Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.263 questões

Essa consequência, na matéria jornalística lida, é obtida principalmente por:
São eles:

I. Tanto o cartaz quanto a nota oficial, ambos os textos multimodais, têm como objetivo primordial a conscientização da sociedade sobre a relevância de ações de acolhimento a mulheres vítimas de violência.
II. O foco do cartaz é o acolhimento das mulheres vítimas de violência, o que, imageticamente, é evidenciado pela grafia do vocábulo “acolhido”; o foco da nota oficial é a resposta institucional ao feminicídio de Tainara Souza Santos ocorrido em São Paulo, que chocou a sociedade brasileira.
III. A medrança da violência contra as mulheres, no cartaz, é sinalizada pela imagem de uma linha que vai se emaranhando até se transformar em uma mão com uma arma apontada; já na nota, a medrança da violência contra as mulheres é sinalizada pela promulgação da campanha Mulheres Vivas – Festas sem Violência.
IV. O cartaz enfatiza a importância de se valorizar qualquer relato de mulheres vítimas de violência; a nota oficial também acera essa importância ao incentivar o uso do Ligue 180 e do 190.
Está CORRETO o que se afirma em:
Leia o texto a seguir.
“A diversidade cultural brasileira pode ser uma questão central para o desenvolvimento de projetos no país, especialmente voltados para os Povos Indígenas e os Afrodescendentes. Atenção especial é necessária quanto à preservação e ao reconhecimento da diversidade cultural brasileira.”
Disponível em: https://www.unesco.org/pt/node/108132. Acessado em: 2 dez. 2025.
A diversidade cultural brasileira mencionada no texto é representada
Leia o texto a seguir.
DÚVIDA CRUEL
Um casal de velhinhos conversando:
— Mulher, eu sempre tive uma dúvida, mas nunca tive coragem de colocá-la pra você. Eu sempre desconfiei da paternidade do nosso décimo filho. Ele é tão diferente dos outros nove! Agora que nós estamos completando sessenta anos de casados, eu queria que você me tirasse essa dúvida: nosso caçula tem um pai diferente
Maria olha pra baixo, incapaz de olhar pro marido, respira fundo e responde:
— É, Mário, o pai dele é diferente. Mário fica boquiaberto mas, nervoso, pergunta com os olhos em lágrimas:
— Quem é o pai, Maria? Quem é o pai?
— Você, Mário!
Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/redacao/anedota.htm. Acesso em: 19 nov. 2025.
No final do texto, quando Maria revela a verdade dizendo “Você, Mário!”, o leitor entende que o pai do filho caçula é
Leia o texto a seguir.
Erro de Português
Oswald de Andrade
Quando o português chegou
debaixo duma bruta chuva
vestiu o índio
que pena!
fosse uma manhã de sol
o índio tinha despido o português
Disponível em: https://teoriaedebate.org.br/estante/erro-de-portugues/. Acesso em: 18 nov. 2025.
No poema “Erro de Português”, Oswald de Andrade afirma que o português vestiu o índio pois chegou
Leia o texto a seguir.
Lenda da Iara
Iara era uma índia admirada pela sua beleza e também pelo fato de ser uma grande guerreira. Invejosos, seus irmãos resolveram matá-la, mas sendo uma guerreira habilidosa, consegue vencer a luta e é ela quem os mata.
Com medo de ser punida pelo pajé da tribo, foge. O pajé era seu pai, o qual após encontrar Iara resolve castigá-la lançandoa ao rio para que ela morresse, tal como seus irmãos.
No entanto, os peixes salvam a índia, a qual se transforma numa bela sereia que passa a habitar os rios da região da Amazônia. Atraindo os homens para lá, tenta afogá-los.
Segundo a lenda, quem consegue escapar, enlouquece e somente pode ser curado por um pajé.
Disponível em: https://www.todamateria.com.br/lendas-indigenas/. Acesso em: 21 nov. 2025.
Segundo o texto, Iara é transformada em sereia depois que
Leia o texto a seguir.
Bilhete
Mario Quintana
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-bilhete-mario-quintana/. Acesso em: 21 nov. 2025.
No poema, ao dizer “Se tu me amas, ama-me baixinho / Não o grites de cima dos telhados”, o eu lírico expressa que o amor desejado deve ser demonstrado
Leia o texto a seguir.
O Brasil possui 12% da reserva de água doce do mundo [...]. Neste sentido, é de suma importância a conservação dos rios e nascentes, pois a água é fonte da vida, um recurso natural essencial, seja como meio de vida de várias espécies vegetais e animais ou como fator de produção de bens de consumo.
Disponível em: https://abema.org.br/noticias/687-a-importancia-de-preservarrios-e-nascentes. Acesso em: 19 nov. 2025. [Adaptado].
No trecho “Neste sentido, é de suma importância a conservação dos rios e nascentes…”, a expressão “suma importância” significa que a preservação da água é algo
Leia o texto a seguir.
Chega de Saudade
Tom Jobim
Vai, minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade é que sem ela não há paz
Não há beleza, é só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca
Disponível em: https://www.letras.mus.br/tom-jobim/49028/. Acesso em: 19 nov. 2025
Na letra da canção, quando lemos que sem a pessoa amada 'não há paz, não há beleza, é só tristeza e a melancolia', isso quer dizer, de um jeito simples, que a vida de quem canta está
Leia o texto a seguir.
Receita Federal alerta: Cuidado com o “Golpe da Cobrança de Taxa sobre PIX”
A Receita Federal vem a público alertar a população sobre uma nova tentativa de golpe que está circulando e utilizando indevidamente o nome da instituição para dar credibilidade à fraude. Criminosos estão aproveitando a onda de fake news relacionadas à fiscalização da Receita Federal sobre transações financeiras para enganar cidadãos e aplicar golpes.
Como funciona o golpe?
Os golpistas informam às possíveis vítimas que há uma suposta cobrança de taxas pela Receita Federal sobre transações via PIX em valores acima de R$ 5 mil. Eles alegam ainda que, caso o pagamento não seja feito, o CPF do contribuinte será bloqueado. Para tornar a fraude mais convincente, utilizam o nome, as cores e os símbolos oficiais da Receita Federal.
Atenção!
Disponível em: https://www.gov.br/receitafederal/ptbr/assuntos/noticias/2025/janeiro/receita-federal-alerta-cuidado-com-o201cgolpe-da-cobranca-de-taxa-sobre-pix201d. Acesso em: 18 nov. 2025
De acordo com o texto, a estratégia dos golpistas para dar credibilidade ao golpe consiste em utilizar
Silenciosamente barulhento
A ideia de recomeço atualmente vem batizada com uma camada de cafonice. Talvez seja fruto das propagandas de fim de ano, talvez seja a facilidade com que recorremos ao conceito. Começar do zero é tentador porque implicitamente nos permite abandonar erros ou versões desgastadas de nós mesmos as quais já não nos orgulhamos. Ao mesmo tempo, todo desmanche vem carregado do medo de encarar o novo. Para onde vou? Quem sou eu? O que eu faço a partir de agora?
Se falamos de viradas, quase sempre as associamos à ideia de barulho. É preciso brindar o novo — não é isso que fazemos a cada término de ano, afinal? Muitas vezes preparamos a festa da mudança de rota sem nem mesmo traçá-la primeiro. Queremos anunciar o novo ainda antes de entendê-lo.
Mas recomeços raramente gritam. Eles costumam chegar em silêncio. É certo que, quando a travessia envolve reorganizações internas, mil vozes parecem habitar a mente sem controle algum. E é por isso mesmo que nenhum gesto verdadeiro de mudança ocorre em paralelo ao caos e às crises. Poucos entendem que é preciso primeiro assentar a terra para depois decidir o que pode (ou não) ser construído sobre ela. É aí que passam a existir os silêncios que, na verdade, funcionam como sussurros: bem baixinho, a vida nos mostra o caminho.
Como em qualquer bota-fora que fazemos dentro de casa, ao esvaziar gavetas e armários de tralhas e papeladas que já não servem mais para nada, o vazio se torna ponto de partida. Nele, o silêncio desconfortável nos obriga a escutar aquilo que evitamos quando estamos ocupados demais explicando quem somos.
Não _____ toa, 2026 se anuncia como um ano de início. A Numerologia o define como um ano 1 — aquele em que os inícios ganham destaque. Não _____ traga respostas prontas, mas _____ nos devolve às perguntas certas. Porém, existe um tempo pouco celebrado chamado latência: o intervalo entre o estímulo e a resposta. Em um mundo que exige reações imediatas, talvez recomeçar seja justamente ampliar esse espaço.
Não responder ainda.
Não decidir agora.
Permitir que o silêncio faça o que o impulso não sabe.
Emily Dickinson escreveu quase toda a sua obra em silêncio e reclusão, longe de qualquer urgência de publicação ou resposta. Talvez soubesse que certos começos não sobrevivem ao excesso de explicação. Há coisas que só amadurecem quando não precisam ser anunciadas.
Ou, ainda, o que chamamos de pausa seja, na verdade, outra coisa. Um estado de suspensão. Um tempo em que não avançamos nem recuamos — apenas sustentamos. Não se trata de inércia, mas de lucidez: manter decisões no ar até que façam sentido ao tocar o chão. Há momentos em que seguir adiante exige exatamente isso: não agir.
Ao menos, não ainda.
Autor: Pedro Guerra - GZH (adaptado).
