Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4147327 Português

Considere o texto a seguir para a questão:



    A prefeitura de Marechal Cândido Rondon, por meio da Secretaria de Planejamento e em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal, realizará no dia 8 de abril uma audiência pública para apresentação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do exercício de 2027. O encontro acontecerá às 16h, no auditório do Paço Municipal Arlindo Alberto Lamb.

    A audiência pública tem como principal objetivo garantir a transparência e a participação popular na definição das prioridades do orçamento público. Na ocasião, serão apresentadas à população as metas e diretrizes que irão orientar o orçamento do município para o próximo ano, além de abrir espaço para sugestões, questionamentos e contribuições da comunidade em relação às propostas da administração pública.

    A iniciativa também assegura o cumprimento da legislação, especialmente da Lei de Responsabilidade Fiscal, que prevê a realização desse tipo de evento, e contribui para a definição das prioridades da gestão, como investimentos em áreas essenciais, a exemplo de saúde, educação e infraestrutura. Além disso, fortalece o controle social, ampliando a transparência na aplicação dos recursos públicos.

    A LDO é uma etapa fundamental do planejamento público, pois orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) e deve estar alinhada ao Plano Plurianual (PPA). Por isso, a audiência pública representa um importante momento de aproximação entre o poder público e a comunidade, garantindo que as decisões reflitam as reais necessidades da população.

    Toda a comunidade rondonense está convidada a participar do evento.



Fonte: https://marechalcandidorondon.atende.net

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta do texto acima. 
Alternativas
Q4147326 Português

Considere o texto a seguir para a questão:



    A prefeitura de Marechal Cândido Rondon, por meio da Secretaria de Planejamento e em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal, realizará no dia 8 de abril uma audiência pública para apresentação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do exercício de 2027. O encontro acontecerá às 16h, no auditório do Paço Municipal Arlindo Alberto Lamb.

    A audiência pública tem como principal objetivo garantir a transparência e a participação popular na definição das prioridades do orçamento público. Na ocasião, serão apresentadas à população as metas e diretrizes que irão orientar o orçamento do município para o próximo ano, além de abrir espaço para sugestões, questionamentos e contribuições da comunidade em relação às propostas da administração pública.

    A iniciativa também assegura o cumprimento da legislação, especialmente da Lei de Responsabilidade Fiscal, que prevê a realização desse tipo de evento, e contribui para a definição das prioridades da gestão, como investimentos em áreas essenciais, a exemplo de saúde, educação e infraestrutura. Além disso, fortalece o controle social, ampliando a transparência na aplicação dos recursos públicos.

    A LDO é uma etapa fundamental do planejamento público, pois orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) e deve estar alinhada ao Plano Plurianual (PPA). Por isso, a audiência pública representa um importante momento de aproximação entre o poder público e a comunidade, garantindo que as decisões reflitam as reais necessidades da população.

    Toda a comunidade rondonense está convidada a participar do evento.



Fonte: https://marechalcandidorondon.atende.net

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta do texto acima. 
Alternativas
Q4147325 Português

Considere o texto a seguir para a questão:



    A prefeitura de Marechal Cândido Rondon, por meio da Secretaria de Planejamento e em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal, realizará no dia 8 de abril uma audiência pública para apresentação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do exercício de 2027. O encontro acontecerá às 16h, no auditório do Paço Municipal Arlindo Alberto Lamb.

    A audiência pública tem como principal objetivo garantir a transparência e a participação popular na definição das prioridades do orçamento público. Na ocasião, serão apresentadas à população as metas e diretrizes que irão orientar o orçamento do município para o próximo ano, além de abrir espaço para sugestões, questionamentos e contribuições da comunidade em relação às propostas da administração pública.

    A iniciativa também assegura o cumprimento da legislação, especialmente da Lei de Responsabilidade Fiscal, que prevê a realização desse tipo de evento, e contribui para a definição das prioridades da gestão, como investimentos em áreas essenciais, a exemplo de saúde, educação e infraestrutura. Além disso, fortalece o controle social, ampliando a transparência na aplicação dos recursos públicos.

    A LDO é uma etapa fundamental do planejamento público, pois orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) e deve estar alinhada ao Plano Plurianual (PPA). Por isso, a audiência pública representa um importante momento de aproximação entre o poder público e a comunidade, garantindo que as decisões reflitam as reais necessidades da população.

    Toda a comunidade rondonense está convidada a participar do evento.



Fonte: https://marechalcandidorondon.atende.net

Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA do fragmento acima. 
Alternativas
Q4147198 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Torre de Pisa inclina mas não cai?


A Torre de Pisa começou a se inclinar ainda nos primeiros anos de sua construção devido à extrema maciez do solo onde foi erguida. O terreno não conseguiu sustentar o peso da estrutura de forma uniforme, fazendo com que a torre afundasse entre três e quatro metros e passasse a inclinar gradualmente para um dos lados.


Especialistas explicam que as condições do solo são a principal causa da inclinação. Como uma parte da fundação encontrou um terreno mais instável e macio, a sustentação da torre ficou desigual desde o início da obra.


Com o passar dos séculos, a inclinação continuou aumentando lentamente. No século vinte, medições mostraram que o problema se agravava de forma contínua, o que passou a gerar preocupação sobre a estabilidade e a segurança da construção.


A situação se tornou ainda mais alarmante após o desabamento de outra torre italiana, ocorrido em 1989. O episódio serviu como alerta para as autoridades, levando ao fechamento da Torre de Pisa no ano seguinte para realização de estudos e obras de estabilização.


Diversas soluções foram analisadas pelos engenheiros até que fosse escolhida a técnica considerada mais segura. O método adotado consistiu na retirada controlada de parte do solo localizado sob um dos lados da fundação. Sem alterar diretamente a estrutura da torre, foram removidos trinta e sete metros cúbicos de terra do lado norte da base, permitindo uma leve correção da inclinação.


Os trabalhos de estabilização duraram onze anos. Após a intervenção, a inclinação da torre foi reduzida em mais de quarenta centímetros, tornando a construção novamente segura para visitantes.


Especialistas destacam que um edifício inclinado não significa necessariamente risco imediato de desabamento. Em muitos casos, a estrutura se adapta ao longo do tempo à própria inclinação. No caso da Torre de Pisa, os engenheiros afirmam que ela deverá permanecer estável e segura por pelo menos mais duzentos anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq6p8ln0gj2o.adaptado.

O texto apresenta explicações históricas e científicas sobre a inclinação da Torre de Pisa, relacionando fatores naturais, decisões técnicas e medidas adotadas para preservar a construção ao longo do tempo.


De acordo com o texto apresentado sobre a Torre de Pisa, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4147197 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Torre de Pisa inclina mas não cai?


A Torre de Pisa começou a se inclinar ainda nos primeiros anos de sua construção devido à extrema maciez do solo onde foi erguida. O terreno não conseguiu sustentar o peso da estrutura de forma uniforme, fazendo com que a torre afundasse entre três e quatro metros e passasse a inclinar gradualmente para um dos lados.


Especialistas explicam que as condições do solo são a principal causa da inclinação. Como uma parte da fundação encontrou um terreno mais instável e macio, a sustentação da torre ficou desigual desde o início da obra.


Com o passar dos séculos, a inclinação continuou aumentando lentamente. No século vinte, medições mostraram que o problema se agravava de forma contínua, o que passou a gerar preocupação sobre a estabilidade e a segurança da construção.


A situação se tornou ainda mais alarmante após o desabamento de outra torre italiana, ocorrido em 1989. O episódio serviu como alerta para as autoridades, levando ao fechamento da Torre de Pisa no ano seguinte para realização de estudos e obras de estabilização.


Diversas soluções foram analisadas pelos engenheiros até que fosse escolhida a técnica considerada mais segura. O método adotado consistiu na retirada controlada de parte do solo localizado sob um dos lados da fundação. Sem alterar diretamente a estrutura da torre, foram removidos trinta e sete metros cúbicos de terra do lado norte da base, permitindo uma leve correção da inclinação.


Os trabalhos de estabilização duraram onze anos. Após a intervenção, a inclinação da torre foi reduzida em mais de quarenta centímetros, tornando a construção novamente segura para visitantes.


