Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4437435 Português
Médicos de IA e idosos


Já não se propaga desinformação como antigamente

A fisioterapeuta do meu filho chegou aqui em casa indignada. Seu pai convive com um diagnóstico de Parkinson e passa boa parte da rotina em busca de dicas para desfrutar da vida com mais conforto. Nas muitas horas diárias em que passa mergulhado no celular, os vídeos que mais o atraem estão relacionados ao tratamento de insônia, condição que piora seus sintomas.

Sabendo que a descendente monitora seus hábitos de forma rigorosa, trabalha com pesquisa e dá muito valor às evidências científicas, ele costuma se aventurar às escondidas. Já testou combinações de medicamentos para vermes com o intuito de "curar" condições do Parkinson, misturas inusitadas de alimentos envolvendo ovos e sardinha, além de cápsulas de ervas.

A última empreitada envolveu uma receita que juntou Biotônico Fontoura com amendoim e precisava fermentar por alguns dias. O líquido que resultasse da iguaria deveria ser ingerido para melhorar a disposição e aumentar as taxas de ferro no sangue.

A fisioterapeuta encontrou o vidro com a mistura camuflado no quarto do idoso. Quando questionado sobre a origem da peripécia, ele mostrou um vídeo de um médico num canal do Youtube, que disse confiar muito. Afinal, era um médico, de jaleco, com estetoscópio pendurado no pescoço e falando palavras difíceis em um cenário que lembrava um consultório.

Não é o tipo de golpe de que já temos notícia, quando um indivíduo sem formação na área se passa por um profissional da Medicina. Esse médico simplesmente não existe. Trata-se apenas de alguém ou de uma empresa que inventou um personagem por meio da Inteligência Artificial (IA). Para chamar atenção e conseguir mais visualizações, o robô propaga pseudociências das mais estapafúrdias e com uma linguagem claramente voltada aos idosos.

[...]

(Juliana Gomes. Disponível em: https://jornaldoveneno.substack.com/p/medicos-de-ia-e-idosos-159. Acesso em: 25 set. 2026. Adaptado.)
Os significados e os sentidos das palavras são dados de forma contextualizada. Uma palavra pode ter vários significados e vários sentidos, que serão mobilizados ou não conforme o contexto. Analise o 5º parágrafo do texto e assinale a alternativa que indica corretamente o antônimo de "estapafúrdias":
Alternativas
Q4437347 Português
Médicos de IA e idosos


Já não se propaga desinformação como antigamente

A fisioterapeuta do meu filho chegou aqui em casa indignada. Seu pai convive com um diagnóstico de Parkinson e passa boa parte da rotina em busca de dicas para desfrutar da vida com mais conforto. Nas muitas horas diárias em que passa mergulhado no celular, os vídeos que mais o atraem estão relacionados ao tratamento de insônia, condição que piora seus sintomas.

Sabendo que a descendente monitora seus hábitos de forma rigorosa, trabalha com pesquisa e dá muito valor às evidências científicas, ele costuma se aventurar às escondidas. Já testou combinações de medicamentos para vermes com o intuito de "curar" condições do Parkinson, misturas inusitadas de alimentos envolvendo ovos e sardinha, além de cápsulas de ervas.

A última empreitada envolveu uma receita que juntou Biotônico Fontoura com amendoim e precisava fermentar por alguns dias. O líquido que resultasse da iguaria deveria ser ingerido para melhorar a disposição e aumentar as taxas de ferro no sangue.

A fisioterapeuta encontrou o vidro com a mistura camuflado no quarto do idoso. Quando questionado sobre a origem da peripécia, ele mostrou um vídeo de um médico num canal do Youtube, que disse confiar muito. Afinal, era um médico, de jaleco, com estetoscópio pendurado no pescoço e falando palavras difíceis em um cenário que lembrava um consultório.

Não é o tipo de golpe de que já temos notícia, quando um indivíduo sem formação na área se passa por um profissional da Medicina. Esse médico simplesmente não existe. Trata-se apenas de alguém ou de uma empresa que inventou um personagem por meio da Inteligência Artificial (IA). Para chamar atenção e conseguir mais visualizações, o robô propaga pseudociências das mais estapafúrdias e com uma linguagem claramente voltada aos idosos.