Silenciosamente barulhento
A ideia de recomeço atualmente vem batizada com uma camada de cafonice. Talvez seja fruto das propagandas de fim de ano, talvez seja a facilidade com que recorremos ao conceito. Começar do zero é tentador porque implicitamente nos permite abandonar erros ou versões desgastadas de nós mesmos as quais já não nos orgulhamos. Ao mesmo tempo, todo desmanche vem carregado do medo de encarar o novo. Para onde vou? Quem sou eu? O que eu faço a partir de agora?
Se falamos de viradas, quase sempre as associamos à ideia de barulho. É preciso brindar o novo — não é isso que fazemos a cada término de ano, afinal? Muitas vezes preparamos a festa da mudança de rota sem nem mesmo traçá-la primeiro. Queremos anunciar o novo ainda antes de entendê-lo.
Mas recomeços raramente gritam. Eles costumam chegar em silêncio. É certo que, quando a travessia envolve reorganizações internas, mil vozes parecem habitar a mente sem controle algum. E é por isso mesmo que nenhum gesto verdadeiro de mudança ocorre em paralelo ao caos e às crises. Poucos entendem que é preciso primeiro assentar a terra para depois decidir o que pode (ou não) ser construído sobre ela. É aí que passam a existir os silêncios que, na verdade, funcionam como sussurros: bem baixinho, a vida nos mostra o caminho.
Como em qualquer bota-fora que fazemos dentro de casa, ao esvaziar gavetas e armários de tralhas e papeladas que já não servem mais para nada, o vazio se torna ponto de partida. Nele, o silêncio desconfortável nos obriga a escutar aquilo que evitamos quando estamos ocupados demais explicando quem somos.
Não _____ toa, 2026 se anuncia como um ano de início. A Numerologia o define como um ano 1 — aquele em que os inícios ganham destaque. Não _____ traga respostas prontas, mas _____ nos devolve às perguntas certas. Porém, existe um tempo pouco celebrado chamado latência: o intervalo entre o estímulo e a resposta. Em um mundo que exige reações imediatas, talvez recomeçar seja justamente ampliar esse espaço.
Não responder ainda.
Não decidir agora.
Permitir que o silêncio faça o que o impulso não sabe.
Emily Dickinson escreveu quase toda a sua obra em silêncio e reclusão, longe de qualquer urgência de publicação ou resposta. Talvez soubesse que certos começos não sobrevivem ao excesso de explicação. Há coisas que só amadurecem quando não precisam ser anunciadas.
Ou, ainda, o que chamamos de pausa seja, na verdade, outra coisa. Um estado de suspensão. Um tempo em que não avançamos nem recuamos — apenas sustentamos. Não se trata de inércia, mas de lucidez: manter decisões no ar até que façam sentido ao tocar o chão. Há momentos em que seguir adiante exige exatamente isso: não agir.
Ao menos, não ainda.
Autor: Pedro Guerra - GZH (adaptado).
Considerando os recursos argumentativos e as imagens simbólicas presentes no texto, analise as assertivas:
I. O silêncio é apresentado como condição necessária para a reorganização interna e para a escuta de si mesmo.
II. O recomeço é descrito como um fenômeno ruidoso, dependente de anúncios e celebrações para se efetivar.
III. A noção de “latência” representa o intervalo produtivo entre o impulso inicial e a decisão amadurecida.
Está(ão) CORRETA(S):
Silenciosamente barulhento
A ideia de recomeço atualmente vem batizada com uma camada de cafonice. Talvez seja fruto das propagandas de fim de ano, talvez seja a facilidade com que recorremos ao conceito. Começar do zero é tentador porque implicitamente nos permite abandonar erros ou versões desgastadas de nós mesmos as quais já não nos orgulhamos. Ao mesmo tempo, todo desmanche vem carregado do medo de encarar o novo. Para onde vou? Quem sou eu? O que eu faço a partir de agora?
Se falamos de viradas, quase sempre as associamos à ideia de barulho. É preciso brindar o novo — não é isso que fazemos a cada término de ano, afinal? Muitas vezes preparamos a festa da mudança de rota sem nem mesmo traçá-la primeiro. Queremos anunciar o novo ainda antes de entendê-lo.
Mas recomeços raramente gritam. Eles costumam chegar em silêncio. É certo que, quando a travessia envolve reorganizações internas, mil vozes parecem habitar a mente sem controle algum. E é por isso mesmo que nenhum gesto verdadeiro de mudança ocorre em paralelo ao caos e às crises. Poucos entendem que é preciso primeiro assentar a terra para depois decidir o que pode (ou não) ser construído sobre ela. É aí que passam a existir os silêncios que, na verdade, funcionam como sussurros: bem baixinho, a vida nos mostra o caminho.
Como em qualquer bota-fora que fazemos dentro de casa, ao esvaziar gavetas e armários de tralhas e papeladas que já não servem mais para nada, o vazio se torna ponto de partida. Nele, o silêncio desconfortável nos obriga a escutar aquilo que evitamos quando estamos ocupados demais explicando quem somos.
Não _____ toa, 2026 se anuncia como um ano de início. A Numerologia o define como um ano 1 — aquele em que os inícios ganham destaque. Não _____ traga respostas prontas, mas _____ nos devolve às perguntas certas. Porém, existe um tempo pouco celebrado chamado latência: o intervalo entre o estímulo e a resposta. Em um mundo que exige reações imediatas, talvez recomeçar seja justamente ampliar esse espaço.
Não responder ainda.
Não decidir agora.
Permitir que o silêncio faça o que o impulso não sabe.
Emily Dickinson escreveu quase toda a sua obra em silêncio e reclusão, longe de qualquer urgência de publicação ou resposta. Talvez soubesse que certos começos não sobrevivem ao excesso de explicação. Há coisas que só amadurecem quando não precisam ser anunciadas.
Ou, ainda, o que chamamos de pausa seja, na verdade, outra coisa. Um estado de suspensão. Um tempo em que não avançamos nem recuamos — apenas sustentamos. Não se trata de inércia, mas de lucidez: manter decisões no ar até que façam sentido ao tocar o chão. Há momentos em que seguir adiante exige exatamente isso: não agir.
Ao menos, não ainda.
Autor: Pedro Guerra - GZH (adaptado).
Silenciosamente barulhento
A ideia de recomeço atualmente vem batizada com uma camada de cafonice. Talvez seja fruto das propagandas de fim de ano, talvez seja a facilidade com que recorremos ao conceito. Começar do zero é tentador porque implicitamente nos permite abandonar erros ou versões desgastadas de nós mesmos as quais já não nos orgulhamos. Ao mesmo tempo, todo desmanche vem carregado do medo de encarar o novo. Para onde vou? Quem sou eu? O que eu faço a partir de agora?
Se falamos de viradas, quase sempre as associamos à ideia de barulho. É preciso brindar o novo — não é isso que fazemos a cada término de ano, afinal? Muitas vezes preparamos a festa da mudança de rota sem nem mesmo traçá-la primeiro. Queremos anunciar o novo ainda antes de entendê-lo.
Mas recomeços raramente gritam. Eles costumam chegar em silêncio. É certo que, quando a travessia envolve reorganizações internas, mil vozes parecem habitar a mente sem controle algum. E é por isso mesmo que nenhum gesto verdadeiro de mudança ocorre em paralelo ao caos e às crises. Poucos entendem que é preciso primeiro assentar a terra para depois decidir o que pode (ou não) ser construído sobre ela. É aí que passam a existir os silêncios que, na verdade, funcionam como sussurros: bem baixinho, a vida nos mostra o caminho.
Como em qualquer bota-fora que fazemos dentro de casa, ao esvaziar gavetas e armários de tralhas e papeladas que já não servem mais para nada, o vazio se torna ponto de partida. Nele, o silêncio desconfortável nos obriga a escutar aquilo que evitamos quando estamos ocupados demais explicando quem somos.
Não _____ toa, 2026 se anuncia como um ano de início. A Numerologia o define como um ano 1 — aquele em que os inícios ganham destaque. Não _____ traga respostas prontas, mas _____ nos devolve às perguntas certas. Porém, existe um tempo pouco celebrado chamado latência: o intervalo entre o estímulo e a resposta. Em um mundo que exige reações imediatas, talvez recomeçar seja justamente ampliar esse espaço.
Não responder ainda.
Não decidir agora.
Permitir que o silêncio faça o que o impulso não sabe.
Emily Dickinson escreveu quase toda a sua obra em silêncio e reclusão, longe de qualquer urgência de publicação ou resposta. Talvez soubesse que certos começos não sobrevivem ao excesso de explicação. Há coisas que só amadurecem quando não precisam ser anunciadas.
Ou, ainda, o que chamamos de pausa seja, na verdade, outra coisa. Um estado de suspensão. Um tempo em que não avançamos nem recuamos — apenas sustentamos. Não se trata de inércia, mas de lucidez: manter decisões no ar até que façam sentido ao tocar o chão. Há momentos em que seguir adiante exige exatamente isso: não agir.
Ao menos, não ainda.
Autor: Pedro Guerra - GZH (adaptado).
Para que a cidadania seja efetiva e verdadeiramente inclusiva, é necessário promover um diálogo entre os direitos individuais e coletivos, reconhecendo que a liberdade de um não pode ser garantida à custa da __________ de outro.
A escola inclusiva, com currículo e metodologia __________ de fundamentação na diversidade, requer a consideração das diferenças individuais dos seus alunos no que se refere ao ritmo de aprendizagem, ao interesse, à origem social, às habilidades e à motivação dos estudantes para realizarem diferentes propostas.