Especialistas destacam que um edifício inclinado não significa necessariamente risco imediato de desabamento. Em muitos casos, a estrutura se adapta ao longo do tempo à própria inclinação. No caso da Torre de Pisa, os engenheiros afirmam que ela deverá permanecer estável e segura por pelo menos mais duzentos anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq6p8ln0gj2o.adaptado.

Com o passar dos séculos, a inclinação continuou aumentando lentamente.


Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Alternativas
Q4147196 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Torre de Pisa inclina mas não cai?


A Torre de Pisa começou a se inclinar ainda nos primeiros anos de sua construção devido à extrema maciez do solo onde foi erguida. O terreno não conseguiu sustentar o peso da estrutura de forma uniforme, fazendo com que a torre afundasse entre três e quatro metros e passasse a inclinar gradualmente para um dos lados.


Especialistas explicam que as condições do solo são a principal causa da inclinação. Como uma parte da fundação encontrou um terreno mais instável e macio, a sustentação da torre ficou desigual desde o início da obra.


Com o passar dos séculos, a inclinação continuou aumentando lentamente. No século vinte, medições mostraram que o problema se agravava de forma contínua, o que passou a gerar preocupação sobre a estabilidade e a segurança da construção.


A situação se tornou ainda mais alarmante após o desabamento de outra torre italiana, ocorrido em 1989. O episódio serviu como alerta para as autoridades, levando ao fechamento da Torre de Pisa no ano seguinte para realização de estudos e obras de estabilização.


Diversas soluções foram analisadas pelos engenheiros até que fosse escolhida a técnica considerada mais segura. O método adotado consistiu na retirada controlada de parte do solo localizado sob um dos lados da fundação. Sem alterar diretamente a estrutura da torre, foram removidos trinta e sete metros cúbicos de terra do lado norte da base, permitindo uma leve correção da inclinação.


Os trabalhos de estabilização duraram onze anos. Após a intervenção, a inclinação da torre foi reduzida em mais de quarenta centímetros, tornando a construção novamente segura para visitantes.


Especialistas destacam que um edifício inclinado não significa necessariamente risco imediato de desabamento. Em muitos casos, a estrutura se adapta ao longo do tempo à própria inclinação. No caso da Torre de Pisa, os engenheiros afirmam que ela deverá permanecer estável e segura por pelo menos mais duzentos anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq6p8ln0gj2o.adaptado.

Diversas soluções foram "analisadas" pelos engenheiros até que fosse escolhida a técnica considerada mais segura.


Sobre os sinônimos para o vocábulo destacado no contexto da frase, analise as assertivas a seguir:



I. Examinadas.


II. Avaliadas.


III. Consideradas.


IV. Desenvolvidas.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4147073 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
No trecho “A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente...”, a inserção da expressão “em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos” produz, no texto, o efeito de:
Alternativas
Q4147072 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
A qual gênero textual pertence o texto sob análise?
Alternativas
Q4147071 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
No texto, diferentes mecanismos de coesão são empregados para garantir a progressão temática. Exemplo disso é o que se observa em: 
Alternativas
Q4147070 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
No trecho “ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos”, presente no texto, a expressão “ao personalizar” estabelece, no contexto, uma relação de 
Alternativas
Q4147069 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


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A substituição correta de “prescindir de” sem alteração de sentido é:
Alternativas
Q4147068 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


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No contexto do texto, a expressão “estilos de vida mais naturais” funciona como: 
Alternativas
Q4147067 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


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A relação entre maior nível educacional/informacional e hesitação vacinal, conforme apresentada no texto, é: 
Alternativas
Q4147066 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
O termo “elas”, retoma:
Alternativas
Q4147065 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
No trecho “Apesar disso, hesitam mais em se vacinar”, presente no texto, o conectivo “apesar disso” estabelece sentido de
Alternativas
Q4146953 Português

Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga"


No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.


Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.


"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.


Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.


Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos − cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos − constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.


Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.


Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.


Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia − animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.


O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.


https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/macacos-de-gibraltar-encontrammaneira-de-evitar-dores-de-barriga/-adaptado

Considerando os aspectos semânticos e estilísticos do texto, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta: 


I.O uso da expressão 'evitar dores de barriga' presente no título, revela um traço de informalidade, aproximando o texto do leitor por meio de linguagem mais acessível.

II.O emprego de termos técnicos como 'microbioma' e 'geofagia' contribui para o caráter científico do texto, marcando especialização lexical.

III.O uso de 'provavelmente' em 'provavelmente age como um antiácido', indica cautela científica e ausência de certeza absoluta quanto à explicação apresentada.

IV.A construção 'uma das cenas mais comuns' indica alta frequência e contribui para a generalização da informação, ao apresentar o fato não como um caso isolado, mas como parte de um padrão recorrente observado naquele contexto. 


Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.

Alternativas
Q4146950 Português

Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga"


No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.


Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.


"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.


Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.


Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos − cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos − constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.


Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.


Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.


Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia − animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.


O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.


https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/macacos-de-gibraltar-encontrammaneira-de-evitar-dores-de-barriga/-adaptado

De acordo com as informações do texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.


(__)A ingestão de alimentos oferecidos por turistas pode estar associada a mudanças no comportamento alimentar dos macacos.

(__)O consumo de solo pode estar relacionado a uma possível tentativa dos macacos de aliviar desconfortos digestivos.

(__)Há consenso científico sobre a função exata do consumo de solo nesses animais, estando esclarecidos os seus efeitos.

(__)A dieta dos macacos em contato com turistas inclui alimentos não naturais à sua espécie.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens, de cima para baixo

Alternativas
Q4146794 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Copa do Mundo masculina de 2026

A Copa do Mundo masculina de 2026 promete entrar para a história como a maior já realizada. Pela primeira vez, o torneio contará com quarenta e oito seleções, mais de cem partidas e jogos distribuídos entre Estados Unidos, México e Canadá.

O novo formato amplia bastante a competição. As seleções serão divididas em doze grupos, e, além dos dois primeiros colocados de cada chave, alguns terceiros colocados também avançarão para a fase eliminatória, tornando a disputa ainda mais longa e movimentada.

A abertura acontecerá no tradicional Estádio Azteca, no México, palco de momentos históricos do futebol mundial. Já a decisão será disputada em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ao longo do torneio, os jogos passarão por diversas cidades dos três países-sede, espalhadas por grandes distâncias e diferentes fusos horários.

O Brasil está no grupo C e enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia na primeira fase. Mesmo após uma campanha irregular nas eliminatórias sul-americanas, a seleção brasileira continua sendo considerada uma das equipes capazes de lutar pelo título.

Entre os principais favoritos aparecem Espanha, Inglaterra, França e Argentina. A seleção espanhola chega embalada pelos bons resultados recentes e pelo destaque de uma geração jovem bastante elogiada. A Inglaterra mantém um elenco forte e competitivo, enquanto a França segue como uma das equipes mais talentosas do futebol mundial. Já a Argentina tenta defender o título conquistado na edição anterior.

Outras seleções também despertam expectativa. A Noruega vive um bom momento e pode surpreender, principalmente pelo desempenho ofensivo de sua equipe. Marrocos mantém crescimento constante no cenário internacional, enquanto Japão, Colômbia, Egito e Canadá aparecem como equipes capazes de fazer campanhas sólidas.

A edição de 2026 também terá estreantes. Países que nunca haviam participado do Mundial conseguiram classificação e viverão pela primeira vez a experiência de disputar a principal competição do futebol internacional.

Como os jogos acontecerão em diferentes regiões da América do Norte, os horários variarão bastante para o público de outros continentes. Em muitos países, algumas partidas serão transmitidas durante a madrugada.

Com mais seleções, mais cidades envolvidas e uma competição mais extensa, a Copa de 2026 reúne diferentes culturas, amplia o alcance do torneio e transforma o Mundial em um evento ainda maior do que nas edições anteriores.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx21n435wv2o.adaptado

Com mais seleções, mais cidades envolvidas e uma competição mais extensa, a Copa de 2026 reúne diferentes culturas, amplia o alcance do torneio e transforma o Mundial em um evento ainda maior do que nas edições anteriores.
Sobre o significado de palavras e expressões empregadas no trecho, analise as assertivas a seguir:
I.No contexto da frase, o verbo "amplia" apresenta sentido de expandir ou aumentar.
I.A expressão "alcance do torneio" relaciona-se à dimensão e à capacidade de o evento atingir públicos e regiões diferentes.
III.O termo "envolvidas" foi empregado com sentido de confundidas ou desorganizadas no contexto do período.
IV.A expressão "evento ainda maior" refere-se apenas ao aumento físico dos estádios utilizados durante a competição.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4146790 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Copa do Mundo masculina de 2026

A Copa do Mundo masculina de 2026 promete entrar para a história como a maior já realizada. Pela primeira vez, o torneio contará com quarenta e oito seleções, mais de cem partidas e jogos distribuídos entre Estados Unidos, México e Canadá.

O novo formato amplia bastante a competição. As seleções serão divididas em doze grupos, e, além dos dois primeiros colocados de cada chave, alguns terceiros colocados também avançarão para a fase eliminatória, tornando a disputa ainda mais longa e movimentada.

A abertura acontecerá no tradicional Estádio Azteca, no México, palco de momentos históricos do futebol mundial. Já a decisão será disputada em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ao longo do torneio, os jogos passarão por diversas cidades dos três países-sede, espalhadas por grandes distâncias e diferentes fusos horários.

O Brasil está no grupo C e enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia na primeira fase. Mesmo após uma campanha irregular nas eliminatórias sul-americanas, a seleção brasileira continua sendo considerada uma das equipes capazes de lutar pelo título.

Entre os principais favoritos aparecem Espanha, Inglaterra, França e Argentina. A seleção espanhola chega embalada pelos bons resultados recentes e pelo destaque de uma geração jovem bastante elogiada. A Inglaterra mantém um elenco forte e competitivo, enquanto a França segue como uma das equipes mais talentosas do futebol mundial. Já a Argentina tenta defender o título conquistado na edição anterior.

Outras seleções também despertam expectativa. A Noruega vive um bom momento e pode surpreender, principalmente pelo desempenho ofensivo de sua equipe. Marrocos mantém crescimento constante no cenário internacional, enquanto Japão, Colômbia, Egito e Canadá aparecem como equipes capazes de fazer campanhas sólidas.

A edição de 2026 também terá estreantes. Países que nunca haviam participado do Mundial conseguiram classificação e viverão pela primeira vez a experiência de disputar a principal competição do futebol internacional.

Como os jogos acontecerão em diferentes regiões da América do Norte, os horários variarão bastante para o público de outros continentes. Em muitos países, algumas partidas serão transmitidas durante a madrugada.

Com mais seleções, mais cidades envolvidas e uma competição mais extensa, a Copa de 2026 reúne diferentes culturas, amplia o alcance do torneio e transforma o Mundial em um evento ainda maior do que nas edições anteriores.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx21n435wv2o.adaptado

O texto apresenta aspectos estruturais, esportivos e logísticos da Copa do Mundo de 2026, destacando mudanças no formato da competição e possíveis impactos provocados pela ampliação do torneio.


De acordo com o texto apresentado sobre a Copa do Mundo de 2026, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4146647 Português
Para responder à questão, utilizar o texto a seguir:


Miséria


“Esse quarto já sentiu a energia de muita alma jovem com muita vontade de viver e pouco espaço. O sangue e as lágrimas mancharam as paredes, os gritos e risadas ecoaram pelos vértices e as paixões consumiram tudo o que viram pela frente.”


    Esse é um trecho do texto que eu escrevi quando me mudei da minha primeira casa em São Paulo. Era uma kitnet na Corifeu, com uma janela pequena lá no alto. Não ventilava, não dava pra ver a rua. Era tudo branco, novo, nunca tinha sido usado. Era oco e não tinha história. De certa forma, a única história daquela casa era a minha, eu fui mudando junto com aquele espaço.

    Vendo aquela casa vazia na mudança, um filme passou pela minha cabeça, cheio de sentimentos agridoces. Ali eu ficava sozinha com os meus pensamentos, lidando com o mundo novo que era São Paulo. O meu sonho de estudar jornalismo na USP, os treinos da atlética, as aulas de línguas, a agenda cheia, tudo isso era parte da minha rotina. Assim como a solidão, a exclusão, a ansiedade, a dependência emocional, o medo de não fazer amigos e todas as outras dores de crescer e tentar descobrir quem eu era. É, não existe amor em SP.

    Essa música aparece logo no trailer do filme “A Voz do Silêncio”, um drama de 2018 dirigido por André Ristum. O longa gira em torno da vida de sete pessoas que moram em São Paulo, convivendo com as angústias e a solidão diária de morar em uma das maiores cidades do mundo, onde todo mundo está sempre com pressa e a empatia está sempre em falta.

     Uma das histórias que mais me tocou no filme foi a da personagem Maria Cláudia, interpretada por Marieta Severo. O único orgulho que ela tinha era o filho, interpretado pelo ator Arlindo Lopes, que sempre mandava cartões postais dizendo que estava em um lugar diferente do mundo. Na verdade, o filho morava em São Paulo mesmo, e trabalhava como atendente de telemarketing para sobreviver. Morava em um canto qualquer, e nunca nem saía para se divertir. Todo dia era sempre igual. E assim era para os outros personagens: o trabalho doído, com quase nenhuma folga e absolutamente nenhum descanso da dor das próprias angústias, de não fazer nada que dê prazer, de fazer tudo no automático.

    Depois de ver esse filme e sentir todos aqueles sentimentos tão reais junto com os personagens, fiquei pensando que a miséria sobre a qual Victor Hugo escreveu não tinha nada a ver com dinheiro. Miserável. Em português, e até mesmo em francês, língua original da obra “Les Misérables”, essa palavra pode nos fazer lembrar muito mais da miséria física, falta de dinheiro, falta de comida. Mas em inglês, “miserable” se refere muito mais a um estado emocional, quando você se sente péssimo, um lixo. Gosto mais desse sentido.

    O Jean Valjean, personagem dessa célebre obra francesa, foi preso por roubar um pão, e mesmo depois de ganhar dinheiro e tentar fazer o bem, o guarda Javert só pensava em condená-lo por seu passado. Tanta foi a culpa, que Javert cometeu suicídio. Éponine morreu pelo homem que amava e que a via apenas como uma amiga e Gavroche, com apenas 12 anos, morreu lutando uma luta que não devia ser sua. A miséria deles era de dignidade, de liberdade, assim como a miséria da Maria Cláudia e do seu filho, assim como a nossa miséria diária.

     Da minha posição de previlégio, nem imagino como devem ser as misérias de tantas outras pessoas durante a pandemia. Mas eu sinto a minha miséria, quando vejo as mortes na TV, o mau caratismo dos políticos e a dor das pessoas, pensando que não posso fazer nada, ou quase nada. Penso nos dias de quarentena que passei trancada em casa, lidando com a depressão, tentando achar uma saída e um sentido nisso tudo. Sinto que estou perto, apesar de não ter ideia de quando vou chegar lá. 

    Mas de uma coisa eu sei, e peço desculpas se fui muito dura lá no início, porque existe sim amor em SP. Eu descobri isso com os amigos da minha república, fazendo fogueira na garagem de casa no meio do Butantã, tomando banho de chuva ao som de Vanessa da Mata e fazendo cinema no quintal, tudo isso em plena pandemia. Existe amor em SP, mas é uma coisa que nós precisamos buscar e construir, dia após dia. A cidade é só uma cidade. Assim como a minha kitnet era só um lugar qualquer, pintado de branco, e que eu colori com a minha história, que era ruim, mas também era boa.

    Existe poesia nessas esquinas duras, como cantou Caetano, mas é preciso procurá-la ativamente, antes que a mesmice, a rotina e a indiferença nos consumam. Se as paredes da cidade podem pintar nossa cabeça de cinza e fazer um baita estrago, talvez nós também possamos colorir as paredes, de alguma forma.


CAIADO, Marina Faleiro. Miséria. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (Org.). Crônicas para ler e ouvir: volume 1. São Paulo: ECA-USP, 2021. p. 13-15. (Série Crônicas para ler e ouvir). DOI: 10.11606/9786588640579. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/730. Acesso em: 5 maio 2026. Adaptado.
A crônica organiza sua progressão temática em três movimentos estruturais. Considerando a função dos parágrafos finais (nono e décimo) na arquitetura textual da crônica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
4621: D
4622: A
4623: B
4624: E
4625: C
4626: B
4627: B
4628: D
4629: C
4630: A
4631: C
4632: A
4633: A
4634: B
4635: C
4636: B
4637: A
4638: C
4639: C
4640: D