Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta.
Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
Disponível em https://www.culturagenial.com/fabulas-de- esopo/ Acesso em 14 nov. 2021
Uma fábula busca ensinar lições complexas por meio de histórias simples. Considerando o texto acima, assinale a opção correta:
A mobilidade urbana é uma atividade essencial para a sociedade, já que se refere à locomoção das pessoas entre os espaços para atender às suas necessidades.
Ela é definida como qualquer tipo de movimento – a pé, de carro, ônibus, bicicleta, skate, cadeira de rodas, trem ou metrô – que tenha como finalidade o deslocamento de um ponto a outro em um espaço geográfico.
Um dos grandes desafios do nosso tempo é que a urbanização e o aumento da concentração de pessoas, sem o planejamento adequado, inviabilizam a mobilidade urbana.
A preferência pelo transporte individual e a escassez de ciclovias e transporte público nas cidades brasileiras são, com frequência, geradores de congestionamentos e gases do efeito estufa. Esse cenário afeta negativamente a qualidade de vida dos cidadãos.
Nesse contexto, é preciso buscar alternativas sustentáveis e estratégias para enfrentar o desafio da mobilidade urbana. A boa notícia é que já existem algumas possibilidades e exemplos a serem seguidos.
Disponível em https://www.ecycle.com.br/mobilidade- urbana/ Acesso em 13 nov. 2021. (Adaptado)
Considerando que foi apresentado no texto, é correto o que se afirma em:
Disponível em
https://images03.brasildefato.com.br/8c8434d6fdaec035a9d5f16d99f159a7.jpeg.
Acesso em 11 nov. 2021.
A resposta obtida, no segundo balão, gera uma reação em Mafalda. Conforme os elementos verbais e não verbais do texto, essa reação foi de:
A pressa e a lentidão
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta.
Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
Disponível em
https://www.culturagenial.com/fabulas-de
esopo/ Acesso em 14 nov. 2021
Uma fábula busca ensinar lições complexas por meio de histórias simples. Considerando o texto acima, assinale a opção correta:
A sociedade e a mobilidade urbana: estratégias para lidar com os desafios
A sociedade e a mobilidade urbana: estratégias para lidar com os desafios A mobilidade urbana é uma atividade essencial para a sociedade, já que se refere à locomoção das pessoas entre os espaços para atender às suas necessidades.
Ela é definida como qualquer tipo de movimento – a pé, de carro, ônibus, bicicleta, skate, cadeira de rodas, trem ou metrô – que tenha como finalidade o deslocamento de um ponto a outro em um espaço geográfico.
Um dos grandes desafios do nosso tempo é que a urbanização e o aumento da concentração de pessoas, sem o planejamento adequado, inviabilizam a mobilidade urbana.
A preferência pelo transporte individual e a escassez de ciclovias e transporte público nas cidades brasileiras são, com frequência, geradores de congestionamentos e gases do efeito estufa. Esse cenário afeta negativamente a qualidade de vida dos cidadãos.
Nesse contexto, é preciso buscar alternativas sustentáveis e estratégias para enfrentar o desafio da mobilidade urbana. A boa notícia é que já existem algumas possibilidades e exemplos a serem seguidos.
Disponível em https://www.ecycle.com.br/mobilidade- urbana/ Acesso em 13 nov. 2021. (Adaptado)
Considerando que foi apresentado no texto, é correto o que se afirma em:
Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?
O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração. O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.
A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta). Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos dos que já morreram iriam se misturar com os vivos. Em resposta ____ medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas.
Outra história associada ____ escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis “passar ____ perna” no diabo e acabou castigado por isso. De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, _______ uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o espírito com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.
No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma. Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico e popular das comemorações do Halloween.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?
O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração. O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.
A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta). Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos dos que já morreram iriam se misturar com os vivos. Em resposta ____ medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas.
Outra história associada ____ escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis “passar ____ perna” no diabo e acabou castigado por isso. De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, _______ uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o espírito com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.
No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma. Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico e popular das comemorações do Halloween.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Leia o texto a seguir e responda o que se pede:

A LÍNGUA NUM SISTEMA DE MEDIAÇÃO
(1º§) A língua não é mero veículo comunicativo, é um sistema que medeia, de forma altamente complexa, entre o universo do significante e o universo do som. De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes.
(2º§) A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante. (...)
(3º§) A língua é um todo em si mesma e compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem. Relativamente à fala que é individual e acidental, a língua distingue-se por ser social e essencial. "A língua não é uma função do sujeito falante, é o produto que o indivíduo registra passivamente; ela nunca supõe premeditação.
(4º§) Ela é um objeto bem definido no conjunto heteróclito (excêntrico, fora do comum) dos fatos da linguagem". (...)
(WALLACE L. Chafe. Significado e estrutura linguística. R. de Janeiro.Livros Técnicos e Científicos. p.15.) e (https://www.bocc.ubi.pt/pag/fidalgo-antonio-manualsemiotica-2005.pdf) − (P.104) - (Texto Adaptado) - (Acesso 02.10.2023)
(__)O uso do advérbio "não " contido no primeiro período do texto, serve para mostrar que o enunciador da mensagem textual valoriza a língua.
(__)No período: "De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes" − temos, respectivamente: duas orações com sujeitos elípticos, identificados pela desinência verbal de primeira pessoa do plural (MOS); os substantivos "coisas " e "ruído " exercem função sintática de objeto direto.
(__)No período composto: "A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante" − comprovamos: três preposições impostas pela regência nominal; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal; uma contração prepositiva imposta pela regência verbal.
(__)No período: "compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem" − temos, respectivamente: duas preposições impostas pela regência verbal; uma preposição imposta pela regência nominal; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal.
Marque a alternativa com a opção correta.
A LÍNGUA NUM SISTEMA DE MEDIAÇÃO
(1º§) A língua não é mero veículo comunicativo, é um sistema que medeia, de forma altamente complexa, entre o universo do significante e o universo do som. De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes.
(2º§) A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante. (...)
(3º§) A língua é um todo em si mesma e compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem. Relativamente à fala que é individual e acidental, a língua distingue-se por ser social e essencial. "A língua não é uma função do sujeito falante, é o produto que o indivíduo registra passivamente; ela nunca supõe premeditação.
(4º§) Ela é um objeto bem definido no conjunto heteróclito (excêntrico, fora do comum) dos fatos da linguagem". (...)
(WALLACE L. Chafe. Significado e estrutura linguística. R. de Janeiro.Livros Técnicos e Científicos. p.15.) e (https://www.bocc.ubi.pt/pag/fidalgo-antonio-manualsemiotica-2005.pdf) − (P.104) - (Texto Adaptado) - (Acesso 02.10.2023)
I.Se o título do texto for lido com atenção, o leitor vai entender que, nele, temos uma ideia de ânimo para que se acredite na força que o amor tem.
II.No título do texto, temos um monossílabo tônico, comprovado por um verbo de segunda conjugação, enunciando mensagem no tempo presente do modo indicativo.
III.O período que dá título ao texto exemplifica uma frase nominal.
IV.Sobre a estrutura da oração: "desacreditamos na força do amor" − podemos comprovar: sujeito elíptico ou desinencial, identificado pela desinência verbal de primeira pessoa do plural (MOS); uma contração prepositiva imposta pela regência verbal; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal.
V.A vírgula usada na oração: "Muitas vezes, desacreditamos na força do amor" − separa o núcleo do sujeito simples.
Marque a alternativa com a opção correta.
Ao conquistar seu terceiro título mundial, Max Verstappen ganhou o ingresso para um dos clubes mais seletos do mundo: o de tricampeões da F1. Alguns dos melhores pilotos de todos os tempos estão nesta turma: Jack Brabham, Jackie Stewart, Niki Lauda, Nelson Piquet e Ayrton Senna.
Quando começou a namorar a modelo Kelly Piquet, o holandês até brincava que ele deveria primeiro ganhar três títulos mundiais antes de poder falar de igual para igual com seu sogro − pelo visto, o piloto da Red Bull vai conseguir ter mais entrosamento com sua família brasileira.
E é justamente analisando os números de conquistas de Max com Nelson Piquet que vemos o quanto a F1 mudou em termos de recordes. O brasileiro foi um dos primeiros pilotos a superar a marca de 200 GPs − ele fez ao todo 204, tendo se aposentado ao final da temporada de 1991 na Benetton, com 39 anos de idade.
Já Verstappen chegará ao seu GP 200 no ano que vem, com apenas 26 anos de idade! Isso porque Max foi o piloto mais jovem de toda história a estrear na F1, com apenas 17 anos.
Seu talento precoce foi decisivo para que a Red Bull assinasse contrato com o holandês e o promovesse rapidamente para a principal categoria do automobilismo mundial, dando uma chance na então Toro Rosso (atual Alpha Tauri), a subsidiária da equipe Red Bull.
O espanto foi tamanho que desde então se criaram regras para ter pontos na Super Licença da F1 que praticamente inviabilizam que o recorde de Verstappen seja quebrado.
Com mais GPs na temporada, a dominância de Verstappen também é mais absoluta em números de vitórias e poles, por exemplo: o holandês já tem 49 vitórias (se você estiver lendo este artigo depois do GP doa Estados Unidos, talvez já sejam até 50), contra 23 de Piquet − nos anos que o brasileiro foi campeão, 1981, 1983 e 1987, eram menos GPs em disputas e mais equipes brigando pela vitória.
No seleto clube dos tri, Verstappen só perde para as lendas em um único quesito para Ayrton Senna: o número de pole positions. Em dez anos na F1 e 161 GPs, o brasileiro conquistou a marca impressionante de 65 poles, enquanto o holandês não tem nem a metade disso, mesmo tendo mais corridas (180 ao todo).
Quando perguntado sobre a entrada neste seleto clube, Verstappen foi modesto − como aliás é praxe sempre que bate recordes na F1.
"Não penso nisso, mas é claro que estou muito orgulhoso de poder alcançar estas coisas, mas também vivo o momento, por isso quero alcançar mais e sei que quando parar de correr terei tempo para olhar para trás e apreciar adequadamente. É algo que nunca pensei que fosse possível", afirmou.
"Todo mundo (desta lista dos tricampeões mundiais) é incrível por si só, ninguém é igual e essa é a beleza do esporte. É por isso que acho que não é justo escolher apenas um, porque são épocas diferentes e todos são pilotos incríveis", completa o holandês.
A julgar pela incrível fase de Max na F1e da hegemonia da Red Bull, talvez o título de sócio deste clube tenha validade curta − apenas um ano.
Quem sabe, já em 2024, iguala os tetracampeões Alain Prost e Sebastian Vettel e já coloca na mira os três nomes de marcas que pareciam inatingíveis na F1: o pentacampeão Juan Manuel Fangio e os heptas Michael Schumacher e Lewis Hamilton. Idade e talento para isso, Verstappen tem de sobra.
https://forbes.com.br/forbeslife/forbes-motors/2023/10/verstappen-alcan ca-senna-e-piquet-no-seleto-clube-do-tri-da-f1/
Por que Max Verstappen foi considerado um caso especial quando estreou na F1?
Leia o texto a seguir e responda o que se pede:

“Podem ser causadas por inúmeros fatores [...]” (linhas 7 e 8).
O trecho acima faz referência a qual(is) termo(s) mencionado(s) anteriormente?
Leia o texto a seguir e responda o que se pede:

Leia o texto a seguir e responda o que se pede:
