Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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A charge intitulada “Teoria da Involução” apresenta características próprias desse gênero textual, pois:
No trecho acima, o termo “perene” pode ser corretamente substituído, sem alteração de sentido, por:
No vidro embaçado, vejo mais do que meu rosto. Vejo o tempo parado em cada traço, o que fui e o que finjo ser. As gotas que escorrem no espelho parecem lágrimas que o próprio dia chora, cansado de refletir o que ninguém quer ver.
No trecho acima, o uso da linguagem apresenta predominância de:
“Amor é fogo que arde sem se ver, É ferida que dói e não se sente, É um contentamento descontente, É dor que desatina sem doer.”
A figura de linguagem predominante nesses versos denomina-se:
I. A palavra “solidão” é acentuada por ser oxítona terminada em “ão”.
II. A palavra “amiúde” é acentuada por ser proparoxítona e funciona como advérbio de tempo.
III. Em “Espalho coisas sobre um chão de giz”, o sujeito é oculto, e o termo “coisas” é objeto direto.
IV.Em “Há meros devaneios tolos, a me torturar”, a vírgula tem função expressiva, e não sintática.
V. O termo “recortadas”, em “Fotografias recortadas...”, é um particípio com valor adjetivo, qualificando o substantivo “fotografias”.
VI. Em “No mais, estou indo embora”, o verbo “estou” deve estar no plural para concordar com o termo “mais”.
VII. A ausência de conjunções em versos como “Agora pego um caminhão / Na lona vou a nocaute outra vez” revela um recurso de justaposição, típico do estilo poético.
VIII. A repetição de “No mais, estou indo embora” ao final da canção funciona como recurso sintático e rítmico de ênfase, substituindo sinais de pontuação conclusivos.
Pode-se afirmar que há apenas: