Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Arqueólogos encontram cemitério de civilização anterior ao Império Inca
As descobertas pertencem à civilização Wari, que viveu na região onde hoje é o Peru por volta do ano 500 até 1.000 d.C.
As culturas mesoamericanas e andinas costumam trazer um misto de fascinação e curiosidade. Elas não só tinham uma complexa organização social, mas também tecnologias que precedem a chegada dos europeus, como a escrita e sistemas de distribuição de água. Apesar dos Maias, Incas e Astecas serem as três civilizações pré-hispânicas mais famosas, eles não foram as únicas. Uma nova escavação no Peru, por exemplo, descobriu um cemitério de uma civilização ainda mais antiga do que os próprios Incas.
Localizado na região de Cajamarca, ao norte do país, uma equipe de arqueólogos peruanos e japoneses encontraram um sítio com restos humanos, câmaras funerárias, e outros objetos de cerâmica que datam de 800 até 1.000 anos d.C. Os Incas, por exemplo, foram surgir tempo depois, tendo vivido entre 1438 até 1533.
O lugar do sítio arqueológico encontrado nada mais é do que um cemitério pertencente ao povo Wari (ou Huari), uma antiga civilização andina. Pesquisas anteriores já mostraram, inclusive, que os Wari utilizavam estratégias de poder que fariam Maquiavel ficar com inveja: eles usavam a cerveja e outros alucinógenos para o controle político de povos vizinhos. Essa artimanha, entretanto, não era invencível. Sua influência foi significativa até por volta do ano 1.100 d.C, quando foram conquistados pelo florescente império Inca.
Coordenado pelo Projeto de Investigação Arqueológica (PIA) Terlen-La Bomba, a pesquisa revelou que o complexo funerário consiste em câmaras em dois níveis diferentes.
Em ambas, é possível encontrar objetos de oferendas pendurados nas paredes, como fragmentos de cerâmica e conchas de moluscos. No sítio, os pesquisadores também encontraram vasos cerimoniais e ornamentais, além de alguns instrumentos de sopro.
Para o arqueólogo da Universidade de Nanzan, no Japão, Shinya Watanabe, o centro cerimonial era multicultural, com pessoas de diversas origens vivendo por ali: “É uma grande descoberta porque os arqueólogos procuravam evidências da cultura Wari”, disse à Agência France-Presse. Para os pesquisadores, descobertas como essa são fundamentais para compreender a complexa relação entre os diferentes povos que habitavam a região. O próprio termo “povo” ou “civilização” Inca não é exatamente correto, já que o Império Inca era formado por uma mistura de vários outros povos da região.
Arqueólogos encontram cemitério de civilização anterior ao Império Inca (adaptado). Revista Superinteressante. Disponível em:
<https://super.abril.com.br/ciencia/arqueologosencontram-cemiterio-de-civilizacao-anterior- ao-imperio-inca>
Considere o seguinte excerto: “Elas não só tinham uma complexa organização social, mas também tecnologias que precedem a chegada dos europeus”. No contexto em que ocorre, o pronome pessoal “ela” retoma:
Arqueólogos encontram cemitério de civilização anterior ao Império Inca
As descobertas pertencem à civilização Wari, que viveu na região onde hoje é o Peru por volta do ano 500 até 1.000 d.C.
As culturas mesoamericanas e andinas costumam trazer um misto de fascinação e curiosidade. Elas não só tinham uma complexa organização social, mas também tecnologias que precedem a chegada dos europeus, como a escrita e sistemas de distribuição de água. Apesar dos Maias, Incas e Astecas serem as três civilizações pré-hispânicas mais famosas, eles não foram as únicas. Uma nova escavação no Peru, por exemplo, descobriu um cemitério de uma civilização ainda mais antiga do que os próprios Incas.
Localizado na região de Cajamarca, ao norte do país, uma equipe de arqueólogos peruanos e japoneses encontraram um sítio com restos humanos, câmaras funerárias, e outros objetos de cerâmica que datam de 800 até 1.000 anos d.C. Os Incas, por exemplo, foram surgir tempo depois, tendo vivido entre 1438 até 1533.
O lugar do sítio arqueológico encontrado nada mais é do que um cemitério pertencente ao povo Wari (ou Huari), uma antiga civilização andina. Pesquisas anteriores já mostraram, inclusive, que os Wari utilizavam estratégias de poder que fariam Maquiavel ficar com inveja: eles usavam a cerveja e outros alucinógenos para o controle político de povos vizinhos. Essa artimanha, entretanto, não era invencível. Sua influência foi significativa até por volta do ano 1.100 d.C, quando foram conquistados pelo florescente império Inca.
Coordenado pelo Projeto de Investigação Arqueológica (PIA) Terlen-La Bomba, a pesquisa revelou que o complexo funerário consiste em câmaras em dois níveis diferentes.
Em ambas, é possível encontrar objetos de oferendas pendurados nas paredes, como fragmentos de cerâmica e conchas de moluscos. No sítio, os pesquisadores também encontraram vasos cerimoniais e ornamentais, além de alguns instrumentos de sopro.
Para o arqueólogo da Universidade de Nanzan, no Japão, Shinya Watanabe, o centro cerimonial era multicultural, com pessoas de diversas origens vivendo por ali: “É uma grande descoberta porque os arqueólogos procuravam evidências da cultura Wari”, disse à Agência France-Presse. Para os pesquisadores, descobertas como essa são fundamentais para compreender a complexa relação entre os diferentes povos que habitavam a região. O próprio termo “povo” ou “civilização” Inca não é exatamente correto, já que o Império Inca era formado por uma mistura de vários outros povos da região.
Arqueólogos encontram cemitério de civilização anterior ao Império Inca (adaptado). Revista Superinteressante. Disponível em:
<https://super.abril.com.br/ciencia/arqueologosencontram-cemiterio-de-civilizacao-anterior- ao-imperio-inca>
De acordo com o texto, a descoberta do cemitério pertencente ao povo Wari é relevante porque:
No calor do verão, Maria sempre saía de casa pela manhã e corria para o parque. Ela adorava a sensação do sol batendo em seu rosto e ouvir o canto dos pássaros. No entanto, um dia, Maria teve uma ideia brilhante enquanto corria. Ela decidiu inscrever-se em uma maratona.
Identifique a alternativa que apresenta uma expressão usada em sentido figurado:
Disponível em https://oglobo.globo.com/fotogalerias/relembre-tirinhas-da-mafalda-obra-prima-do-cartunistaargentino-quino-24669115.)
Na tirinha, quando Mafalda pergunta "orações ou preces?" após Susanita mencionar a lição de casa, qual é o principal motivo de sua pergunta?
Qual das seguintes afirmações está correta em relação aos conceitos de sinônimo e antônimo?
(Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/143735147059/tirasarmandinho-tirinha-original-por-uma.)
Na tirinha do Armandinho, o pai do protagonista expressa preocupação com a ideia de Armandinho atravessar a rua sozinho. No entanto, Armandinho defende que o sapo é uma companhia adequada. Qual é a justificativa dada por Armandinho para afirmar que o sapo é uma boa companhia?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão 15.
Cura da calvície: quando teremos uma solução definitiva contra a queda de cabelo?
As próximas duas décadas devem trazer uma série de boas notícias para as pessoas que se incomodam com a própria calvície: segundo estudos publicados recentemente e projeções de especialistas consultados pela BBC News Brasil, tratamentos definitivos contra a queda de cabelo deverão chegar ao mercado neste período.
A promessa da vez são as terapias gênicas — que seriam capazes de atuar em genes relacionados à alopecia androgenética (nome do tipo de calvície mais frequente) — e a clonagem de fios de cabelo para uso em transplantes capilares.
Embora uma cura da calvície ainda não passe de uma possibilidade futura, isso não significa que essa área ficou sem novidades nos últimos anos.
Os avanços mais recentes nas ferramentas de diagnóstico e nas opções de tratamento permitem que médicos e pacientes obtenham resultados cada vez mais satisfatórios — principalmente se o quadro é detectado logo cedo, quando as terapias se tornam mais efetivas para frear o processo.
Conheça a seguir as principais candidatas à cura para a calvície — e como os especialistas lidam com esse problema atualmente.
A esperança está nos genes?
Estimativas mais recentes apontam que, na faixa dos 50 anos, cerca de metade das pessoas — tanto homens quanto mulheres — apresentam algum grau de calvície.
Pelo lado feminino, a estatística até parece surpreendente, mas está relacionada à forma como a questão se manifesta.
"Geralmente, as mulheres têm a área frontal do couro cabeludo mantida. A perda de cabelo nelas ocorre na região central, onde é geralmente feita a divisão do penteado. Com isso, fica mais fácil esconder as regiões com pouco cabelo", explica a médica Fabiane Mulinari Brenner, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
Em homens, por outro lado, a calva aparece na fronte — as populares "entradas" — e no cocuruto. Por isso, ela fica mais visível logo nos primeiros estágios.
Como mencionado anteriormente, o tipo de calvície mais comum é a alopecia androgenética.
Ela está relacionada a dois fatores principais. Primeiro, o histórico familiar e alguns genes passados de geração em geração.
Segundo, a ação de um hormônio chamado dihidrotestosterona (DHT), um derivado da testosterona que pode gerar a perda dos fios no couro cabeludo.
E uma das primeiras promessas contra esse tipo de calvície está justamente no DNA.
Nos últimos anos, pesquisadores estudaram a fundo os principais genes responsáveis pela evolução da careca.
A partir dessas investigações, no ano passado uma equipe da Universidade da Califórnia em Irvine, nos EUA, descobriu uma proteína chamada SCUBE3, que tem o potencial de estimular o crescimento capilar.
A ideia — ainda em testes iniciais — é encontrar uma maneira de aplicar essa substância no couro cabeludo, de modo a fazer os fios voltarem a brotar na cabeça.
Uma possível via de administração disso seria a tecnologia de mRNA, a mesma utilizada para as vacinas contra a covid-19.
Seguindo essa ideia, uma eventual vacina de mRNA contra a calvície levaria instruções para que as próprias células do corpo produzissem a proteína SCUBE3, o que levaria ao crescimento do cabelo.
Outros grupos trabalham com a ideia de interferir diretamente nos genes relacionados à perda de cabelo para, quem sabe, reverter a ação deles.
O temor, segundo Brenner, é que esses trechos do DNA que influenciam a calvície podem estar relacionados a diversas funções do organismo. Portanto, é preciso ter bastante certeza que mexer neles não causará efeitos colaterais em outras partes do corpo.
O médico Luciano Barsanti, presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia — especialidade médica que estuda os fios de cabelo, o couro cabeludo e os pelos —, destaca outra linha de pesquisa.
"Alguns trabalhos descreveram uma substância chamada osteopontina, que aparece naquelas verrugas escuras peludas", detalha ele.
"A ideia é entender como a osteopontina estimula os folículos pilosos [estruturas onde nascem os fios] das verrugas, de modo a fazer crescer cabelo ali", complementa o especialista.
Por fim, uma terceira perspectiva futura para lidar com a calvície é a clonagem de fios.
Atualmente, o transplante capilar — método que transfere folículos pilosos de uma área doadora para regiões da cabeça onde os fios rareiam — é feito a partir do material retirado do paciente.
Isso representa uma limitação, pois é preciso colher cada folículo do próprio indivíduo — e, a depender do estágio da alopecia, pode ser que a área doadora esteja reduzida.
A clonagem de fios por meio de técnicas como as células-tronco, por exemplo, pode ampliar a oferta de folículos para uso em transplante.
Embora essas possibilidades terapêuticas representem uma eventual solução para a calvície, todas elas ainda estão em fase de pesquisa — e precisam ter segurança e eficácia comprovadas por meio de testes clínicos que durarão alguns anos.
"Não tenho dúvidas de que a terapia gênica seja a solução definitiva para a calvície. Mas, no momento, ela não passa de uma ficção", opina Barsanti.
Os médicos ouvidos pela BBC News Brasil estimam que, a depender do avanço dos estudos, esses novos tratamentos devem ficar disponíveis daqui dez ou 15 anos.
Mas enquanto esse dia não chega, o que está disponível hoje em dia para lidar com a perda do cabelo?
Freio na queda
Brenner aponta que o melhor momento para procurar um médico é logo nos primeiros estágios da queda dos fios.
"Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor será o resultado do tratamento", diz ela.
"É importante buscar a avaliação de um dermatologista assim que você percebe um afinamento dos fios, como quando o couro cabeludo começa a queimar durante um dia de sol ou quando é possível ver o reflexo da luz do elevador na cabeça", exemplifica a especialista.
De acordo com a diretora da SBD, os métodos de diagnóstico da calvície evoluíram bastante nos últimos anos.
Foram lançados aparelhos que conseguem avaliar em detalhes a espessura do fio no próprio consultório.
Outra opção é enviar amostras de bulbos capilares para uma biópsia em laboratório, que determina com precisão a origem e o tipo de calvície.
Essa etapa do diagnóstico é primordial para escolher o melhor tratamento para cada caso.
Barsanti destaca que a calvície hoje recebe uma "abordagem multifatorial".
"Temos que levar em conta fatores como o estresse, a ação de hormônios e tudo o que impede o funcionamento do folículo", diz ele.
Atualmente, o tratamento médico da alopecia androgenética se baseia em dois pilares. Primeiro, os bloqueadores hormonais, uma classe de remédios que impedem a ação da DHT. O representante mais conhecido desse grupo é a finasterida.
Nas mulheres, o uso dos bloqueadores hormonais precisa ser feito junto de um anticoncepcional. A ideia é impedir uma gravidez, pois esses fármacos afetam gravemente o desenvolvimento do bebê.
Entre os pacientes que vão usar finasterida, há um temor sobre os efeitos colaterais, principalmente uma diminuição do desejo sexual.
"Pelas evidências disponíveis, esses remédios não interferem na fertilidade ou na libido, mas alguns pacientes percebem uma redução no volume da ejaculação", aponta Brenner.
Importante: as medicações precisam ser prescritas por um especialista e tomadas com acompanhamento do profissional de saúde.
O segundo pilar do tratamento da calvície é o minoxidil. Essa medicação foi desenvolvida nos anos 1960 e 1970 para tratar a pressão alta.
Com o passar do tempo, porém, os pesquisadores observaram que ela tinha um efeito colateral curioso: estimular o crescimento de pelos no corpo.
A partir disso, foram desenvolvidas versões em loção, gel ou espuma do remédio, que são aplicadas diretamente no couro cabeludo.
"Ele dilata os pequenos vasos sanguíneos da região, que trazem vitaminas, sais minerais e outros nutrientes para o bulbo capilar", explica Barsanti.
Dessa maneira, o bulbo fica mais forte e nutrido — o que permite uma sobrevida extra ao fio de cabelo.
Uma polêmica recente relacionada ao minoxidil tem a ver com a versão em comprimidos do remédio.
Alguns pacientes preferem tomar o fármaco pela boca, em vez de aplicá-lo diretamente na cabeça.
Mas essa prática pode trazer alguns problemas. Como presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia, Barsanti contraindica a prática.
"A nossa própria agência regulatória, a Anvisa, proíbe o medicamento oral para uso estético. Além disso, há o risco de efeitos colaterais, como quedas de pressão arterial, crescimento excessivo de pelos no corpo e alterações cardíacas", argumenta ele.
Brenner pondera que o minoxidil até pode ser usado em alguns casos — se houver indicação médica para isso.
"Alguns trabalhos publicados apontam que as versões tópicas [aplicadas no couro cabeludo] e oral, se bem utilizadas, trazem resultados semalhantes", avalia ela.
"Mas é preciso pensar nas desvantagens dos comprimidos e discutir o uso com o paciente. Se essa for realmente a melhor opção, começamos com uma dose bem baixa e aumentamos aos poucos, para testar a tolerância e o risco de efeitos colaterais", detalha a dermatologista.
Em pacientes com doenças cardíacas, a atenção deve ser redobrada — e o tratamento com comprimidos de minoxidil depende da avaliação e da liberação de um cardiologista, diz ela.
Brenner aponta que, além dos bloqueadores hormonais e do minoxidil, existem tratamentos não invasivos com luz e laser que apresentam alguma evidência de eficácia.
"Elas são aplicadas por meio de capacetes ou tiaras, que tem um efeito antiinflamatório e estimulam o crescimento dos fios", explica ela.
O transplante capilar também pode ser uma opção em alguns casos — desde que exista uma indicação médica e uma boa área de doação para fazer a retirada dos folículos que serão reimplantados.
Outras possíveis abordagens também estão à venda em farmácias ou são disponibilizadas em clínicas. Mas, antes de usá-las, é importante buscar a avaliação de um dermatologista, para ver se elas podem de fato ajudar ou não fazem sentido para o seu caso em específico.
A médica diz que, durante as consultas, é importante alinhar as expectativas sobre os resultados possíveis.
"O paciente não vai recuperar 100% dos fios ou voltar a ter o cabelo que possuía aos 12 anos de idade."
"O primeiro passo do tratamento é estabilizar a situação. Em segundo lugar, vamos tentar melhorar aos poucos a cobertura do couro cabeludo", conclui ela.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1lwl3geg8o
Qual é a importância de buscar avaliação médica nos primeiros estágios da queda dos fios, de acordo com a dermatologista Brenner?
O "diálogo" que ocorre entre dois textos diferentes recebe a denominação de "intertextualidade", porque um faz referência a outro texto que já existia, servindo de inspiração para a criação de outro / novo texto. A "intertextualidade" pode ocorrer de modo explícito (facilmente perceptível) ou implícito (com menos possibilidade de ser percebida). Além disso, há tipos diferentes de intertextualidade (...).
(https://escolakids.uol.com.br/portugues/intertextualidade.htm)
Sobre os "Tipos de Intertextualidade", analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso):
(__)Epígrafe: trecho de outro texto colocado no início de uma obra ou capítulo para servir de inspiração ou tema para o que será abordado no novo texto.
(__)Paráfrase: assim como a citação, é uma referência direta a ideias discutidas em outro texto. Porém, enquanto a citação usa o trecho exatamente como veio escrito na fonte original, paráfrase é a reescrita desse trecho nas próprias palavras do autor do novo texto, também se faz a referência à fonte original.
(__)Paródia: reescrita de outra obra de maneira cômica e irônica com o intuito de divertir ou criticar.
(__)Alusão: referência indireta a outros textos pelo uso de elementos simbólicos, como certos vocabulários ou formas específicas da obra original.
Marque a alternativa com a opção correta.
É imprescindível destacar que as competências gerais da Educação Básica, apresentadas pela BNCC, inter-relacionam-se e desdobram-se no tratamento didático proposto para as três etapas da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), articulando-se na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de habilidades e na formação de atitudes e valores, nos termos da LDB.
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf) − (P.11)
Nessa dimensão, analise as assertivas a seguir:
I.Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
II.Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. / Utilizar diferentes linguagens − verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital −, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
III.Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. / Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
IV.Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. / Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas
Considerando as "Competências Gerais da Educação Básica", marque a alternativa com a série que contempla a maior parte delas.
É normal alguém pensar em redigir uma carta, narrar um fato no estilo conto, fábula, romance ou outro tipo de texto, escrever uma receita de bolo ou de outro assunto e tipo textual diferente, sabendo que sempre haverá um interlocutor, que se considera um ser social. No momento em que alguém escreve, temos um enunciador ou emissor de uma mensagem. A partir de então, deve-se pensar que para materializar o que se pretende escrever, deve-se pensar sobre: "o motivo de escrever" (com vistas a revelar a intenção do emissor); "para quem vai escrever" (com vistas a revelar o interlocutor ou receptor da mensagem) e "como se deve escrever" (com vistas a revelar o tipo de texto usado para enviar a mensagem), estruturando, portanto, a base dos gêneros textuais orais e escritos. Dessa forma, o enunciador se vê repleto de habilidades que envolvem a escrita e que também afetam a oralidade, como componentes dos aspectos tipológicos: 1. Narrar. 2.Relatar. 3 Argumentar. 4. Expor. 5. Descrever ações.
(Por: Vânia Maria Duarte. Graduada em Letras. Equipe Brasil Escola)
Marque a alternativa com o aspecto tipológico que se pode relacionar coerentemente à sequência de informativa: "Instruções de montagem, receita, regulamento, instruções de uso, textos ´prescritivos, regras de jogo e comandos diversos".
Considere a sentença: “Em meio a tanta acrimônia, tinha certeza de que fora injustiçado.” Neste contexto, a palavra “acrimônia” é sinônimo de:
Margaret Crane: a designer que criou o teste caseiro de gravidez
Crane recebeu apenas um dólar pela criação – mas revolucionou a autonomia das mulheres sobre o próprio corpo.
A gonadotrofina coriônica humana pode ser assustadora. Não só pelo nome bizarro, mas porque esse é o hormônio que interrompe a menstruação e prepara o útero para receber o embrião. Em outras palavras, ele anuncia que a mulher está grávida. Mais conhecido como hCG, ele surge em altas concentrações no sangue da gestante, e vai parar no xixi. A detecção desse hormônio é a base dos testes de gravidez atuais – tanto o de sangue, em laboratório, quanto o de xixi, em casa. Esse último só surgiu nos anos 1970, graças a uma publicitária e designer sem qualquer formação científica. Aos 26 anos, Margaret Crane trabalhava na empresa Organon Pharmaceuticals. Ela foi contratada em 1967 para desenhar uma linha de cosméticos, mas se interessou por outro tema ao visitar o laboratório da farmacêutica. Crane notou uma grande fila de provetas apoiadas sob um espelho, e perguntou do que se tratava. Um cientista disse que aqueles eram testes de gravidez, e explicou como funcionavam.
Processo demorado
A mulher com suspeita de gravidez deveria ir a um consultório médico para coletar urina, que seria enviada a um laboratório especializado. O xixi era colocado em uma proveta com reagentes químicos que interagem com o hCG, formando um círculo roxo no fundo do recipiente. Os pesquisadores usavam espelhos para refletir e observar o fundo do tubo. Se o círculo estivesse ali, significava que havia hormônio e a mulher estava grávida. Caso contrário, nada de gestação. Só então o resultado era enviado de volta ao médico, que informava o status da paciente. Todo o processo demorava até duas semanas – um período desnecessariamente grande de espera pela informação que mudaria a vida da mulher. Além disso, o processo exigia que ela passasse por um médico, sem privacidade ao receber uma notícia sensível. Crane pensou em maneiras de tornar o método mais acessível – e caseiro. Seu desafio como designer era juntar o tubo e o espelho em um único recipiente. A solução foi usar uma caixinha transparente com um espelho no fundo e um tubo acoplado em cima. O reagente seria aplicado com um conta-gotas e a caixa permitiria ver o resultado no espelho, que sairia em poucos minutos. [...]
Predictor
Crane apresentou o protótipo aos seus chefes na farmacêutica, mas eles não gostaram da ideia. Achavam que o teste caseiro acabaria com os negócios da empresa e não seria bem recebido pelos médicos. Mas a proposta foi bem aceita na sede da Organon Pharmaceuticals, na Holanda. A Europa já tinha outros produtos de venda direta ao consumidor, e os executivos acreditaram que esse também funcionaria. Duas patentes do teste Predictor, como ficou chamado, foram registradas no nome de Margaret Crane em 1969. Só que o custo do pedido de patente era muito caro, e a jovem não conseguiria arcar sozinha. Então, ela renunciou os direitos de sua invenção por um dólar, para que a empresa pagasse o registro. E esse dólar foi tudo que ela recebeu. Crane já disse em entrevistas que não se arrepende da decisão, pois o projeto não sairia do papel sem a grana. Mas que ela não faria a negociação de novo sem um advogado ou representante.
Reconhecimento veio tarde
A partir dali os testes caseiros de gravidez só se modernizaram, até chegarem nas fitinhas e visores usados hoje. Só que a contribuição de Crane ficou apagada por muito tempo. Com exceção de alguns amigos e familiares próximos, ninguém sabia que ela havia sido a inventora do teste de gravidez. Foi só em 2012, quando o teste completou 35 anos, que Margaret se apresentou como inventora. O Instituto Smithsonian, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos e o FDA (Food and Drug Administration) estavam em busca do primeiro protótipo do teste caseiro, para registrá-lo em seus arquivos. Por sorte, Crane ainda guardava o protótipo e um dos primeiros testes comercializados, junto com suas instruções em francês e inglês. Desde então, a inventora é reconhecida por sua criação. [...]
Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/margaret-
crane-a-designer-que-criou-o-teste-caseiro-de-gravidez
Considere o excerto: “A mulher com suspeita de gravidez deveria ir a um consultório médico para coletar urina, que seria enviada a um laboratório especializado.” Neste contexto, a palavra “enviada” estabelece uma relação direta de concordância com:
Margaret Crane: a designer que criou o teste caseiro de gravidez
Crane recebeu apenas um dólar pela criação – mas revolucionou a autonomia das mulheres sobre o próprio corpo.
A gonadotrofina coriônica humana pode ser assustadora. Não só pelo nome bizarro, mas porque esse é o hormônio que interrompe a menstruação e prepara o útero para receber o embrião. Em outras palavras, ele anuncia que a mulher está grávida. Mais conhecido como hCG, ele surge em altas concentrações no sangue da gestante, e vai parar no xixi. A detecção desse hormônio é a base dos testes de gravidez atuais – tanto o de sangue, em laboratório, quanto o de xixi, em casa. Esse último só surgiu nos anos 1970, graças a uma publicitária e designer sem qualquer formação científica. Aos 26 anos, Margaret Crane trabalhava na empresa Organon Pharmaceuticals. Ela foi contratada em 1967 para desenhar uma linha de cosméticos, mas se interessou por outro tema ao visitar o laboratório da farmacêutica. Crane notou uma grande fila de provetas apoiadas sob um espelho, e perguntou do que se tratava. Um cientista disse que aqueles eram testes de gravidez, e explicou como funcionavam.
Processo demorado
A mulher com suspeita de gravidez deveria ir a um consultório médico para coletar urina, que seria enviada a um laboratório especializado. O xixi era colocado em uma proveta com reagentes químicos que interagem com o hCG, formando um círculo roxo no fundo do recipiente. Os pesquisadores usavam espelhos para refletir e observar o fundo do tubo. Se o círculo estivesse ali, significava que havia hormônio e a mulher estava grávida. Caso contrário, nada de gestação. Só então o resultado era enviado de volta ao médico, que informava o status da paciente. Todo o processo demorava até duas semanas – um período desnecessariamente grande de espera pela informação que mudaria a vida da mulher. Além disso, o processo exigia que ela passasse por um médico, sem privacidade ao receber uma notícia sensível. Crane pensou em maneiras de tornar o método mais acessível – e caseiro. Seu desafio como designer era juntar o tubo e o espelho em um único recipiente. A solução foi usar uma caixinha transparente com um espelho no fundo e um tubo acoplado em cima. O reagente seria aplicado com um conta-gotas e a caixa permitiria ver o resultado no espelho, que sairia em poucos minutos. [...]
Predictor
Crane apresentou o protótipo aos seus chefes na farmacêutica, mas eles não gostaram da ideia. Achavam que o teste caseiro acabaria com os negócios da empresa e não seria bem recebido pelos médicos. Mas a proposta foi bem aceita na sede da Organon Pharmaceuticals, na Holanda. A Europa já tinha outros produtos de venda direta ao consumidor, e os executivos acreditaram que esse também funcionaria. Duas patentes do teste Predictor, como ficou chamado, foram registradas no nome de Margaret Crane em 1969. Só que o custo do pedido de patente era muito caro, e a jovem não conseguiria arcar sozinha. Então, ela renunciou os direitos de sua invenção por um dólar, para que a empresa pagasse o registro. E esse dólar foi tudo que ela recebeu. Crane já disse em entrevistas que não se arrepende da decisão, pois o projeto não sairia do papel sem a grana. Mas que ela não faria a negociação de novo sem um advogado ou representante.
Reconhecimento veio tarde
A partir dali os testes caseiros de gravidez só se modernizaram, até chegarem nas fitinhas e visores usados hoje. Só que a contribuição de Crane ficou apagada por muito tempo. Com exceção de alguns amigos e familiares próximos, ninguém sabia que ela havia sido a inventora do teste de gravidez. Foi só em 2012, quando o teste completou 35 anos, que Margaret se apresentou como inventora. O Instituto Smithsonian, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos e o FDA (Food and Drug Administration) estavam em busca do primeiro protótipo do teste caseiro, para registrá-lo em seus arquivos. Por sorte, Crane ainda guardava o protótipo e um dos primeiros testes comercializados, junto com suas instruções em francês e inglês. Desde então, a inventora é reconhecida por sua criação. [...]
Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/margaret-
crane-a-designer-que-criou-o-teste-caseiro-de-gravidez
De acordo com o texto, o reconhecimento tardio da contribuição de Margaret Crane está relacionado:
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de Artes, qual é o principal objetivo do ensino de Artes Visuais para o Ensino Fundamental?
Na teoria semiótica, um dos conceitos fundamentais diz respeito ao processo pelo qual um objeto ou uma ação adquirem um significado simbólico culturalmente reconhecido e aceito. Este fenômeno é central para a compreensão das linguagens visuais e simbólicas. Qual dos termos a seguir é utilizado para descrever esse processo?
Na música, o termo "motivo" em termos de composição se refere a:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 2.
Existem pessoas que têm sempre uma opinião para tudo, que gostam de criticar os outros de forma desproporcional, como se somente elas soubessem as respostas. Já reparou? Como disse o psicanalista Freud em sua teoria, "Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo", ou seja, quando falamos de alguém estamos na verdade falando de nós mesmos, através de um mecanismo psicológico chamado projeção.
Milena Gonçalves Lhano. Criticar demais os outros: orgulho elevado ou falta de confiança disfarçada? Minha vida, 2018.
Diante do exposto, dentre as relações humanas no ambiente de trabalho, observe as alternativas sobre as possíveis atitudes, daquele personagem crítico do texto, avalie as alternativas e, marque a opção INCORRETA.
A figura de fonética, __________, é a aproximação de palavras com sons semelhantes, mas significados diferentes como mostra o trecho da música de Almir Sater e Renato Teixeira.
“Conhecer as manhas e as manhãs.
O sabor das massas e das maçãs”
Leia o texto abaixo para responder as questões 1,2,3 e 4:
NO TEMPO DA PANDEMIA
E as pessoas ficaram em casa
E leram livros e ouviram música
E descansaram e fizeram exercícios
E fizeram arte e jogaram
E aprenderam novas maneiras de ser
E pararam
E ouviram mais fundo
Alguém meditou
Alguém rezava
Alguém dançava
Alguém conheceu a sua própria sombra
E as pessoas começaram a pensar de forma
diferente.
E as pessoas curaram.
E na ausência de gente que vivia
De maneiras ignorantes
Perigosos, perigosos.
Sem sentido e sem coração,
Até a terra começou a curar
E quando o perigo acabou
E as pessoas se encontraram
Eles ficaram tristes pelos mortos.
E fizeram novas escolhas
E sonharam com novas visões
E criaram novas maneiras de viver
E curaram completamente a terra
Assim como eles estavam curados.
(Catherine O'Meara - (Título adaptado. Original: Curar)
Lendo o poema, é possível concluir que:
A pandemia...
Leia o texto abaixo para responder as questões 1,2,3 e 4:
NO TEMPO DA PANDEMIA
E as pessoas ficaram em casa
E leram livros e ouviram música
E descansaram e fizeram exercícios
E fizeram arte e jogaram
E aprenderam novas maneiras de ser
E pararam
E ouviram mais fundo
Alguém meditou
Alguém rezava
Alguém dançava
Alguém conheceu a sua própria sombra
E as pessoas começaram a pensar de forma
diferente.
E as pessoas curaram.
E na ausência de gente que vivia
De maneiras ignorantes
Perigosos, perigosos.
Sem sentido e sem coração,
Até a terra começou a curar
E quando o perigo acabou
E as pessoas se encontraram
Eles ficaram tristes pelos mortos.
E fizeram novas escolhas
E sonharam com novas visões
E criaram novas maneiras de viver
E curaram completamente a terra
Assim como eles estavam curados.
(Catherine O'Meara - (Título adaptado. Original: Curar)
Leia:
“E na ausência de gente que vivia
De maneiras ignorantes. “
O termo ignorantes pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por: