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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4233141 Português

A lua semeava crisântemos


    Recordo, sem nenhuma saudade, o tempo que passei redigindo anúncios. O leitor comum não pode imaginar que um pequeno anúncio é tão trabalhoso como um soneto.


    Foram os americanos que fixaram as normas do anúncio comercial. E essas normas funcionam. O redator tem de respeitar estes e aqueles princípios, tocar nestes e naqueles pontos. São regras fáceis de decorar e difíceis de aplicar. Claro que vale muito "bolar" alguma novidade para atrair ou prender o leitor, mas isto dentro de certos limites. O publicitário tem de examinar a frase depois de escrita, pesar sua força, limpá-la de todo o supérfluo, imaginar o efeito psicológico que ela poderá ter. Deve estudar todos os elementos de que pode lançar mão para convencer o leitor, pensar em tudo que lhe vai sugerir, despertar nele a vontade de comprar, apelando para o seu senso de economia, ou de conforto, ou sua vaidade, ou seu desejo de êxito social ou amoroso. E para isso, de acordo com o produto ou serviço que pretende vender, deve atender a mil pequenas circunstâncias, meditar sobre o estado psicológico do tipo de pessoa a que se dirige, nível social, sexo, idade, situação financeira, problemas, enfim uma interminável chateação.


    Bons escritores brasileiros fizeram publicidade: basta citar Bilac e Alvaro Moreyra; mas não viviam disso. O primeiro verdadeiro profissional que eu conheci foi Orígenes Lessa, lá por 1933. Ele acabara de publicar Não há de ser nada, crônicas sobre o movimento de 1932, de que participara: trabalhava, se não me engano, na Thompson, e era casado com a mulher mais bonita de S. Paulo e provavelmente da América do Sul, chamada Elsie (Pinheiro) Lessa, essa mesma que ainda hoje escreve de vez em quando no O Globo. Vem daí, talvez, o prestígio que aos meus olhos sempre tiveram os homens de publicidade; além do mais, Orígenes falava inglês, coisa rara naquele tempo.


    Hoje os grandes homens da publicidade nada têm com a literatura, e talvez mesmo a olhem com um certo desprezo condescendente. São figuras de alta prosa, que em geral nem usam nomes, mas apenas iniciais de misteriosos triunviratos — este é o P da GMP, aquele é o J da NRJ, assim por diante. Cavalheiros eminentes e ricos, jorges amados sem literatura, profetas de nosso capitalismo frenético.


    Mas voltemos ao escritor comum que faz publicidade. Valerá de alguma coisa o treino publicitário com toda a sua minuciosa disciplina? Não lhe será esse “serviço militar” útil para desenvolver o senso de economia verbal, precisão, clareza? “Não”, me diz um deles, “emburra”. A menos que na hora de folga ele jogue tudo aquilo fora e se entregue à literatura mais solta, escrevendo coisas assim: “A lua de agosto semeava crisântemos e bicicletas verdes no abril de teu sonho de mariposa tonta…”


BRAGA, R. A lua semeava crisântemos. In: FILHO, D. P (Org.) Um cartão de Paris. Record, 1997, pp. 57-59. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16246/a-lua-semeava-crisantemos>.

A palavra “condescendente”, empregada no trecho “talvez mesmo a olhem com um certo desprezo condescendente [...]”, exprime o mesmo sentido que: 
Alternativas
Q4233140 Português

A lua semeava crisântemos


    Recordo, sem nenhuma saudade, o tempo que passei redigindo anúncios. O leitor comum não pode imaginar que um pequeno anúncio é tão trabalhoso como um soneto.


    Foram os americanos que fixaram as normas do anúncio comercial. E essas normas funcionam. O redator tem de respeitar estes e aqueles princípios, tocar nestes e naqueles pontos. São regras fáceis de decorar e difíceis de aplicar. Claro que vale muito "bolar" alguma novidade para atrair ou prender o leitor, mas isto dentro de certos limites. O publicitário tem de examinar a frase depois de escrita, pesar sua força, limpá-la de todo o supérfluo, imaginar o efeito psicológico que ela poderá ter. Deve estudar todos os elementos de que pode lançar mão para convencer o leitor, pensar em tudo que lhe vai sugerir, despertar nele a vontade de comprar, apelando para o seu senso de economia, ou de conforto, ou sua vaidade, ou seu desejo de êxito social ou amoroso. E para isso, de acordo com o produto ou serviço que pretende vender, deve atender a mil pequenas circunstâncias, meditar sobre o estado psicológico do tipo de pessoa a que se dirige, nível social, sexo, idade, situação financeira, problemas, enfim uma interminável chateação.


    Bons escritores brasileiros fizeram publicidade: basta citar Bilac e Alvaro Moreyra; mas não viviam disso. O primeiro verdadeiro profissional que eu conheci foi Orígenes Lessa, lá por 1933. Ele acabara de publicar Não há de ser nada, crônicas sobre o movimento de 1932, de que participara: trabalhava, se não me engano, na Thompson, e era casado com a mulher mais bonita de S. Paulo e provavelmente da América do Sul, chamada Elsie (Pinheiro) Lessa, essa mesma que ainda hoje escreve de vez em quando no O Globo. Vem daí, talvez, o prestígio que aos meus olhos sempre tiveram os homens de publicidade; além do mais, Orígenes falava inglês, coisa rara naquele tempo.


    Hoje os grandes homens da publicidade nada têm com a literatura, e talvez mesmo a olhem com um certo desprezo condescendente. São figuras de alta prosa, que em geral nem usam nomes, mas apenas iniciais de misteriosos triunviratos — este é o P da GMP, aquele é o J da NRJ, assim por diante. Cavalheiros eminentes e ricos, jorges amados sem literatura, profetas de nosso capitalismo frenético.


    Mas voltemos ao escritor comum que faz publicidade. Valerá de alguma coisa o treino publicitário com toda a sua minuciosa disciplina? Não lhe será esse “serviço militar” útil para desenvolver o senso de economia verbal, precisão, clareza? “Não”, me diz um deles, “emburra”. A menos que na hora de folga ele jogue tudo aquilo fora e se entregue à literatura mais solta, escrevendo coisas assim: “A lua de agosto semeava crisântemos e bicicletas verdes no abril de teu sonho de mariposa tonta…”


BRAGA, R. A lua semeava crisântemos. In: FILHO, D. P (Org.) Um cartão de Paris. Record, 1997, pp. 57-59. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16246/a-lua-semeava-crisantemos>.

Em “A lua de agosto semeava crisântemos [...]”, o sentido figurado é construído por meio da figura de:
Alternativas
Q4232187 Português

Leia o trecho a seguir para responder à questão:



A criança aprende a informar-se, a conhecer os outros, o mundo e a si mesma. A relação com a mídia eletrônica é prazerosa e sedutora, mesmo durante o período escolar, a mídia mostra o mundo de outra forma, mais fácil, agradável. A mídia continua educando como contraposto à educação convencional, educa enquanto entretém.


Os meios de comunicação desenvolvem formas sofisticadas de comunicação e opera imediatamente com o sensível, o concreto, a imagem em movimento. O olho nunca consegue captar toda a informação, então o essencial, o suficiente é escolhido para dar sentido ao caos e organizar a multiplicidade de sensações e dados.


MORAN, José; MASETTO, Marcos; BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2000.



Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta uma ideia coerente com o que foi exposto: 

Alternativas
Q4232149 Português

O momento vazio


    Então tudo ficou vazio. Não, não é isto, era mesmo muito mais grave ainda: tudo era vazio; apenas o que aconteceu foi que a dolorosa, a insuportável consciência disso ficou tão nítida que paralisou o homem. Nenhum sentido em seu trabalho nem em sua vida; nenhum sentido nos louvores nem nas censuras. A máscara que os outros lhe haviam posto, ou que lentamente, ao sabor das circunstâncias, ele se tinha composto para os outros, lhe pareceu de repente uma coisa tão falsa, tão vã; mas quando quis saber qual era sua verdadeira face, qual era sua própria verdade, não encontrou mais nada.

    Compreendeu que aquela máscara era, ou ficara sendo, sua única verdade, embora ela própria fosse falsa; se a sua própria vida era uma contrafação, a máscara era legítima. Vivera antes talvez com uma noção vaga, quase inconsciente, de que havia em si mesmo duas pessoas - uma era aquela de uso diário, a outra era a autêntica. Foi naquele instante que teve a intuição de que a autêntica não existia, ou existia tão misturada com a outra que não era mais possível separar: perdera-se, gastara-se em antigas lutas, em antigas paixões, no longo hábito de viver.

    Um homem se recolhe, está só, em um quarto fechado, diante do espelho. Então acende todas as luzes e se olha bem ao espelho. Então procura retirar a máscara. E descobre que ela já aderiu ao seu rosto, que ela é seu próprio rosto - descobre que não há máscara, ou que não há rosto verdadeiro. O tecido é todo um, tudo se trança na mesma trama, o que foi vindo de fora, e o que foi vindo de dentro. Então ele apaga as luzes e procura pensar, procura sentir alguma coisa de si mesmo, um motivo para viver ou para morrer; e sente o grande vazio.

