Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Abriu a torneira e entrou pelo cano. A princípio incomodava-o a estreiteza do tubo. Depois se acostumou. E, com a água, foi seguindo. Andou quilômetros. Aqui e ali ouvia barulhos familiares. Vez ou outra um desvio, era uma seção que terminava em torneira. Vários dias foi rodando, até que tudo se tornou monótono. O cano por dentro não era interessante. No primeiro desvio, entrou. Vozes de mulher. Uma criança brincava. Então percebeu que as engrenagens giravam e caiu numa pia. À sua volta era um branco imenso, uma água límpida. E a cara da menina aparecia redonda e grande, a olhá-lo interessada. Ela gritou: “Mamãe, tem um homem dentro da pia”. Não obteve resposta. Esperou, tudo quieto.
A menina se cansou, abriu o tampão e ele desceu pelo esgoto.
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras Proibidas. São Paulo: Global, 1988, p. 89.
Considerando o texto anteriormente apresentado, avalie as asserções a seguir:
I – O texto “O homem que entrou pelo cano” não pode ser considerado narrativo, pois faltam-lhe elementos constitutivos essenciais, como: narrador, clímax e desfecho.
II – A presença do eu lírico é marcante, portanto, torna o texto um exemplar do gênero dramático.
III – O texto, por sua estrutura, pode ser considerado como dissertativo, afinal, apresenta os fatos, argumentos e a resolução para as problemáticas nele presentes.
IV – Trata-se de um texto narrativo que, em seu enredo, apresenta ao leitor uma intrigante história com diferentes personagens e um inesperado desfecho.
É correto apenas o que se afirma em:
Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Contos_de_fa das Acesso em 14 nov. 2021
Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I - Contos de fadas se distinguem de outras narrativas folclóricas como as lendas (que, em geral, envolvem a crença na veracidade dos eventos descritos) e as histórias claramente morais, incluindo as fábulas.
Porque
II - O termo é, acima de tudo, utilizado para histórias com origens na tradição europeia e, pelo menos nos séculos recentes, se relaciona em maior parte à literatura infantil.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
O QUE SÃO CIDADES INTELIGENTES
Cidades inteligentes são aquelas que otimizam a utilização dos recursos para servir melhor os cidadãos. Isso vale para a mobilidade, a energia ou para qualquer serviço necessário à vida das pessoas.
Cidades inteligentes são diferentes entre si; afinal, cada lugar tem necessidades e especificidades únicas.
A IBM, por exemplo, define cidades inteligentes como aquelas que fazem uso otimizado de informações interconectadas para entender e melhor controlar operações e recursos. Essa é uma definição do ponto de vista dos dados.
Não é preciso que uma cidade tenha exatamente essa característica para ser considerada inteligente. Exemplificando: o Departamento de Negócios do Reino Unido define que é preciso existir engajamento por parte dos cidadãos.
Outras instituições consideram que uma cidade inteligente precisa ter mobilidade limpa e acessível, com a ajuda da tecnologia. Algumas entendem que as pessoas é que devem ser inteligentes e ter poder de escolha sobre seus estilos de vida, trabalho e viagens.
Entretanto, podemos considerar alguns fatores essenciais em relação às cidades inteligentes:
➔ São voltadas para o aumento da qualidade de vida dos cidadãos.
➔ Precisam do envolvimento de stakeholders para dar certo (universidades, empresas, ONGs).
➔ São construídas com base em planejamento.
➔ Devem otimizar a utilização de recursos.
Disponível em https://inovacaosebraeminas.com.br/cidad
es-inteligentes-o-que-sao/ Acesso em 12
nov. 2021.
Cidades inteligentes podem ter diferentes características, tendo em vista que:
Depois de um tempo, os olhos de Paulino e Rute ainda se encontravam. Mais um tempo, os dela, exploradores que eram, passavam por cima dos ombros dele. Ficaram verdes, azuis, negros, castanhos, deixando os do parceiro perdidos num horizonte frio.
(Nunes de Oliveira) Disponível em http://www.minicontos.com.br/ Acesso em 09 nov. 2021.
No trecho “passavam por cima dos ombros dele”, o termo destacado refere-se a:
Esses itens são essenciais para todas as pessoas que pretendem ter uma vida melhor. A diversidade de grãos, verduras, legumes e frutas deve fazer parte das refeições do dia a dia. O ideal é que a alimentação seja composta por uma fonte de carboidrato, uma de proteína e uma de gordura boa, além das fibras. Os benefícios podem ser observados em pouco tempo e só tendem a aumentar com o passar dos anos.
Disponível em https://www.oncocentrocuritiba.com.br/blo g/boa-alimentacao-e-qualidade-de-vida- caminham-juntas Acesso em 13 nov. 2021 (Adaptado)
O texto tem por finalidade:
O homem trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
– Tudo perfeito – diz a enfermeira, sorrindo.
– Eu estava com medo desta operação…
– Por quê? Não havia risco nenhum.
– Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos…
E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
– E o meu nome? Outro engano.
– Seu nome não é Lírio?
– Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e…
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
– O senhor não faz chamadas interurbanas?
– Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
– Por quê?
– Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
– O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
– Se você diz que a operação foi bem…
A enfermeira parou de sorrir.
– Apendicite? – perguntou, hesitante.
– É. A operação era para tirar o apêndice.
– Não era para trocar de sexo?
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Disponível
em
https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/06/cronica-o-homem-trocado-luis-
fernando.html. Acesso em 15 nov. 2021
Considerando o que foi apresentado, assinale a opção correta:
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta.
Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
Disponível em https://www.culturagenial.com/fabulas-de- esopo/ Acesso em 14 nov. 2021
Uma fábula busca ensinar lições complexas por meio de histórias simples. Considerando o texto acima, assinale a opção correta:
A mobilidade urbana é uma atividade essencial para a sociedade, já que se refere à locomoção das pessoas entre os espaços para atender às suas necessidades.
Ela é definida como qualquer tipo de movimento – a pé, de carro, ônibus, bicicleta, skate, cadeira de rodas, trem ou metrô – que tenha como finalidade o deslocamento de um ponto a outro em um espaço geográfico.
Um dos grandes desafios do nosso tempo é que a urbanização e o aumento da concentração de pessoas, sem o planejamento adequado, inviabilizam a mobilidade urbana.
A preferência pelo transporte individual e a escassez de ciclovias e transporte público nas cidades brasileiras são, com frequência, geradores de congestionamentos e gases do efeito estufa. Esse cenário afeta negativamente a qualidade de vida dos cidadãos.
Nesse contexto, é preciso buscar alternativas sustentáveis e estratégias para enfrentar o desafio da mobilidade urbana. A boa notícia é que já existem algumas possibilidades e exemplos a serem seguidos.
Disponível em https://www.ecycle.com.br/mobilidade- urbana/ Acesso em 13 nov. 2021. (Adaptado)
Considerando que foi apresentado no texto, é correto o que se afirma em:
Disponível em
https://images03.brasildefato.com.br/8c8434d6fdaec035a9d5f16d99f159a7.jpeg.
Acesso em 11 nov. 2021.
A resposta obtida, no segundo balão, gera uma reação em Mafalda. Conforme os elementos verbais e não verbais do texto, essa reação foi de:
A pressa e a lentidão
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta.
Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
Disponível em
https://www.culturagenial.com/fabulas-de
esopo/ Acesso em 14 nov. 2021
Uma fábula busca ensinar lições complexas por meio de histórias simples. Considerando o texto acima, assinale a opção correta:
A sociedade e a mobilidade urbana: estratégias para lidar com os desafios
A sociedade e a mobilidade urbana: estratégias para lidar com os desafios A mobilidade urbana é uma atividade essencial para a sociedade, já que se refere à locomoção das pessoas entre os espaços para atender às suas necessidades.
Ela é definida como qualquer tipo de movimento – a pé, de carro, ônibus, bicicleta, skate, cadeira de rodas, trem ou metrô – que tenha como finalidade o deslocamento de um ponto a outro em um espaço geográfico.
Um dos grandes desafios do nosso tempo é que a urbanização e o aumento da concentração de pessoas, sem o planejamento adequado, inviabilizam a mobilidade urbana.
A preferência pelo transporte individual e a escassez de ciclovias e transporte público nas cidades brasileiras são, com frequência, geradores de congestionamentos e gases do efeito estufa. Esse cenário afeta negativamente a qualidade de vida dos cidadãos.
Nesse contexto, é preciso buscar alternativas sustentáveis e estratégias para enfrentar o desafio da mobilidade urbana. A boa notícia é que já existem algumas possibilidades e exemplos a serem seguidos.
Disponível em https://www.ecycle.com.br/mobilidade- urbana/ Acesso em 13 nov. 2021. (Adaptado)
Considerando que foi apresentado no texto, é correto o que se afirma em:
Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?
O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração. O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.
A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta). Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos dos que já morreram iriam se misturar com os vivos. Em resposta ____ medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas.
Outra história associada ____ escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis “passar ____ perna” no diabo e acabou castigado por isso. De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, _______ uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o espírito com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.
No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma. Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico e popular das comemorações do Halloween.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?
O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração. O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.
A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta). Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos dos que já morreram iriam se misturar com os vivos. Em resposta ____ medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas.
Outra história associada ____ escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis “passar ____ perna” no diabo e acabou castigado por isso. De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, _______ uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o espírito com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.
No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma. Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico e popular das comemorações do Halloween.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Leia o texto a seguir e responda o que se pede:

A LÍNGUA NUM SISTEMA DE MEDIAÇÃO
(1º§) A língua não é mero veículo comunicativo, é um sistema que medeia, de forma altamente complexa, entre o universo do significante e o universo do som. De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes.
(2º§) A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante. (...)
(3º§) A língua é um todo em si mesma e compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem. Relativamente à fala que é individual e acidental, a língua distingue-se por ser social e essencial. "A língua não é uma função do sujeito falante, é o produto que o indivíduo registra passivamente; ela nunca supõe premeditação.
(4º§) Ela é um objeto bem definido no conjunto heteróclito (excêntrico, fora do comum) dos fatos da linguagem". (...)
(WALLACE L. Chafe. Significado e estrutura linguística. R. de Janeiro.Livros Técnicos e Científicos. p.15.) e (https://www.bocc.ubi.pt/pag/fidalgo-antonio-manualsemiotica-2005.pdf) − (P.104) - (Texto Adaptado) - (Acesso 02.10.2023)
(__)O uso do advérbio "não " contido no primeiro período do texto, serve para mostrar que o enunciador da mensagem textual valoriza a língua.
(__)No período: "De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes" − temos, respectivamente: duas orações com sujeitos elípticos, identificados pela desinência verbal de primeira pessoa do plural (MOS); os substantivos "coisas " e "ruído " exercem função sintática de objeto direto.
(__)No período composto: "A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante" − comprovamos: três preposições impostas pela regência nominal; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal; uma contração prepositiva imposta pela regência verbal.
(__)No período: "compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem" − temos, respectivamente: duas preposições impostas pela regência verbal; uma preposição imposta pela regência nominal; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal.
Marque a alternativa com a opção correta.
A LÍNGUA NUM SISTEMA DE MEDIAÇÃO
(1º§) A língua não é mero veículo comunicativo, é um sistema que medeia, de forma altamente complexa, entre o universo do significante e o universo do som. De um lado, temos coisas para dizer, de outro, produzimos ruído que, em circunstâncias normais, transmitem essas coisas a um ou mais ouvintes.
(2º§) A língua torna um falante capaz de transformar configurações de ideias em fac-símile razoável das ideias que, originalmente, eram do falante. (...)
(3º§) A língua é um todo em si mesma e compete a ela servir de princípio de classificação à linguagem. Relativamente à fala que é individual e acidental, a língua distingue-se por ser social e essencial. "A língua não é uma função do sujeito falante, é o produto que o indivíduo registra passivamente; ela nunca supõe premeditação.
(4º§) Ela é um objeto bem definido no conjunto heteróclito (excêntrico, fora do comum) dos fatos da linguagem". (...)
(WALLACE L. Chafe. Significado e estrutura linguística. R. de Janeiro.Livros Técnicos e Científicos. p.15.) e (https://www.bocc.ubi.pt/pag/fidalgo-antonio-manualsemiotica-2005.pdf) − (P.104) - (Texto Adaptado) - (Acesso 02.10.2023)
I.Se o título do texto for lido com atenção, o leitor vai entender que, nele, temos uma ideia de ânimo para que se acredite na força que o amor tem.
II.No título do texto, temos um monossílabo tônico, comprovado por um verbo de segunda conjugação, enunciando mensagem no tempo presente do modo indicativo.
III.O período que dá título ao texto exemplifica uma frase nominal.
IV.Sobre a estrutura da oração: "desacreditamos na força do amor" − podemos comprovar: sujeito elíptico ou desinencial, identificado pela desinência verbal de primeira pessoa do plural (MOS); uma contração prepositiva imposta pela regência verbal; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal.
V.A vírgula usada na oração: "Muitas vezes, desacreditamos na força do amor" − separa o núcleo do sujeito simples.
Marque a alternativa com a opção correta.