Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3383335 Português
Desertificação e o futuro da agricultura


        O aproveitamento de terras improdutivas e a prevenção da degradação do solo serão questões cada vez mais urgentes ao longo do século. A desertificação foi um dos temas centrais da COP 16 da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, realizada em Riad, Arábia Saudita, em dezembro, onde líderes globais discutiram formas de conter esse problema crescente.

      De acordo com a ONU, pelo menos 100 milhões de hectares de terras férteis são perdidos todos os anos – o equivalente a quatro campos de futebol de solo saudável se tornando degradados a cada segundo.

      Na Arábia Saudita, por exemplo, menos de 1% do território é considerado arável. Além disso, a demanda de água para a agricultura pode ser até três vezes maior do que a média global. Os aquíferos subterrâneos, fonte essencial de água para o cultivo, estão se esgotando rapidamente, sendo extraídos em um ritmo superior ao de sua reposição natural.

Fonte: CNN. Adaptado. 
Qual é o principal problema ambiental discutido no texto?
Alternativas
Q3382247 Português



Fonte: Quino (2021).

Sobre o uso de figuras de linguagem presente na charge e seus efeitos de sentido, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3382246 Português



Fonte: Quino (2021).

Considerando a charge anterior, quanto à diferença entre gêneros textuais, fato e opinião, intencionalidade discursiva e efeitos de sentido, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3382245 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o período a seguir, retirado do texto-base: “Assim Imagem associada para resolução da questão  além de desafiar hipóteses tradicionais, os resultados ampliam a compreensão sobre as aplicações biológicas de conceitos da Física”. Neste contexto, a palavra “desafiar” descreve a relação dos resultados da pesquisa com as hipóteses que já existiam sobre o comportamento dos mosquitos. Assim, assinale a alternativa que apresenta um termo que poderia substituir a palavra “desafiar” no período, mantendo o sentido que ela adquire ao se referir a “hipóteses tradicionais”. 
Alternativas
Q3382241 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “intrigantes” (l. 27) pode ser substituída, sem alteração de sentido do trecho em que ocorre, por:
Alternativas
Q3382238 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto-base, qual dos seguintes pontos é explicitamente citado como uma pergunta que ainda intriga os pesquisadores após a realização do estudo?
Alternativas
Q3382237 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os conceitos de situação comunicativa, gênero textual e recursos de coesão e coerência, assinale a alternativa que descreve corretamente uma característica relevante do texto-base.
Alternativas
Q3382236 Português

Nuvens de mosquitos podem agir como redes de neurônios 


Por Osame Kinouchi e Guilherme Roncaratti Galanti 






(Disponível em: www.super.abril.com.br/ciencia/nuvens-de-mosquitos-podem-agir-como-redes-de-neuroniose-tomar-decisoes-coletivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com a pesquisa sobre a formação de enxames de mosquitos, como os cientistas do NeuroMat/USP propõem que cada mosquito ajusta sua posição dentro do enxame, em contraste com estudos anteriores?
Alternativas
Q3382173 Português
Em qual alternativa há figura de linguagem do tipo metáfora?
Alternativas
Q3382172 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresenta sentido denotativo:
Alternativas
Q3382171 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Qual dos trechos abaixo expressa uma consequência do uso excessivo de redes sociais, segundo o texto?
Alternativas
Q3382170 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
O texto pode ser classificado como:
Alternativas
Q3382169 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
O autor do texto sugere que, para lidar com esse problema, deve-se:
Alternativas
Q3382168 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Pode-se inferir do texto que o uso abusivo das redes sociais por crianças e adolescentes:
Alternativas
Q3382166 Português
Liberação de Dopamina e Vício em Redes Sociais
no Cérebro de Crianças e Adolescentes


O uso excessivo das redes sociais entre crianças e adolescentes tem se tornado um fenômeno preocupante. Diversos estudos neurocientíficos indicam que, ao navegar por redes como Instagram, TikTok ou YouTube, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa substância é naturalmente produzida em atividades prazerosas, como comer, socializar ou praticar exercícios. No entanto, o estímulo constante proporcionado pelas redes sociais pode causar uma superestimulação do sistema dopaminérgico, especialmente em cérebros ainda em desenvolvimento.

Ao receber curtidas, comentários ou novas notificações, o cérebro entende essas interações como “recompensas”, o que reforça o comportamento de voltar repetidamente às redes. Com o tempo, o jovem pode se tornar dependente dessas recompensas digitais, apresentando sintomas similares aos observados em outros tipos de vício, como ansiedade, irritabilidade quando está offline, e queda no rendimento escolar.

Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar atentos a esses sinais e propor estratégias que incentivem o uso saudável da tecnologia. Mais do que proibir, é necessário compreender o funcionamento do cérebro e oferecer alternativas que estimulem outras fontes de prazer e interação social que não envolvam exclusivamente o mundo digital.
Segundo o texto, o vício em redes sociais entre crianças e adolescentes pode estar relacionado à:
Alternativas
Q3381984 Português
Coreia do Sul consegue reciclar 97% dos resíduos alimentares


O sistema de reciclagem de resíduos alimentares sul-coreano é resultado de um trabalho de décadas. Em 1996, o país reciclava apenas 2,6% dos seus resíduos alimentares, mas isso começou a mudar com a transformação econômica iniciada nos anos 1980.


"A década de 1980 foi um período fundamental para o desenvolvimento econômico da Coreia do Sul", explica o professor Jae-Cheol Jang do Instituto de Agricultura da Universidade Nacional de Gyeongsang.


Com a industrialização e a urbanização, também surgiram problemas sociais, e um deles foi o manejo de resíduos.


A Coreia do Sul tem mais de cinquenta milhões de habitantes e uma densidade populacional alta, sendo mais de quinhentas pessoas por quilômetro quadrado.


No Peru, por exemplo, a densidade não chega a 30 habitantes por quilômetro quadrado.


Com as mudanças econômicas, cresceu também o número de aterros sanitários, alguns próximos a áreas residenciais, o que gerou muitos protestos.


Quando se decompõem, os resíduos liberam metano, um gás de efeito estufa muito mais potente que o dióxido de carbono.


Pressionados pelos cidadãos, o governo buscou uma solução para o problema dos aterros.


Em 1995, foi aprovado um sistema que cobrava por volume de resíduo gerado, sem separar restos de alimentos de lixos em geral. Em 2005, o descarte de restos de comida em aterros foi proibido por lei.


E em 2013 foi implementado o atual sistema de cobrança por peso dos restos de comida.


O sistema continua evoluindo à medida que a tecnologia avança, mas se baseia em um princípio básico: você tem que pagar cada vez que joga fora seus restos de comida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99p3xvy7veo.adaptado.
A complexa trajetória da Coreia do Sul na gestão dos resíduos alimentares evidencia múltiplos fatores interligados, que envolvem desde aspectos econômicos e demográficos até decisões políticas estratégicas.
De acordo com o texto base, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3381388 Português
O genoma obscuro e as doenças


A ilha de Panay, nas Filipinas, é mais conhecida pelas suas cintilantes areias brancas e pelo fluxo regular de turistas; mas este local idílico esconde um segredo trágico.


Panay abriga o maior número de casos existentes no mundo de um distúrbio dos movimentos incurável, chamado distonia-parkinsonismo ligado ao X − XDP, na sigla em inglês.


Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP desenvolvem uma série de sintomas que afetam sua capacidade de andar e reagir rapidamente a diversas situações.


Desde a descoberta do distúrbio nos anos 1970, a doença só foi diagnosticada em pessoas de ascendência filipina. Este fato permaneceu um mistério por muito tempo, até que os geneticistas descobriram que todos esses indivíduos possuem a mesma variante exclusiva de um gene chamado TAF1.


O início dos sintomas parece ser causado por um transposon no meio do gene, ou seja, um elemento móvel do DNA capaz de regular sua função de forma a causar prejuízo ao corpo ao longo do tempo. Acredita-se que esta variante genética tenha surgido pela primeira vez cerca de dois mil anos atrás, antes de ser transmitida e se estabelecer na população.


"O gene TAF1 é um gene essencial, ou seja, ele é necessário para o crescimento e a multiplicação de todos os tipos de células", afirmam os pesquisadores.


Este é um exemplo simples de como algumas sequências de DNA do genoma obscuro controlam a função de diversos genes, seja ativando ou reprimindo a transformação de informações genéticas em proteínas, em resposta a indicações recebidas do ambiente.


O genoma escuro também fornece instruções para a formação de diversos tipos de moléculas, conhecidas como RNAs não codificantes. Eles desempenham diversos papéis, desde a fabricar algumas proteínas, bloquear a produção de outras ou ajudar a regular a atividade genética.


Os RNAs produzidos pelo genoma obscuro agem como os maestros da orquestra, conduzindo como o seu DNA reage ao ambiente. E estes RNAs não codificantes, agora, são cada vez mais considerados a ligação entre o genoma obscuro e diversas doenças crônicas.


A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o corpo entre em um estado de doença, alterando a atividade genética, de forma a aumentar as inflamações do corpo ou promover a morte celular.


Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.


A indústria de desenvolvimento de remédios concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os RNAs não codificantes que controlam os genes encarregados desses processos.


No campo das vacinas contra o câncer, por exemplo, as empresas realizam sequenciamento de DNA em amostras de tumores dos pacientes para identificar um alvo adequado a ser atacado pelo sistema imunológico. E a maioria dos métodos concentra-se apenas nas regiões codificantes de proteínas do genoma. O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas células e processos diferentes que não têm relação com a doença.


