Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4432661 Português
Assinale a opção que apresenta a frase que contém uma ameaça para aqueles que não cuidam da saúde. 
Alternativas
Q4432659 Português
Leia o trecho a seguir.

A Enfermagem é uma profissão da área da saúde que desempenha um papel fundamental na promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde. Os enfermeiros são responsáveis pelo cuidado e bem-estar dos pacientes em diferentes ambientes, como hospitais, clínicas, instituições de longa permanência e em domicílio.

Sobre esse pequeno trecho, assinale a afirmativa correta.  
Alternativas
Q4432584 Português

TEXTO 2



(Título do texto omitido para fins didáticos)



Marcus André Melo (Professor da Universidade Federal de Pernambuco e ex-professor visitante do MIT e da Universidade Yale (EUA)) – Com adaptações


Fonte:

www1.folha.uol.com.br/colunas/marcusmelo/2026/08. Acesso em: 17/8/2026

Assinale a opção que NÃO faz a associação adequada entre expressões referenciais e os sentidos a elas atribuídos com base na ideia global do texto 2:
Alternativas
Q4432583 Português

TEXTO 2



(Título do texto omitido para fins didáticos)



Marcus André Melo (Professor da Universidade Federal de Pernambuco e ex-professor visitante do MIT e da Universidade Yale (EUA)) – Com adaptações


Fonte:

www1.folha.uol.com.br/colunas/marcusmelo/2026/08. Acesso em: 17/8/2026

Assinale o item que identifica e justifica adequadamente o gênero textual ao qual se vincula o texto 2.
Alternativas
Q4432582 Português

TEXTO 2



(Título do texto omitido para fins didáticos)



Marcus André Melo (Professor da Universidade Federal de Pernambuco e ex-professor visitante do MIT e da Universidade Yale (EUA)) – Com adaptações


Fonte:

www1.folha.uol.com.br/colunas/marcusmelo/2026/08. Acesso em: 17/8/2026

Tomando por base a tese defendida no texto 2, assinale a opção que pode funcionar adequadamente como um título para ele.
Alternativas
Q4432577 Português

LEIA O TEXTO I PARA RESPONDER À QUESTÃO



    A importância do serviço público



    O serviço público é algo inerente à própria história da humanidade. Sempre existiu e tem por finalidade prestar trabalho de qualidade a uma determinada coletividade. Com o passar dos anos, a forma de ingresso no serviço público mudou. Hoje o critério não é ser amigo do rei. Hoje, independente da origem social da pessoa, ela pode se submeter a um concurso e ingressar na administração pública. É uma escolha, é uma opção de vida. As portas estão abertas para todos. Lamentavelmente, nas últimas décadas o servidor público tem recebido ataques ferozes de todos os lados, como se fosse culpado por todas as mazelas que ocorrem no país.


    Vive-se um momento delicado, com uma pandemia batendo às nossas portas. Questiona-se: Quem está na linha de frente colocando a cara a tapa? Quem está colocando a sua própria vida em jogo para salvar as pessoas? Quem está cuidando da segurança dos cidadãos? Resposta! São os servidores públicos. Querem destruir a imagem do servidor público, querem fragilizá-lo, mas, na realidade, a intenção é destruir o serviço público, comprometer ainda mais a qualidade dos trabalhos prestados às camadas mais carentes da sociedade brasileira. Não se pode negar que vários segmentos da sociedade também estão contribuindo no combate ao coronavírus.


    São nos momentos adversos que vem à tona as contradições. São nos momentos de dificuldades que deve se tirar algumas lições. Esse discurso do liberalismo, discurso do estado mínimo, discurso que o mercado resolve tudo é balela. É imprescindível um estado forte para intervir em defesa dos fragilizados socialmente. Não se pode tratar os desiguais de forma igualitária, pois com isso o fosso social se agravaria ainda mais. Na realidade esse discurso liberal tem por objetivo continuar protegendo uma minoria abastada que concentra em suas mãos a riqueza do país.


    O discurso do Estado mínimo tem como objetivo manter os privilégios, manter as benesses nas mãos de uma minoria que lucra quantias fabulosas no sistema financeiro, nas mãos de uma elite que não é tributada sobre os lucros e dividendos e nas mãos de uma camada que se beneficia pela não regulamentação, até a presente data, do imposto sobre as grandes fortunas.


    A maioria da classe política é muito egoísta, mesmo no momento de pandemia continua recebendo a verba indenizatória, totalmente imoral. Uma classe política que só pensa nos seus interesses pessoais, que não abre mão dos privilégios bancados pela sociedade brasileira e, nos momentos de dificuldades, sempre joga a responsabilidade nos ombros dos mais fracos, demonstra não ter compromisso com a população que a elegeu, além disso, incentiva o discurso que tudo que ocorre de ruim no país a culpa é do Servidor Público.


    O governo acabou de aprovar uma reforma previdenciária, que aumentou de forma astronômica as alíquotas previdenciárias dos servidores públicos. Isso representou uma redução salarial, uma perda do poder aquisitivo e, consequentemente, uma queda na qualidade de vida de muitas famílias.


    Não se pode abrir mão de um serviço público de qualidade, com profissionais preparados e bem remunerados. Os servidores públicos não podem ficar a bel prazer dos governantes de plantão, dependendo do humor do gestor público, pois o compromisso maior é garantir serviço de qualidade, de forma permanente para a sociedade brasileira, pois, afinal de contas, os homens passam e as instituições continuam.


