Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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TEXTO 1
Um boi vê os homens - Carlos Drummond de Andrade
Tão delicados (mais que um arbusto) e correm
e correm de um para outro lado, sempre esquecidos
de alguma coisa. Certamente, falta-lhes
não sei que atributo essencial, posto se apresentem nobres
e graves, por vezes. Ah, espantosamente graves,
até sinistros. Coitados, dir-se-ia não escutam
nem o canto do ar nem os segredos do feno,
como também parecem não enxergar o que é visível
e comum a cada um de nós, no espaço. E ficam tristes
e no rasto da tristeza chegam à crueldade.
Toda a expressão deles mora nos olhos — e perde-se
a um simples baixar de cílios, a uma sombra.
Nada nos pelos, nos extremos de inconcebível
fragilidade,
e como neles há pouca montanha,
e que secura e que reentrâncias e que
impossibilidade de se organizarem em formas calmas,
permanentes e necessárias. Têm, talvez,
certa graça melancólica (um minuto) e com isto se fazem
perdoar a agitação incômoda e o translúcido
vazio interior que os torna tão pobres e carecidos
de emitir sons absurdos e agônicos: desejo, amor, ciúme
(que sabemos nós?), sons que se despedaçam e tombam
no campo como pedras aflitas e queimam a erva e a água,
e difícil, depois disto, é ruminarmos nossa verdade.
(wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2017/11/09/um-boi-ve-oshomens-carlos-drummond-de-andrade/)
TEXTO 1
Um boi vê os homens - Carlos Drummond de Andrade
Tão delicados (mais que um arbusto) e correm
e correm de um para outro lado, sempre esquecidos
de alguma coisa. Certamente, falta-lhes
não sei que atributo essencial, posto se apresentem nobres
e graves, por vezes. Ah, espantosamente graves,
até sinistros. Coitados, dir-se-ia não escutam
nem o canto do ar nem os segredos do feno,
como também parecem não enxergar o que é visível
e comum a cada um de nós, no espaço. E ficam tristes
e no rasto da tristeza chegam à crueldade.
Toda a expressão deles mora nos olhos — e perde-se
a um simples baixar de cílios, a uma sombra.
Nada nos pelos, nos extremos de inconcebível
fragilidade,
e como neles há pouca montanha,
e que secura e que reentrâncias e que
impossibilidade de se organizarem em formas calmas,
permanentes e necessárias. Têm, talvez,
certa graça melancólica (um minuto) e com isto se fazem
perdoar a agitação incômoda e o translúcido
vazio interior que os torna tão pobres e carecidos
de emitir sons absurdos e agônicos: desejo, amor, ciúme
(que sabemos nós?), sons que se despedaçam e tombam
no campo como pedras aflitas e queimam a erva e a água,
e difícil, depois disto, é ruminarmos nossa verdade.
(wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2017/11/09/um-boi-ve-oshomens-carlos-drummond-de-andrade/)
TEXTO 1
Um boi vê os homens - Carlos Drummond de Andrade
Tão delicados (mais que um arbusto) e correm
e correm de um para outro lado, sempre esquecidos
de alguma coisa. Certamente, falta-lhes
não sei que atributo essencial, posto se apresentem nobres
e graves, por vezes. Ah, espantosamente graves,
até sinistros. Coitados, dir-se-ia não escutam
nem o canto do ar nem os segredos do feno,
como também parecem não enxergar o que é visível
e comum a cada um de nós, no espaço. E ficam tristes
e no rasto da tristeza chegam à crueldade.
Toda a expressão deles mora nos olhos — e perde-se
a um simples baixar de cílios, a uma sombra.
Nada nos pelos, nos extremos de inconcebível
fragilidade,
e como neles há pouca montanha,
e que secura e que reentrâncias e que
impossibilidade de se organizarem em formas calmas,
permanentes e necessárias. Têm, talvez,
certa graça melancólica (um minuto) e com isto se fazem
perdoar a agitação incômoda e o translúcido
vazio interior que os torna tão pobres e carecidos
de emitir sons absurdos e agônicos: desejo, amor, ciúme
(que sabemos nós?), sons que se despedaçam e tombam
no campo como pedras aflitas e queimam a erva e a água,
e difícil, depois disto, é ruminarmos nossa verdade.
(wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2017/11/09/um-boi-ve-oshomens-carlos-drummond-de-andrade/)
TEXTO 1
Um boi vê os homens - Carlos Drummond de Andrade
Tão delicados (mais que um arbusto) e correm
e correm de um para outro lado, sempre esquecidos
de alguma coisa. Certamente, falta-lhes
não sei que atributo essencial, posto se apresentem nobres
e graves, por vezes. Ah, espantosamente graves,
até sinistros. Coitados, dir-se-ia não escutam
nem o canto do ar nem os segredos do feno,
como também parecem não enxergar o que é visível
e comum a cada um de nós, no espaço. E ficam tristes
e no rasto da tristeza chegam à crueldade.
Toda a expressão deles mora nos olhos — e perde-se
a um simples baixar de cílios, a uma sombra.
Nada nos pelos, nos extremos de inconcebível
fragilidade,
e como neles há pouca montanha,
e que secura e que reentrâncias e que
impossibilidade de se organizarem em formas calmas,
permanentes e necessárias. Têm, talvez,
certa graça melancólica (um minuto) e com isto se fazem
perdoar a agitação incômoda e o translúcido
vazio interior que os torna tão pobres e carecidos
de emitir sons absurdos e agônicos: desejo, amor, ciúme
(que sabemos nós?), sons que se despedaçam e tombam
no campo como pedras aflitas e queimam a erva e a água,
e difícil, depois disto, é ruminarmos nossa verdade.
(wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2017/11/09/um-boi-ve-oshomens-carlos-drummond-de-andrade/)
Chimarrão
Por Anderson Hartmann

(Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/produtos-ingredientes/chimarrao-origem-e-misteriosda-bebida-simbolo-do-gaucho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Chimarrão
Por Anderson Hartmann

(Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/produtos-ingredientes/chimarrao-origem-e-misteriosda-bebida-simbolo-do-gaucho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Chimarrão
Por Anderson Hartmann

(Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/produtos-ingredientes/chimarrao-origem-e-misteriosda-bebida-simbolo-do-gaucho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Chimarrão
Por Anderson Hartmann

(Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/produtos-ingredientes/chimarrao-origem-e-misteriosda-bebida-simbolo-do-gaucho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Síndrome de burnout: o que é e quais os direitos dos trabalhadores diagnosticados
Por Mariana Lemos

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2022/11/10/sindrome-de-burnout-o-que-e-equais-os-direitos-dos-trabalhadores-diagnosticados – texto adaptado especialmente para esta prova).
Síndrome de burnout: o que é e quais os direitos dos trabalhadores diagnosticados
Por Mariana Lemos

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2022/11/10/sindrome-de-burnout-o-que-e-equais-os-direitos-dos-trabalhadores-diagnosticados – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O reconhecimento da síndrome de burnout por parte da OMS garante direitos trabalhistas e previdenciários às pessoas diagnosticadas.
II. A síndrome do esgotamento profissional pode desencadear sintomas mentais, como ansiedade e depressão.
III. Caso ocorra o afastamento do trabalhador em razão de diagnóstico, durante 15 dias a empresa não se responsabiliza pelo pagamento do empregado.
Quais estão corretas?
De dez em dez minutos
Por Martha Medeiros

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/08/viver-10-
minutos-de-cada-vez-e-licao-para-chegar-aos-cem-anos-cll6lepro001r015ta5o77g72.html – texto adaptado
especialmente para esta prova).