[...]


(Juliana Gomes. Disponível em: https://jornaldoveneno.substack.com/p/medicos-de-ia-e-idosos-159. Acesso em: 25 set. 2026. Adaptado.)
A partir da leitura atenta do texto e mobilizando seus conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)De acordo com o texto, pode-se inferir que novas ferramentas e novos modos de dizer têm sido usados para propagar desinformação.

(__)A aparência, a indumentária, os instrumentos e o vocabulário relacionados à área da saúde são suficientes para certificar que o sujeito do vídeo é um médico e lhe conferem autoridade tanto quanto um diploma e os saberes científicos.

(__)No contexto de uso de IA relatado, compreende-se que a população idosa é um alvo mais facilmente conquistado e convencido a adotar as práticas ensinadas nos vídeos.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4437345 Português
Médicos de IA e idosos


Já não se propaga desinformação como antigamente

A fisioterapeuta do meu filho chegou aqui em casa indignada. Seu pai convive com um diagnóstico de Parkinson e passa boa parte da rotina em busca de dicas para desfrutar da vida com mais conforto. Nas muitas horas diárias em que passa mergulhado no celular, os vídeos que mais o atraem estão relacionados ao tratamento de insônia, condição que piora seus sintomas.

Sabendo que a descendente monitora seus hábitos de forma rigorosa, trabalha com pesquisa e dá muito valor às evidências científicas, ele costuma se aventurar às escondidas. Já testou combinações de medicamentos para vermes com o intuito de "curar" condições do Parkinson, misturas inusitadas de alimentos envolvendo ovos e sardinha, além de cápsulas de ervas.

A última empreitada envolveu uma receita que juntou Biotônico Fontoura com amendoim e precisava fermentar por alguns dias. O líquido que resultasse da iguaria deveria ser ingerido para melhorar a disposição e aumentar as taxas de ferro no sangue.

A fisioterapeuta encontrou o vidro com a mistura camuflado no quarto do idoso. Quando questionado sobre a origem da peripécia, ele mostrou um vídeo de um médico num canal do Youtube, que disse confiar muito. Afinal, era um médico, de jaleco, com estetoscópio pendurado no pescoço e falando palavras difíceis em um cenário que lembrava um consultório.

Não é o tipo de golpe de que já temos notícia, quando um indivíduo sem formação na área se passa por um profissional da Medicina. Esse médico simplesmente não existe. Trata-se apenas de alguém ou de uma empresa que inventou um personagem por meio da Inteligência Artificial (IA). Para chamar atenção e conseguir mais visualizações, o robô propaga pseudociências das mais estapafúrdias e com uma linguagem claramente voltada aos idosos.

[...]


(Juliana Gomes. Disponível em: https://jornaldoveneno.substack.com/p/medicos-de-ia-e-idosos-159. Acesso em: 25 set. 2026. Adaptado.)
A coesão textual é importante mecanismo que autor(a) e leitor(a) precisam mobilizar para se alcançar um texto claro, construir sentidos e compreender o que diz o texto. Tendo isso em consideração, analise as sentenças a seguir:

I.Em "Seu pai convive com um diagnóstico de Parkinson e passa boa parte da rotina em busca de dicas para desfrutar da vida com mais conforto", o pronome possessivo acompanhando o substantivo "pai" gera uma ambiguidade porque o leitor não consegue definir se "Seu pai" tem como referente a fisioterapeuta ou o filho da autora do texto. Isso prejudica a compreensão do texto.

II.Em "ele costuma se aventurar às escondidas" e em "A última empreitada envolveu uma receita [...]", a autora constrói sentidos ao escolher a palavras "se aventurar" e "empreitada". Isso porque, dado o contexto, elas se referem aos processos do idoso de passar boa parte do dia assistindo vídeos sobre saúde, publicados na internet, e a testar o que é proposto/ensinado nesses vídeos. São uma aventura assistir esses vídeos e testar as receitas, tanto que ele o faz às escondidas. Uma verdadeira empreitada, inclusive para não ser descoberto.

III.Em "Para chamar atenção e conseguir mais visualizações, o robô propaga pseudociências das mais estapafúrdias", a autora do texto provocou um problema de referenciação. Não há nada, sejam palavras, sejam ideias, anteriormente explicitadas, que estabeleçam a coesão referencial para o substantivo "robô".


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4437344 Português
Médicos de IA e idosos


Já não se propaga desinformação como antigamente

A fisioterapeuta do meu filho chegou aqui em casa indignada. Seu pai convive com um diagnóstico de Parkinson e passa boa parte da rotina em busca de dicas para desfrutar da vida com mais conforto. Nas muitas horas diárias em que passa mergulhado no celular, os vídeos que mais o atraem estão relacionados ao tratamento de insônia, condição que piora seus sintomas.

Sabendo que a descendente monitora seus hábitos de forma rigorosa, trabalha com pesquisa e dá muito valor às evidências científicas, ele costuma se aventurar às escondidas. Já testou combinações de medicamentos para vermes com o intuito de "curar" condições do Parkinson, misturas inusitadas de alimentos envolvendo ovos e sardinha, além de cápsulas de ervas.

A última empreitada envolveu uma receita que juntou Biotônico Fontoura com amendoim e precisava fermentar por alguns dias. O líquido que resultasse da iguaria deveria ser ingerido para melhorar a disposição e aumentar as taxas de ferro no sangue.

A fisioterapeuta encontrou o vidro com a mistura camuflado no quarto do idoso. Quando questionado sobre a origem da peripécia, ele mostrou um vídeo de um médico num canal do Youtube, que disse confiar muito. Afinal, era um médico, de jaleco, com estetoscópio pendurado no pescoço e falando palavras difíceis em um cenário que lembrava um consultório.

Não é o tipo de golpe de que já temos notícia, quando um indivíduo sem formação na área se passa por um profissional da Medicina. Esse médico simplesmente não existe. Trata-se apenas de alguém ou de uma empresa que inventou um personagem por meio da Inteligência Artificial (IA). Para chamar atenção e conseguir mais visualizações, o robô propaga pseudociências das mais estapafúrdias e com uma linguagem claramente voltada aos idosos.

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(Juliana Gomes. Disponível em: https://jornaldoveneno.substack.com/p/medicos-de-ia-e-idosos-159. Acesso em: 25 set. 2026. Adaptado.)
A modalização diz respeito à expressão das intenções e pontos de vista do enunciador, sem que ele use, necessariamente, a primeira pessoa do singular, por exemplo. Tendo isso em consideração e texto em análise, na frase "Esse médico simplesmente não existe", o advérbio "simplesmente" produz o efeito de sentido de:
Alternativas
Q4437343 Português
Médicos de IA e idosos


Já não se propaga desinformação como antigamente

A fisioterapeuta do meu filho chegou aqui em casa indignada. Seu pai convive com um diagnóstico de Parkinson e passa boa parte da rotina em busca de dicas para desfrutar da vida com mais conforto. Nas muitas horas diárias em que passa mergulhado no celular, os vídeos que mais o atraem estão relacionados ao tratamento de insônia, condição que piora seus sintomas.

Sabendo que a descendente monitora seus hábitos de forma rigorosa, trabalha com pesquisa e dá muito valor às evidências científicas, ele costuma se aventurar às escondidas. Já testou combinações de medicamentos para vermes com o intuito de "curar" condições do Parkinson, misturas inusitadas de alimentos envolvendo ovos e sardinha, além de cápsulas de ervas.

A última empreitada envolveu uma receita que juntou Biotônico Fontoura com amendoim e precisava fermentar por alguns dias. O líquido que resultasse da iguaria deveria ser ingerido para melhorar a disposição e aumentar as taxas de ferro no sangue.

A fisioterapeuta encontrou o vidro com a mistura camuflado no quarto do idoso. Quando questionado sobre a origem da peripécia, ele mostrou um vídeo de um médico num canal do Youtube, que disse confiar muito. Afinal, era um médico, de jaleco, com estetoscópio pendurado no pescoço e falando palavras difíceis em um cenário que lembrava um consultório.

Não é o tipo de golpe de que já temos notícia, quando um indivíduo sem formação na área se passa por um profissional da Medicina. Esse médico simplesmente não existe. Trata-se apenas de alguém ou de uma empresa que inventou um personagem por meio da Inteligência Artificial (IA). Para chamar atenção e conseguir mais visualizações, o robô propaga pseudociências das mais estapafúrdias e com uma linguagem claramente voltada aos idosos.

[...]


(Juliana Gomes. Disponível em: https://jornaldoveneno.substack.com/p/medicos-de-ia-e-idosos-159. Acesso em: 25 set. 2026. Adaptado.)
Os significados e os sentidos das palavras são dados de forma contextualizada. Uma palavra pode ter vários significados e vários sentidos, que serão mobilizados ou não conforme o contexto. Analise o 5º parágrafo do texto e assinale a alternativa que indica corretamente o antônimo de "estapafúrdias":
Alternativas
Q4437095 Português
Leia o período: "A secretaria recebeu os requerimentos dos candidatos e os encaminhou à direção, que os analisará antes da publicação do resultado." Assinale a alternativa que apresenta análise CORRETA dos mecanismos de coesão empregados. 
Alternativas
Q4437088 Português
Considere o trecho a seguir: "Informamos aos responsáveis que o período de renovação de matrícula ocorrerá entre os dias 10 e 14 de janeiro. Os documentos deverão ser entregues na secretaria da escola, das 8h às 16h." Quanto à finalidade e à organização predominante desse texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4436753 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'Descansar não é perder tempo': como saber relaxar aumenta a produtividade no trabalho


uma sociedade em que a hiperprodutividade e o estresse foram romantizados como sinônimos de sucesso, especialistas insistem que a verdadeira chave para um desempenho sustentável reside na melhoria da qualidade do descanso.


María José García Rubio, professora da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Internacional de Valência (VIU), pertencente à Planeta Formación y Universidades, destacou a importância do sono reparador diante da cultura da atividade ininterrupta.


Segundo especialista, o cérebro não é uma máquina, mas um órgão biológico que "precisa de pausas" para consolidar o aprendizado e manter a atenção. "Paradoxalmente, quanto mais ignoramos o descanso, menos produtivos e criativos somos", afirmou ela.


A neurociência e a psicologia demonstraram que parar na hora certa e dormir o suficiente não é preguiça, mas sim a "base de um desempenho duradouro".


"Descansar não é perder tempo: é dar ao cérebro a oportunidade de se reorganizar, se limpar e repor suas energias", acrescentou García.


O sono, especialmente em suas fases profunda e REM, desempenha um papel essencial no processamento de informações, permitindo que as conexões neurais se fortaleçam e que informações irrelevantes sejam filtradas.


Portanto, o descanso insuficiente ou interrompido tem consequências rápidas: lapsos de memória, lentidão de raciocínio e perda de precisão nas decisões.


A especialista destaca que acordar sentindo-se cansado, irritado, com dificuldade de concentração ou com "esquecimento frequente" são sinais claros de má qualidade do sono.
Considere os trechos a seguir.

I: "Em uma sociedade em que a hiperprodutividade e o estresse foram romantizados como sinônimos de sucesso..."
II: "Paradoxalmente, quanto mais ignoramos o descanso, menos produtivos e criativos somos..."

Com base na significação contextual dos vocábulos e no estudo das funções da linguagem, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4436752 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'Descansar não é perder tempo': como saber relaxar aumenta a produtividade no trabalho


uma sociedade em que a hiperprodutividade e o estresse foram romantizados como sinônimos de sucesso, especialistas insistem que a verdadeira chave para um desempenho sustentável reside na melhoria da qualidade do descanso.


María José García Rubio, professora da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Internacional de Valência (VIU), pertencente à Planeta Formación y Universidades, destacou a importância do sono reparador diante da cultura da atividade ininterrupta.


Segundo especialista, o cérebro não é uma máquina, mas um órgão biológico que "precisa de pausas" para consolidar o aprendizado e manter a atenção. "Paradoxalmente, quanto mais ignoramos o descanso, menos produtivos e criativos somos", afirmou ela.


A neurociência e a psicologia demonstraram que parar na hora certa e dormir o suficiente não é preguiça, mas sim a "base de um desempenho duradouro".


"Descansar não é perder tempo: é dar ao cérebro a oportunidade de se reorganizar, se limpar e repor suas energias", acrescentou García.


O sono, especialmente em suas fases profunda e REM, desempenha um papel essencial no processamento de informações, permitindo que as conexões neurais se fortaleçam e que informações irrelevantes sejam filtradas.


Portanto, o descanso insuficiente ou interrompido tem consequências rápidas: lapsos de memória, lentidão de raciocínio e perda de precisão nas decisões.


A especialista destaca que acordar sentindo-se cansado, irritado, com dificuldade de concentração ou com "esquecimento frequente" são sinais claros de má qualidade do sono.
Considerando a organização textual, o gênero e as ideias desenvolvidas no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4436658 Português
• Texto para a questão.


Tradição x inovação qual geração tem o melhor trabalhador?


    Vivemos um momento inédito no mercado de trabalho: pela primeira vez, diversas gerações coexistem nas mesmas empresas. Tradicionalistas (nascidos antes de 1945), Baby Boomers (1946-1964), Geração X (1965-1980), Millennials (1981-1996) e a Geração Z (nascida a partir de 1997) compartilham espaços, valores e rotinas profissionais. 

    Essa convivência intergeracional, embora rica em diversidade, também tem provocado tensões e exigido adaptações rápidas por parte de lideranças e organizações. A digitalização também acentuou as diferenças. Jovens nativos digitais, da Geração Z, adaptam-se rapidamente a novas tecnologias, preferem feedbacks instantâneos e têm uma expectativa de progresso acelerado na carreira. Por outro lado, profissionais mais experientes acumulam décadas de conhecimento tácito, resiliência e capacidade de planejamento de longo prazo.

    O impacto prático dessas diferenças já é visível. Departamentos de recursos humanos vêm reformulando políticas para atrair e reter talentos de todas as idades. Programas de mentoria reversa, flexibilização de horários, home office, e capacitação digital são exemplos de iniciativas que buscam harmonizar o convívio e promover a troca de experiências entre gerações. 

    Mas os estigmas ainda persistem: jovens são vistos como impacientes e descomprometidos; veteranos, como resistentes à mudança. O futuro do trabalho será, inevitavelmente, plural. Organizações que souberem integrar diferentes gerações com respeito, abertura e inteligência emocional sairão na frente. Afinal, não se trata de escolher entre a experiência ou a ousadia, mas de reconhecer que o progresso nasce do diálogo entre o passado, o presente e o futuro.


Revista Vidi – economia sustentável – janeiro de 2026.
O texto apresenta algumas características de gerações diferentes que se encontram, atualmente, no mercado de trabalho. Sabendo disso, assinale abaixo o único comentário sobre as características destas gerações que encontra sustentação no texto 01.  
Alternativas
Q4436655 Português
• Texto para a questão.


Tradição x inovação qual geração tem o melhor trabalhador?


    Vivemos um momento inédito no mercado de trabalho: pela primeira vez, diversas gerações coexistem nas mesmas empresas. Tradicionalistas (nascidos antes de 1945), Baby Boomers (1946-1964), Geração X (1965-1980), Millennials (1981-1996) e a Geração Z (nascida a partir de 1997) compartilham espaços, valores e rotinas profissionais. 

    Essa convivência intergeracional, embora rica em diversidade, também tem provocado tensões e exigido adaptações rápidas por parte de lideranças e organizações. A digitalização também acentuou as diferenças. Jovens nativos digitais, da Geração Z, adaptam-se rapidamente a novas tecnologias, preferem feedbacks instantâneos e têm uma expectativa de progresso acelerado na carreira. Por outro lado, profissionais mais experientes acumulam décadas de conhecimento tácito, resiliência e capacidade de planejamento de longo prazo.

    O impacto prático dessas diferenças já é visível. Departamentos de recursos humanos vêm reformulando políticas para atrair e reter talentos de todas as idades. Programas de mentoria reversa, flexibilização de horários, home office, e capacitação digital são exemplos de iniciativas que buscam harmonizar o convívio e promover a troca de experiências entre gerações. 

    Mas os estigmas ainda persistem: jovens são vistos como impacientes e descomprometidos; veteranos, como resistentes à mudança. O futuro do trabalho será, inevitavelmente, plural. Organizações que souberem integrar diferentes gerações com respeito, abertura e inteligência emocional sairão na frente. Afinal, não se trata de escolher entre a experiência ou a ousadia, mas de reconhecer que o progresso nasce do diálogo entre o passado, o presente e o futuro.


Revista Vidi – economia sustentável – janeiro de 2026.
Considerando as possibilidades de reescrita e a manutenção das relações sintático-semânticas dos períodos do texto, indique a alternativa em que a proposta de transformação preserva o sentido original e a correção gramatical.
Alternativas
Q4436654 Português
• Texto para a questão.


Tradição x inovação qual geração tem o melhor trabalhador?


    Vivemos um momento inédito no mercado de trabalho: pela primeira vez, diversas gerações coexistem nas mesmas empresas. Tradicionalistas (nascidos antes de 1945), Baby Boomers (1946-1964), Geração X (1965-1980), Millennials (1981-1996) e a Geração Z (nascida a partir de 1997) compartilham espaços, valores e rotinas profissionais. 

    Essa convivência intergeracional, embora rica em diversidade, também tem provocado tensões e exigido adaptações rápidas por parte de lideranças e organizações. A digitalização também acentuou as diferenças. Jovens nativos digitais, da Geração Z, adaptam-se rapidamente a novas tecnologias, preferem feedbacks instantâneos e têm uma expectativa de progresso acelerado na carreira. Por outro lado, profissionais mais experientes acumulam décadas de conhecimento tácito, resiliência e capacidade de planejamento de longo prazo.

    O impacto prático dessas diferenças já é visível. Departamentos de recursos humanos vêm reformulando políticas para atrair e reter talentos de todas as idades. Programas de mentoria reversa, flexibilização de horários, home office, e capacitação digital são exemplos de iniciativas que buscam harmonizar o convívio e promover a troca de experiências entre gerações. 

    Mas os estigmas ainda persistem: jovens são vistos como impacientes e descomprometidos; veteranos, como resistentes à mudança. O futuro do trabalho será, inevitavelmente, plural. Organizações que souberem integrar diferentes gerações com respeito, abertura e inteligência emocional sairão na frente. Afinal, não se trata de escolher entre a experiência ou a ousadia, mas de reconhecer que o progresso nasce do diálogo entre o passado, o presente e o futuro.


Revista Vidi – economia sustentável – janeiro de 2026.
Considerando o contexto em que as palavras e expressões são empregadas no texto, assinale a única alternativa que faz uma afirmação correta.
Alternativas
Q4436653 Português
• Texto para a questão.


Tradição x inovação qual geração tem o melhor trabalhador?


    Vivemos um momento inédito no mercado de trabalho: pela primeira vez, diversas gerações coexistem nas mesmas empresas. Tradicionalistas (nascidos antes de 1945), Baby Boomers (1946-1964), Geração X (1965-1980), Millennials (1981-1996) e a Geração Z (nascida a partir de 1997) compartilham espaços, valores e rotinas profissionais. 

    Essa convivência intergeracional, embora rica em diversidade, também tem provocado tensões e exigido adaptações rápidas por parte de lideranças e organizações. A digitalização também acentuou as diferenças. Jovens nativos digitais, da Geração Z, adaptam-se rapidamente a novas tecnologias, preferem feedbacks instantâneos e têm uma expectativa de progresso acelerado na carreira. Por outro lado, profissionais mais experientes acumulam décadas de conhecimento tácito, resiliência e capacidade de planejamento de longo prazo.

    O impacto prático dessas diferenças já é visível. Departamentos de recursos humanos vêm reformulando políticas para atrair e reter talentos de todas as idades. Programas de mentoria reversa, flexibilização de horários, home office, e capacitação digital são exemplos de iniciativas que buscam harmonizar o convívio e promover a troca de experiências entre gerações. 

    Mas os estigmas ainda persistem: jovens são vistos como impacientes e descomprometidos; veteranos, como resistentes à mudança. O futuro do trabalho será, inevitavelmente, plural. Organizações que souberem integrar diferentes gerações com respeito, abertura e inteligência emocional sairão na frente. Afinal, não se trata de escolher entre a experiência ou a ousadia, mas de reconhecer que o progresso nasce do diálogo entre o passado, o presente e o futuro.


Revista Vidi – economia sustentável – janeiro de 2026.
Marque a única alternativa que faz uma afirmação correta a respeito dos recursos de articulação textual e dos nexos gramaticais mobilizados na construção do texto.
Alternativas
Q4436652 Português
• Texto para a questão.


Tradição x inovação qual geração tem o melhor trabalhador?


    Vivemos um momento inédito no mercado de trabalho: pela primeira vez, diversas gerações coexistem nas mesmas empresas. Tradicionalistas (nascidos antes de 1945), Baby Boomers (1946-1964), Geração X (1965-1980), Millennials (1981-1996) e a Geração Z (nascida a partir de 1997) compartilham espaços, valores e rotinas profissionais. 

    Essa convivência intergeracional, embora rica em diversidade, também tem provocado tensões e exigido adaptações rápidas por parte de lideranças e organizações. A digitalização também acentuou as diferenças. Jovens nativos digitais, da Geração Z, adaptam-se rapidamente a novas tecnologias, preferem feedbacks instantâneos e têm uma expectativa de progresso acelerado na carreira. Por outro lado, profissionais mais experientes acumulam décadas de conhecimento tácito, resiliência e capacidade de planejamento de longo prazo.

    O impacto prático dessas diferenças já é visível. Departamentos de recursos humanos vêm reformulando políticas para atrair e reter talentos de todas as idades. Programas de mentoria reversa, flexibilização de horários, home office, e capacitação digital são exemplos de iniciativas que buscam harmonizar o convívio e promover a troca de experiências entre gerações. 

    Mas os estigmas ainda persistem: jovens são vistos como impacientes e descomprometidos; veteranos, como resistentes à mudança. O futuro do trabalho será, inevitavelmente, plural. Organizações que souberem integrar diferentes gerações com respeito, abertura e inteligência emocional sairão na frente. Afinal, não se trata de escolher entre a experiência ou a ousadia, mas de reconhecer que o progresso nasce do diálogo entre o passado, o presente e o futuro.


Revista Vidi – economia sustentável – janeiro de 2026.
No que diz respeito à estruturação argumentativa e à articulação entre os parágrafos do texto, indique a alternativa que descreve corretamente a função de um de seus componentes ou a relação lógica estabelecida entre as partes.
Alternativas
Q4436269 Português
Leia o fragmento:
"Solicitamos aos servidores que encaminhem, até 15 de outubro, os documentos pendentes ao Setor de Recursos Humanos, a fim de possibilitar a atualização dos registros funcionais."
Considerando sua finalidade comunicativa predominante, esse fragmento aproxima-se de um gênero textual de natureza: 
Alternativas
Q4436266 Português
Na frase "A cidade acordou assustada com o barulho da tempestade", o efeito expressivo decorre principalmente do emprego de: 
Alternativas
Q4436188 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Podemos pensar no burocrata público como um mero executor das decisões tomadas pelos políticos em nome de seus eleitores. Essa é uma visão linear e equivocada do que é um servidor público. O servidor público não é um mero administrador; ele é, essencialmente, um agente político, como também o é o político eleito; por isso ambos são ‘oficiais públicos’. O servidor público não se limita a executar leis e políticas definidas pelos políticos; ele ajuda os políticos eleitos a formulá-las ou a reformá-las. Seu poder não é apenas o poder de um administrador sobre seus subordinados. Ele fala e age em nome do estado, ele partilha do poder de estado – do poder extroverso e soberano que só o estado tem sobre sua sociedade nacional.

Bresser-Pereira, L. C. Administração pública e de empresas: duas coisas muito diferentes. Revista Gestão Pública-PE, n. 2, jun. 2013. p. 35-41. 
O trabalho de um servidor público do magistério estadual deve priorizar: 
Alternativas
Q4436179 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

Toda esta mistificação da máquina e da tecnologia que parecia realmente ser os fatores primordiais que definiam o progresso humano foi rompida pelas explosões das bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, em Nagasáqui e Hiroshima. […] A tecnologia passou a ser encarada também como antivida e, em determinadas situações, como fora de controle. Nascia então a necessidade do surgimento de uma nova área no campo de conhecimento que pudesse interpretar e conhecer estas relações que começavam a definir novos rumos para a civilização.

Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade (CTS). In: Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade e o contexto da educação tecnológica. 3. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2011. p. 91-135.  
A nova área de conhecimento a que se refere o texto é a dos estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS). Como campo acadêmico, então, é correto dizer que o campo de CTS: 
Alternativas
Q4436173 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

O trabalho como princípio educativo

    Compreender a relação indissociável entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura significa compreender o trabalho como princípio educativo, o que não significa “aprender fazendo”, nem é sinônimo de formar para o exercício do trabalho. Considerar o trabalho como princípio educativo equivale dizer que o ser humano é produtor de sua realidade e, por isso, se apropria dela e pode transformá-la. Equivale dizer, ainda, que nós somos sujeitos de nossa história e de nossa realidade. Em síntese, o trabalho é a primeira mediação entre o homem e a realidade material e social.
    O trabalho também se constitui como prática econômica, obviamente porque nós garantimos nossa existência, produzindo riquezas e satisfazendo necessidades. Na sociedade moderna a relação econômica vai se tornando fundamento da profissionalização. Mas, sob a perspectiva da integração entre trabalho, ciência e cultura, a profissionalização se opõe à simples a formação para o mercado de trabalho. Antes, ela incorpora valores éticos-políticos e conteúdos históricos e científicos que caracterizam a práxis humana.
    Portanto, formar profissionalmente não é preparar exclusivamente para o exercício do trabalho, mas é proporcionar a compreensão das dinâmicas socioprodutivas das sociedades modernas, com as suas conquistas e os seus revezes, e também habilitar as pessoas para o exercício autônomo e crítico de profissões, sem nunca se esgotar a elas.

Disponível em: https://www.gov.br. Adaptado. 
Considerando o texto apresentado, o trabalho entendido como princípio educativo deve se preocupar prioritariamente com a: 
Alternativas
Q4436134 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

    Em 10 de dezembro de 1987, Londrina foi palco de um evento que entraria para a história policial brasileira: o assalto com o maior número de reféns já registrados no país. Sete homens armados invadiram a agência do Banestado, exigindo uma montanha de 30 milhões de cruzados e, no processo, mantiveram mais de 300 pessoas reféns.
    Essa é a história que o diretor José Eduardo Belmonte decidiu contar em Assalto à Brasileira, filme que adapta um dos capítulos policiais mais bizarros do país. O longa não perde tempo com introduções prolixas; rapidamente somos jogados no olho do furacão, acompanhando Paulo (Murilo Benício), um jornalista recém-demitido que vai à agência buscar sua rescisão, e Moreno (Christian Malheiros), o líder do assalto. Os motivos dos criminosos são contextualizados pela crise econômica da época, mas o filme prefere a ação imediata a longas explicações.
    Benício é o grande destaque do longa. Ele entrega uma atuação fantástica, um equilíbrio entre a tensão, a comédia e a malandragem do personagem em cada cena, seja no desespero inicial ou nas negociações com a polícia. Contudo, o foco não recai apenas sobre o ator. Quase todo o elenco entrega performances memoráveis. Muitos dos reféns roubam a cena com reações cômicas diante do absurdo, e a química entre os assaltantes é um acerto cirúrgico; suas interações fazem o público se divertir, como se tivessem reunido “Os Trapalhões” para executar um grande assalto. […]
    Outro ponto técnico que merece destaque é a direção de arte e a fotografia. Trabalhando com um espaço limitado – o banco assaltado em questão –, a equipe constrói uma ambientação incrivelmente fiel à década de 80, desde a redação da Folha de Londrina até a multidão histérica do lado de fora. […]

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