*Edivaldo Rocha dos Santos é bacharel em Direito e professor de História, servidor do TRE-MT. Fonte: https://www.fenajufe.org.br/artigos/a-importancia-do-servico-publico/ Texto publicado em: 21 maio 2020. Acesso em: 18 ago. 2026.

Considerando as relações de significação entre as palavras assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q4432475 Português
Leia o texto para responder à questão.


    O pai do meu pai era pastor de ovelhas numa aldeia bem pequena, nas montanhas da Galícia, ao norte da Espanha. Antes de o dia clarear, ele abria o estábulo e saía com as ovelhas para o campo. Junto, seu amigo inseparável: um cachorrinho ensinado. Numa noite de neve na aldeia, depois que os irmãos menores dormiram, meu avô se sentou ao lado da mãe na luz quente do fogão à lenha: “Mãe, eu quero ir para o Brasil, quero ser um homem de respeito, trabalhar e mandar dinheiro para a senhora criar os meus irmãos”. Ela fez o que pôde para convencê-lo a ficar. Pediu que esperasse um pouco mais, era ainda um menino, mas ele estava determinado: “Não vou pastorear ovelhas até morrer, como fez o pai”. Mais tarde, como em outras noites de frio, a mãe foi pôr uma garrafa de água quente entre as cobertas para esquentar a cama dele: “Doze anos, meu filho, quase um homem. Você tem razão, a Espanha pouco pode nos dar. Vá para o Brasil, terra nova, cheia de oportunidades. E trabalhe duro, siga o exemplo do seu pai”. Meu avô viu os olhos de sua mãe brilharem como líquido. Desde a morte do marido, era a primeira vez que ela chorava diante de um filho.


Drauzio Varella. Nas ruas do Brás. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2000, p. 5. Coleção Memória e História.
No trecho “Doze anos, meu filho, quase um homem. Você tem razão, a Espanha pouco pode nos dar. Vá para o Brasil, terra nova, cheia de oportunidades”, o emprego das aspas, associado à organização sintática e discursiva do enunciado, contribui para
Alternativas
Q4432474 Português
Leia o texto para responder à questão.


    O pai do meu pai era pastor de ovelhas numa aldeia bem pequena, nas montanhas da Galícia, ao norte da Espanha. Antes de o dia clarear, ele abria o estábulo e saía com as ovelhas para o campo. Junto, seu amigo inseparável: um cachorrinho ensinado. Numa noite de neve na aldeia, depois que os irmãos menores dormiram, meu avô se sentou ao lado da mãe na luz quente do fogão à lenha: “Mãe, eu quero ir para o Brasil, quero ser um homem de respeito, trabalhar e mandar dinheiro para a senhora criar os meus irmãos”. Ela fez o que pôde para convencê-lo a ficar. Pediu que esperasse um pouco mais, era ainda um menino, mas ele estava determinado: “Não vou pastorear ovelhas até morrer, como fez o pai”. Mais tarde, como em outras noites de frio, a mãe foi pôr uma garrafa de água quente entre as cobertas para esquentar a cama dele: “Doze anos, meu filho, quase um homem. Você tem razão, a Espanha pouco pode nos dar. Vá para o Brasil, terra nova, cheia de oportunidades. E trabalhe duro, siga o exemplo do seu pai”. Meu avô viu os olhos de sua mãe brilharem como líquido. Desde a morte do marido, era a primeira vez que ela chorava diante de um filho.


Drauzio Varella. Nas ruas do Brás. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2000, p. 5. Coleção Memória e História.
“Antes de o dia clarear, ele abria o estábulo e saía com as ovelhas para o campo. Junto, seu amigo inseparável (1): um cachorrinho ensinado.” (2)

Quanto aos mecanismos de coesão textual, o trecho 2, em relação ao trecho 1, indica uma coesão do tipo
Alternativas
Q4432473 Português
Leia o texto para responder à questão.


    O pai do meu pai era pastor de ovelhas numa aldeia bem pequena, nas montanhas da Galícia, ao norte da Espanha. Antes de o dia clarear, ele abria o estábulo e saía com as ovelhas para o campo. Junto, seu amigo inseparável: um cachorrinho ensinado. Numa noite de neve na aldeia, depois que os irmãos menores dormiram, meu avô se sentou ao lado da mãe na luz quente do fogão à lenha: “Mãe, eu quero ir para o Brasil, quero ser um homem de respeito, trabalhar e mandar dinheiro para a senhora criar os meus irmãos”. Ela fez o que pôde para convencê-lo a ficar. Pediu que esperasse um pouco mais, era ainda um menino, mas ele estava determinado: “Não vou pastorear ovelhas até morrer, como fez o pai”. Mais tarde, como em outras noites de frio, a mãe foi pôr uma garrafa de água quente entre as cobertas para esquentar a cama dele: “Doze anos, meu filho, quase um homem. Você tem razão, a Espanha pouco pode nos dar. Vá para o Brasil, terra nova, cheia de oportunidades. E trabalhe duro, siga o exemplo do seu pai”. Meu avô viu os olhos de sua mãe brilharem como líquido. Desde a morte do marido, era a primeira vez que ela chorava diante de um filho.


Drauzio Varella. Nas ruas do Brás. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2000, p. 5. Coleção Memória e História.
Considerando a organização discursiva do texto e a finalidade predominante da enunciação, a função da linguagem que predomina no trecho é
Alternativas
Q4432472 Português
Leia o texto para responder à questão.