No entanto, a atividade do genoma obscuro é extraordinariamente específica. Existem RNAs não codificantes que regulam a fibrose apenas no coração, de forma que, ao medicá-los, tem-se um remédio potencialmente muito seguro, explicam os pesquisadores.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3j3616k05o.adaptado.
As marcas de textualidade são elementos linguísticos e discursivos responsáveis por garantir que um texto seja compreendido como uma unidade de sentido. Elas asseguram não apenas a ligação lógica e coesa entre as partes do texto, mas também sua coerência semântica, permitindo que o leitor identifique um propósito comunicativo claro (FIORIN, 2022).
Acerca das marcas de textualidade presentes no texto, especialmente coesão, coerência e intertextualidade, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3381387 Português
O genoma obscuro e as doenças


A ilha de Panay, nas Filipinas, é mais conhecida pelas suas cintilantes areias brancas e pelo fluxo regular de turistas; mas este local idílico esconde um segredo trágico.


Panay abriga o maior número de casos existentes no mundo de um distúrbio dos movimentos incurável, chamado distonia-parkinsonismo ligado ao X − XDP, na sigla em inglês.


Como no mal de Parkinson, as pessoas com XDP desenvolvem uma série de sintomas que afetam sua capacidade de andar e reagir rapidamente a diversas situações.


Desde a descoberta do distúrbio nos anos 1970, a doença só foi diagnosticada em pessoas de ascendência filipina. Este fato permaneceu um mistério por muito tempo, até que os geneticistas descobriram que todos esses indivíduos possuem a mesma variante exclusiva de um gene chamado TAF1.


O início dos sintomas parece ser causado por um transposon no meio do gene, ou seja, um elemento móvel do DNA capaz de regular sua função de forma a causar prejuízo ao corpo ao longo do tempo. Acredita-se que esta variante genética tenha surgido pela primeira vez cerca de dois mil anos atrás, antes de ser transmitida e se estabelecer na população.


"O gene TAF1 é um gene essencial, ou seja, ele é necessário para o crescimento e a multiplicação de todos os tipos de células", afirmam os pesquisadores.


Este é um exemplo simples de como algumas sequências de DNA do genoma obscuro controlam a função de diversos genes, seja ativando ou reprimindo a transformação de informações genéticas em proteínas, em resposta a indicações recebidas do ambiente.


O genoma escuro também fornece instruções para a formação de diversos tipos de moléculas, conhecidas como RNAs não codificantes. Eles desempenham diversos papéis, desde a fabricar algumas proteínas, bloquear a produção de outras ou ajudar a regular a atividade genética.


Os RNAs produzidos pelo genoma obscuro agem como os maestros da orquestra, conduzindo como o seu DNA reage ao ambiente. E estes RNAs não codificantes, agora, são cada vez mais considerados a ligação entre o genoma obscuro e diversas doenças crônicas.


A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o corpo entre em um estado de doença, alterando a atividade genética, de forma a aumentar as inflamações do corpo ou promover a morte celular.


Em doenças complexas, como a esquizofrenia e a depressão, todo um conjunto de RNAs não codificantes age em sincronia para reduzir ou aumentar a expressão de certos genes.


A indústria de desenvolvimento de remédios concentra-se nas proteínas, mas algumas empresas percebem que pode ser mais eficaz tentar interromper os RNAs não codificantes que controlam os genes encarregados desses processos.


No campo das vacinas contra o câncer, por exemplo, as empresas realizam sequenciamento de DNA em amostras de tumores dos pacientes para identificar um alvo adequado a ser atacado pelo sistema imunológico. E a maioria dos métodos concentra-se apenas nas regiões codificantes de proteínas do genoma. O problema é que existem apenas cerca de 20 mil proteínas no corpo e a maioria é expressa em muitas células e processos diferentes que não têm relação com a doença.


No entanto, a atividade do genoma obscuro é extraordinariamente específica. Existem RNAs não codificantes que regulam a fibrose apenas no coração, de forma que, ao medicá-los, tem-se um remédio potencialmente muito seguro, explicam os pesquisadores.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3j3616k05o.adaptado.
A ideia é que, se fornecermos sistematicamente os sinais errados para o genoma obscuro com o nosso estilo de vida − fumo, má alimentação e inatividade −, as moléculas de RNA produzidas por ele fazem com que o corpo entre em um estado de doença, alterando a atividade genética, de forma a aumentar as inflamações do corpo ou promover a morte celular.
Em relação ao uso de sinônimos, antônimos, parônimos e hiperônimos no excerto selecionado, é correto afirmar que
Alternativas
Q3380767 Português
Na charge, o mosquito aparece em um ambiente de lixo e água parada, agindo como se fosse uma pessoa. Qual é a figura de linguagem nessa representação do mosquito e seu efeito? 
Alternativas
Q3380766 Português
Considerando as teorias sobre gêneros e tipos textuais, bem como as contribuições sobre coesão e coerência, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
15841: B
15842: E
15843: B
15844: D
15845: E
15846: A
15847: D
15848: C
15849: C
15850: B
15851: A
15852: B
15853: C
15854: B
15855: B
15856: B
15857: A
15858: B
15859: C
15860: B