    “Sem chorar nem rir; nem rir nem chorar”, como em um esquecido brinquedo infantil. Poderia ir até a vitrola, pôr um disco; a música tem um poder mecânico sobre a alma, um poder ao mesmo tempo profundo e leviano. Mas ficou parado, como um ferido que se sente incômodo e insone em seu leito, mas procura não mover o corpo para evitar sentir uma dor; como alguém que procura se instalar no próprio desconforto e no próprio tédio. Ficou parado, humildemente parado.

    Foi então que o telefone bateu.


BRAGA, R. O momento vazio. In: DIDIER, C. (Org.) Os moços cantam & outras crônicas sobre a música. Rio de Janeiro, Autêntica Editora, 2016, p. 140-141. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15004/omomento-vazio>.

Em “Ficou parado, humildemente parado”, a palavra “humildemente” denota uma circunstância de:
Alternativas
Q4232147 Português

O momento vazio


    Então tudo ficou vazio. Não, não é isto, era mesmo muito mais grave ainda: tudo era vazio; apenas o que aconteceu foi que a dolorosa, a insuportável consciência disso ficou tão nítida que paralisou o homem. Nenhum sentido em seu trabalho nem em sua vida; nenhum sentido nos louvores nem nas censuras. A máscara que os outros lhe haviam posto, ou que lentamente, ao sabor das circunstâncias, ele se tinha composto para os outros, lhe pareceu de repente uma coisa tão falsa, tão vã; mas quando quis saber qual era sua verdadeira face, qual era sua própria verdade, não encontrou mais nada.

    Compreendeu que aquela máscara era, ou ficara sendo, sua única verdade, embora ela própria fosse falsa; se a sua própria vida era uma contrafação, a máscara era legítima. Vivera antes talvez com uma noção vaga, quase inconsciente, de que havia em si mesmo duas pessoas - uma era aquela de uso diário, a outra era a autêntica. Foi naquele instante que teve a intuição de que a autêntica não existia, ou existia tão misturada com a outra que não era mais possível separar: perdera-se, gastara-se em antigas lutas, em antigas paixões, no longo hábito de viver.

    Um homem se recolhe, está só, em um quarto fechado, diante do espelho. Então acende todas as luzes e se olha bem ao espelho. Então procura retirar a máscara. E descobre que ela já aderiu ao seu rosto, que ela é seu próprio rosto - descobre que não há máscara, ou que não há rosto verdadeiro. O tecido é todo um, tudo se trança na mesma trama, o que foi vindo de fora, e o que foi vindo de dentro. Então ele apaga as luzes e procura pensar, procura sentir alguma coisa de si mesmo, um motivo para viver ou para morrer; e sente o grande vazio.

    “Sem chorar nem rir; nem rir nem chorar”, como em um esquecido brinquedo infantil. Poderia ir até a vitrola, pôr um disco; a música tem um poder mecânico sobre a alma, um poder ao mesmo tempo profundo e leviano. Mas ficou parado, como um ferido que se sente incômodo e insone em seu leito, mas procura não mover o corpo para evitar sentir uma dor; como alguém que procura se instalar no próprio desconforto e no próprio tédio. Ficou parado, humildemente parado.

    Foi então que o telefone bateu.


BRAGA, R. O momento vazio. In: DIDIER, C. (Org.) Os moços cantam & outras crônicas sobre a música. Rio de Janeiro, Autêntica Editora, 2016, p. 140-141. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15004/omomento-vazio>.

No trecho “[...] como em um esquecido brinquedo infantil” ocorre a figura de linguagem:
Alternativas
Q4232145 Português

O momento vazio


    Então tudo ficou vazio. Não, não é isto, era mesmo muito mais grave ainda: tudo era vazio; apenas o que aconteceu foi que a dolorosa, a insuportável consciência disso ficou tão nítida que paralisou o homem. Nenhum sentido em seu trabalho nem em sua vida; nenhum sentido nos louvores nem nas censuras. A máscara que os outros lhe haviam posto, ou que lentamente, ao sabor das circunstâncias, ele se tinha composto para os outros, lhe pareceu de repente uma coisa tão falsa, tão vã; mas quando quis saber qual era sua verdadeira face, qual era sua própria verdade, não encontrou mais nada.

    Compreendeu que aquela máscara era, ou ficara sendo, sua única verdade, embora ela própria fosse falsa; se a sua própria vida era uma contrafação, a máscara era legítima. Vivera antes talvez com uma noção vaga, quase inconsciente, de que havia em si mesmo duas pessoas - uma era aquela de uso diário, a outra era a autêntica. Foi naquele instante que teve a intuição de que a autêntica não existia, ou existia tão misturada com a outra que não era mais possível separar: perdera-se, gastara-se em antigas lutas, em antigas paixões, no longo hábito de viver.

    Um homem se recolhe, está só, em um quarto fechado, diante do espelho. Então acende todas as luzes e se olha bem ao espelho. Então procura retirar a máscara. E descobre que ela já aderiu ao seu rosto, que ela é seu próprio rosto - descobre que não há máscara, ou que não há rosto verdadeiro. O tecido é todo um, tudo se trança na mesma trama, o que foi vindo de fora, e o que foi vindo de dentro. Então ele apaga as luzes e procura pensar, procura sentir alguma coisa de si mesmo, um motivo para viver ou para morrer; e sente o grande vazio.

    “Sem chorar nem rir; nem rir nem chorar”, como em um esquecido brinquedo infantil. Poderia ir até a vitrola, pôr um disco; a música tem um poder mecânico sobre a alma, um poder ao mesmo tempo profundo e leviano. Mas ficou parado, como um ferido que se sente incômodo e insone em seu leito, mas procura não mover o corpo para evitar sentir uma dor; como alguém que procura se instalar no próprio desconforto e no próprio tédio. Ficou parado, humildemente parado.

    Foi então que o telefone bateu.


BRAGA, R. O momento vazio. In: DIDIER, C. (Org.) Os moços cantam & outras crônicas sobre a música. Rio de Janeiro, Autêntica Editora, 2016, p. 140-141. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15004/omomento-vazio>.

O vocábulo “insone”, que ocorre em “[...] como um ferido que se sente incômodo e insone em seu leito [...]”, significa o mesmo que:
Alternativas
Q4232144 Português

O momento vazio


    Então tudo ficou vazio. Não, não é isto, era mesmo muito mais grave ainda: tudo era vazio; apenas o que aconteceu foi que a dolorosa, a insuportável consciência disso ficou tão nítida que paralisou o homem. Nenhum sentido em seu trabalho nem em sua vida; nenhum sentido nos louvores nem nas censuras. A máscara que os outros lhe haviam posto, ou que lentamente, ao sabor das circunstâncias, ele se tinha composto para os outros, lhe pareceu de repente uma coisa tão falsa, tão vã; mas quando quis saber qual era sua verdadeira face, qual era sua própria verdade, não encontrou mais nada.

    Compreendeu que aquela máscara era, ou ficara sendo, sua única verdade, embora ela própria fosse falsa; se a sua própria vida era uma contrafação, a máscara era legítima. Vivera antes talvez com uma noção vaga, quase inconsciente, de que havia em si mesmo duas pessoas - uma era aquela de uso diário, a outra era a autêntica. Foi naquele instante que teve a intuição de que a autêntica não existia, ou existia tão misturada com a outra que não era mais possível separar: perdera-se, gastara-se em antigas lutas, em antigas paixões, no longo hábito de viver.

    Um homem se recolhe, está só, em um quarto fechado, diante do espelho. Então acende todas as luzes e se olha bem ao espelho. Então procura retirar a máscara. E descobre que ela já aderiu ao seu rosto, que ela é seu próprio rosto - descobre que não há máscara, ou que não há rosto verdadeiro. O tecido é todo um, tudo se trança na mesma trama, o que foi vindo de fora, e o que foi vindo de dentro. Então ele apaga as luzes e procura pensar, procura sentir alguma coisa de si mesmo, um motivo para viver ou para morrer; e sente o grande vazio.

    “Sem chorar nem rir; nem rir nem chorar”, como em um esquecido brinquedo infantil. Poderia ir até a vitrola, pôr um disco; a música tem um poder mecânico sobre a alma, um poder ao mesmo tempo profundo e leviano. Mas ficou parado, como um ferido que se sente incômodo e insone em seu leito, mas procura não mover o corpo para evitar sentir uma dor; como alguém que procura se instalar no próprio desconforto e no próprio tédio. Ficou parado, humildemente parado.

    Foi então que o telefone bateu.


BRAGA, R. O momento vazio. In: DIDIER, C. (Org.) Os moços cantam & outras crônicas sobre a música. Rio de Janeiro, Autêntica Editora, 2016, p. 140-141. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15004/omomento-vazio>.

Ao dizer “[...] uma era aquela de uso diário, a outra era a autêntica”, no segundo parágrafo do texto, o narrador:
Alternativas
Q4231149 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão.


Desde a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o Estado brasileiro passou a ter o dever de garantir a todos(as) o acesso às ações e aos serviços de saúde, seja para os grandes problemas de saúde coletivos, seja para os individuais, a partir dos princípios de universalidade, integralidade e equidade. O SUS, então, inclui a vigilância alimentar e nutricional, a atenção às doenças e aos agravos mais frequentes e mais raros, as vacinas e os transplantes, a promoção da saúde e a promoção e proteção da amamentação, bem como a terapia nutricional, entre tantas outras ofertas de atenção à saúde.

Sobre o texto acima, analise as assertivas abaixo acerca da Matriz para organização dos cuidados em Alimentação e Nutrição na Atenção Primária à Saúde:

Assertiva I
A partir da compreensão de “matriz” enquanto fonte e, também, como um conjunto organizado de elementos ou de informações que contribui para resolução de problemas, a Matriz tem o propósito de fornecer bases que apoiem a estruturação destes cuidados nos diversos territórios cobertos pela APS no Brasil. Vale ressaltar que não se pretende instituir um modelo pronto a ser replicado igualmente em todo o País.
Assertiva II
Os elementos apresentados na Matriz são provenientes de um aprendizado coletivo, fruto da experimentação de práticas, bem como do conhecimento produzido a partir delas e sobre elas, no âmbito da gestão e da atenção à saúde no complexo cenário epidemiológico brasileiro, no qual as diferentes formas de má nutrição e insegurança alimentar que afetam a população são desafios concomitantes a serem enfrentados por políticas públicas intersetoriais.

Acerca das assertivas acima, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4227111 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


Fiu-fiu


(Luis Fernando Veríssimo)


Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?


Lançaram agora um celular à prova d’água, que você pode usar no chuveiro. Ou em qualquer outro lugar embaixo d’água. No mar, por exemplo.


— Bem, não me espere para o jantar...


— Onde você está?


— Sabe a nossa pesca submarina?


— O que houve?


— Pensei que fosse uma garoupa e era um tubarão. E ele está vindo na minha direção.


— Você ainda está embaixo d’água?!


— Estou.


— E o seu arpão?


— O tubarão engoliu!


— Ligue para a Guarda Costeira!


São cada vez mais raros os lugares em que você pode se ver livre de celulares, e agora nem as piscinas estão seguras.


Os celulares são práticos e se tornaram indispensáveis, eu sei, mas empobreceram a vida social. Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha? Ou um casal em outra mesa, os dois mergulhados nos respectivos celulares sem nem se olharem, o que dirá se falarem — a não ser que estejam trocando mensagens silenciosas entre si, o que é ainda mais triste? 


Os celulares podem ser perigosos de várias maneiras, mesmo que não derretam o cérebro, como se andou espalhando há algum tempo. Imagino uma velhinha que ganhou um celular dos netos sem que estes se dessem ao trabalho de explicar seu funcionamento para a vovó. Não contaram, por exemplo, que o celular dado assobia quando recebe uma mensagem. É um assovio humano, um nítido fiu-fiu avisando que alguém ligou, e que pode soar a qualquer hora do dia ou da noite. E imagino a vovó, que mora sozinha, dormindo e, de repente, acordando com o assovio. Um fiu-fiu no meio da noite! A vovó, se não morrer imediatamente do coração, pode ficar apavorada. Quem está lá? Um ladrão ou um fantasma assoviador? E o assovio tem algo de galante. A vovó pode muito bem sair da cama, sem saber se está acordada ou sonhando, e caminhar na direção do fiu-fiu sedutor, como se tivessem vindo buscá-la. Alguém pensou nas vovós solitárias quando inventou o assovio?


O fato é que não há mais refúgio. Nem castelos antismartphones com um fosso em volta. Eles agora podem atravessar o fosso. 


Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/fiu-fiu-13464128

No trecho “Os celulares são práticos e se tornaram indispensáveis”, a palavra indispensáveis pode ser substituída, sem mudança de sentido, por
Alternativas
Q4227110 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


Fiu-fiu


(Luis Fernando Veríssimo)


Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?


Lançaram agora um celular à prova d’água, que você pode usar no chuveiro. Ou em qualquer outro lugar embaixo d’água. No mar, por exemplo.


— Bem, não me espere para o jantar...


— Onde você está?


— Sabe a nossa pesca submarina?


— O que houve?


— Pensei que fosse uma garoupa e era um tubarão. E ele está vindo na minha direção.


— Você ainda está embaixo d’água?!


— Estou.


— E o seu arpão?


— O tubarão engoliu!


— Ligue para a Guarda Costeira!


São cada vez mais raros os lugares em que você pode se ver livre de celulares, e agora nem as piscinas estão seguras.


Os celulares são práticos e se tornaram indispensáveis, eu sei, mas empobreceram a vida social. Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha? Ou um casal em outra mesa, os dois mergulhados nos respectivos celulares sem nem se olharem, o que dirá se falarem — a não ser que estejam trocando mensagens silenciosas entre si, o que é ainda mais triste? 


Os celulares podem ser perigosos de várias maneiras, mesmo que não derretam o cérebro, como se andou espalhando há algum tempo. Imagino uma velhinha que ganhou um celular dos netos sem que estes se dessem ao trabalho de explicar seu funcionamento para a vovó. Não contaram, por exemplo, que o celular dado assobia quando recebe uma mensagem. É um assovio humano, um nítido fiu-fiu avisando que alguém ligou, e que pode soar a qualquer hora do dia ou da noite. E imagino a vovó, que mora sozinha, dormindo e, de repente, acordando com o assovio. Um fiu-fiu no meio da noite! A vovó, se não morrer imediatamente do coração, pode ficar apavorada. Quem está lá? Um ladrão ou um fantasma assoviador? E o assovio tem algo de galante. A vovó pode muito bem sair da cama, sem saber se está acordada ou sonhando, e caminhar na direção do fiu-fiu sedutor, como se tivessem vindo buscá-la. Alguém pensou nas vovós solitárias quando inventou o assovio?


O fato é que não há mais refúgio. Nem castelos antismartphones com um fosso em volta. Eles agora podem atravessar o fosso. 


Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/fiu-fiu-13464128

Na crônica, o autor utiliza situações exageradas envolvendo o uso de celulares para
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCAMP Órgão: UNICAMP Prova: FUNCAMP - 2025 - UNICAMP - Eletrotécnico |
Q4218654 Português

Leia o texto a seguir.


No cinema do diretor japonês Hirokazu Kore-eda, experiências emocionais jorram em abundância. Kore-eda vasculha as subjetividades humanas sem deixar de refletir sobre o contexto social em que os dramas acontecem. O diretor tem um olhar crítico sobre a sociedade japonesa e as desigualdades sociais do país, nos fazendo lembrar que o capitalismo no Japão também produz profundas assimetrias econômicas.


Entre suas obras mais conhecidas, o público poderá rever Assunto de Família, o comovente drama de 2018 que concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Na história, uma família muito pobre que vive de pequenos furtos adota uma menina igualmente vulnerável. Nessa obra, Kore-eda alcança a maturidade de seu inconfundível estilo naturalista e propõe um questionamento ético presente em muitos de seus filmes. O que é realmente imoral: um sistema que esmaga o pobre, ou o pobre que comete transgressões para sobreviver a esse sistema?


O cinema de Hirokazu Kore-eda. Mostra de Cinema CCBB-

Rio. Disponível em: https://ccbb.com.br/rio-de-janeiro/

programacao/o-cinema-de-hirokazu-kore-eda/ e em: https://

piaui.folha.uol.com.br/piaui-recomenda/o-cinema-de-hirokazu-

kore-eda. Acesso em: 13 ago. 2025. Fragmento adaptado.

De acordo com o contexto do texto, analise as palavras em destaque e considere as afirmativas a seguir:
I. Na linha 2, abundância significa profusão e, na linha 3, vasculha significa investiga, examina, explora.
II. Na linha 5, crítico significa reflexivo, analítico e , na linha 8, assimetrias significa desigualdades, discrepâncias.
III. Na linha 10, comovente significa tocante, emocionante e, na linha 13, vulnerável significa desprotegido.
IV. Na linha 14, inconfundível significa ordinário, indistinto e, na linha 17, imoral significa amoral.
V. Na linha 17, esmaga significa oprime, sufoca, subjuga e, na linha 18, transgressões significa infrações, desvios.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCAMP Órgão: UNICAMP Prova: FUNCAMP - 2025 - UNICAMP - Eletrotécnico |
Q4218653 Português

Leia este miniconto.


Gabriel acordou com coceira nos olhos. Sua mãe deu uma olhada e chorou de emoção. Era uma mancha de Nossa Senhora bem no meio da pupila. Vieram gente de todos os cantos pedindo oração para o menino da mancha. Ganharam dinheiro, presentes e muita adoração. Até que o Doutor Otávio pediu para ver a mancha e em um suspiro só, definiu: retinoblastoma1. Mas aí já era tarde demais.


OLIVEIRA, Juliana. Presente de Deus. Disponível em: http://

www.minicontos.com.br/. Acesso em: 9 ago.2025.


Glossário: O retinoblastoma é um câncer raro que se desenvolve na retina. É o tumor ocular maligno mais comum na infância e atinge principalmente crianças com menos de 5 anos de idade. Pode afetar um ou ambos os olhos e, se não for tratado, pode levar à perda da visão ou até mesmo à morte. (Fonte: https://fiocruz.br/noticia/2022/02/ retinoblastoma-o-tumor-ocular-mais-comum-em-criancas)

Com base nas informações textuais do miniconto e em seu desfecho, é correto concluir que
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCAMP Órgão: UNICAMP Prova: FUNCAMP - 2025 - UNICAMP - Eletrotécnico |
Q4218651 Português

INSTRUÇÃO: Leia o Texto I para responder à questão.


TEXTO I


A ideia de que as apostas online são uma simples forma de entretenimento tem se provado equivocada. Para milhões de brasileiros, especialmente aqueles das classes média e baixa, a sedução das apostas cria um ciclo destrutivo de endividamento. Quando famílias começam a perder dinheiro em apostas, a capacidade de consumo diminui. Isso afeta diretamente setores da economia que dependem de um fluxo constante de consumo doméstico, como o varejo e a prestação de serviços.


FAGUNDES DA SILVA, Jafte Carneiro. O impacto devastador

das apostas online na economia brasileira. Disponível em: https://

www.jota.info/artigos/o-impacto-devastador-das-apostas-online-na-

economia-brasileira. Acesso em: 07 ago. 2025. Fragmento adaptado.

Leia este trecho do texto I.


Isso afeta diretamente setores da economia que dependem de um fluxo constante de consumo doméstico, como o varejo e a prestação de serviços.


O emprego do pronome “isso” está relacionado 

Alternativas
Q4218437 Português

Leia o texto a seguir.


No cinema do diretor japonês Hirokazu Kore-eda, experiências emocionais jorram em abundância. Kore-eda vasculha as subjetividades humanas sem deixar de refletir sobre o contexto social em que os dramas acontecem. O diretor tem um olhar crítico sobre a sociedade japonesa e as desigualdades sociais do país, nos fazendo lembrar que o capitalismo no Japão também produz profundas assimetrias econômicas.


Entre suas obras mais conhecidas, o público poderá rever Assunto de Família, o comovente drama de 2018 que concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Na história, uma família muito pobre que vive de pequenos furtos adota uma menina igualmente vulnerável. Nessa obra, Kore-eda alcança a maturidade de seu inconfundível estilo naturalista e propõe um questionamento ético presente em muitos de seus filmes. O que é realmente imoral: um sistema que esmaga o pobre, ou o pobre que comete transgressões para sobreviver a esse sistema?


O cinema de Hirokazu Kore-eda. Mostra de Cinema CCBB-

Rio. Disponível em: https://ccbb.com.br/rio-de-janeiro/

programacao/o-cinema-de-hirokazu-kore-eda/ e em: https://

piaui.folha.uol.com.br/piaui-recomenda/o-cinema-de-hirokazu

kore-eda. Acesso em: 13 ago. 2025. Fragmento adaptado.

De acordo com o contexto do texto, analise as palavras em destaque e considere as afirmativas a seguir:
I. Na linha 2, abundância significa profusão e, na linha 3, vasculha significa investiga, examina, explora.
II. Na linha 5, crítico significa reflexivo, analítico e , na linha 8, assimetrias significa desigualdades, discrepâncias.
III. Na linha 10, comovente significa tocante, emocionante e, na linha 13, vulnerável significa desprotegido.
IV. Na linha 14, inconfundível significa ordinário, indistinto e, na linha 17, imoral significa amoral.
V. Na linha 17, esmaga significa oprime, sufoca, subjuga e, na linha 18, transgressões significa infrações, desvios.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q4218436 Português

Leia este miniconto.


Gabriel acordou com coceira nos olhos. Sua mãe deu uma olhada e chorou de emoção. Era uma mancha de Nossa Senhora bem no meio da pupila. Vieram gente de todos os cantos pedindo oração para o menino da mancha. Ganharam dinheiro, presentes e muita adoração. Até que o Doutor Otávio pediu para ver a mancha e em um suspiro só, definiu: retinoblastoma1. Mas aí já era tarde demais.


OLIVEIRA, Juliana. Presente de Deus. Disponível em: http://

www.minicontos.com.br/. Acesso em: 9 ago.2025.


Glossário: O retinoblastoma é um câncer raro que se desenvolve na retina. É o tumor ocular maligno mais comum na infância e atinge principalmente crianças com menos de 5 anos de idade. Pode afetar um ou ambos os olhos e, se não for tratado, pode levar à perda da visão ou até mesmo à morte. (Fonte: https://fiocruz.br/noticia/2022/02/ retinoblastoma-o-tumor-ocular-mais-comum-em-criancas)

Com base nas informações textuais do miniconto e em seu desfecho, é correto concluir que 
Alternativas
Q4218433 Português

INSTRUÇÃO: Leia o Texto I para responder à questão.


TEXTO I


A ideia de que as apostas online são uma simples forma de entretenimento tem se provado equivocada. Para milhões de brasileiros, especialmente aqueles das classes média e baixa, a sedução das apostas cria um ciclo destrutivo de endividamento. Quando famílias começam a perder dinheiro em apostas, a capacidade de consumo diminui. Isso afeta diretamente setores da economia que dependem de um fluxo constante de consumo doméstico, como o varejo e a prestação de serviços.


FAGUNDES DA SILVA, Jafte Carneiro. O impacto devastador

das apostas online na economia brasileira. Disponível em: https://

www.jota.info/artigos/o-impacto-devastador-das-apostas-online-na-

economia-brasileira. Acesso em: 07 ago. 2025. Fragmento adaptado.

A crítica central do texto em relação às apostas online é que elas
Alternativas
Q4214062 Português

Leia o texto a seguir.


No cinema do diretor japonês Hirokazu Kore-eda, experiências emocionais jorram em abundância. Kore-eda vasculha as subjetividades humanas sem deixar de refletir sobre o contexto social em que os dramas acontecem. O diretor tem um olhar crítico sobre a sociedade japonesa e as desigualdades sociais do país, nos fazendo lembrar que o capitalismo no Japão também produz profundas assimetrias econômicas.


Entre suas obras mais conhecidas, o público poderá rever Assunto de Família, o comovente drama de 2018 que concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Na história, uma família muito pobre que vive de pequenos furtos adota uma menina igualmente vulnerável. Nessa obra, Kore-eda alcança a maturidade de seu inconfundível estilo naturalista e propõe um questionamento ético presente em muitos de seus filmes. O que é realmente imoral: um sistema que esmaga o pobre, ou o pobre que comete transgressões para sobreviver a esse sistema?


O cinema de Hirokazu Kore-eda. Mostra de Cinema CCBB

Rio. Disponível em: https://ccbb.com.br/rio-de-janeiro/

programacao/o-cinema-de-hirokazu-kore-eda/ e em: https://

piaui.folha.uol.com.br/piaui-recomenda/o-cinema-de-hirokazu

kore-eda. Acesso em: 13 ago. 2025. Fragmento adaptado.



De acordo com o contexto do texto, analise as palavras em destaque e considere as afirmativas a seguir:



I. Na linha 2, abundância significa profusão e, na linha 3, vasculha significa investiga, examina, explora.


II. Na linha 5, crítico significa reflexivo, analítico e, na linha 8, assimetrias significa desigualdades, discrepâncias.


III. Na linha 10, comovente significa tocante, emocionante e, na linha 13, vulnerável significa desprotegido.


IV. Na linha 14, inconfundível significa ordinário, indistinto e, na linha 17, imoral significa amoral.


V. Na linha 17, esmaga significa oprime, sufoca, subjuga e, na linha 18, transgressões significa infrações, desvios.



Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q4214058 Português

INSTRUÇÃO: Leia o Texto I para responder à questão.


TEXTO I


A ideia de que as apostas online são uma simples forma de entretenimento tem se provado equivocada. Para milhões de brasileiros, especialmente aqueles das classes média e baixa, a sedução das apostas cria um ciclo destrutivo de endividamento. Quando famílias começam a perder dinheiro em apostas, a capacidade de consumo diminui. Isso afeta diretamente setores da economia que dependem de um fluxo constante de consumo doméstico, como o varejo e a prestação de serviços.


FAGUNDES DA SILVA, Jafte Carneiro. O impacto devastador

das apostas online na economia brasileira. Disponível em: https://

www.jota.info/artigos/o-impacto-devastador-das-apostas-online-na-

economia-brasileira. Acesso em: 07 ago. 2025. Fragmento adaptado.

A crítica central do texto em relação às apostas online é que elas 
Alternativas
Q4209028 Português

A NATUREZA



    Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.


    Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.


     A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.


    Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.


     Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.


     Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.


Fonte: Terra. Adaptado.

Com base na frase “A paisagem era deslumbrante e tranquila, proporcionando uma sensação de paz e harmonia”, assinalando a alternativa que, respectivamente, apresenta um análogo e antônimo das palavras sublinhadas.
Alternativas
Q4209022 Português

A NATUREZA



    Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.


    Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.


     A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.


    Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.


     Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.


     Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.


Fonte: Terra. Adaptado.

Caso o trecho “Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se trata apenas de espaços com animais e plantas: ela, na verdade, envolve tudo o que existe fisicamente no mundo e que depende da ação humana para se desenvolver.” fosse reescrito, mantendo-se o sentido original e a correção gramatical, uma opção correta seria:
Alternativas
Respostas
8261: C
8262: E
8263: C
8264: B
8265: A
8266: C
8267: C
8268: B
8269: D
8270: C
8271: D
8272: D
8273: E
8274: D
8275: D
8276: C
8277: D
8278: C
8279: A
8280: A