    O pai do meu pai era pastor de ovelhas numa aldeia bem pequena, nas montanhas da Galícia, ao norte da Espanha. Antes de o dia clarear, ele abria o estábulo e saía com as ovelhas para o campo. Junto, seu amigo inseparável: um cachorrinho ensinado. Numa noite de neve na aldeia, depois que os irmãos menores dormiram, meu avô se sentou ao lado da mãe na luz quente do fogão à lenha: “Mãe, eu quero ir para o Brasil, quero ser um homem de respeito, trabalhar e mandar dinheiro para a senhora criar os meus irmãos”. Ela fez o que pôde para convencê-lo a ficar. Pediu que esperasse um pouco mais, era ainda um menino, mas ele estava determinado: “Não vou pastorear ovelhas até morrer, como fez o pai”. Mais tarde, como em outras noites de frio, a mãe foi pôr uma garrafa de água quente entre as cobertas para esquentar a cama dele: “Doze anos, meu filho, quase um homem. Você tem razão, a Espanha pouco pode nos dar. Vá para o Brasil, terra nova, cheia de oportunidades. E trabalhe duro, siga o exemplo do seu pai”. Meu avô viu os olhos de sua mãe brilharem como líquido. Desde a morte do marido, era a primeira vez que ela chorava diante de um filho.


Drauzio Varella. Nas ruas do Brás. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2000, p. 5. Coleção Memória e História.
No trecho “Pediu que esperasse um pouco mais, era ainda um menino, mas ele estava determinado”, o vocábulo determinado tem o mesmo valor semântico de
Alternativas
Q4432471 Português
Leia o texto para responder à questão.


    O pai do meu pai era pastor de ovelhas numa aldeia bem pequena, nas montanhas da Galícia, ao norte da Espanha. Antes de o dia clarear, ele abria o estábulo e saía com as ovelhas para o campo. Junto, seu amigo inseparável: um cachorrinho ensinado. Numa noite de neve na aldeia, depois que os irmãos menores dormiram, meu avô se sentou ao lado da mãe na luz quente do fogão à lenha: “Mãe, eu quero ir para o Brasil, quero ser um homem de respeito, trabalhar e mandar dinheiro para a senhora criar os meus irmãos”. Ela fez o que pôde para convencê-lo a ficar. Pediu que esperasse um pouco mais, era ainda um menino, mas ele estava determinado: “Não vou pastorear ovelhas até morrer, como fez o pai”. Mais tarde, como em outras noites de frio, a mãe foi pôr uma garrafa de água quente entre as cobertas para esquentar a cama dele: “Doze anos, meu filho, quase um homem. Você tem razão, a Espanha pouco pode nos dar. Vá para o Brasil, terra nova, cheia de oportunidades. E trabalhe duro, siga o exemplo do seu pai”. Meu avô viu os olhos de sua mãe brilharem como líquido. Desde a morte do marido, era a primeira vez que ela chorava diante de um filho.


Drauzio Varella. Nas ruas do Brás. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2000, p. 5. Coleção Memória e História.
Pelas especificidades apresentadas, o fragmento de texto em análise pertence ao gênero
Alternativas
Q4432454 Português
Leia o texto a seguir:


Os 2 melhores exercícios para o abdômen e quais evitar aos 50 anos, segundo Harvard

   Profissionais de uma renomada universidade americana recomendam a prática desses exercícios para fortalecer o corpo

   Existem muitos exercícios para melhorar a saúde e fortalecer os músculos abdominais, mas poucos são eficazes para adultos mais velhos. A Escola de Saúde Pública de Harvard destacou dois tipos de exercícios ideais para trabalhar o core após os 50 anos.

       A partir dessa idade, o exercício físico torna-se ainda mais importante do que em outras fases da vida. Estudos sugerem, e profissionais concordam, que o treinamento de força é o mais indicado para tonificar e prevenir problemas ósseos — os ossos começam a se deteriorar com o passar dos anos, especialmente em adultos mais velhos.

       — O treino é um hábito e um recurso fundamental para prevenir a deterioração das funções físicas e cognitivas inerentes ao desenvolvimento do ser humano — afirma a psicóloga Sofía Coria.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os adultos devem praticar atividade física aeróbica moderada por pelo menos 150 a 300 minutos por semana ou atividade física vigorosa por pelo menos 75 a 150 minutos por semana.

     Além disso, Harvard esclarece os benefícios de trabalhar o core: ele proporciona estabilidade às partes móveis acima e abaixo do core, como a coluna, as costas e os quadris.

    Exercícios abdominais tradicionais que sobrecarregam o pescoço e a coluna cervical não são recomendados para essa faixa etária. Especialistas de Harvard afirmam que abdominais tradicionais e flexões abdominais ajudam a fortalecer apenas alguns músculos do core e representam riscos para adultos mais velhos, razão pela qual não são recomendados após os 50 anos.

      Esses profissionais enfatizam que, ao escolher os melhores exercícios para trabalhar o abdômen e aumentar a força, o ideal é realizar exercícios que trabalhem vários grupos musculares simultaneamente. Entre os exercícios recomendados estão a ponte de glúteos e a prancha.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/09/29/os-2-melhoresexercicios-para-o-abdomen-e-quais-evitar-aos-50-anos-segundo-harvard.ghtml. Acesso em 29/09/2026. Excerto adaptado.
A expressão “Esses profissionais” (7º parágrafo) retoma os:
Alternativas
Q4432453 Português
Leia o texto a seguir:


Os 2 melhores exercícios para o abdômen e quais evitar aos 50 anos, segundo Harvard

   Profissionais de uma renomada universidade americana recomendam a prática desses exercícios para fortalecer o corpo

   Existem muitos exercícios para melhorar a saúde e fortalecer os músculos abdominais, mas poucos são eficazes para adultos mais velhos. A Escola de Saúde Pública de Harvard destacou dois tipos de exercícios ideais para trabalhar o core após os 50 anos.

       A partir dessa idade, o exercício físico torna-se ainda mais importante do que em outras fases da vida. Estudos sugerem, e profissionais concordam, que o treinamento de força é o mais indicado para tonificar e prevenir problemas ósseos — os ossos começam a se deteriorar com o passar dos anos, especialmente em adultos mais velhos.

       — O treino é um hábito e um recurso fundamental para prevenir a deterioração das funções físicas e cognitivas inerentes ao desenvolvimento do ser humano — afirma a psicóloga Sofía Coria.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os adultos devem praticar atividade física aeróbica moderada por pelo menos 150 a 300 minutos por semana ou atividade física vigorosa por pelo menos 75 a 150 minutos por semana.

     Além disso, Harvard esclarece os benefícios de trabalhar o core: ele proporciona estabilidade às partes móveis acima e abaixo do core, como a coluna, as costas e os quadris.

    Exercícios abdominais tradicionais que sobrecarregam o pescoço e a coluna cervical não são recomendados para essa faixa etária. Especialistas de Harvard afirmam que abdominais tradicionais e flexões abdominais ajudam a fortalecer apenas alguns músculos do core e representam riscos para adultos mais velhos, razão pela qual não são recomendados após os 50 anos.

      Esses profissionais enfatizam que, ao escolher os melhores exercícios para trabalhar o abdômen e aumentar a força, o ideal é realizar exercícios que trabalhem vários grupos musculares simultaneamente. Entre os exercícios recomendados estão a ponte de glúteos e a prancha.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/09/29/os-2-melhoresexercicios-para-o-abdomen-e-quais-evitar-aos-50-anos-segundo-harvard.ghtml. Acesso em 29/09/2026. Excerto adaptado.
No desenvolvimento do texto, a fala da psicóloga (3º parágrafo) contribui para:
Alternativas
Q4432451 Português
Leia o texto a seguir:


Os 2 melhores exercícios para o abdômen e quais evitar aos 50 anos, segundo Harvard

   Profissionais de uma renomada universidade americana recomendam a prática desses exercícios para fortalecer o corpo

   Existem muitos exercícios para melhorar a saúde e fortalecer os músculos abdominais, mas poucos são eficazes para adultos mais velhos. A Escola de Saúde Pública de Harvard destacou dois tipos de exercícios ideais para trabalhar o core após os 50 anos.

       A partir dessa idade, o exercício físico torna-se ainda mais importante do que em outras fases da vida. Estudos sugerem, e profissionais concordam, que o treinamento de força é o mais indicado para tonificar e prevenir problemas ósseos — os ossos começam a se deteriorar com o passar dos anos, especialmente em adultos mais velhos.

       — O treino é um hábito e um recurso fundamental para prevenir a deterioração das funções físicas e cognitivas inerentes ao desenvolvimento do ser humano — afirma a psicóloga Sofía Coria.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os adultos devem praticar atividade física aeróbica moderada por pelo menos 150 a 300 minutos por semana ou atividade física vigorosa por pelo menos 75 a 150 minutos por semana.

     Além disso, Harvard esclarece os benefícios de trabalhar o core: ele proporciona estabilidade às partes móveis acima e abaixo do core, como a coluna, as costas e os quadris.

    Exercícios abdominais tradicionais que sobrecarregam o pescoço e a coluna cervical não são recomendados para essa faixa etária. Especialistas de Harvard afirmam que abdominais tradicionais e flexões abdominais ajudam a fortalecer apenas alguns músculos do core e representam riscos para adultos mais velhos, razão pela qual não são recomendados após os 50 anos.

      Esses profissionais enfatizam que, ao escolher os melhores exercícios para trabalhar o abdômen e aumentar a força, o ideal é realizar exercícios que trabalhem vários grupos musculares simultaneamente. Entre os exercícios recomendados estão a ponte de glúteos e a prancha.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/09/29/os-2-melhoresexercicios-para-o-abdomen-e-quais-evitar-aos-50-anos-segundo-harvard.ghtml. Acesso em 29/09/2026. Excerto adaptado.
Ao recorrer a Harvard e à OMS, o texto constrói uma argumentação que busca: 
Alternativas
Q4432380 Português

A questão se refere ao texto produzido a seguir.


Queimadas no Brasil: o fogo que consome o futuro


Larissa Warnavin


        A intensificação das queimadas no Brasil coloca em risco tanto o meio ambiente quanto a saúde pública. A cada incêndio, um pedaço da nossa biodiversidade é destruído. O painel de queimadas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) revela que os focos de queimadas em agosto foram: 25.647 no Norte, 15.948 no Centro-Oeste, 5.996 no Sudeste, 4.366 no Nordeste e 2.019 no Sul. Esses dados se aproximam das máximas históricas registradas para o mês de agosto em 2003 e 2010. O cenário deve se agravar caso a combinação de baixa umidade e altas temperaturas se mantenha. 


        As condições climáticas atuais, marcadas por longos períodos de seca e umidade relativa do ar entre 12% e 20%, criam um ambiente propício para o surgimento e a propagação de incêndios florestais. Essas queimadas não apenas destroem vastas áreas de vegetação, mas também geram uma quantidade significativa de fumaça, que se espalha pelas cidades e afeta a qualidade do ar.


        A saúde da população também está em jogo. O material particulado (PM 2,5) liberado pela fumaça das queimadas pode penetrar nos pulmões e até entrar na corrente sanguínea, causando uma série de problemas de saúde. Os impactos vão desde irritações leves nos olhos e garganta até doenças respiratórias graves e complicações cardiovasculares. Além disso, a exposição prolongada à fumaça pode reduzir a expectativa de vida e aumentar a mortalidade por doenças respiratórias e cardiovasculares, especialmente em pessoas mais vulneráveis, como idosos e crianças. Por esse motivo, especialistas em saúde indicam o uso de máscaras pelos cidadãos das cidades que estão sendo acometidas pela fumaça das queimadas.


        Diante dessa situação, uma questão se impõe: ainda há tempo para reverter esse quadro? A resposta é complexa e a solução exige ações rápidas e coordenadas. Medidas emergenciais, como a intensificação do combate aos focos de incêndio e a criação de faixas de segurança (aceiros) ao redor de áreas de risco, são essenciais para conter o avanço das queimadas. Além disso, é fundamental que a população seja conscientizada sobre os perigos de provocar incêndios, seja de forma intencional ou acidental. 


        No entanto, essas ações talvez não sejam suficientes para resolver o problema a longo prazo. As queimadas no Brasil estão profundamente enraizadas em práticas agrícolas inadequadas, como o uso do fogo para limpar pastagens, e no desmatamento, que fragiliza os ecossistemas e os torna mais suscetíveis a incêndios. Portanto, é necessário um esforço coletivo por parte das autoridades para reforçar a fiscalização contra o desmatamento ilegal e principalmente por parte dos produtores rurais para promover práticas agrícolas mais sustentáveis e que evitem o uso do fogo. 


        Além disso, as queimadas no Brasil estão diretamente ligadas às mudanças climáticas globais, que têm tornado os períodos de seca mais intensos e prolongados. Por isso, o país precisa adotar políticas mais ambiciosas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se comprometer com os acordos internacionais de combate ao aquecimento global.


        Diante dessa calamidade, precisamos de uma resposta coletiva que envolva o governo, o setor privado e a sociedade civil para implementar políticas que protejam nossos ecossistemas e a saúde da população. As queimadas são um sintoma de um problema maior que só poderá ser resolvido com uma abordagem sistêmica e sustentável, que preserve tanto o meio ambiente quanto a qualidade de vida da população. Precisamos evitar que o fogo consuma o futuro das próximas gerações. 


Disponível em: . Acesso em: set. 2024

Há uma frase utilizada no sentido denotativo em:
Alternativas
Q4432378 Português

A questão se refere ao texto produzido a seguir.


Queimadas no Brasil: o fogo que consome o futuro


Larissa Warnavin


        A intensificação das queimadas no Brasil coloca em risco tanto o meio ambiente quanto a saúde pública. A cada incêndio, um pedaço da nossa biodiversidade é destruído. O painel de queimadas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) revela que os focos de queimadas em agosto foram: 25.647 no Norte, 15.948 no Centro-Oeste, 5.996 no Sudeste, 4.366 no Nordeste e 2.019 no Sul. Esses dados se aproximam das máximas históricas registradas para o mês de agosto em 2003 e 2010. O cenário deve se agravar caso a combinação de baixa umidade e altas temperaturas se mantenha. 


        As condições climáticas atuais, marcadas por longos períodos de seca e umidade relativa do ar entre 12% e 20%, criam um ambiente propício para o surgimento e a propagação de incêndios florestais. Essas queimadas não apenas destroem vastas áreas de vegetação, mas também geram uma quantidade significativa de fumaça, que se espalha pelas cidades e afeta a qualidade do ar.


        A saúde da população também está em jogo. O material particulado (PM 2,5) liberado pela fumaça das queimadas pode penetrar nos pulmões e até entrar na corrente sanguínea, causando uma série de problemas de saúde. Os impactos vão desde irritações leves nos olhos e garganta até doenças respiratórias graves e complicações cardiovasculares. Além disso, a exposição prolongada à fumaça pode reduzir a expectativa de vida e aumentar a mortalidade por doenças respiratórias e cardiovasculares, especialmente em pessoas mais vulneráveis, como idosos e crianças. Por esse motivo, especialistas em saúde indicam o uso de máscaras pelos cidadãos das cidades que estão sendo acometidas pela fumaça das queimadas.


        Diante dessa situação, uma questão se impõe: ainda há tempo para reverter esse quadro? A resposta é complexa e a solução exige ações rápidas e coordenadas. Medidas emergenciais, como a intensificação do combate aos focos de incêndio e a criação de faixas de segurança (aceiros) ao redor de áreas de risco, são essenciais para conter o avanço das queimadas. Além disso, é fundamental que a população seja conscientizada sobre os perigos de provocar incêndios, seja de forma intencional ou acidental. 


        No entanto, essas ações talvez não sejam suficientes para resolver o problema a longo prazo. As queimadas no Brasil estão profundamente enraizadas em práticas agrícolas inadequadas, como o uso do fogo para limpar pastagens, e no desmatamento, que fragiliza os ecossistemas e os torna mais suscetíveis a incêndios. Portanto, é necessário um esforço coletivo por parte das autoridades para reforçar a fiscalização contra o desmatamento ilegal e principalmente por parte dos produtores rurais para promover práticas agrícolas mais sustentáveis e que evitem o uso do fogo. 


        Além disso, as queimadas no Brasil estão diretamente ligadas às mudanças climáticas globais, que têm tornado os períodos de seca mais intensos e prolongados. Por isso, o país precisa adotar políticas mais ambiciosas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se comprometer com os acordos internacionais de combate ao aquecimento global.


        Diante dessa calamidade, precisamos de uma resposta coletiva que envolva o governo, o setor privado e a sociedade civil para implementar políticas que protejam nossos ecossistemas e a saúde da população. As queimadas são um sintoma de um problema maior que só poderá ser resolvido com uma abordagem sistêmica e sustentável, que preserve tanto o meio ambiente quanto a qualidade de vida da população. Precisamos evitar que o fogo consuma o futuro das próximas gerações. 


Disponível em: . Acesso em: set. 2024

Para responder a questão, considere o trecho abaixo.
No entanto, essas ações talvez não sejam suficientes para resolver o problema a longo prazo. As queimadas no Brasil estão profundamente enraizadas em práticas agrícolas inadequadas, como o uso do fogo para limpar pastagens, e no desmatamento, que fragiliza os ecossistemas e os torna mais suscetíveis a incêndios. Portanto, é necessário um esforço coletivo por parte das autoridades para reforçar a fiscalização contra o desmatamento ilegal e principalmente por parte dos produtores rurais para promover práticas agrícolas mais sustentáveis e que evitem o uso do fogo.
De acordo com esse trecho, os ecossistemas são fragilizados
Alternativas
Q4432376 Português

A questão se refere ao texto produzido a seguir.


Queimadas no Brasil: o fogo que consome o futuro


Larissa Warnavin


        A intensificação das queimadas no Brasil coloca em risco tanto o meio ambiente quanto a saúde pública. A cada incêndio, um pedaço da nossa biodiversidade é destruído. O painel de queimadas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) revela que os focos de queimadas em agosto foram: 25.647 no Norte, 15.948 no Centro-Oeste, 5.996 no Sudeste, 4.366 no Nordeste e 2.019 no Sul. Esses dados se aproximam das máximas históricas registradas para o mês de agosto em 2003 e 2010. O cenário deve se agravar caso a combinação de baixa umidade e altas temperaturas se mantenha. 


        As condições climáticas atuais, marcadas por longos períodos de seca e umidade relativa do ar entre 12% e 20%, criam um ambiente propício para o surgimento e a propagação de incêndios florestais. Essas queimadas não apenas destroem vastas áreas de vegetação, mas também geram uma quantidade significativa de fumaça, que se espalha pelas cidades e afeta a qualidade do ar.


        A saúde da população também está em jogo. O material particulado (PM 2,5) liberado pela fumaça das queimadas pode penetrar nos pulmões e até entrar na corrente sanguínea, causando uma série de problemas de saúde. Os impactos vão desde irritações leves nos olhos e garganta até doenças respiratórias graves e complicações cardiovasculares. Além disso, a exposição prolongada à fumaça pode reduzir a expectativa de vida e aumentar a mortalidade por doenças respiratórias e cardiovasculares, especialmente em pessoas mais vulneráveis, como idosos e crianças. Por esse motivo, especialistas em saúde indicam o uso de máscaras pelos cidadãos das cidades que estão sendo acometidas pela fumaça das queimadas.


        Diante dessa situação, uma questão se impõe: ainda há tempo para reverter esse quadro? A resposta é complexa e a solução exige ações rápidas e coordenadas. Medidas emergenciais, como a intensificação do combate aos focos de incêndio e a criação de faixas de segurança (aceiros) ao redor de áreas de risco, são essenciais para conter o avanço das queimadas. Além disso, é fundamental que a população seja conscientizada sobre os perigos de provocar incêndios, seja de forma intencional ou acidental. 


        No entanto, essas ações talvez não sejam suficientes para resolver o problema a longo prazo. As queimadas no Brasil estão profundamente enraizadas em práticas agrícolas inadequadas, como o uso do fogo para limpar pastagens, e no desmatamento, que fragiliza os ecossistemas e os torna mais suscetíveis a incêndios. Portanto, é necessário um esforço coletivo por parte das autoridades para reforçar a fiscalização contra o desmatamento ilegal e principalmente por parte dos produtores rurais para promover práticas agrícolas mais sustentáveis e que evitem o uso do fogo. 


        Além disso, as queimadas no Brasil estão diretamente ligadas às mudanças climáticas globais, que têm tornado os períodos de seca mais intensos e prolongados. Por isso, o país precisa adotar políticas mais ambiciosas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se comprometer com os acordos internacionais de combate ao aquecimento global.


        Diante dessa calamidade, precisamos de uma resposta coletiva que envolva o governo, o setor privado e a sociedade civil para implementar políticas que protejam nossos ecossistemas e a saúde da população. As queimadas são um sintoma de um problema maior que só poderá ser resolvido com uma abordagem sistêmica e sustentável, que preserve tanto o meio ambiente quanto a qualidade de vida da população. Precisamos evitar que o fogo consuma o futuro das próximas gerações. 


Disponível em: . Acesso em: set. 2024

Considerando a sua composição e a intenção comunicativa prioritária, o texto apresenta características dominantes do gênero
Alternativas
Q4432375 Português

A questão se refere ao texto produzido a seguir.


Queimadas no Brasil: o fogo que consome o futuro


Larissa Warnavin


        A intensificação das queimadas no Brasil coloca em risco tanto o meio ambiente quanto a saúde pública. A cada incêndio, um pedaço da nossa biodiversidade é destruído. O painel de queimadas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) revela que os focos de queimadas em agosto foram: 25.647 no Norte, 15.948 no Centro-Oeste, 5.996 no Sudeste, 4.366 no Nordeste e 2.019 no Sul. Esses dados se aproximam das máximas históricas registradas para o mês de agosto em 2003 e 2010. O cenário deve se agravar caso a combinação de baixa umidade e altas temperaturas se mantenha. 


        As condições climáticas atuais, marcadas por longos períodos de seca e umidade relativa do ar entre 12% e 20%, criam um ambiente propício para o surgimento e a propagação de incêndios florestais. Essas queimadas não apenas destroem vastas áreas de vegetação, mas também geram uma quantidade significativa de fumaça, que se espalha pelas cidades e afeta a qualidade do ar.


        A saúde da população também está em jogo. O material particulado (PM 2,5) liberado pela fumaça das queimadas pode penetrar nos pulmões e até entrar na corrente sanguínea, causando uma série de problemas de saúde. Os impactos vão desde irritações leves nos olhos e garganta até doenças respiratórias graves e complicações cardiovasculares. Além disso, a exposição prolongada à fumaça pode reduzir a expectativa de vida e aumentar a mortalidade por doenças respiratórias e cardiovasculares, especialmente em pessoas mais vulneráveis, como idosos e crianças. Por esse motivo, especialistas em saúde indicam o uso de máscaras pelos cidadãos das cidades que estão sendo acometidas pela fumaça das queimadas.


        Diante dessa situação, uma questão se impõe: ainda há tempo para reverter esse quadro? A resposta é complexa e a solução exige ações rápidas e coordenadas. Medidas emergenciais, como a intensificação do combate aos focos de incêndio e a criação de faixas de segurança (aceiros) ao redor de áreas de risco, são essenciais para conter o avanço das queimadas. Além disso, é fundamental que a população seja conscientizada sobre os perigos de provocar incêndios, seja de forma intencional ou acidental. 


        No entanto, essas ações talvez não sejam suficientes para resolver o problema a longo prazo. As queimadas no Brasil estão profundamente enraizadas em práticas agrícolas inadequadas, como o uso do fogo para limpar pastagens, e no desmatamento, que fragiliza os ecossistemas e os torna mais suscetíveis a incêndios. Portanto, é necessário um esforço coletivo por parte das autoridades para reforçar a fiscalização contra o desmatamento ilegal e principalmente por parte dos produtores rurais para promover práticas agrícolas mais sustentáveis e que evitem o uso do fogo. 


        Além disso, as queimadas no Brasil estão diretamente ligadas às mudanças climáticas globais, que têm tornado os períodos de seca mais intensos e prolongados. Por isso, o país precisa adotar políticas mais ambiciosas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se comprometer com os acordos internacionais de combate ao aquecimento global.


        Diante dessa calamidade, precisamos de uma resposta coletiva que envolva o governo, o setor privado e a sociedade civil para implementar políticas que protejam nossos ecossistemas e a saúde da população. As queimadas são um sintoma de um problema maior que só poderá ser resolvido com uma abordagem sistêmica e sustentável, que preserve tanto o meio ambiente quanto a qualidade de vida da população. Precisamos evitar que o fogo consuma o futuro das próximas gerações. 


Disponível em: . Acesso em: set. 2024

O quinto parágrafo introduz, em relação ao parágrafo anterior, uma
Alternativas
Q4432374 Português

A questão se refere ao texto produzido a seguir.


Queimadas no Brasil: o fogo que consome o futuro


Larissa Warnavin


        A intensificação das queimadas no Brasil coloca em risco tanto o meio ambiente quanto a saúde pública. A cada incêndio, um pedaço da nossa biodiversidade é destruído. O painel de queimadas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) revela que os focos de queimadas em agosto foram: 25.647 no Norte, 15.948 no Centro-Oeste, 5.996 no Sudeste, 4.366 no Nordeste e 2.019 no Sul. Esses dados se aproximam das máximas históricas registradas para o mês de agosto em 2003 e 2010. O cenário deve se agravar caso a combinação de baixa umidade e altas temperaturas se mantenha. 


        As condições climáticas atuais, marcadas por longos períodos de seca e umidade relativa do ar entre 12% e 20%, criam um ambiente propício para o surgimento e a propagação de incêndios florestais. Essas queimadas não apenas destroem vastas áreas de vegetação, mas também geram uma quantidade significativa de fumaça, que se espalha pelas cidades e afeta a qualidade do ar.


        A saúde da população também está em jogo. O material particulado (PM 2,5) liberado pela fumaça das queimadas pode penetrar nos pulmões e até entrar na corrente sanguínea, causando uma série de problemas de saúde. Os impactos vão desde irritações leves nos olhos e garganta até doenças respiratórias graves e complicações cardiovasculares. Além disso, a exposição prolongada à fumaça pode reduzir a expectativa de vida e aumentar a mortalidade por doenças respiratórias e cardiovasculares, especialmente em pessoas mais vulneráveis, como idosos e crianças. Por esse motivo, especialistas em saúde indicam o uso de máscaras pelos cidadãos das cidades que estão sendo acometidas pela fumaça das queimadas.


        Diante dessa situação, uma questão se impõe: ainda há tempo para reverter esse quadro? A resposta é complexa e a solução exige ações rápidas e coordenadas. Medidas emergenciais, como a intensificação do combate aos focos de incêndio e a criação de faixas de segurança (aceiros) ao redor de áreas de risco, são essenciais para conter o avanço das queimadas. Além disso, é fundamental que a população seja conscientizada sobre os perigos de provocar incêndios, seja de forma intencional ou acidental. 


        No entanto, essas ações talvez não sejam suficientes para resolver o problema a longo prazo. As queimadas no Brasil estão profundamente enraizadas em práticas agrícolas inadequadas, como o uso do fogo para limpar pastagens, e no desmatamento, que fragiliza os ecossistemas e os torna mais suscetíveis a incêndios. Portanto, é necessário um esforço coletivo por parte das autoridades para reforçar a fiscalização contra o desmatamento ilegal e principalmente por parte dos produtores rurais para promover práticas agrícolas mais sustentáveis e que evitem o uso do fogo. 


        Além disso, as queimadas no Brasil estão diretamente ligadas às mudanças climáticas globais, que têm tornado os períodos de seca mais intensos e prolongados. Por isso, o país precisa adotar políticas mais ambiciosas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se comprometer com os acordos internacionais de combate ao aquecimento global.


        Diante dessa calamidade, precisamos de uma resposta coletiva que envolva o governo, o setor privado e a sociedade civil para implementar políticas que protejam nossos ecossistemas e a saúde da população. As queimadas são um sintoma de um problema maior que só poderá ser resolvido com uma abordagem sistêmica e sustentável, que preserve tanto o meio ambiente quanto a qualidade de vida da população. Precisamos evitar que o fogo consuma o futuro das próximas gerações. 


Disponível em: . Acesso em: set. 2024

No primeiro parágrafo, o período que representa a ideia central é o
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Q4432373 Português

A questão se refere ao texto produzido a seguir.


Queimadas no Brasil: o fogo que consome o futuro


Larissa Warnavin


        A intensificação das queimadas no Brasil coloca em risco tanto o meio ambiente quanto a saúde pública. A cada incêndio, um pedaço da nossa biodiversidade é destruído. O painel de queimadas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) revela que os focos de queimadas em agosto foram: 25.647 no Norte, 15.948 no Centro-Oeste, 5.996 no Sudeste, 4.366 no Nordeste e 2.019 no Sul. Esses dados se aproximam das máximas históricas registradas para o mês de agosto em 2003 e 2010. O cenário deve se agravar caso a combinação de baixa umidade e altas temperaturas se mantenha. 


        As condições climáticas atuais, marcadas por longos períodos de seca e umidade relativa do ar entre 12% e 20%, criam um ambiente propício para o surgimento e a propagação de incêndios florestais. Essas queimadas não apenas destroem vastas áreas de vegetação, mas também geram uma quantidade significativa de fumaça, que se espalha pelas cidades e afeta a qualidade do ar.


        A saúde da população também está em jogo. O material particulado (PM 2,5) liberado pela fumaça das queimadas pode penetrar nos pulmões e até entrar na corrente sanguínea, causando uma série de problemas de saúde. Os impactos vão desde irritações leves nos olhos e garganta até doenças respiratórias graves e complicações cardiovasculares. Além disso, a exposição prolongada à fumaça pode reduzir a expectativa de vida e aumentar a mortalidade por doenças respiratórias e cardiovasculares, especialmente em pessoas mais vulneráveis, como idosos e crianças. Por esse motivo, especialistas em saúde indicam o uso de máscaras pelos cidadãos das cidades que estão sendo acometidas pela fumaça das queimadas.


        Diante dessa situação, uma questão se impõe: ainda há tempo para reverter esse quadro? A resposta é complexa e a solução exige ações rápidas e coordenadas. Medidas emergenciais, como a intensificação do combate aos focos de incêndio e a criação de faixas de segurança (aceiros) ao redor de áreas de risco, são essenciais para conter o avanço das queimadas. Além disso, é fundamental que a população seja conscientizada sobre os perigos de provocar incêndios, seja de forma intencional ou acidental. 


        No entanto, essas ações talvez não sejam suficientes para resolver o problema a longo prazo. As queimadas no Brasil estão profundamente enraizadas em práticas agrícolas inadequadas, como o uso do fogo para limpar pastagens, e no desmatamento, que fragiliza os ecossistemas e os torna mais suscetíveis a incêndios. Portanto, é necessário um esforço coletivo por parte das autoridades para reforçar a fiscalização contra o desmatamento ilegal e principalmente por parte dos produtores rurais para promover práticas agrícolas mais sustentáveis e que evitem o uso do fogo. 


        Além disso, as queimadas no Brasil estão diretamente ligadas às mudanças climáticas globais, que têm tornado os períodos de seca mais intensos e prolongados. Por isso, o país precisa adotar políticas mais ambiciosas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se comprometer com os acordos internacionais de combate ao aquecimento global.


        Diante dessa calamidade, precisamos de uma resposta coletiva que envolva o governo, o setor privado e a sociedade civil para implementar políticas que protejam nossos ecossistemas e a saúde da população. As queimadas são um sintoma de um problema maior que só poderá ser resolvido com uma abordagem sistêmica e sustentável, que preserve tanto o meio ambiente quanto a qualidade de vida da população. Precisamos evitar que o fogo consuma o futuro das próximas gerações. 


Disponível em: . Acesso em: set. 2024

De acordo com o texto, a afirmação “A saúde da população também está em jogo” significa que a saúde está em
Alternativas
Respostas
201: D
202: B
203: A
204: C
205: A
206: A
207: D
208: B
209: D
210: A
211: D
212: A
213: B
214: B
215: A
216: C
217: B
218: D
219: A
220: B