Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4151425 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
A repetição da palavra “criança”, especialmente no último período do excerto, indica um(a):

“Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.” 
Alternativas
Q4151423 Português
Texto para a questão.


Texto I


CONSUMO X CONSUMISMO 


    Para entender se você consome ou se é consumista, primeiramente é preciso entender a diferença existente entre consumo e consumismo. No consumo, o ato de compra está ligado à necessidade, à sobrevivência, coisas indispensáveis à vida e ao bem-estar: água, comida, energia. Por meio das práticas de consumo, é que dizemos para o mundo quem nós somos, quem nós não somos, quem gostaríamos de ser. Consumo é identidade. Já o consumismo rompe essa relação de necessidade, pois o indivíduo está adquirindo algo que não precisa. O consumismo está, pois, veiculado ao gasto de produtos sem utilidade imediata, ou seja, supérfluos, como: mais um sapato, um anel de ouro.

    Se entendido isso, pergunte-se: Necessito? Quero? Tenho dinheiro? Se eu passar no cartão de crédito, terei como pagar depois? Eu realmente vou usar este produto? Preciso de mais uma bolsa? Esta necessidade de colocar na balança existe, não só para avaliar determinada relação de consumo em sentido individualizado, mas, principalmente, para o consumidor se instruir e incrementar a formação de seu espírito crítico, de modo que este, possa bem se posicionar e enfrentar as circunstâncias do mercado de consumo.

    Quando o ato de comprar está vinculado diretamente à ansiedade e à satisfação, pode-se dizer que se trata de uma compulsão. Em alguns casos, isso pode representar grandes perdas em termos de relacionamento interpessoal e qualidade de vida. Para que seja considerado doentio, o consumismo precisa representar uma parcela significativa da vida e dos pensamentos da pessoa, de forma que sua saúde emocional, social e financeira estejam abaladas.

    Todos já nascem consumindo, e a fase criança é uma das que mais se consome; os estabelecimentos sabem disso. Sendo assim, as guloseimas ficam na altura certa da visão da criança para que ela peça aos pais, e na maioria das vezes, eles acabam comprando. Criança gosta muito de doce, criança gosta muito de consumir, vivencia-se uma era em que a criança é extremamente consumista.


Disponível em: https://empasa.pb.gov.br/procon/noticias/consumo-x-consumismo-voce-sabe-a-diferenca-as-motivacoes. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
O texto “Consumo x Consumismo” apresenta uma reflexão sobre hábitos de compra e seus impactos individuais e sociais. Ao longo do texto, o autor utiliza diferentes estratégias discursivas para influenciar o leitor. Assim sendo, um recurso que contribui diretamente para a mudança de comportamento do leitor é:
Alternativas
Q4151094 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
Assinale a análise CORRETA acerca dos usos dos elementos de coesão na reportagem.
Alternativas
Q4151091 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
Assinale a alternativa que sintetiza a resposta à pergunta realizada no título do texto.
Alternativas
Q4151090 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Informar sobre benefícios à saúde em rótulos influencia escolhas alimentares?

Prevenção de saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral estão entre as alegações presentes nas embalagens

Por Ivanir Ferreira

09/04/2026, atualizado 16/04/2026

Informações nos rótulos de alimentos e bebidas que destacam benefícios à saúde influenciam positivamente o comportamento do consumidor, aumentando a percepção de valor do produto e a disposição de pagar mais por ele. No entanto, a decisão de compra também é afetada por fatores individuais e contextuais, como estado de saúde da pessoa no momento da compra, faixa etária, conhecimento nutricional, preço, sabor e acesso à marca.

A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da USP sobre o impacto das chamadas "alegações funcionais e de saúde" nas escolhas alimentares. Entre as mais comuns, estão aquelas associadas à saúde cardiovascular, óssea, muscular, metabólica, digestiva e ocular, além de promessas relacionadas ao bem-estar geral. Propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, desempenho cognitivo e mental, suporte ao sistema imunológico e prevenção de doenças também foram citadas.

Segundo a orientadora da pesquisa, a professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, os consumidores estão cada vez mais atentos à composição nutricional dos alimentos e tendem a considerar as alegações funcionais e de saúde um diferencial no momento da compra. Especialista em Nutrição e Ciência e Tecnologia de Alimentos, a pesquisadora afirma que "compreender como essas alegações influenciam o comportamento e as escolhas do consumidor é fundamental para orientar regulamentações, políticas públicas e estratégias de comunicação que incentivem hábitos alimentares mais saudáveis e também as práticas da indústria alimentícia".

O estudo incluiu a revisão de 71 artigos publicados entre 2019 e 2024 em bases de dados científicos de mais de dez países. O objetivo foi compreender como as pesquisas sobre alegações de saúde em alimentos têm evoluído. Os resultados estão no artigo "The Role of Health Claims on Consumer Behavior and Food Choice: a Narrative Review", que tem a nutricionista Helena F. Martins Tavares como primeira autora.

Comportamento multifatorial

Com base em teorias do comportamento, a pesquisa indica que as alegações não produzem o mesmo efeito em todos os consumidores. "A decisão de comprar ou consumir um produto não depende apenas da informação presente no rótulo, mas também de fatores psicológicos, sociais e perceptivos que influenciam a interpretação dessas mensagens", explica Helena Tavares.

Dentre esses fatores estão o grau de escolaridade, idade, gênero, o tempo disponível para compra (mais ou menos apressado), a finalidade do produto – se para o consumo próprio ou de familiares –, a presença de doenças pré-existentes e o estado emocional, além da percepção do consumidor sobre a marca ou empresa responsável pelo produto.

Para a nutricionista, alegações funcionais e de saúde bem elaboradas podem apoiar escolhas alimentares mais saudáveis quando alinhadas às capacidades cognitivas e aos estados motivacionais dos consumidores.
Qual efeito de sentido o sinal de pontuação utilizado no título da reportagem produz? 
Alternativas
Q4150292 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
No segundo período do sétimo parágrafo do texto CG1A1, a expressão “leva em consideração” tem o mesmo sentido de
Alternativas
Q4150289 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
Sem prejuízo dos sentidos do texto CG1A1 e de sua correção gramatical, o vocábulo “resultante” (segundo parágrafo) poderia ser substituído por
Alternativas
Q4150288 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).

Cada uma das próximas opções apresenta uma proposta de reescrita do primeiro parágrafo do texto CG1A1. Assinale a opção em que a proposta apresentada preserva a coerência das ideias originais e a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q4150287 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
Do oitavo e do nono parágrafos do texto CG1A1 depreende-se que
Alternativas
Q4150286 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
De acordo com o texto CG1A1, uma situação preponderante para a dificuldade de inclusão feminina nas áreas de STEM é
Alternativas
Q4150285 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
De acordo com as ideias veiculadas no texto CG1A1, o número reduzido de mulheres nas áreas de STEM
Alternativas
Q4150247 Português
O fenômeno El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Esse fenômeno pode provocar alterações significativas nos padrões climáticos de diversas regiões do planeta. No Brasil, algumas áreas podem registrar períodos de seca mais intensa, enquanto outras enfrentam aumento no volume de chuvas. Por isso, o monitoramento constante das condições oceânicas e atmosféricas é fundamental para a elaboração de estratégias de prevenção e adaptação aos seus impactos. No texto anterior, a expressão "por isso" estabelece uma relação de coesão textual que indica: 
Alternativas
Q4150245 Português
A realização da Copa do Mundo costuma despertar entusiasmo em grande parte da população. Defensores do evento afirmam que ele gera empregos temporários, amplia a visibilidade internacional do país e estimula setores como turismo, transporte e comércio. Além disso, argumentam que as obras de infraestrutura realizadas para atender às exigências do torneio podem trazer benefícios duradouros para a população. Por outro lado, críticos sustentam que os altos investimentos públicos destinados à organização do evento nem sempre resultam em melhorias permanentes. Segundo essa perspectiva, recursos aplicados em estádios e grandes obras poderiam ser direcionados a áreas prioritárias, como saúde, educação e segurança pública. Assim, o debate sobre os impactos da Copa do Mundo envolve diferentes pontos de vista e exige uma análise cuidadosa dos argumentos apresentados. Sobre o texto apresentado, a principal estratégia argumentativa utilizada pelo autor é: 
Alternativas
Q4149886 Português
TEXTO I

Trabalho precário

    O trabalho precário e uma realidade do mundo laboral e, contrariamente ao que pode ser imaginado, não está presente apenas em regiões geográficas descritas como economicamente mais vulneráveis, fato que explica a recorrência de estudos oriundos de países como Estados Unidos, Canadá e Espanha, ou ainda de regiões diversas da América Latina, ou Asia.

     O objetivo número oito da agenda 2030 da ONU propõe promover o crescimento econômico de maneira inclusiva e sustentável, aliado ao trabalho decente, que deve ser inclusivo e produtivo. Isso mostra uma preocupação institucionalizada com as condições em que os trabalhadores desempenham as suas atividades. O cenário laboral atual, entretanto, e caracterizado pelo incremento da precariedade, o que revela uma contradição, e mostra a necessidade de estudar as condições atuais de trabalho e os seus diversos atributos.

     Apesar do interesse pelo tema, autores alertam sobre a falta de clareza conceitual do trabalho precário, fato que dificulta o avanço de discussões baseadas em resultados empíricos sistemáticos. Destacam, por exemplo, que a concepção pode ser diferente se analisado no nível individual (pessoas que laboram sob essas condições), daquela tida ao estudar grupos sociais (grupos que vivem em situações econômicas e sociais desvantajosas), ou da adotada nos estudos realizados no nível macro (perfil de precariedade em uma localização geográfica).

     Essas ponderações tornam evidente a necessidade de uma clara definição e descrição do que seja o trabalho precário para alicerçar adequadamente o seu estudo.


Adaptado de: PUENTE-PALACIOS, K.; FRAUSTO, C. I. G. Trabalho precário: dos atributos teoricos à proposta de um instrumento de medida. Ciência & Saúde Coletiva, v. 31, n. 2, p. 1-10,2026.


  
No último parágraÍo do Texto I, lê-se: Essas ponderações tornam evidente a necessidade de uma clara definição e descrição do que seja o trabalho precário. Considerando a organização argumentativa do texto e a semântica do termo sublinhado no contexto em que se insere, verifica-se que ele sintetiza as considerações teóricas expostas anteriormente. Desse modo, sem prejuízo para o sentido original e para a correção gramatical do trecho, a palavra ponderações pode ser adequadamente substituída por: 
Alternativas
Q4149885 Português
TEXTO I

Trabalho precário

    O trabalho precário e uma realidade do mundo laboral e, contrariamente ao que pode ser imaginado, não está presente apenas em regiões geográficas descritas como economicamente mais vulneráveis, fato que explica a recorrência de estudos oriundos de países como Estados Unidos, Canadá e Espanha, ou ainda de regiões diversas da América Latina, ou Asia.

     O objetivo número oito da agenda 2030 da ONU propõe promover o crescimento econômico de maneira inclusiva e sustentável, aliado ao trabalho decente, que deve ser inclusivo e produtivo. Isso mostra uma preocupação institucionalizada com as condições em que os trabalhadores desempenham as suas atividades. O cenário laboral atual, entretanto, e caracterizado pelo incremento da precariedade, o que revela uma contradição, e mostra a necessidade de estudar as condições atuais de trabalho e os seus diversos atributos.

     Apesar do interesse pelo tema, autores alertam sobre a falta de clareza conceitual do trabalho precário, fato que dificulta o avanço de discussões baseadas em resultados empíricos sistemáticos. Destacam, por exemplo, que a concepção pode ser diferente se analisado no nível individual (pessoas que laboram sob essas condições), daquela tida ao estudar grupos sociais (grupos que vivem em situações econômicas e sociais desvantajosas), ou da adotada nos estudos realizados no nível macro (perfil de precariedade em uma localização geográfica).

     Essas ponderações tornam evidente a necessidade de uma clara definição e descrição do que seja o trabalho precário para alicerçar adequadamente o seu estudo.


Adaptado de: PUENTE-PALACIOS, K.; FRAUSTO, C. I. G. Trabalho precário: dos atributos teoricos à proposta de um instrumento de medida. Ciência & Saúde Coletiva, v. 31, n. 2, p. 1-10,2026.


  
O Texto I discute a complexidade teórica e prática que envolve o fenômeno do trabalho precário na contemporaneidade, destacando as metas globais de desenvolvimento e os desafios metodológicos enfrentados pelos pesquisadores da área. Com base nisso, analise as assertivas que seguem, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:

( ) O objetivo número oito da Agenda 2030 estabelece uma indissociabilidade entre o desenvolvimento econômico e a garantia de condições dignas de trabalho.
( ) A análise no nível macro da precariedade consiste em acompanhar as trajetorias e as histórias de vida das pessoas que laboram sob condições desvantajosas.
( ) Segundo o texto, os pesquisadores da área já desenvolveram um instrumento de medida universal que resolveu definitivamente o problema da falta de clareza conceitual do tema.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4149883 Português
TEXTO I

Trabalho precário

    O trabalho precário e uma realidade do mundo laboral e, contrariamente ao que pode ser imaginado, não está presente apenas em regiões geográficas descritas como economicamente mais vulneráveis, fato que explica a recorrência de estudos oriundos de países como Estados Unidos, Canadá e Espanha, ou ainda de regiões diversas da América Latina, ou Asia.

     O objetivo número oito da agenda 2030 da ONU propõe promover o crescimento econômico de maneira inclusiva e sustentável, aliado ao trabalho decente, que deve ser inclusivo e produtivo. Isso mostra uma preocupação institucionalizada com as condições em que os trabalhadores desempenham as suas atividades. O cenário laboral atual, entretanto, e caracterizado pelo incremento da precariedade, o que revela uma contradição, e mostra a necessidade de estudar as condições atuais de trabalho e os seus diversos atributos.

     Apesar do interesse pelo tema, autores alertam sobre a falta de clareza conceitual do trabalho precário, fato que dificulta o avanço de discussões baseadas em resultados empíricos sistemáticos. Destacam, por exemplo, que a concepção pode ser diferente se analisado no nível individual (pessoas que laboram sob essas condições), daquela tida ao estudar grupos sociais (grupos que vivem em situações econômicas e sociais desvantajosas), ou da adotada nos estudos realizados no nível macro (perfil de precariedade em uma localização geográfica).

     Essas ponderações tornam evidente a necessidade de uma clara definição e descrição do que seja o trabalho precário para alicerçar adequadamente o seu estudo.


Adaptado de: PUENTE-PALACIOS, K.; FRAUSTO, C. I. G. Trabalho precário: dos atributos teoricos à proposta de um instrumento de medida. Ciência & Saúde Coletiva, v. 31, n. 2, p. 1-10,2026.


  
A charge apresentada no Texto II utiliza a interrelação entre as linguagens verbal e não verbal para construir uma crítica sobre as transformações no mundo do trabalho contemporâneo. Diante disso, analise as três partes abaixo sobre as ideias e elementos que compõem essa imagem:

(1a parte): O objetívo principal da charge é incentivar o uso de bicicletas como um meio de transporte sustentável e saudável para fugir do trânslto das grandes cídades.
(2a parte): A charge deíende d tese de que o modelo de trabalho sem a figura de um chefe tradicional é a solução ideal para resolver os prob/emas de desemprego.
(3a parte): Os elementos não verbaís da charge contextualizam socialmente a crítica no uníverso do ecossístema de de/ívery (ubertzação).

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4149882 Português
TEXTO I

Trabalho precário

    O trabalho precário e uma realidade do mundo laboral e, contrariamente ao que pode ser imaginado, não está presente apenas em regiões geográficas descritas como economicamente mais vulneráveis, fato que explica a recorrência de estudos oriundos de países como Estados Unidos, Canadá e Espanha, ou ainda de regiões diversas da América Latina, ou Asia.

     O objetivo número oito da agenda 2030 da ONU propõe promover o crescimento econômico de maneira inclusiva e sustentável, aliado ao trabalho decente, que deve ser inclusivo e produtivo. Isso mostra uma preocupação institucionalizada com as condições em que os trabalhadores desempenham as suas atividades. O cenário laboral atual, entretanto, e caracterizado pelo incremento da precariedade, o que revela uma contradição, e mostra a necessidade de estudar as condições atuais de trabalho e os seus diversos atributos.

     Apesar do interesse pelo tema, autores alertam sobre a falta de clareza conceitual do trabalho precário, fato que dificulta o avanço de discussões baseadas em resultados empíricos sistemáticos. Destacam, por exemplo, que a concepção pode ser diferente se analisado no nível individual (pessoas que laboram sob essas condições), daquela tida ao estudar grupos sociais (grupos que vivem em situações econômicas e sociais desvantajosas), ou da adotada nos estudos realizados no nível macro (perfil de precariedade em uma localização geográfica).

     Essas ponderações tornam evidente a necessidade de uma clara definição e descrição do que seja o trabalho precário para alicerçar adequadamente o seu estudo.


Adaptado de: PUENTE-PALACIOS, K.; FRAUSTO, C. I. G. Trabalho precário: dos atributos teoricos à proposta de um instrumento de medida. Ciência & Saúde Coletiva, v. 31, n. 2, p. 1-10,2026.


  
Considere a relação dialogica estabelecida entre a pergunta feita pelo primeiro personagem e a resposta dada pelo segundo no Texto II. É CORRETO afirmar que a resposta do segundo entregador: 
Alternativas
Q4149881 Português
TEXTO I

Trabalho precário

    O trabalho precário e uma realidade do mundo laboral e, contrariamente ao que pode ser imaginado, não está presente apenas em regiões geográficas descritas como economicamente mais vulneráveis, fato que explica a recorrência de estudos oriundos de países como Estados Unidos, Canadá e Espanha, ou ainda de regiões diversas da América Latina, ou Asia.

     O objetivo número oito da agenda 2030 da ONU propõe promover o crescimento econômico de maneira inclusiva e sustentável, aliado ao trabalho decente, que deve ser inclusivo e produtivo. Isso mostra uma preocupação institucionalizada com as condições em que os trabalhadores desempenham as suas atividades. O cenário laboral atual, entretanto, e caracterizado pelo incremento da precariedade, o que revela uma contradição, e mostra a necessidade de estudar as condições atuais de trabalho e os seus diversos atributos.

     Apesar do interesse pelo tema, autores alertam sobre a falta de clareza conceitual do trabalho precário, fato que dificulta o avanço de discussões baseadas em resultados empíricos sistemáticos. Destacam, por exemplo, que a concepção pode ser diferente se analisado no nível individual (pessoas que laboram sob essas condições), daquela tida ao estudar grupos sociais (grupos que vivem em situações econômicas e sociais desvantajosas), ou da adotada nos estudos realizados no nível macro (perfil de precariedade em uma localização geográfica).

     Essas ponderações tornam evidente a necessidade de uma clara definição e descrição do que seja o trabalho precário para alicerçar adequadamente o seu estudo.


Adaptado de: PUENTE-PALACIOS, K.; FRAUSTO, C. I. G. Trabalho precário: dos atributos teoricos à proposta de um instrumento de medida. Ciência & Saúde Coletiva, v. 31, n. 2, p. 1-10,2026.


  
Com base no terceiro parágrafo do Texto I, a dificuldade de fazer avançar as discussôes sobre o trabalho precário a partir de resultados empíricos sistemáticos decorre principalmente da: 
Alternativas
Q4149879 Português
TEXTO I

Trabalho precário

    O trabalho precário e uma realidade do mundo laboral e, contrariamente ao que pode ser imaginado, não está presente apenas em regiões geográficas descritas como economicamente mais vulneráveis, fato que explica a recorrência de estudos oriundos de países como Estados Unidos, Canadá e Espanha, ou ainda de regiões diversas da América Latina, ou Asia.

     O objetivo número oito da agenda 2030 da ONU propõe promover o crescimento econômico de maneira inclusiva e sustentável, aliado ao trabalho decente, que deve ser inclusivo e produtivo. Isso mostra uma preocupação institucionalizada com as condições em que os trabalhadores desempenham as suas atividades. O cenário laboral atual, entretanto, e caracterizado pelo incremento da precariedade, o que revela uma contradição, e mostra a necessidade de estudar as condições atuais de trabalho e os seus diversos atributos.

     Apesar do interesse pelo tema, autores alertam sobre a falta de clareza conceitual do trabalho precário, fato que dificulta o avanço de discussões baseadas em resultados empíricos sistemáticos. Destacam, por exemplo, que a concepção pode ser diferente se analisado no nível individual (pessoas que laboram sob essas condições), daquela tida ao estudar grupos sociais (grupos que vivem em situações econômicas e sociais desvantajosas), ou da adotada nos estudos realizados no nível macro (perfil de precariedade em uma localização geográfica).

     Essas ponderações tornam evidente a necessidade de uma clara definição e descrição do que seja o trabalho precário para alicerçar adequadamente o seu estudo.


Adaptado de: PUENTE-PALACIOS, K.; FRAUSTO, C. I. G. Trabalho precário: dos atributos teoricos à proposta de um instrumento de medida. Ciência & Saúde Coletiva, v. 31, n. 2, p. 1-10,2026.


  
O fenômeno do trabalho precário pode ser analisado tanto sob uma perspectiva teórica e acadêmica quanto por meio de manifestações artísticas e críticas da realidade social. Considerando as reflexões propostas no Texto I e a representação visual e discursiva da charge no Texto II, analise as assertivas que seguem:

I. O Texto II comprova que os trabalhadores que são seus "próprios patrões" conseguiram atingir o objetivo número oito da agenda 2030 da ONU citado no Texto I.
II. A partir da leitura do Texto I, conclui-se que a realidade dos entregadores de aplicativo mostrada no Texto II é um problema exclusivo da América Latina e da Asia, não afetando países desenvolvidos.

Acerca das assertivas, pode-se aÍirmar que:
Alternativas
Q4149470 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que possa substituir corretamente o vocábulo “assimetrias” sem causar alterações significativas ao sentido do trecho a seguir, retirado do texto.
“sua expansão ocorre em um cenário marcado por assimetrias de infraestrutura”. 
Alternativas
Respostas
4561: C
4562: E
4563: E
4564: C
4565: C
4566: D
4567: B
4568: B
4569: A
4570: D
4571: D
4572: B
4573: C
4574: A
4575: A
4576: A
4577: B
4578: C
4579: C
4580: B