Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4114705 Português
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão:


Abaixo o Etarismo.


    Há pouco dias, um quadro do "Porta dos Fundos" causou polêmica pela abordagem infeliz. Fábio Porchat mais duas colegas simulam uma reunião on-line mas a mãe dele - de quem só ouvimos a voz - atrapalha-os o tempo todo, ao que ele aconselha: "Vá mexer no celular, mamãe! Psiu! Agora estou trabalhando". Suas colegas então perguntam como ele pode deixar sua mãe sozinha ao celular com tantas fake news, golpes, dark web etc. Ele diz que ela tem 57 anos e, desconsiderando sua capacidade de discernimento, trata-a de modo infantilizado como uma idosa ignorante no mundo tecnológico.

    Fazendo um contraponto, depois de assistir ao episódio, a escritora Cris Guerra explica a Porchat, com muita elegância que, se ele tenta combater todo tipo de preconceito, que fique atento ao "etarismo" - preconceito contra idosos. E mostra sem nenhum tipo de arrogância, o quanto ele está por fora nessa questão. Eu não conhecia a Cris Guerra, mas em apenas um vídeo, ela ganhou uma fã.

    Creio que ele realmente não conhece uma mulher de 57 anos. A maioria está nas redes sociais e domina razoavelmente bem a tecnologia. Hoje as mulheres dessa idade - ou mais! -não se contentam apenas com o papel de avó. Tenho amiga dessa idade, lançando cursos de inglês com material preparado por ela. Várias entrando no mundo das bikes, pedalando 40, 50, 60 km nos finais de semana. Há também as atletas com ótimo preparo físico, que competem frequentemente e ganham medalhas em triátion. Muitas venceram doenças importantes e hoje deram um novo significado em sua vida.

    Depois de aposentadas, descobriram um talento e agora costuram, fazem artesanato, são motoristas de aplicativos e, assim, arrumam outra fonte de renda e de realização. Quantas estão em instituições filantrópicas ajudando a construir um lugar melhor para o próximo; algumas cantam nos hospitais para alegrarem a vida dos pacientes, outras visitam doentes e preparam lanche para os que viajam em busca de tratamento médico. Elas fazem compra pela internet, fazem live, ensinam, orientam.

    Ah, o Porchat não conhece as mulheres "idosas" de hoje. Deveria prestar mais atenção ao que estão fazendo e aprender com elas. Se tiver a sorte de chegar aos 57 anos, descobrirá que "envelhecer é para os fortes". Abaixo o etarismo!

(Almeida, Eliana Jacó. 28 de fevereiro de 2021)
Pode-se perceber que a crônica pontua dois preconceitos presentes no mundo atual, são eles:
Alternativas
Q4114449 Português
Texto para a questão:


"Quando a última árvore for cortada/o último peixe for pescado/o último rio for envenenado/somente então nós vamos perceber que não se pode comer dinheiro."
A colocação das formas verbais no texto ressalta:
Alternativas
Q4114448 Português
Texto para a questão:


"Quando a última árvore for cortada/o último peixe for pescado/o último rio for envenenado/somente então nós vamos perceber que não se pode comer dinheiro."
A ideia exposta no texto é de que:
Alternativas
Q4114446 Português
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão:


Jovens comprometidos com a preservação do planeta


Estudantes secundaristas de diferentes países têm demonstrado uma consciência ecológica capaz de mudar o nosso mundo. 


    A cidadania está diretamente relacionada ao fato de uma pessoa ter mais consciência ecológica, valor social que tem a ver com a própria sobrevivência. Embora ainda falte muita consciência ecológica, a juventude de nosso planeta tem defendido políticas capazes de transformar o mundo para as futuras gerações.

    Tanto a preservação do meio ambiente e das fontes de água como as práticas de uso racional dos recursos naturais, redução da geração de resíduos sólidos, saneamento básico, energia verde, limpeza urbana, lixo reciclável e prevenção de incêndio florestais são temas de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável. Inclusive, a consciência ecológica impulsiona novos negócios, já que muitos são consumidores preocupados com a sustentabilidade.

    O protagonismo da juventude com as questões socioambientais tem levado muitas empresas a fabricar os chamados produtos verdes, assim como vários novos negócios foram abertos por iniciativa de jovens preocupados com as políticas de defesa do meio ambiente.

Adolescente sueca mobiliza jovem do mundo todo

     Greta Thunberg, a adolescente sueca que se tornou ativista pelo clima e recebeu o prêmio Anistia Internacional com o título de Embaixadora da Consciência 2019, inspirou milhões de estudantes secundaristas de mais de 100 países a exigir dos governantes a criação de políticas ambientais de preservação e sustentabilidade. A secundarista sueca faz questão de dar o exemplo, tomando atitudes para reduzir sua própria pegada de carbono. Segundo informações do G1, desde que tinha 16 anos Greta falta às aulas todas as sextas-feiras para protestar contra as mudanças climáticas e o aquecimento global em frente ao Parlamento da Suécia, localizado em Estocolmo. Ela foi indicada ao Nobel da Paz e venceu o Prêmio Liberdade, e doou mais de R$ 100 mil que ganhou a quatro organizações envolvidas em lutas contra as mudanças climáticas: Care, Greenpeace, Adaptation Fund e 350.org.

    A jornalista Elida Oliveira publicou a reportagem "Estudantes vão às ruas em protesto global contra mudança climática" no site G1,demonstrando que a atitude de Greta Thunberg ampliou o movimento chamado "Fridays for Future"(Sextasfeiras pelo futuro) que mobilizou milhões de estudantes secundaristas em março de 2019, em que uma greve estudantil abrangendo mais de dois mil eventos em 123 países, incluindo o Brasil, quando 20 cidades receberam os protestos inspirados pelas palavras de Thunberg: "Vivemos uma crise existencial ignorada durante décadas. Se não agirmos agora, será muito tarde".

Pegada de Carbono

    Apegada de carbono (carbon footprint) é uma metodologia criada para medir as emissões de gases de efeito estufa já que são emitidos na atmosfera durante o ciclo de vida de um produto, processos ou serviços, tais como a queima de combustíveis fósseis, a criação de pastagem para gado, o desmatamento, as queimadas, a produção de cimento. Assim, o método serve para analisar os impactos que causamos na atmosfera e as mudanças climáticas. A utilização de embalagem recicláveis ou recicladas, alimentos orgânicos, sacolas retornáveis, bicicleta e transporte coletivo, por exemplo, contribuem para a redução da pegada de carbono de um determinado indivíduo.


(Almanaque de Atualidades)

Pode-se substituir o termo "protagonismo" em: "O protagonismo da juventude com as questões socioambientais" por:
Alternativas
Q4114444 Português
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão:


Jovens comprometidos com a preservação do planeta


Estudantes secundaristas de diferentes países têm demonstrado uma consciência ecológica capaz de mudar o nosso mundo. 


    A cidadania está diretamente relacionada ao fato de uma pessoa ter mais consciência ecológica, valor social que tem a ver com a própria sobrevivência. Embora ainda falte muita consciência ecológica, a juventude de nosso planeta tem defendido políticas capazes de transformar o mundo para as futuras gerações.

    Tanto a preservação do meio ambiente e das fontes de água como as práticas de uso racional dos recursos naturais, redução da geração de resíduos sólidos, saneamento básico, energia verde, limpeza urbana, lixo reciclável e prevenção de incêndio florestais são temas de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável. Inclusive, a consciência ecológica impulsiona novos negócios, já que muitos são consumidores preocupados com a sustentabilidade.

    O protagonismo da juventude com as questões socioambientais tem levado muitas empresas a fabricar os chamados produtos verdes, assim como vários novos negócios foram abertos por iniciativa de jovens preocupados com as políticas de defesa do meio ambiente.

Adolescente sueca mobiliza jovem do mundo todo

     Greta Thunberg, a adolescente sueca que se tornou ativista pelo clima e recebeu o prêmio Anistia Internacional com o título de Embaixadora da Consciência 2019, inspirou milhões de estudantes secundaristas de mais de 100 países a exigir dos governantes a criação de políticas ambientais de preservação e sustentabilidade. A secundarista sueca faz questão de dar o exemplo, tomando atitudes para reduzir sua própria pegada de carbono. Segundo informações do G1, desde que tinha 16 anos Greta falta às aulas todas as sextas-feiras para protestar contra as mudanças climáticas e o aquecimento global em frente ao Parlamento da Suécia, localizado em Estocolmo. Ela foi indicada ao Nobel da Paz e venceu o Prêmio Liberdade, e doou mais de R$ 100 mil que ganhou a quatro organizações envolvidas em lutas contra as mudanças climáticas: Care, Greenpeace, Adaptation Fund e 350.org.

    A jornalista Elida Oliveira publicou a reportagem "Estudantes vão às ruas em protesto global contra mudança climática" no site G1,demonstrando que a atitude de Greta Thunberg ampliou o movimento chamado "Fridays for Future"(Sextasfeiras pelo futuro) que mobilizou milhões de estudantes secundaristas em março de 2019, em que uma greve estudantil abrangendo mais de dois mil eventos em 123 países, incluindo o Brasil, quando 20 cidades receberam os protestos inspirados pelas palavras de Thunberg: "Vivemos uma crise existencial ignorada durante décadas. Se não agirmos agora, será muito tarde".

Pegada de Carbono

    Apegada de carbono (carbon footprint) é uma metodologia criada para medir as emissões de gases de efeito estufa já que são emitidos na atmosfera durante o ciclo de vida de um produto, processos ou serviços, tais como a queima de combustíveis fósseis, a criação de pastagem para gado, o desmatamento, as queimadas, a produção de cimento. Assim, o método serve para analisar os impactos que causamos na atmosfera e as mudanças climáticas. A utilização de embalagem recicláveis ou recicladas, alimentos orgânicos, sacolas retornáveis, bicicleta e transporte coletivo, por exemplo, contribuem para a redução da pegada de carbono de um determinado indivíduo.


(Almanaque de Atualidades)

É possível notar o comprometimento do autor do texto com as ideias apresentadas pelo pronome possessivo em: 
Alternativas
Q4114443 Português
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão:


Jovens comprometidos com a preservação do planeta


Estudantes secundaristas de diferentes países têm demonstrado uma consciência ecológica capaz de mudar o nosso mundo. 


    A cidadania está diretamente relacionada ao fato de uma pessoa ter mais consciência ecológica, valor social que tem a ver com a própria sobrevivência. Embora ainda falte muita consciência ecológica, a juventude de nosso planeta tem defendido políticas capazes de transformar o mundo para as futuras gerações.

    Tanto a preservação do meio ambiente e das fontes de água como as práticas de uso racional dos recursos naturais, redução da geração de resíduos sólidos, saneamento básico, energia verde, limpeza urbana, lixo reciclável e prevenção de incêndio florestais são temas de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável. Inclusive, a consciência ecológica impulsiona novos negócios, já que muitos são consumidores preocupados com a sustentabilidade.

    O protagonismo da juventude com as questões socioambientais tem levado muitas empresas a fabricar os chamados produtos verdes, assim como vários novos negócios foram abertos por iniciativa de jovens preocupados com as políticas de defesa do meio ambiente.

Adolescente sueca mobiliza jovem do mundo todo

     Greta Thunberg, a adolescente sueca que se tornou ativista pelo clima e recebeu o prêmio Anistia Internacional com o título de Embaixadora da Consciência 2019, inspirou milhões de estudantes secundaristas de mais de 100 países a exigir dos governantes a criação de políticas ambientais de preservação e sustentabilidade. A secundarista sueca faz questão de dar o exemplo, tomando atitudes para reduzir sua própria pegada de carbono. Segundo informações do G1, desde que tinha 16 anos Greta falta às aulas todas as sextas-feiras para protestar contra as mudanças climáticas e o aquecimento global em frente ao Parlamento da Suécia, localizado em Estocolmo. Ela foi indicada ao Nobel da Paz e venceu o Prêmio Liberdade, e doou mais de R$ 100 mil que ganhou a quatro organizações envolvidas em lutas contra as mudanças climáticas: Care, Greenpeace, Adaptation Fund e 350.org.

    A jornalista Elida Oliveira publicou a reportagem "Estudantes vão às ruas em protesto global contra mudança climática" no site G1,demonstrando que a atitude de Greta Thunberg ampliou o movimento chamado "Fridays for Future"(Sextasfeiras pelo futuro) que mobilizou milhões de estudantes secundaristas em março de 2019, em que uma greve estudantil abrangendo mais de dois mil eventos em 123 países, incluindo o Brasil, quando 20 cidades receberam os protestos inspirados pelas palavras de Thunberg: "Vivemos uma crise existencial ignorada durante décadas. Se não agirmos agora, será muito tarde".

Pegada de Carbono

    Apegada de carbono (carbon footprint) é uma metodologia criada para medir as emissões de gases de efeito estufa já que são emitidos na atmosfera durante o ciclo de vida de um produto, processos ou serviços, tais como a queima de combustíveis fósseis, a criação de pastagem para gado, o desmatamento, as queimadas, a produção de cimento. Assim, o método serve para analisar os impactos que causamos na atmosfera e as mudanças climáticas. A utilização de embalagem recicláveis ou recicladas, alimentos orgânicos, sacolas retornáveis, bicicleta e transporte coletivo, por exemplo, contribuem para a redução da pegada de carbono de um determinado indivíduo.


(Almanaque de Atualidades)

Provérbio que resume a ação, com êxito, dos jovens pela preservação do ambiente:
Alternativas
Q4114438 Português
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão:


Jovens comprometidos com a preservação do planeta


Estudantes secundaristas de diferentes países têm demonstrado uma consciência ecológica capaz de mudar o nosso mundo. 


    A cidadania está diretamente relacionada ao fato de uma pessoa ter mais consciência ecológica, valor social que tem a ver com a própria sobrevivência. Embora ainda falte muita consciência ecológica, a juventude de nosso planeta tem defendido políticas capazes de transformar o mundo para as futuras gerações.

    Tanto a preservação do meio ambiente e das fontes de água como as práticas de uso racional dos recursos naturais, redução da geração de resíduos sólidos, saneamento básico, energia verde, limpeza urbana, lixo reciclável e prevenção de incêndio florestais são temas de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável. Inclusive, a consciência ecológica impulsiona novos negócios, já que muitos são consumidores preocupados com a sustentabilidade.

    O protagonismo da juventude com as questões socioambientais tem levado muitas empresas a fabricar os chamados produtos verdes, assim como vários novos negócios foram abertos por iniciativa de jovens preocupados com as políticas de defesa do meio ambiente.

Adolescente sueca mobiliza jovem do mundo todo

     Greta Thunberg, a adolescente sueca que se tornou ativista pelo clima e recebeu o prêmio Anistia Internacional com o título de Embaixadora da Consciência 2019, inspirou milhões de estudantes secundaristas de mais de 100 países a exigir dos governantes a criação de políticas ambientais de preservação e sustentabilidade. A secundarista sueca faz questão de dar o exemplo, tomando atitudes para reduzir sua própria pegada de carbono. Segundo informações do G1, desde que tinha 16 anos Greta falta às aulas todas as sextas-feiras para protestar contra as mudanças climáticas e o aquecimento global em frente ao Parlamento da Suécia, localizado em Estocolmo. Ela foi indicada ao Nobel da Paz e venceu o Prêmio Liberdade, e doou mais de R$ 100 mil que ganhou a quatro organizações envolvidas em lutas contra as mudanças climáticas: Care, Greenpeace, Adaptation Fund e 350.org.

    A jornalista Elida Oliveira publicou a reportagem "Estudantes vão às ruas em protesto global contra mudança climática" no site G1,demonstrando que a atitude de Greta Thunberg ampliou o movimento chamado "Fridays for Future"(Sextasfeiras pelo futuro) que mobilizou milhões de estudantes secundaristas em março de 2019, em que uma greve estudantil abrangendo mais de dois mil eventos em 123 países, incluindo o Brasil, quando 20 cidades receberam os protestos inspirados pelas palavras de Thunberg: "Vivemos uma crise existencial ignorada durante décadas. Se não agirmos agora, será muito tarde".

Pegada de Carbono

    Apegada de carbono (carbon footprint) é uma metodologia criada para medir as emissões de gases de efeito estufa já que são emitidos na atmosfera durante o ciclo de vida de um produto, processos ou serviços, tais como a queima de combustíveis fósseis, a criação de pastagem para gado, o desmatamento, as queimadas, a produção de cimento. Assim, o método serve para analisar os impactos que causamos na atmosfera e as mudanças climáticas. A utilização de embalagem recicláveis ou recicladas, alimentos orgânicos, sacolas retornáveis, bicicleta e transporte coletivo, por exemplo, contribuem para a redução da pegada de carbono de um determinado indivíduo.


(Almanaque de Atualidades)

Greta Thunberg é considerada "ativista". De onde se conclui que:
Alternativas
Q4114434 Português
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão:


Jovens comprometidos com a preservação do planeta


Estudantes secundaristas de diferentes países têm demonstrado uma consciência ecológica capaz de mudar o nosso mundo. 


    A cidadania está diretamente relacionada ao fato de uma pessoa ter mais consciência ecológica, valor social que tem a ver com a própria sobrevivência. Embora ainda falte muita consciência ecológica, a juventude de nosso planeta tem defendido políticas capazes de transformar o mundo para as futuras gerações.

    Tanto a preservação do meio ambiente e das fontes de água como as práticas de uso racional dos recursos naturais, redução da geração de resíduos sólidos, saneamento básico, energia verde, limpeza urbana, lixo reciclável e prevenção de incêndio florestais são temas de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável. Inclusive, a consciência ecológica impulsiona novos negócios, já que muitos são consumidores preocupados com a sustentabilidade.

    O protagonismo da juventude com as questões socioambientais tem levado muitas empresas a fabricar os chamados produtos verdes, assim como vários novos negócios foram abertos por iniciativa de jovens preocupados com as políticas de defesa do meio ambiente.

Adolescente sueca mobiliza jovem do mundo todo

     Greta Thunberg, a adolescente sueca que se tornou ativista pelo clima e recebeu o prêmio Anistia Internacional com o título de Embaixadora da Consciência 2019, inspirou milhões de estudantes secundaristas de mais de 100 países a exigir dos governantes a criação de políticas ambientais de preservação e sustentabilidade. A secundarista sueca faz questão de dar o exemplo, tomando atitudes para reduzir sua própria pegada de carbono. Segundo informações do G1, desde que tinha 16 anos Greta falta às aulas todas as sextas-feiras para protestar contra as mudanças climáticas e o aquecimento global em frente ao Parlamento da Suécia, localizado em Estocolmo. Ela foi indicada ao Nobel da Paz e venceu o Prêmio Liberdade, e doou mais de R$ 100 mil que ganhou a quatro organizações envolvidas em lutas contra as mudanças climáticas: Care, Greenpeace, Adaptation Fund e 350.org.

    A jornalista Elida Oliveira publicou a reportagem "Estudantes vão às ruas em protesto global contra mudança climática" no site G1,demonstrando que a atitude de Greta Thunberg ampliou o movimento chamado "Fridays for Future"(Sextasfeiras pelo futuro) que mobilizou milhões de estudantes secundaristas em março de 2019, em que uma greve estudantil abrangendo mais de dois mil eventos em 123 países, incluindo o Brasil, quando 20 cidades receberam os protestos inspirados pelas palavras de Thunberg: "Vivemos uma crise existencial ignorada durante décadas. Se não agirmos agora, será muito tarde".

Pegada de Carbono

    Apegada de carbono (carbon footprint) é uma metodologia criada para medir as emissões de gases de efeito estufa já que são emitidos na atmosfera durante o ciclo de vida de um produto, processos ou serviços, tais como a queima de combustíveis fósseis, a criação de pastagem para gado, o desmatamento, as queimadas, a produção de cimento. Assim, o método serve para analisar os impactos que causamos na atmosfera e as mudanças climáticas. A utilização de embalagem recicláveis ou recicladas, alimentos orgânicos, sacolas retornáveis, bicicleta e transporte coletivo, por exemplo, contribuem para a redução da pegada de carbono de um determinado indivíduo.


(Almanaque de Atualidades)

Apresenta o mesmo significado de "comprometidos" no título:
Alternativas
Q4114430 Português
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão:


Jovens comprometidos com a preservação do planeta


Estudantes secundaristas de diferentes países têm demonstrado uma consciência ecológica capaz de mudar o nosso mundo. 


    A cidadania está diretamente relacionada ao fato de uma pessoa ter mais consciência ecológica, valor social que tem a ver com a própria sobrevivência. Embora ainda falte muita consciência ecológica, a juventude de nosso planeta tem defendido políticas capazes de transformar o mundo para as futuras gerações.

    Tanto a preservação do meio ambiente e das fontes de água como as práticas de uso racional dos recursos naturais, redução da geração de resíduos sólidos, saneamento básico, energia verde, limpeza urbana, lixo reciclável e prevenção de incêndio florestais são temas de fundamental importância para o desenvolvimento sustentável. Inclusive, a consciência ecológica impulsiona novos negócios, já que muitos são consumidores preocupados com a sustentabilidade.

    O protagonismo da juventude com as questões socioambientais tem levado muitas empresas a fabricar os chamados produtos verdes, assim como vários novos negócios foram abertos por iniciativa de jovens preocupados com as políticas de defesa do meio ambiente.

Adolescente sueca mobiliza jovem do mundo todo

     Greta Thunberg, a adolescente sueca que se tornou ativista pelo clima e recebeu o prêmio Anistia Internacional com o título de Embaixadora da Consciência 2019, inspirou milhões de estudantes secundaristas de mais de 100 países a exigir dos governantes a criação de políticas ambientais de preservação e sustentabilidade. A secundarista sueca faz questão de dar o exemplo, tomando atitudes para reduzir sua própria pegada de carbono. Segundo informações do G1, desde que tinha 16 anos Greta falta às aulas todas as sextas-feiras para protestar contra as mudanças climáticas e o aquecimento global em frente ao Parlamento da Suécia, localizado em Estocolmo. Ela foi indicada ao Nobel da Paz e venceu o Prêmio Liberdade, e doou mais de R$ 100 mil que ganhou a quatro organizações envolvidas em lutas contra as mudanças climáticas: Care, Greenpeace, Adaptation Fund e 350.org.

    A jornalista Elida Oliveira publicou a reportagem "Estudantes vão às ruas em protesto global contra mudança climática" no site G1,demonstrando que a atitude de Greta Thunberg ampliou o movimento chamado "Fridays for Future"(Sextasfeiras pelo futuro) que mobilizou milhões de estudantes secundaristas em março de 2019, em que uma greve estudantil abrangendo mais de dois mil eventos em 123 países, incluindo o Brasil, quando 20 cidades receberam os protestos inspirados pelas palavras de Thunberg: "Vivemos uma crise existencial ignorada durante décadas. Se não agirmos agora, será muito tarde".

Pegada de Carbono

    Apegada de carbono (carbon footprint) é uma metodologia criada para medir as emissões de gases de efeito estufa já que são emitidos na atmosfera durante o ciclo de vida de um produto, processos ou serviços, tais como a queima de combustíveis fósseis, a criação de pastagem para gado, o desmatamento, as queimadas, a produção de cimento. Assim, o método serve para analisar os impactos que causamos na atmosfera e as mudanças climáticas. A utilização de embalagem recicláveis ou recicladas, alimentos orgânicos, sacolas retornáveis, bicicleta e transporte coletivo, por exemplo, contribuem para a redução da pegada de carbono de um determinado indivíduo.


(Almanaque de Atualidades)

Pode-se afirmar que a necessidade de se ter consciência ambiental é diretamente ligada:
Alternativas
Q4114129 Português
Observe o gráfico a seguir.  Imagem associada para resolução da questão

Legenda:
(1) Capacidade de impactar custos de obra e características funcionais do empreendimento (custos e qualidade)
(2) Custos de alterações de projeto
(3) Processo de projeto com CAD
(4) Processo BIM
PP = pré-projeto
EP = estudo preliminar
PB = projeto básico
PE = projeto executivo
LC = licitação e contratação
OC = obra/construção
OP = operação
Adaptado de: CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO (CBIC). Fundamentos BIM - Parte 1: Implementação do BIM para Construtoras e Incorporadoras/ Câmara Brasileira da Indústria da Construção- Brasília: CBIC, 2016, p. 1-56.
Sobre o gráfico é correto afirmar que
Alternativas
Q4110241 Português
Covid longa: as novas descobertas


Ela atinge pelo menos um em cada dez infectados e tem consequências persistentes, que podem durar meses ou anos: danos vasculares, cerebrais e no sistema imunológico. Mas a ciência começa a decifrá-la, e já testa um arsenal de medicamentos contra a Covid longa – a herança maldita da pandemia.


Por Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro, 15 jun 2022, 13h05


        [...]


       Se você continuar com sintomas três meses após a infecção inicial, está com Covid longa. Podem ser problemas diretamente relacionados aos sistemas respiratório e cardiovascular, como fadiga crônica, falta de ar e taquicardia severa – que transformam até as coisas mais triviais, como subir escadas, num suplício. Ou mais enigmáticos, como dores no corpo, tontura persistente, problemas auditivos, insônia, depressão, perda de memória e problemas cognitivos. Mais de 200 sintomas já foram associados à síndrome. A OMS estima que 1 em cada 5 indivíduos que pegaram o coronavírus pode desenvolvê-la.
       Esse número, 20%, foi confirmado por um estudo do Centers for Disease Control americano, que analisou os registros médicos de 353 mil pessoas. Já uma análise do governo inglês obteve um número um pouco menor: 9,5% dos indivíduos vacinados, e 14,5% dos não vacinados, desenvolveram algum grau de Covid longa.
        Em aproximadamente metade dos casos, os sintomas eram graves, a ponto de impedir as atividades normais da pessoa. E, o que talvez seja mais alarmante, eles não costumam melhorar com o tempo. Sete meses após a infecção, um terço das vítimas da Covid longa havia conseguido superar seus problemas respiratórios – mas a incidência de todos os demais problemas continuava praticamente igual.
      As vacinas são altamente eficazes contra a hospitalização ou morte, mas não conseguem impedir que você pegue o vírus, tenha Covid – e desenvolva a forma longa da doença. No estudo do governo inglês, a vacinação reduziu em 34,5% o risco da síndrome. É um nível de proteção modesto; e pode ser até menor. Cientistas da Universidade de Washington avaliaram 34 mil pessoas vacinadas e 113 mil não vacinadas nos EUA, e constataram que a imunização diminuiu em apenas 15% a incidência de Covid longa.
     Tanto o estudo inglês quanto o americano consideraram pessoas vacinadas com duas doses – portanto, não levam em conta o possível aumento de proteção com a terceira dose. Mas é pouco provável que a dose de reforço forneça um ganho dramático ou permanente contra a Covid longa (inclusive porque os níveis de anticorpos contra o vírus caem naturalmente nos meses após a vacinação). Ela continuará sendo um risco real. [...] E ela é uma roleta russa. Mulheres correm um risco um pouco maior do que os homens (elas são 60% dos casos), e a síndrome é mais frequente nas pessoas entre 36 e 64 anos. Também há uma relação direta com a Covid inicial: quanto mais graves os sintomas da doença, maior a chance de ter Covid longa depois. Mas há estudos mostrando que ela também pode ocorrer após casos leves.
       O fato é que ainda não há como prever, com um grau de confiança razoável, se alguém irá ou não desenvolver a síndrome pós-Covid. Inclusive porque ela pode ser sorrateira, e só se manifestar semanas após o fim da infecção inicial, ou agir de forma traiçoeira – são comuns os relatos de vítimas que se consideravam curadas da Covid longa, mas voltaram a ter problemas depois que tentaram se exercitar, por exemplo. [...]


Fonte: https://super.abril.com.br/saude/covid-longa-as-novas-descobertas-e-os-possiveis-tratamentos/ (Adaptado)
Assinale a alternativa integralmente CORRETA com relação ao uso dos recursos linguísticos no texto. 
Alternativas
Q4110239 Português
Covid longa: as novas descobertas


Ela atinge pelo menos um em cada dez infectados e tem consequências persistentes, que podem durar meses ou anos: danos vasculares, cerebrais e no sistema imunológico. Mas a ciência começa a decifrá-la, e já testa um arsenal de medicamentos contra a Covid longa – a herança maldita da pandemia.


Por Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro, 15 jun 2022, 13h05


        [...]


       Se você continuar com sintomas três meses após a infecção inicial, está com Covid longa. Podem ser problemas diretamente relacionados aos sistemas respiratório e cardiovascular, como fadiga crônica, falta de ar e taquicardia severa – que transformam até as coisas mais triviais, como subir escadas, num suplício. Ou mais enigmáticos, como dores no corpo, tontura persistente, problemas auditivos, insônia, depressão, perda de memória e problemas cognitivos. Mais de 200 sintomas já foram associados à síndrome. A OMS estima que 1 em cada 5 indivíduos que pegaram o coronavírus pode desenvolvê-la.
       Esse número, 20%, foi confirmado por um estudo do Centers for Disease Control americano, que analisou os registros médicos de 353 mil pessoas. Já uma análise do governo inglês obteve um número um pouco menor: 9,5% dos indivíduos vacinados, e 14,5% dos não vacinados, desenvolveram algum grau de Covid longa.
        Em aproximadamente metade dos casos, os sintomas eram graves, a ponto de impedir as atividades normais da pessoa. E, o que talvez seja mais alarmante, eles não costumam melhorar com o tempo. Sete meses após a infecção, um terço das vítimas da Covid longa havia conseguido superar seus problemas respiratórios – mas a incidência de todos os demais problemas continuava praticamente igual.
      As vacinas são altamente eficazes contra a hospitalização ou morte, mas não conseguem impedir que você pegue o vírus, tenha Covid – e desenvolva a forma longa da doença. No estudo do governo inglês, a vacinação reduziu em 34,5% o risco da síndrome. É um nível de proteção modesto; e pode ser até menor. Cientistas da Universidade de Washington avaliaram 34 mil pessoas vacinadas e 113 mil não vacinadas nos EUA, e constataram que a imunização diminuiu em apenas 15% a incidência de Covid longa.
     Tanto o estudo inglês quanto o americano consideraram pessoas vacinadas com duas doses – portanto, não levam em conta o possível aumento de proteção com a terceira dose. Mas é pouco provável que a dose de reforço forneça um ganho dramático ou permanente contra a Covid longa (inclusive porque os níveis de anticorpos contra o vírus caem naturalmente nos meses após a vacinação). Ela continuará sendo um risco real. [...] E ela é uma roleta russa. Mulheres correm um risco um pouco maior do que os homens (elas são 60% dos casos), e a síndrome é mais frequente nas pessoas entre 36 e 64 anos. Também há uma relação direta com a Covid inicial: quanto mais graves os sintomas da doença, maior a chance de ter Covid longa depois. Mas há estudos mostrando que ela também pode ocorrer após casos leves.
       O fato é que ainda não há como prever, com um grau de confiança razoável, se alguém irá ou não desenvolver a síndrome pós-Covid. Inclusive porque ela pode ser sorrateira, e só se manifestar semanas após o fim da infecção inicial, ou agir de forma traiçoeira – são comuns os relatos de vítimas que se consideravam curadas da Covid longa, mas voltaram a ter problemas depois que tentaram se exercitar, por exemplo. [...]


Fonte: https://super.abril.com.br/saude/covid-longa-as-novas-descobertas-e-os-possiveis-tratamentos/ (Adaptado)
Assinale a alternativa CORRETA com relação ao sentido ou à função de palavras e expressões no texto.
Alternativas
Q4110238 Português
Covid longa: as novas descobertas


Ela atinge pelo menos um em cada dez infectados e tem consequências persistentes, que podem durar meses ou anos: danos vasculares, cerebrais e no sistema imunológico. Mas a ciência começa a decifrá-la, e já testa um arsenal de medicamentos contra a Covid longa – a herança maldita da pandemia.


Por Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro, 15 jun 2022, 13h05


        [...]


       Se você continuar com sintomas três meses após a infecção inicial, está com Covid longa. Podem ser problemas diretamente relacionados aos sistemas respiratório e cardiovascular, como fadiga crônica, falta de ar e taquicardia severa – que transformam até as coisas mais triviais, como subir escadas, num suplício. Ou mais enigmáticos, como dores no corpo, tontura persistente, problemas auditivos, insônia, depressão, perda de memória e problemas cognitivos. Mais de 200 sintomas já foram associados à síndrome. A OMS estima que 1 em cada 5 indivíduos que pegaram o coronavírus pode desenvolvê-la.
       Esse número, 20%, foi confirmado por um estudo do Centers for Disease Control americano, que analisou os registros médicos de 353 mil pessoas. Já uma análise do governo inglês obteve um número um pouco menor: 9,5% dos indivíduos vacinados, e 14,5% dos não vacinados, desenvolveram algum grau de Covid longa.
        Em aproximadamente metade dos casos, os sintomas eram graves, a ponto de impedir as atividades normais da pessoa. E, o que talvez seja mais alarmante, eles não costumam melhorar com o tempo. Sete meses após a infecção, um terço das vítimas da Covid longa havia conseguido superar seus problemas respiratórios – mas a incidência de todos os demais problemas continuava praticamente igual.
      As vacinas são altamente eficazes contra a hospitalização ou morte, mas não conseguem impedir que você pegue o vírus, tenha Covid – e desenvolva a forma longa da doença. No estudo do governo inglês, a vacinação reduziu em 34,5% o risco da síndrome. É um nível de proteção modesto; e pode ser até menor. Cientistas da Universidade de Washington avaliaram 34 mil pessoas vacinadas e 113 mil não vacinadas nos EUA, e constataram que a imunização diminuiu em apenas 15% a incidência de Covid longa.
     Tanto o estudo inglês quanto o americano consideraram pessoas vacinadas com duas doses – portanto, não levam em conta o possível aumento de proteção com a terceira dose. Mas é pouco provável que a dose de reforço forneça um ganho dramático ou permanente contra a Covid longa (inclusive porque os níveis de anticorpos contra o vírus caem naturalmente nos meses após a vacinação). Ela continuará sendo um risco real. [...] E ela é uma roleta russa. Mulheres correm um risco um pouco maior do que os homens (elas são 60% dos casos), e a síndrome é mais frequente nas pessoas entre 36 e 64 anos. Também há uma relação direta com a Covid inicial: quanto mais graves os sintomas da doença, maior a chance de ter Covid longa depois. Mas há estudos mostrando que ela também pode ocorrer após casos leves.
       O fato é que ainda não há como prever, com um grau de confiança razoável, se alguém irá ou não desenvolver a síndrome pós-Covid. Inclusive porque ela pode ser sorrateira, e só se manifestar semanas após o fim da infecção inicial, ou agir de forma traiçoeira – são comuns os relatos de vítimas que se consideravam curadas da Covid longa, mas voltaram a ter problemas depois que tentaram se exercitar, por exemplo. [...]


Fonte: https://super.abril.com.br/saude/covid-longa-as-novas-descobertas-e-os-possiveis-tratamentos/ (Adaptado)
Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao texto.
Alternativas
Q4110237 Português
Covid longa: as novas descobertas


Ela atinge pelo menos um em cada dez infectados e tem consequências persistentes, que podem durar meses ou anos: danos vasculares, cerebrais e no sistema imunológico. Mas a ciência começa a decifrá-la, e já testa um arsenal de medicamentos contra a Covid longa – a herança maldita da pandemia.


Por Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro, 15 jun 2022, 13h05


        [...]


       Se você continuar com sintomas três meses após a infecção inicial, está com Covid longa. Podem ser problemas diretamente relacionados aos sistemas respiratório e cardiovascular, como fadiga crônica, falta de ar e taquicardia severa – que transformam até as coisas mais triviais, como subir escadas, num suplício. Ou mais enigmáticos, como dores no corpo, tontura persistente, problemas auditivos, insônia, depressão, perda de memória e problemas cognitivos. Mais de 200 sintomas já foram associados à síndrome. A OMS estima que 1 em cada 5 indivíduos que pegaram o coronavírus pode desenvolvê-la.
       Esse número, 20%, foi confirmado por um estudo do Centers for Disease Control americano, que analisou os registros médicos de 353 mil pessoas. Já uma análise do governo inglês obteve um número um pouco menor: 9,5% dos indivíduos vacinados, e 14,5% dos não vacinados, desenvolveram algum grau de Covid longa.
        Em aproximadamente metade dos casos, os sintomas eram graves, a ponto de impedir as atividades normais da pessoa. E, o que talvez seja mais alarmante, eles não costumam melhorar com o tempo. Sete meses após a infecção, um terço das vítimas da Covid longa havia conseguido superar seus problemas respiratórios – mas a incidência de todos os demais problemas continuava praticamente igual.
      As vacinas são altamente eficazes contra a hospitalização ou morte, mas não conseguem impedir que você pegue o vírus, tenha Covid – e desenvolva a forma longa da doença. No estudo do governo inglês, a vacinação reduziu em 34,5% o risco da síndrome. É um nível de proteção modesto; e pode ser até menor. Cientistas da Universidade de Washington avaliaram 34 mil pessoas vacinadas e 113 mil não vacinadas nos EUA, e constataram que a imunização diminuiu em apenas 15% a incidência de Covid longa.
     Tanto o estudo inglês quanto o americano consideraram pessoas vacinadas com duas doses – portanto, não levam em conta o possível aumento de proteção com a terceira dose. Mas é pouco provável que a dose de reforço forneça um ganho dramático ou permanente contra a Covid longa (inclusive porque os níveis de anticorpos contra o vírus caem naturalmente nos meses após a vacinação). Ela continuará sendo um risco real. [...] E ela é uma roleta russa. Mulheres correm um risco um pouco maior do que os homens (elas são 60% dos casos), e a síndrome é mais frequente nas pessoas entre 36 e 64 anos. Também há uma relação direta com a Covid inicial: quanto mais graves os sintomas da doença, maior a chance de ter Covid longa depois. Mas há estudos mostrando que ela também pode ocorrer após casos leves.
       O fato é que ainda não há como prever, com um grau de confiança razoável, se alguém irá ou não desenvolver a síndrome pós-Covid. Inclusive porque ela pode ser sorrateira, e só se manifestar semanas após o fim da infecção inicial, ou agir de forma traiçoeira – são comuns os relatos de vítimas que se consideravam curadas da Covid longa, mas voltaram a ter problemas depois que tentaram se exercitar, por exemplo. [...]


Fonte: https://super.abril.com.br/saude/covid-longa-as-novas-descobertas-e-os-possiveis-tratamentos/ (Adaptado)
 Assinale a alternativa CORRETA com relação ao texto. 
Alternativas
Q4109935 Português
    [...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior.
    Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia.
    Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa.
     Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar.
    Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]


CERSOSIMO, Samuel Oliveira. O “eu” no trabalho acadêmico: considerações sobre a proibição ao uso da primeira pessoa do singular nos textos científicos. Disponível em: https://www.academia.edu/. 
Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA em relação ao 2º parágrafo.
Alternativas
Q4109934 Português
    [...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior.
    Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia.
    Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa.
     Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar.
    Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]


CERSOSIMO, Samuel Oliveira. O “eu” no trabalho acadêmico: considerações sobre a proibição ao uso da primeira pessoa do singular nos textos científicos. Disponível em: https://www.academia.edu/. 
Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4109933 Português
    [...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior.
    Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia.
    Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa.
     Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar.
    Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]


CERSOSIMO, Samuel Oliveira. O “eu” no trabalho acadêmico: considerações sobre a proibição ao uso da primeira pessoa do singular nos textos científicos. Disponível em: https://www.academia.edu/. 
Considerando o conteúdo do texto e as possibilidades de inferências que ele mobiliza, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4109932 Português
    [...] Como comentei na introdução, é comum que alguns autores, embora neguem o uso do “eu”, permitam, entretanto, o uso do “nós”, isto é, o emprego gramatical da primeira pessoa do plural. Devo dizer que acho a opção ainda mais estranha e curiosa do que a proibição anterior.
    Penso que tais autores, se sentindo sufocados pela impessoalidade da terceira pessoa gramatical, porém, sem querer ceder à pessoalidade da primeira pessoa do singular, acabem tentando encontrar um meio-termo no “nós”, o que, a meu ver, é mero paliativo. É que, à exceção dos trabalhos elaborados em coautoria, soa muito estranho ler um autor se referindo a si como “nós”. Soa como uma esquizofrenia.
    Para tentar justificar esse paliativo, já vi seus defensores argumentando que o uso da primeira pessoa do plural se justifica uma vez que o autor se apoia em diversas pessoas e em suas obras para poder desenvolver um trabalho científico. Assim, tentam fazer crer que o uso do “nós” é uma espécie de reconhecimento à colaboração dos demais autores que serviram de fonte às ideias do autor da pesquisa.
     Ora, com todo respeito, trata-se de uma falácia. O argumento da suposta humildade do pesquisador revela-se, na verdade, uma presunção temerosa, que, penso, deve ser evitada. Nada lhe garante que os autores que lhe serviram de fonte de pesquisa chegariam às mesmas conclusões que as suas, ou que foram corretamente interpretados em suas ideias. Em verdade, não cabe ao pesquisador declarar a vontade de suas fontes, apenas interpretá-las com sua própria subjetividade que lhe é peculiar.
    Além de gerar um ruído na comunicação, entendo que o uso da primeira pessoa do plural por um indivíduo que elabora sozinho um texto acadêmico representa uma afronta à lógica, já que nada justifica se referir a si como “nós”, quando se está completamente sozinho no ato de escrever. Sendo o caso de ser uma pesquisa que teve ajudantes ou colaboradores, uma forma de valorizar sua participação é torná-los coautores ou mencioná-los diretamente no trabalho. [...]


CERSOSIMO, Samuel Oliveira. O “eu” no trabalho acadêmico: considerações sobre a proibição ao uso da primeira pessoa do singular nos textos científicos. Disponível em: https://www.academia.edu/. 
Considerando a linha argumentativa desenvolvida no texto, assinale a alternativa integralmente CORRETA.
Alternativas
Q4109586 Português
Texto-base para a questão:


Polícia Civil alerta para falso e-mail com vírus enviado para empresas de SC

Delegado responsável pela investigação explica como identificar quando o e-mail é falso

JULIA DE ARAUJO, FLORIANÓPOLIS 28/02/2022 ÀS 15H51 - Atualizado Há 2 meses


    Mais um golpe na praça que requer alerta da população. Um e-mail falso, com vírus, está sendo enviado em nome da DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais) da Polícia Civil de Santa Catarina com falsas intimações no nome do usuário.

    Os e-mails são enviados para algumas empresas do Estado, porém, ao clicar no link da suposta intimação, o computador da pessoa é infectado por um vírus.

    Chamado de Malware, o software que ataca o computador da vítima é criado especificamente para infectar e prejudicar o sistema ou coletar dados dos usuários. [...]

    Segundo o delegado Verdi Furlanetto, responsável pelo caso, a investigação segue em sigilo de Justiça e ele pede aos usuários que receberam o e-mail que não cliquem em nada.

    “Trata-se de uma ação de criminosos destinada a empresas de Santa Catarina com um link malicioso com o objetivo de infectar computadores”, alerta o delegado. “A orientação é que não cliquem em links desconhecidos”, finaliza Furlanetto. 

    A DEIC pede que a população ao verificar um site ou link suspeito, denuncie na Polícia Civil por meio do disque-denúncia 181 ou WhatsApp (48) 98844-0011. Para saber o e-mail de cada delegacia do Estado, acesse o site oficial da Polícia Civil.


Fonte: https://ndmais.com.br/seguranca/policia/policia-civil-alerta-para-falso-e-mail-com-virus-enviado-para-empresas-de-sc/
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita que NÃO mantém o sentido deste fragmento de texto: “Segundo o delegado Verdi Furlanetto, responsável pelo caso, a investigação segue em sigilo de Justiça [...]”. 
Alternativas
Q4109512 Português
Considere o fragmento abaixo para a questão.

    A história do preconceito linguístico no Brasil remonta e coincide com a implantação da língua portuguesa em solo nacional, de forma cabal e definitiva, a partir de 1758, com a Lei do Diretório dos Índios. A partir dessa medida, Portugal expulsa os jesuítas do país, praticamente silencia a língua geral, ou tupi da Costa, a língua veicular de índios, brancos e negros até então, e impõe efetivamente o português. Nesse processo, há registros de lutas e chacinas, que não fazem parte das páginas da história oficial do país.
    Essa trajetória de imposição linguística assume requintes igualmente cruéis no século XX, mais especificamente entre 1941 e 1945, durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. Registram-se nesses anos, segundo Oliveira (2000), o fechamento de gráficas, a ocupação de escolas comunitárias, além de perseguições e torturas. O governo Vargas, em nome do purismo e da homogeneização linguística, empreende ferrenha perseguição aos usos das comunidades de imigração estrangeira, notadamente na região Sul do país. Assim, a população de origem europeia, sobretudo alemães, italianos e seus descendentes, estava proibida, por força de lei, de se expressar, em qualquer lugar, hora e condição, por outra língua que não fosse a portuguesa.


(OLIVEIRA, R. O. Preconceito linguístico, variação e o papel da universidade. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Preconceito linguístico e cânone literário, n. 36, p. 115-129, 1. sem. 2008. p. 116-117 – com alterações)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise semântica ADEQUADA em relação aos elementos do 1º parágrafo.
Alternativas
Respostas
105581: C
105582: B
105583: B
105584: A
105585: C
105586: C
105587: B
105588: B
105589: A
105590: B
105591: B
105592: A
105593: D
105594: C
105595: A
105596: A
105597: B
105598: D
105599: E
105600: D