Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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I. A recorrência da morte de personagens e instituições reforça a ideia de transitoriedade da vida e da memória cultural.
II. A noção de “imortalidade” é tratada de modo irônico, especialmente no contexto das academias e do desejo de consagração literária.
III. O narrador assume postura distanciada e impessoal, evitando envolver-se emocionalmente com os episódios narrados.
IV. A crônica sugere que falar mal pode funcionar como mecanismo de sociabilidade e de afirmação de laços afetivos.
Assinale a alternativa que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S):

BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .<https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>.
A palavra “só”, empregada no último quadro da tirinha acima, possui o sentido de:
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>.
A frase “Mais uma? Por quê?”, empregada na tirinha acima, pode ser reescrita corretamente da seguinte forma:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Magia da criação
Muitas vezes tento escrever, mas as ideias somem da minha mente, resolvo tomar um café, que é a bebida que mais aprecio, volto ao meu “canto de escrita”, ligo o som com as minhas músicas preferidas, de repente... fluem palavras e mais palavras, percebo que é o momento da criação, e desenrola a crônica com muita fluidez, há mesmo uma ligação superior da nossa mente com a divina criação, a arte é sempre natural, há uma sequência de fatores que interferem em nosso comportamento e nos permite dar início à obra literária.
Sabemos que há uma ansiedade em falarmos sobre um assunto qualquer, mas não temos a certeza do que seria mais interessante para o leitor, pois, quando escrevemos, temos a necessidade de que muitas pessoas nos leiam e que a nossa mensagem seja bem compreendida, clara e precisa.
Escrever é mesmo colocar em movimento sentimentos muitas vezes contidos no peito, na pele, nos olhos, é maravilhoso poder dizer ao mundo que somos pessoas sensíveis a todos os acontecimentos mundiais, que não estamos estáticos, caminhamos em plena mutação humana, pois somos mortais e as transformações são necessárias para crescermos, evoluirmos junto com a natureza que nos rodeia. Sentir e escrever caminham lado a lado na plataforma da literatura humana, não há palavras, caso não haja um movimento, uma sensação, um amor, um beijo, uma troca de olhares.
Somos movidos pela motivação, há dentro de cada um uma chave a ser ligada, e a mágica do sucesso acontece, como o nascer do Sol!
De repente, percebemos que acabamos concluindo uma crônica e não demos nem conta, pois os dedos rolaram no teclado e a mente foi soltando muito rapidamente todas as palavras a serem ditas.
Escrever é fascinante!
LACERDA, Eliane. Magia da criação. Disponível em
<https://www.avl.org.br/uploads/78d7147f47d250f93eae8
ba243db8505magiadacriacao_el.pdf>
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Magia da criação
Muitas vezes tento escrever, mas as ideias somem da minha mente, resolvo tomar um café, que é a bebida que mais aprecio, volto ao meu “canto de escrita”, ligo o som com as minhas músicas preferidas, de repente... fluem palavras e mais palavras, percebo que é o momento da criação, e desenrola a crônica com muita fluidez, há mesmo uma ligação superior da nossa mente com a divina criação, a arte é sempre natural, há uma sequência de fatores que interferem em nosso comportamento e nos permite dar início à obra literária.
Sabemos que há uma ansiedade em falarmos sobre um assunto qualquer, mas não temos a certeza do que seria mais interessante para o leitor, pois, quando escrevemos, temos a necessidade de que muitas pessoas nos leiam e que a nossa mensagem seja bem compreendida, clara e precisa.
Escrever é mesmo colocar em movimento sentimentos muitas vezes contidos no peito, na pele, nos olhos, é maravilhoso poder dizer ao mundo que somos pessoas sensíveis a todos os acontecimentos mundiais, que não estamos estáticos, caminhamos em plena mutação humana, pois somos mortais e as transformações são necessárias para crescermos, evoluirmos junto com a natureza que nos rodeia. Sentir e escrever caminham lado a lado na plataforma da literatura humana, não há palavras, caso não haja um movimento, uma sensação, um amor, um beijo, uma troca de olhares.
Somos movidos pela motivação, há dentro de cada um uma chave a ser ligada, e a mágica do sucesso acontece, como o nascer do Sol!
De repente, percebemos que acabamos concluindo uma crônica e não demos nem conta, pois os dedos rolaram no teclado e a mente foi soltando muito rapidamente todas as palavras a serem ditas.
Escrever é fascinante!
LACERDA, Eliane. Magia da criação. Disponível em
<https://www.avl.org.br/uploads/78d7147f47d250f93eae8
ba243db8505magiadacriacao_el.pdf>
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Magia da criação
Muitas vezes tento escrever, mas as ideias somem da minha mente, resolvo tomar um café, que é a bebida que mais aprecio, volto ao meu “canto de escrita”, ligo o som com as minhas músicas preferidas, de repente... fluem palavras e mais palavras, percebo que é o momento da criação, e desenrola a crônica com muita fluidez, há mesmo uma ligação superior da nossa mente com a divina criação, a arte é sempre natural, há uma sequência de fatores que interferem em nosso comportamento e nos permite dar início à obra literária.
Sabemos que há uma ansiedade em falarmos sobre um assunto qualquer, mas não temos a certeza do que seria mais interessante para o leitor, pois, quando escrevemos, temos a necessidade de que muitas pessoas nos leiam e que a nossa mensagem seja bem compreendida, clara e precisa.
Escrever é mesmo colocar em movimento sentimentos muitas vezes contidos no peito, na pele, nos olhos, é maravilhoso poder dizer ao mundo que somos pessoas sensíveis a todos os acontecimentos mundiais, que não estamos estáticos, caminhamos em plena mutação humana, pois somos mortais e as transformações são necessárias para crescermos, evoluirmos junto com a natureza que nos rodeia. Sentir e escrever caminham lado a lado na plataforma da literatura humana, não há palavras, caso não haja um movimento, uma sensação, um amor, um beijo, uma troca de olhares.
Somos movidos pela motivação, há dentro de cada um uma chave a ser ligada, e a mágica do sucesso acontece, como o nascer do Sol!
De repente, percebemos que acabamos concluindo uma crônica e não demos nem conta, pois os dedos rolaram no teclado e a mente foi soltando muito rapidamente todas as palavras a serem ditas.
Escrever é fascinante!
LACERDA, Eliane. Magia da criação. Disponível em
<https://www.avl.org.br/uploads/78d7147f47d250f93eae8
ba243db8505magiadacriacao_el.pdf>
Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

Disponível em: <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>.
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: <https://clubedamafalda.blogspot.com//>
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: <https://clubedamafalda.blogspot.com//>

I. À expressão “não sabem usar corretamente a língua portuguesa”, subjaz uma visão de língua calcada na prescrição e no dialogismo, que desconsidera os contextos de uso.
II. Matérias como essa, publicada pelo g1, acabam por veicular preconceito linguístico ao não se darem conta de que o português no Brasil apresenta um alto grau de diversidade e de variabilidade.
III. O trecho “Não deixem de assistir essa reportagem” apresenta, segundo a prescrição gramatical, um erro de regência, o que revela uma contradição em relação ao que se preconiza como “usar corretamente a língua portuguesa”.
Está INCORRETO o que se afirma em:
No contexto do poema “E as margens”, avalie as afirmações a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
(__) A relação entre os vocábulos “superfície” e “margens”, nos dois primeiros versos, é de aquiescência entre a mansuetude da superfície do lago e o peso das margens provocado pelo silêncio e pelas lágrimas do eu lírico.
(__) “Estar na margem”, metaforicamente, pode significar “não estar no centro”, considerando-se que o eu lírico se trata de uma personagem afrofeminina, o que enfatiza a perspectiva dessa voz poética, seus desafios e sua (re)existência.
(__) O lago, no poema, simboliza nascimento, fonte de vida, sacralidade, ancestralidade. O eu lírico está diante de uma superfície espelhada, que reflete sua imagem e sua condição de existência, com suas dores e seus desafios.
(__) A mansidão do lago, apresentada na primeira estrofe, é quebrada pelos três últimos versos do poema, sugerindo que o eu lírico, ao tocar a água, rompe com a própria imagem e provoca desequilíbrios pessoais e sociais.
A sequência que preenche os parênteses CORRETAMENTE é:

A tirinha de Armandinho exemplifica esse fenômeno linguístico, salientando que: