Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Texto – Tecnologia e educação
A busca pelo instantâneo é, sem dúvida, um dos sinais da nossa cultura digital. A um clique ou comando de voz, tem-se instantaneamente informações, imagens, contatos pessoais e, por que não dizer, a própria realidade em sua representação digital. Na educação, a sala de aula pode estar conectada com o mundo, permitindo que alunos e professores acessem instantaneamente informação e conteúdo que antes limitavam-se a meios impressos ou a espaços como a biblioteca.
Em tempos de conectividade, estudantes podem, em qualquer lugar e a qualquer momento, assistir a videoaulas, recorrer a professores online ou contar com a ajuda de programas de computador que respondem às suas dúvidas. A oferta variada e instantânea de informação e estímulos, além dos novos formatos e linguagens da interação nas redes, faz com que ouvir um professor por mais de 20 minutos pareça impossível para estudantes considerados nativos digitais. Interatividade e instantaneidade a um toque da tela do celular parecem não combinar com práticas de aprendizagem que requerem investimento de tempo em leituras, escutas participativas e diálogos que admitem, inclusive, o silêncio da reflexão.
Mas se o instantâneo virou bem de primeira necessidade, não se pode esquecer que a vida e a aprendizagem acontecem na duração. Não se trata de negar que instantes marcam nossa trajetória e muita informação nos esclarece a mente como que repentinamente. A vida, porém, é mais do que amontoado de instantes e a aprendizagem é mais do que consumo rápido de informações. Uma imagem visualizada, um texto lido ou uma aula assistida precisam da duração, da vivência no tempo, da experiência construída pelo retrabalho, pelas articulações ou pelas retomadas que se dão no processo de aprendizagem.
Caso aceitemos que educação é mais do que instrução e não se reduz a preparar crianças e jovens a ir de uma fase a outra no jogo da vida, cada vez mais em menos tempo e com mais produtividade, precisamos então aceitar o desafio de integrar as tecnologias digitais na escola, sem desrespeitar os diferentes ritmos dos processos de aprendizagem.
Autor: Luís Cláudio Dallier Saldanha - Doutor em Educação 10/01/2018. Acessado em 07 mai. 2023 em: <https://ndmais.com.br/opiniao/artigo/tecnologia-e-educacao/>
Com base no texto “Tecnologia e educação”, analise as afirmativas a seguir:
I. No texto predomina uma visão utópica sobre o papel da tecnologia na educação, já que o autor se posiciona entusiasticamente a favor dos ganhos que aquela traz a esta.
II. No texto prevalece uma perspectiva ponderada do autor que condiciona integrar a tecnologia à educação, se houver o devido respeito aos diferentes tempos do aprender.
III. No texto prepondera uma posição pessimista sobre os benefícios de integrar a tecnologia na escola, uma vez que educação não pode ser reduzida à rápida instrução.
Marque a alternativa CORRETA:
Texto – Tecnologia e educação
A busca pelo instantâneo é, sem dúvida, um dos sinais da nossa cultura digital. A um clique ou comando de voz, tem-se instantaneamente informações, imagens, contatos pessoais e, por que não dizer, a própria realidade em sua representação digital. Na educação, a sala de aula pode estar conectada com o mundo, permitindo que alunos e professores acessem instantaneamente informação e conteúdo que antes limitavam-se a meios impressos ou a espaços como a biblioteca.
Em tempos de conectividade, estudantes podem, em qualquer lugar e a qualquer momento, assistir a videoaulas, recorrer a professores online ou contar com a ajuda de programas de computador que respondem às suas dúvidas. A oferta variada e instantânea de informação e estímulos, além dos novos formatos e linguagens da interação nas redes, faz com que ouvir um professor por mais de 20 minutos pareça impossível para estudantes considerados nativos digitais. Interatividade e instantaneidade a um toque da tela do celular parecem não combinar com práticas de aprendizagem que requerem investimento de tempo em leituras, escutas participativas e diálogos que admitem, inclusive, o silêncio da reflexão.
Mas se o instantâneo virou bem de primeira necessidade, não se pode esquecer que a vida e a aprendizagem acontecem na duração. Não se trata de negar que instantes marcam nossa trajetória e muita informação nos esclarece a mente como que repentinamente. A vida, porém, é mais do que amontoado de instantes e a aprendizagem é mais do que consumo rápido de informações. Uma imagem visualizada, um texto lido ou uma aula assistida precisam da duração, da vivência no tempo, da experiência construída pelo retrabalho, pelas articulações ou pelas retomadas que se dão no processo de aprendizagem.
Caso aceitemos que educação é mais do que instrução e não se reduz a preparar crianças e jovens a ir de uma fase a outra no jogo da vida, cada vez mais em menos tempo e com mais produtividade, precisamos então aceitar o desafio de integrar as tecnologias digitais na escola, sem desrespeitar os diferentes ritmos dos processos de aprendizagem.
Autor: Luís Cláudio Dallier Saldanha - Doutor em Educação 10/01/2018. Acessado em 07 mai. 2023 em: <https://ndmais.com.br/opiniao/artigo/tecnologia-e-educacao/>
Com base no Texto “Tecnologia e educação”, analise as afirmativas a seguir:
I. O propósito comunicativo prioritário do texto é defender a entrada instantânea da tecnologia na educação, em face dos evidentes sinais da cultura digital.
II. O tema central abordado no texto é a vantagem de integrar instantaneamente a tecnologia ao processo de ensino-aprendizagem na sala de aula.
III. O Texto objetiva precipuamente mostrar os avanços trazidos pela tecnologia para a educação como conectividade, instantaneidade e interatividade.
Marque a alternativa CORRETA:
Texto para responder à questão.


SOUZA, Otávio Tarquínio de. História dos fundadores do Império do Brasil.
Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2015. 5 v., com adaptações.
Considerando a estrutura linguística do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O nome “nudez” (linha 32), empregado no texto em
sentido denotativo, alude ao fato de José Bonifácio tratar
abertamente acerca de aspectos mais profundos dos
problemas brasileiros em documentos públicos,
expondo-os sem qualquer tentativa de encobri-los ou
disfarçá-los.
Texto para responder à questão.


SOUZA, Otávio Tarquínio de. História dos fundadores do Império do Brasil.
Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2015. 5 v., com adaptações.
Considerando a estrutura linguística do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
As formas verbais “deixara” (linha 3), “subira” (linha 3),
“feriam” (linha 5), “acompanhara” (linha 8), “melhorara”
(linha 10) e “foram surgindo” (linha 11), poderiam ser
substituídas, mantendo-se a coerência e a correção do
texto, por havia deixado, havia subido, haviam ferido,
havia acompanhado, havia melhorado e haviam
surgido, respectivamente.
Texto para responder à questão.


SOUZA, Otávio Tarquínio de. História dos fundadores do Império do Brasil.
Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2015. 5 v., com adaptações.
Com base nas ideias do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Para José Bonifácio, o desenvolvimento social, o
econômico e o político de um país são igualmente
importantes e devem ocorrer de forma concomitante.
Texto para responder à questão.


SOUZA, Otávio Tarquínio de. História dos fundadores do Império do Brasil.
Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2015. 5 v., com adaptações.
Com base nas ideias do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Certos trechos do terceiro e do quarto parágrafos foram
colocados entre aspas porque correspondem a falas
literais de José Bonifácio e a expressões usadas por ele.
Texto para responder à questão.


SOUZA, Otávio Tarquínio de. História dos fundadores do Império do Brasil.
Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2015. 5 v., com adaptações.
Com base nas ideias do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
No segundo parágrafo do texto, malgrado a extensa
enumeração dos avanços observados por José Bonifácio
em sua volta ao Brasil – oferta de artigos e objetos de
luxo no comércio; existência da Corte e de um corpo
diplomático; iniciativas de ordem administrativa,
econômica e cultural; criação de repartições públicas;
fundação dos primeiros jornais brasileiros, entre outros –,
jaz uma crítica do estadista ao modelo de
desenvolvimento da nova nação, especialmente no que
tange à superficialidade das medidas adotadas e à
ausência de regime de propriedade e de trabalho.
Texto para responder à questão.


SOUZA, Otávio Tarquínio de. História dos fundadores do Império do Brasil.
Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2015. 5 v., com adaptações.
Com base nas ideias do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O texto trata da vida de José Bonifácio de Andrada e
Silva, a quem é atribuída, entre outras personalidades, a
fundação do Império no Brasil.

Tendo em vista as ideias do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O funcionamento do Estado de direito democrático
depende de uma economia eficiente, na visão do autor.

Tendo em vista as ideias do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O autor argumenta que os direitos de segunda geração
não podem ser arbitrados em detrimento dos de primeira
geração.

Tendo em vista as ideias do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O texto sustenta que não deve haver hierarquia de
direitos, devendo ser considerados de maneira indivisível
os direitos civis, políticos, econômicos e sociais.

Tendo em vista as ideias do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Segundo o autor, o crescimento econômico e os direitos
humanos são problemáticas estreitamente imbricadas.

CANÇADO TRINDADE, Antônio Augusto. A obrigação universal de
desarmamento nuclear. Brasília: FUNAG, 2017, p. 46-47, com adaptações.
Considerando as ideias e os aspectos semânticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O autor critica a CIJ, o órgão máximo das Nações
Unidas, por não ter mostrado sensibilidade diante de uma
das maiores preocupações da humanidade.

CANÇADO TRINDADE, Antônio Augusto. A obrigação universal de
desarmamento nuclear. Brasília: FUNAG, 2017, p. 46-47, com adaptações.
Considerando as ideias e os aspectos semânticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O autor justifica o próprio voto alinhado ao da maioria
dos juízes da CIJ, em favor do desarmamento nuclear.

CANÇADO TRINDADE, Antônio Augusto. A obrigação universal de
desarmamento nuclear. Brasília: FUNAG, 2017, p. 46-47, com adaptações.
Considerando as ideias e os aspectos semânticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O sentido de “fazer abstração” (linha 5) é o de
desconsiderar, reduzir a importância.

CANÇADO TRINDADE, Antônio Augusto. A obrigação universal de
desarmamento nuclear. Brasília: FUNAG, 2017, p. 46-47, com adaptações.
Considerando as ideias e os aspectos semânticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O sentido de “ineludível” (linha 3) remete à suposta
ilusão das relações entre o direito e a ética.

Com base nas ideias apresentadas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Para David Perkins, a literatura depende dos discursos
construídos acerca de uma obra em determinado período
histórico de uma cultura e, por isso, ao narrar, o
historiador é influenciado por um conjunto de emoções
diversas que justificam as próprias omissões e ênfases.

Com base nas ideias apresentadas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Por meio de linguagem denotativa, a autora trata do
cânone literário utilizando-se de analogia entre as
narrativas da história da literatura e as narrativas
literárias, bem como da referência a diferentes períodos
de produção de autoria feminina.

Com base nas ideias apresentadas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
No segundo parágrafo, o “intercâmbio dialético entre luz
e sombra” (linhas 25 e 26) refere-se a estilos literários
em que a produção de escrita de autoria feminina foi
relevante, como no século 19, e a estilos em que não há
esse tipo de produção.

Com base nas ideias apresentadas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O texto critica a história da literatura brasileira que
produz inverdades, uma vez que o ponto de vista dos
historiadores é unificado e centralizador, além de
decorrer de fontes restritas e documentos históricos, o
que impossibilita uma escrita que atenda a visões
múltiplas.