé em patrimônio cultural. Depois disso, o que se vê é uma tremenda confusão, principalmente quando todo o processo de escrita fica nas mãos de Antônio Biá, um homem que já deu muito trabalho e que não está tão disposto a cooperar.


Disponível em: https://cinema10.com.br.

Acesso em: 8 maio 2025.  


O gênero textual sinopse oferece diversas possibilidades para o ensino de Língua Portuguesa. Considerando os elementos que o caracterizam e seu potencial pedagógico, analise os textos 1 e 2 do filme Narradores de Javé e assinale a alternativa correta sobre o uso desse gênero em sala de aula.
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Q3709237 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.

     Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.

    E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:

    – Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.

    O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.

    E ele agradeceu dizendo:

    – Viu como são as coisas?


(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
A ideia central do texto pode ser resumida na seguinte frase popular:
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Q3709235 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
A alternativa em que a palavra em destaque está substituída, nos colchetes, corretamente, sem alterar o sentido do texto, é:
Alternativas
Q3709233 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
Para Anne, justificava-se a rigidez de horário diante da seguinte situação:
Alternativas
Q3709232 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
De acordo com o texto, o desentendimento de Anne com seu parceiro acontecia, principalmente,
Alternativas
Q3709231 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
De acordo com estudos realizados, sabe-se que a criatividade se manifesta de maneira mais perceptível nas pessoas que
Alternativas
Respostas
15901: E
15902: B
15903: E
15904: A
15905: D
15906: C
15907: C
15908: C
15909: A
15910: B
15911: C
15912: B
15913: D
15914: A
15915: C
15916: B
15917: C
15918: B
15919: D
15920: C