Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3556532 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    Tirar cochilos durante o dia pode ajudar a preservar a saúde do cérebro e evitar quadros de demência, como sugeriram pesquisadores britânicos e uruguaios, em estudo publicado na revista científica Sleep Health. Eles encontraram uma “ligação causal modesta” entre as sonecas e um maior volume cerebral.
    Os estudiosos compararam as medidas de saúde do cérebro e cognição de indivíduos “geneticamente programados” para tirar sonecas com aqueles que não tinham as variantes genéticas que marcam o hábito.
    A principal autora da pesquisa disse que essa é a primeira pesquisa “a tentar desvendar a relação causal entre cochilo diurno habitual e resultados cognitivos e estruturais do cérebro”. “Espero que estudos como este, mostrando os benefícios para a saúde de cochilos curtos, possam ajudar a reduzir qualquer estigma que ainda exista em relação a eles”, afirmou Victoria Garfield, autora sênior.
    No artigo, os pesquisadores explicam o declínio no volume do cérebro conforme envelhecemos. Uma metanálise anterior mostrou que, em pessoas saudáveis, após os 35 anos, o encolhimento é constante, a taxas de 2% ao ano, que aceleram aos 60. Assumindo esse declínio linear, os pesquisadores encontraram diferenças entre 2,6 e 6,5 anos entre quem estava geneticamente programado para cochilar e os que não.
    Esses “anos economizados”, escreveram, podem equivaler à diferença entre um volume do cérebro de alguém com função cognitiva normal e comprometimento cognitivo leve. Uma das limitações do estudo é que é uma amostra com apenas pessoas de ascendência europeia e branca.


(Leon Ferrari. Disponível em <estadão.com.br>. Acesso em 26.06.2023.
Adaptado)
Assinale a alternativa que identifica, correta e respectivamente, o sentido em que estão empregadas as expressões – estigma (3º parágrafo) e anos economizados (5º parágrafo).
Alternativas
Q3556531 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    Tirar cochilos durante o dia pode ajudar a preservar a saúde do cérebro e evitar quadros de demência, como sugeriram pesquisadores britânicos e uruguaios, em estudo publicado na revista científica Sleep Health. Eles encontraram uma “ligação causal modesta” entre as sonecas e um maior volume cerebral.
    Os estudiosos compararam as medidas de saúde do cérebro e cognição de indivíduos “geneticamente programados” para tirar sonecas com aqueles que não tinham as variantes genéticas que marcam o hábito.
    A principal autora da pesquisa disse que essa é a primeira pesquisa “a tentar desvendar a relação causal entre cochilo diurno habitual e resultados cognitivos e estruturais do cérebro”. “Espero que estudos como este, mostrando os benefícios para a saúde de cochilos curtos, possam ajudar a reduzir qualquer estigma que ainda exista em relação a eles”, afirmou Victoria Garfield, autora sênior.
    No artigo, os pesquisadores explicam o declínio no volume do cérebro conforme envelhecemos. Uma metanálise anterior mostrou que, em pessoas saudáveis, após os 35 anos, o encolhimento é constante, a taxas de 2% ao ano, que aceleram aos 60. Assumindo esse declínio linear, os pesquisadores encontraram diferenças entre 2,6 e 6,5 anos entre quem estava geneticamente programado para cochilar e os que não.
    Esses “anos economizados”, escreveram, podem equivaler à diferença entre um volume do cérebro de alguém com função cognitiva normal e comprometimento cognitivo leve. Uma das limitações do estudo é que é uma amostra com apenas pessoas de ascendência europeia e branca.


(Leon Ferrari. Disponível em <estadão.com.br>. Acesso em 26.06.2023.
Adaptado)
A expressão – ligação causal modesta (1º parágrafo) – sugere que a pesquisa
Alternativas
Q3556530 Português
Leia o texto, para responder à questão.


    Tirar cochilos durante o dia pode ajudar a preservar a saúde do cérebro e evitar quadros de demência, como sugeriram pesquisadores britânicos e uruguaios, em estudo publicado na revista científica Sleep Health. Eles encontraram uma “ligação causal modesta” entre as sonecas e um maior volume cerebral.
    Os estudiosos compararam as medidas de saúde do cérebro e cognição de indivíduos “geneticamente programados” para tirar sonecas com aqueles que não tinham as variantes genéticas que marcam o hábito.
    A principal autora da pesquisa disse que essa é a primeira pesquisa “a tentar desvendar a relação causal entre cochilo diurno habitual e resultados cognitivos e estruturais do cérebro”. “Espero que estudos como este, mostrando os benefícios para a saúde de cochilos curtos, possam ajudar a reduzir qualquer estigma que ainda exista em relação a eles”, afirmou Victoria Garfield, autora sênior.
    No artigo, os pesquisadores explicam o declínio no volume do cérebro conforme envelhecemos. Uma metanálise anterior mostrou que, em pessoas saudáveis, após os 35 anos, o encolhimento é constante, a taxas de 2% ao ano, que aceleram aos 60. Assumindo esse declínio linear, os pesquisadores encontraram diferenças entre 2,6 e 6,5 anos entre quem estava geneticamente programado para cochilar e os que não.
    Esses “anos economizados”, escreveram, podem equivaler à diferença entre um volume do cérebro de alguém com função cognitiva normal e comprometimento cognitivo leve. Uma das limitações do estudo é que é uma amostra com apenas pessoas de ascendência europeia e branca.


(Leon Ferrari. Disponível em <estadão.com.br>. Acesso em 26.06.2023.
Adaptado)
De acordo com as informações do texto, pesquisa dos estudiosos britânicos e uruguaios revelou que
Alternativas
Q3556528 Português

Leia a tira, para responder à questão. 




(Charles M. Schulz, Snoopy -Feliz dia dos namorados.

No último quadrinho, a fala da garota Lucy expressa 

Alternativas
Q3556487 Português
“(...) Todos os países do Mundo, raças, grupos humanos, famílias, classes profissionais, possuem um patrimônio de tradições que se transmite oralmente e é defendido e conservado pelo costume.

Esse patrimônio é milenar e contemporâneo. Cresce com os conhecimentos diários desde que se integrem nos hábitos grupais, domésticos ou nacionais. Esse patrimônio é o FOLCLORE. Folk, povo, nação, família, parentalha. Lore, instrução, conhecimento, sabedoria, na acepção da consciência individual do saber. Saber que sabe. Contemporaneidade, atualização imediatista do conhecimento. Esse nome – Folk-Lore - foi criado por um arqueólogo inglês, William John Thoms (1803-1885), propondo a denominação num artigo com esse título publicado na revista The Athenaeum, de Londres, a 22 de agosto de 1846, com o pseudônimo de “Ambrose Merton”. FolkLore seria the lore of the people, a sabedoria do povo. Tornou-se universal e comum. Dispensável é qualquer discussão sobre a permanência do folclore no tempo e no espaço.

Haverá um folclore dos astronautas como há um folclore dos chauffeurs de automóveis e pilotos de aviões. Inútil será pensar que um desenvolvimento industrial anulará o folclore. Fará nascer outro.”

CASCUDO, Luís da Câmara. Folclore do Brasil. Editora Global, 2016. 
O autor, no livro onde se situa a citação acima, explica que, à sua época, a Sociedade Brasileira de FolkLore (1941) fixou os critérios para que um conto pudesse ser considerado folclórico. Escreve Cascudo:
“É preciso que o motivo, fato, ato, ação seja _______ na memória do povo; _______ em sua autoria; _________ em seu conhecimento, e_________ nos repertórios orais ou no hábito normal.” 
As palavras que completam corretamente as lacunas da citação de Câmara Cascudo são: 
Alternativas
Q3556464 Português
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização. 

Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

Nova pesquisa

Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-temos-somente-as-mitocondrias-das-nossas-maes/ 



Considere o excerto: “Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje.” Nesse contexto, a locução “dessa forma” cumpre um importante papel relacionado à coesão textual. Isso porque a expressão atua como um: 
Alternativas
Q3556426 Português
Quando alguém fala para um adulto: “Você é muito criança”, está sendo utilizada uma:
Alternativas
Q3556421 Português
Texto para a questão.


12 de Outubro – Dia das Crianças


O Dia das Crianças é comemorado anualmente em nosso país no dia 12 de outubro. Essa data comemorativa foi estabelecida por uma lei sancionada em 1924, durante a Primeira República. No dia 12 de outubro, comemora-se no Brasil o Dia das Crianças. Nosso país foi um dos primeiros a comemorar essa data e, desde 1924, o calendário brasileiro tem um dia especialmente dedicado às crianças. Somente em 1959, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estabeleceu o dia 20 de novembro como Dia Internacional das Crianças, em referência à Declaração dos Direitos da Criança.

Para entender a história da instituição desse dia no Brasil e sua popularização, é importante conhecer um pouco do conceito de infância no mundo ocidental.

Debate sobre infância na história

Muitos especialistas em história da infância, como o historiador francês Philippe Ariès, asseguram que o conceito de infância ou de criança, tal como o concebemos hoje, foi socialmente construído a partir do século XVIII. Nessa época, as primeiras teses de pedagogia moderna – como as de Jean-Jacques Rousseau – começaram a pensar a criança de acordo com suas singularidades físicas, cognitivas e sociais. Assim, pautas como desenvolvimento da estrutura corporal e aprendizado escolar de acordo com a faixa etária começaram a entrar nas discussões políticas, sobretudo após a Revolução Francesa.

As legislações dos Estados Nacionais do século XIX, apoiadas nas ideias liberais herdadas do Iluminismo e da Revolução Francesa, solidificaram essa nova concepção de infância. Os cuidados com a criança passaram a ser função não apenas de seu núcleo familiar, mas também do Estado. Com a crise social deflagrada pela Primeira Guerra Mundial – que deixou milhares de crianças órfãs e abandonadas –, as reflexões sobre a infância tornaram-se ainda mais relevantes e incisivas. Foi nesse contexto que muitos países começaram a realizar congressos direcionados ao estudo sobre a criança.

Quando surgiu o Dia da Criança no Brasil?

A cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil) sediou, em 1923, o 3º Congresso Sul-Americano da Criança. Nessa época, o país era governado por Artur Bernardes. Galdino do Valle Filho, um dos deputados federais da época, aproveitando a atmosfera reflexiva que o congresso deixara na capital, elaborou, no ano seguinte (1924), um projeto que tinha como objetivo a criação de um dia nacional dedicado à criança.

A proposta do deputado era de que esse dia fosse celebrado em 12 de outubro. O projeto de Galdino foi aprovado, e o Dia da Criança foi oficializado pelo presidente Artur Bernardes por meio do decreto nº 4.867, de 5 de novembro de 1924.

O registro da lei feito na época afirmava que: “Fica instituído o dia 12 de outubro para ter lugar, em todo o território nacional, a festa da criança, revogadas as disposições em contrário”. É claro que a criação da dita “festa da criança” não teve repercussão imediata, tornando-se popular após 1950.

Como o Dia das Crianças tornou-se popular no Brasil?

Foram necessários cerca de 30 anos para que o Dia das Crianças entrasse no “gosto” do povo brasileiro. Isso aconteceu a partir de 1955, quando a marca de fabricação de brinquedos Estrela iniciou uma campanha nacional para venda de seus produtos. A campanha foi intitulada “Semana do Bebê Robusto”. A ação consistia em usar o Dia da Criança para alavancar a venda de brinquedos.

Dez anos depois, em 1965, foi a vez da empresa Johnson & Johnson dedicar-se ao mesmo tipo de projeto, com a campanha “Bebê Johnson 65”. A partir de então, o Dia da Criança, criado no Brasil em 1924, passou a ser disseminado em todo o país.


Disponível em:
https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-dascriancas.htm#:~:text=Galdino%20do%20Valle%20Filho%2C%20um,di a%20nacional%20dedicado%20%C3%A0%20crian%C3%A7a.
Em relação à tipologia, o texto é predominantemente:
Alternativas
Q3556420 Português
Texto para a questão.


12 de Outubro – Dia das Crianças


O Dia das Crianças é comemorado anualmente em nosso país no dia 12 de outubro. Essa data comemorativa foi estabelecida por uma lei sancionada em 1924, durante a Primeira República. No dia 12 de outubro, comemora-se no Brasil o Dia das Crianças. Nosso país foi um dos primeiros a comemorar essa data e, desde 1924, o calendário brasileiro tem um dia especialmente dedicado às crianças. Somente em 1959, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estabeleceu o dia 20 de novembro como Dia Internacional das Crianças, em referência à Declaração dos Direitos da Criança.

Para entender a história da instituição desse dia no Brasil e sua popularização, é importante conhecer um pouco do conceito de infância no mundo ocidental.

Debate sobre infância na história

Muitos especialistas em história da infância, como o historiador francês Philippe Ariès, asseguram que o conceito de infância ou de criança, tal como o concebemos hoje, foi socialmente construído a partir do século XVIII. Nessa época, as primeiras teses de pedagogia moderna – como as de Jean-Jacques Rousseau – começaram a pensar a criança de acordo com suas singularidades físicas, cognitivas e sociais. Assim, pautas como desenvolvimento da estrutura corporal e aprendizado escolar de acordo com a faixa etária começaram a entrar nas discussões políticas, sobretudo após a Revolução Francesa.

As legislações dos Estados Nacionais do século XIX, apoiadas nas ideias liberais herdadas do Iluminismo e da Revolução Francesa, solidificaram essa nova concepção de infância. Os cuidados com a criança passaram a ser função não apenas de seu núcleo familiar, mas também do Estado. Com a crise social deflagrada pela Primeira Guerra Mundial – que deixou milhares de crianças órfãs e abandonadas –, as reflexões sobre a infância tornaram-se ainda mais relevantes e incisivas. Foi nesse contexto que muitos países começaram a realizar congressos direcionados ao estudo sobre a criança.

Quando surgiu o Dia da Criança no Brasil?

A cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil) sediou, em 1923, o 3º Congresso Sul-Americano da Criança. Nessa época, o país era governado por Artur Bernardes. Galdino do Valle Filho, um dos deputados federais da época, aproveitando a atmosfera reflexiva que o congresso deixara na capital, elaborou, no ano seguinte (1924), um projeto que tinha como objetivo a criação de um dia nacional dedicado à criança.

A proposta do deputado era de que esse dia fosse celebrado em 12 de outubro. O projeto de Galdino foi aprovado, e o Dia da Criança foi oficializado pelo presidente Artur Bernardes por meio do decreto nº 4.867, de 5 de novembro de 1924.

O registro da lei feito na época afirmava que: “Fica instituído o dia 12 de outubro para ter lugar, em todo o território nacional, a festa da criança, revogadas as disposições em contrário”. É claro que a criação da dita “festa da criança” não teve repercussão imediata, tornando-se popular após 1950.

Como o Dia das Crianças tornou-se popular no Brasil?

Foram necessários cerca de 30 anos para que o Dia das Crianças entrasse no “gosto” do povo brasileiro. Isso aconteceu a partir de 1955, quando a marca de fabricação de brinquedos Estrela iniciou uma campanha nacional para venda de seus produtos. A campanha foi intitulada “Semana do Bebê Robusto”. A ação consistia em usar o Dia da Criança para alavancar a venda de brinquedos.

Dez anos depois, em 1965, foi a vez da empresa Johnson & Johnson dedicar-se ao mesmo tipo de projeto, com a campanha “Bebê Johnson 65”. A partir de então, o Dia da Criança, criado no Brasil em 1924, passou a ser disseminado em todo o país.


Disponível em:
https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-dascriancas.htm#:~:text=Galdino%20do%20Valle%20Filho%2C%20um,di a%20nacional%20dedicado%20%C3%A0%20crian%C3%A7a.
Ainda segundo o texto: 
Alternativas
Q3556419 Português
Texto para a questão.


12 de Outubro – Dia das Crianças


O Dia das Crianças é comemorado anualmente em nosso país no dia 12 de outubro. Essa data comemorativa foi estabelecida por uma lei sancionada em 1924, durante a Primeira República. No dia 12 de outubro, comemora-se no Brasil o Dia das Crianças. Nosso país foi um dos primeiros a comemorar essa data e, desde 1924, o calendário brasileiro tem um dia especialmente dedicado às crianças. Somente em 1959, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estabeleceu o dia 20 de novembro como Dia Internacional das Crianças, em referência à Declaração dos Direitos da Criança.

Para entender a história da instituição desse dia no Brasil e sua popularização, é importante conhecer um pouco do conceito de infância no mundo ocidental.

Debate sobre infância na história

Muitos especialistas em história da infância, como o historiador francês Philippe Ariès, asseguram que o conceito de infância ou de criança, tal como o concebemos hoje, foi socialmente construído a partir do século XVIII. Nessa época, as primeiras teses de pedagogia moderna – como as de Jean-Jacques Rousseau – começaram a pensar a criança de acordo com suas singularidades físicas, cognitivas e sociais. Assim, pautas como desenvolvimento da estrutura corporal e aprendizado escolar de acordo com a faixa etária começaram a entrar nas discussões políticas, sobretudo após a Revolução Francesa.

As legislações dos Estados Nacionais do século XIX, apoiadas nas ideias liberais herdadas do Iluminismo e da Revolução Francesa, solidificaram essa nova concepção de infância. Os cuidados com a criança passaram a ser função não apenas de seu núcleo familiar, mas também do Estado. Com a crise social deflagrada pela Primeira Guerra Mundial – que deixou milhares de crianças órfãs e abandonadas –, as reflexões sobre a infância tornaram-se ainda mais relevantes e incisivas. Foi nesse contexto que muitos países começaram a realizar congressos direcionados ao estudo sobre a criança.

Quando surgiu o Dia da Criança no Brasil?

A cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil) sediou, em 1923, o 3º Congresso Sul-Americano da Criança. Nessa época, o país era governado por Artur Bernardes. Galdino do Valle Filho, um dos deputados federais da época, aproveitando a atmosfera reflexiva que o congresso deixara na capital, elaborou, no ano seguinte (1924), um projeto que tinha como objetivo a criação de um dia nacional dedicado à criança.

A proposta do deputado era de que esse dia fosse celebrado em 12 de outubro. O projeto de Galdino foi aprovado, e o Dia da Criança foi oficializado pelo presidente Artur Bernardes por meio do decreto nº 4.867, de 5 de novembro de 1924.

O registro da lei feito na época afirmava que: “Fica instituído o dia 12 de outubro para ter lugar, em todo o território nacional, a festa da criança, revogadas as disposições em contrário”. É claro que a criação da dita “festa da criança” não teve repercussão imediata, tornando-se popular após 1950.

Como o Dia das Crianças tornou-se popular no Brasil?

Foram necessários cerca de 30 anos para que o Dia das Crianças entrasse no “gosto” do povo brasileiro. Isso aconteceu a partir de 1955, quando a marca de fabricação de brinquedos Estrela iniciou uma campanha nacional para venda de seus produtos. A campanha foi intitulada “Semana do Bebê Robusto”. A ação consistia em usar o Dia da Criança para alavancar a venda de brinquedos.

Dez anos depois, em 1965, foi a vez da empresa Johnson & Johnson dedicar-se ao mesmo tipo de projeto, com a campanha “Bebê Johnson 65”. A partir de então, o Dia da Criança, criado no Brasil em 1924, passou a ser disseminado em todo o país.


Disponível em:
https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-dascriancas.htm#:~:text=Galdino%20do%20Valle%20Filho%2C%20um,di a%20nacional%20dedicado%20%C3%A0%20crian%C3%A7a.
Segundo informações do texto:
Alternativas
Q3556418 Português
Texto para a questão.


12 de Outubro – Dia das Crianças


O Dia das Crianças é comemorado anualmente em nosso país no dia 12 de outubro. Essa data comemorativa foi estabelecida por uma lei sancionada em 1924, durante a Primeira República. No dia 12 de outubro, comemora-se no Brasil o Dia das Crianças. Nosso país foi um dos primeiros a comemorar essa data e, desde 1924, o calendário brasileiro tem um dia especialmente dedicado às crianças. Somente em 1959, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estabeleceu o dia 20 de novembro como Dia Internacional das Crianças, em referência à Declaração dos Direitos da Criança.

Para entender a história da instituição desse dia no Brasil e sua popularização, é importante conhecer um pouco do conceito de infância no mundo ocidental.

Debate sobre infância na história

Muitos especialistas em história da infância, como o historiador francês Philippe Ariès, asseguram que o conceito de infância ou de criança, tal como o concebemos hoje, foi socialmente construído a partir do século XVIII. Nessa época, as primeiras teses de pedagogia moderna – como as de Jean-Jacques Rousseau – começaram a pensar a criança de acordo com suas singularidades físicas, cognitivas e sociais. Assim, pautas como desenvolvimento da estrutura corporal e aprendizado escolar de acordo com a faixa etária começaram a entrar nas discussões políticas, sobretudo após a Revolução Francesa.

As legislações dos Estados Nacionais do século XIX, apoiadas nas ideias liberais herdadas do Iluminismo e da Revolução Francesa, solidificaram essa nova concepção de infância. Os cuidados com a criança passaram a ser função não apenas de seu núcleo familiar, mas também do Estado. Com a crise social deflagrada pela Primeira Guerra Mundial – que deixou milhares de crianças órfãs e abandonadas –, as reflexões sobre a infância tornaram-se ainda mais relevantes e incisivas. Foi nesse contexto que muitos países começaram a realizar congressos direcionados ao estudo sobre a criança.

Quando surgiu o Dia da Criança no Brasil?

A cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil) sediou, em 1923, o 3º Congresso Sul-Americano da Criança. Nessa época, o país era governado por Artur Bernardes. Galdino do Valle Filho, um dos deputados federais da época, aproveitando a atmosfera reflexiva que o congresso deixara na capital, elaborou, no ano seguinte (1924), um projeto que tinha como objetivo a criação de um dia nacional dedicado à criança.

A proposta do deputado era de que esse dia fosse celebrado em 12 de outubro. O projeto de Galdino foi aprovado, e o Dia da Criança foi oficializado pelo presidente Artur Bernardes por meio do decreto nº 4.867, de 5 de novembro de 1924.

O registro da lei feito na época afirmava que: “Fica instituído o dia 12 de outubro para ter lugar, em todo o território nacional, a festa da criança, revogadas as disposições em contrário”. É claro que a criação da dita “festa da criança” não teve repercussão imediata, tornando-se popular após 1950.

Como o Dia das Crianças tornou-se popular no Brasil?

Foram necessários cerca de 30 anos para que o Dia das Crianças entrasse no “gosto” do povo brasileiro. Isso aconteceu a partir de 1955, quando a marca de fabricação de brinquedos Estrela iniciou uma campanha nacional para venda de seus produtos. A campanha foi intitulada “Semana do Bebê Robusto”. A ação consistia em usar o Dia da Criança para alavancar a venda de brinquedos.

Dez anos depois, em 1965, foi a vez da empresa Johnson & Johnson dedicar-se ao mesmo tipo de projeto, com a campanha “Bebê Johnson 65”. A partir de então, o Dia da Criança, criado no Brasil em 1924, passou a ser disseminado em todo o país.


Disponível em:
https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-dascriancas.htm#:~:text=Galdino%20do%20Valle%20Filho%2C%20um,di a%20nacional%20dedicado%20%C3%A0%20crian%C3%A7a.
O tema central do texto é:
Alternativas
Q3556417 Português

Os Componentes Curriculares de Língua Portuguesa e de Línguas Estrangeiras/Adicionais presentes na Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016) estão em alinhamento com documentos oficiais da educação em nível nacional na eleição das práticas de linguagem como questão fundante.



A produção e compreensão em linguagem são eixos constitutivos da educação em linguagem nos componentes das Línguas e apresenta a apropriação de ________________ como um terceiro eixo.



Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q3556414 Português

Analise o parágrafo abaixo.



A prática de Análise Linguística articula-se com leitura/ ausculta, escrita e oralidade, e indica explicitamente a ________________ da alfabetização, com a proposta de reflexões sobre o sistema de ________________ alfabética e o funcionamento da língua e de outras linguagens.



Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Alternativas
Q3556412 Português

Leia o parágrafo a seguir, sobre a educação para a leitura, de acordo com a Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016), na área linguagens.



A ação docente no encaminhamento de (1) de ensino e aprendizagem deve criar condições para que os estudantes reflitam sobre os (2) lidos sob a dimensão (3) e a dimensão verbal dos gêneros do discurso.



Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.

Alternativas
Q3556408 Português

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação às características do tema gêneros discursivos.



( ) O estilo é uma característica do gênero discursivo que transcende a língua, pois em cada enunciado existe uma parte verbal e uma parte extraverbal.


( ) A construção composicional é a característica que aparece no léxico e nas formas morfossintáticas específicas de cada gênero.


( ) O tema é a característica do gênero do discurso que tem seus propósitos discursivos inter-relacionados no enunciado.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3556407 Português

Analise as afirmativas abaixo em relação ao tema Compreensão: Leitura e Ausculta e Autoria: produção oral e escrita, no documento Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis 2016.



1. A autoria apenas terá sentido quando houver um propósito enunciativo.


2. A leitura, a ausculta e a autoria articulam-se para atender à contextualização da atividade humana com a interação social.


3. À escola cabe o papel de educar os estudantes para a autoria, ou seja, educar para adequação do que vai ser o conteúdo do enunciado e de como lidar com as razões para se enunciar.


4. Educar para a compreensão textual só é possível se estiver articulada com a autoria, pois são processos intrinsecamente relacionados.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3556377 Português
Associe corretamente os termos da coluna A com suasrespectivas características na coluna B:
Coluna A:
1 - Discurso direto
2 - Discurso indireto
3 - Paráfrase
4 - Discurso reportado
5 - Discurso livre
Coluna B:
( ) Reproduz as palavras de um falante de forma indireta, sem utilizar aspas, preservando o significado original.
( ) Funde as vozes do narrador e dos personagens para criar um fluxo contínuo de discurso, sem delimitação clara entre eles.
( ) Reformula o discurso original, mantendo a essência e a fidelidade ao conteúdo, mas com diferentes palavras e estrutura.
( ) Apresenta as palavras de um falante de maneira indireta, com interpretação e possíveis alterações por parte do narrador.
( ) Apresenta as palavras exatas de um falante, delimitadas por aspas.
A associação correta é, respectivamente:
Alternativas
Q3556376 Português
Na dinâmica comunicativa, a dicotomia entre a linguagem oral e a escrita implica complexidades distintas. Na esfera da comunicação falada, a inserção de é uma prática corriqueira, entrelaçando as interações sociais com expressões idiomáticas específicas, enquanto na esfera textual, a expectativa recai sobre a formalidade e a estruturação precisa do discurso. 
Alternativas
Q3556074 Português

Analise as afirmativas abaixo, sobre os “Desafios para os Componentes Curriculares das Línguas” , que faz parte da Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016).



1. Um dos maiores desafios na educação em linguagem é o de como lidar com a apropriação de conhecimentos linguísticos, contribuindo para uma reflexão sobre os usos de formas de vocabulário e gramática.


2. Para ser coerente com a perspectiva que norteia a Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016) no campo das línguas, é importante compreender que os Componentes relacionados às Línguas não têm compromisso com conteúdos de ensino, sendo possível negar seu papel e importância na educação em linguagem.


3. Sendo a Língua um lugar de interação social, torna-se relevante conceber o enunciado na interação do sujeito com os outros, compreendendo como o vocabulário e a gramática são agenciados para tal.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q3556071 Português

Analise as afirmativas abaixo sobre gêneros discursivos.



1. Tanto os gêneros primários quanto os gêneros secundários possuem a mesma essência, são ambos compostos por fenômenos da mesma natureza - os enunciados orais e escritos.


2. O romance, o teatro, o discurso científico, bem como o discurso ideológico, são exemplos de gênero do discurso primário.


3. Os gêneros do discurso sofrem constantes atualizações ou transformações.


4. Os gêneros discursivos não sofrem modificações em consequência do momento histórico em que estão inseridos.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Respostas
43961: B
43962: A
43963: E
43964: C
43965: D
43966: A
43967: A
43968: A
43969: B
43970: E
43971: D
43972: E
43973: D
43974: B
43975: D
43976: E
43977: A
43978: A
43979: D
43980: C