Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2443982 Português

Mito ou verdade: Vitamina B previne a picada do mosquito da dengue?



Por Tayna Farias









(Disponível em: www.vitat.com.br/vitamina-b-e-dengue/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual alternativa apresenta um sinônimo (palavra de sentido similar) da palavra “vulnerável” (l. 09)?
Alternativas
Q2443914 Português

O golpe quase perfeito da avó em seus netos


Por Fabrício Carpinejar








(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/02/o-golpe-quase-perfeitoda-avo-em-seus-netos-clsw7zw4c000201ewxgmo1gam.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à palavra “comum” (l. 01), analise as assertivas abaixo:

I. Tem como sinônimos os termos “normal”, “habitual” e “usual”.
II. É antônima do termo “atípico”.
III. Pode ser substituída por “diferente” sem alteração de sentido no trecho em que se encontra.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2443810 Português
Estamos ligadas para sempre: Maria Claudete e eu

Por Claudia Tajes





(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/noticia/2024/02/estamos-ligadas-parasempre-maria-claudete-e-eu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as divagações da autora sobre a identidade e a situação com Maria Claudete, assinale a alternativa INCORRETA a respeito das ideias apresentadas.
Alternativas
Q2443583 Português

O golpe quase perfeito da avó em seus netos


Por Fabrício Carpinejar









(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/02/o-golpe-quase-perfeitoda-avo-em-seus-netos-clsw7zw4c000201ewxgmo1gam.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que encontra respaldo no texto.
Alternativas
Q2443582 Português

O golpe quase perfeito da avó em seus netos


Por Fabrício Carpinejar









(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/02/o-golpe-quase-perfeitoda-avo-em-seus-netos-clsw7zw4c000201ewxgmo1gam.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento localizado nas linhas 19 a 22, é possível inferir predominantemente que o autor:
Alternativas
Q2443581 Português

O golpe quase perfeito da avó em seus netos


Por Fabrício Carpinejar









(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/02/o-golpe-quase-perfeitoda-avo-em-seus-netos-clsw7zw4c000201ewxgmo1gam.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o texto, analise as assertivas a seguir:


I. A mãe do autor sofreu um golpe bancário ao atender uma ligação de impostores.


II. O autor compara sua mãe a um hacker, considerando-a menos habilidosa.


III. Os netos não gostaram de receber um liquidificador e um jogo de panelas da avó.



Quais estão corretas?

Alternativas
Q2443530 Português
Nas atividades de limpeza, alvejar significa:  .
Alternativas
Q2443480 Português
Leia o texto abaixo: 


Imagem associada para resolução da questão


GOMES, Sarah. Vida no Mundo Virtual: Foco. Bichinhos de jardim, 23 de fevereiro de 2024. Disponível em: http://bichinhosdejardim.com/vmv-foco/. Acesso em: 27 fev. 2024. 


O comportamento da joaninha nessa tirinha indica que ela é:  
Alternativas
Q2443473 Português
As vantagens de aceitar ser mediano em vez de excepcional


"Por que precisamos ser excepcionais para progredir?", questiona Thomas Curran, professor de psicologia e ciências do comportamento. Por que "mediano" tornou-se uma "palavra ruim"?, insiste o professor.


Curran estuda inúmeros dados sobre estudantes universitários e perfeccionismo desde 1989. Ele encontrou um aumento de 40% do chamado perfeccionismo socialmente prescrito. "O perfeccionismo socialmente prescrito torna-nos obstinadamente hipervigilantes sobre o nosso desempenho em relação a outras pessoas", explica ele.


Geralmente, não consideramos o perfeccionismo como uma falha. Nós achamos que precisamos dele para ter sucesso. "Na verdade, observando os dados, você percebe que o perfeccionismo não tem absolutamente nenhuma correlação com o sucesso", explica o professor.


Pelo contrário: o perfeccionismo pode ter diversas desvantagens. "Prevenção, contenção, procrastinação", afirma Curran. Podemos ter tanto medo de não parecer perfeitos que acabamos não tentando. O perfeccionismo não é "o segredo do sucesso que muitas vezes pensamos erroneamente que seja".


"O perfeccionismo socialmente prescrito pode ter profundos impactos sobre a nossa saúde mental", afirma Curran. Pesquisas demonstram relações entre o perfeccionismo e o aumento dos níveis de depressão, ansiedade e burnout.


Os chefes costumam dizer que não aceitarão da sua equipe "nada menos do que a perfeição" ou que "apenas o melhor será suficiente". Em teoria, parece algo bom, mas, na verdade, ignora a premissa de que, para nos aprimorarmos, precisamos cometer erros. E, se ficarmos muito concentrados na perfeição, nosso cérebro perde todo o sentido de diversão e criatividade.


"Se você ficar obcecado buscando o que você entende ser a perfeição, irá criar uma enorme desvantagem para si", afirma Leonaura Rhodes, formada em neurociências. Segundo ela, perfeccionistas costumam obter uma imensa dose de dopamina quando atingem bons resultados. Mas obter esses picos de dopamina de uma única fonte torna difícil obtê-los de outras fontes, ressalva Rhodes.


Ou seja, o cérebro só liberará dopamina quando você atingir um nível excepcional. Por isso, como resultado, se você quiser continuar produzindo essa substância e sentindo o bem-estar gerado por ela, precisará continuar sempre se aprimorando.


"O perfeccionismo rouba das pessoas a capacidade de estar presente, ser feliz e se sentir em paz", explica Rhodes. "Vira uma luta constante."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckd090zv40po. adaptado.
Curran defende que o perfeccionismo está profundamente enraizado nos nossos sistemas econômicos. Qual é o argumento principal apresentado no texto sobre o perfeccionismo?
Alternativas
Q2443469 Português
As vantagens de aceitar ser mediano em vez de excepcional


"Por que precisamos ser excepcionais para progredir?", questiona Thomas Curran, professor de psicologia e ciências do comportamento. Por que "mediano" tornou-se uma "palavra ruim"?, insiste o professor.


Curran estuda inúmeros dados sobre estudantes universitários e perfeccionismo desde 1989. Ele encontrou um aumento de 40% do chamado perfeccionismo socialmente prescrito. "O perfeccionismo socialmente prescrito torna-nos obstinadamente hipervigilantes sobre o nosso desempenho em relação a outras pessoas", explica ele.


Geralmente, não consideramos o perfeccionismo como uma falha. Nós achamos que precisamos dele para ter sucesso. "Na verdade, observando os dados, você percebe que o perfeccionismo não tem absolutamente nenhuma correlação com o sucesso", explica o professor.


Pelo contrário: o perfeccionismo pode ter diversas desvantagens. "Prevenção, contenção, procrastinação", afirma Curran. Podemos ter tanto medo de não parecer perfeitos que acabamos não tentando. O perfeccionismo não é "o segredo do sucesso que muitas vezes pensamos erroneamente que seja".


"O perfeccionismo socialmente prescrito pode ter profundos impactos sobre a nossa saúde mental", afirma Curran. Pesquisas demonstram relações entre o perfeccionismo e o aumento dos níveis de depressão, ansiedade e burnout.


Os chefes costumam dizer que não aceitarão da sua equipe "nada menos do que a perfeição" ou que "apenas o melhor será suficiente". Em teoria, parece algo bom, mas, na verdade, ignora a premissa de que, para nos aprimorarmos, precisamos cometer erros. E, se ficarmos muito concentrados na perfeição, nosso cérebro perde todo o sentido de diversão e criatividade.


"Se você ficar obcecado buscando o que você entende ser a perfeição, irá criar uma enorme desvantagem para si", afirma Leonaura Rhodes, formada em neurociências. Segundo ela, perfeccionistas costumam obter uma imensa dose de dopamina quando atingem bons resultados. Mas obter esses picos de dopamina de uma única fonte torna difícil obtê-los de outras fontes, ressalva Rhodes.


Ou seja, o cérebro só liberará dopamina quando você atingir um nível excepcional. Por isso, como resultado, se você quiser continuar produzindo essa substância e sentindo o bem-estar gerado por ela, precisará continuar sempre se aprimorando.


"O perfeccionismo rouba das pessoas a capacidade de estar presente, ser feliz e se sentir em paz", explica Rhodes. "Vira uma luta constante."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckd090zv40po. adaptado.
Aventurar-se a fazer muitas coisas, mesmo que o resultado não seja perfeito, faz bem para saúde do cérebro.

De acordo com o texto base, Thomas Curran:
Alternativas
Q2443378 Português
O homem biologicamente incapaz de sonhar


"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado.
O médico venezuelano Guillermo Acevedo passou a maior parte da vida acreditando que os sonhos eram metáforas porque nunca sonhou.

De acordo com o texto base, afantasia é uma condição:
Alternativas
Q2443371 Português
O homem biologicamente incapaz de sonhar


"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado.

Acevedo compara seu cérebro a um computador sem tela ou incapaz de processar arquivos de imagens.


De acordo com o texto base, Guillermo Antonio Acevedo:

Alternativas
Q2443077 Português
Estamos ligadas para sempre: Maria Claudete e eu

Por Claudia Tajes





(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/noticia/2024/02/estamos-ligadas-parasempre-maria-claudete-e-eu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na frase “agora estamos aí, Maria Claudete e eu, dividindo o mesmo e-mail, já que não conseguimos crescer juntas”, retirada do texto, a expressão “já que” foi empregada com sentido de introduzir uma:
Alternativas
Q2443076 Português
Estamos ligadas para sempre: Maria Claudete e eu

Por Claudia Tajes





(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/noticia/2024/02/estamos-ligadas-parasempre-maria-claudete-e-eu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir a respeito do trecho “Olha lá o que vai aprontar pela cidade” (l. 37):

I. A expressão “Olha lá o que vai aprontar” pode ser substituída por “Veja bem o que vai fazer”, sem causar alteração significativa ao trecho.
II. A autora está preocupada com a segurança de Maria Claudete na cidade onde mora, pois é um lugar violento.
III. A autora emprega a expressão “Olha lá” em sentido figurado, pois não pede que Maria Claudete olhe para algo concreto.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2443075 Português
Estamos ligadas para sempre: Maria Claudete e eu

Por Claudia Tajes





(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/noticia/2024/02/estamos-ligadas-parasempre-maria-claudete-e-eu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma forma de reescrita do trecho a seguir, retirado do texto, sem alterar significativamente seu sentido original: “está envolvida em compras de armas y otras cositas que me arrepiam só de aventar”.
Alternativas
Q2443074 Português
Estamos ligadas para sempre: Maria Claudete e eu

Por Claudia Tajes





(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/noticia/2024/02/estamos-ligadas-parasempre-maria-claudete-e-eu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “expediente” (l. 16) sem causar alteração significativa ao sentido do trecho em que ocorre.
Alternativas
Q2442831 Português

Frutas da estação



     As frutas da estação costumam ser mais baratas, saborosas e nutritivas. Por quê? Porque respeitam o ciclo natural de amadurecimento, e a maior oferta na época natural da colheita reduz o preço final. 


     Sabemos que a importação e a tecnologia agrícola permitem que frutas sejam oferecidas em épocas diferentes das tradicionais. É por isso que algumas espécies estão disponíveis no mercado quase o ano inteiro! Mas pode reparar: a variação de preço ao longo dos meses é nítida! 


     Alguns produtores utilizam técnicas e adubos orgânicos que permitem ampliar o período de produção sem alterar a qualidade final do alimento. Porém, o mais comum é que a produção seja ampliada com o uso de fertilizantes químicos. 


     O problema é que esse processo artificial aumenta o teor de água dos alimentos, reduz o valor nutritivo e parte do sabor. Além disso, no longo prazo, provoca o empobrecimento do solo. 


     Quando respeitada a sazonalidade da produção, o agricultor pode alternar a produção conforme o clima, o que oferece uma variedade de nutrientes ao solo. Com isso, as frutas da estação podem ser produzidas na própria região, com clima apropriado. 


     Não é difícil identificar as frutas da estação: normalmente são aquelas que estão em grandes quantidades nas feiras e hortifrútis, com preços mais em conta que o usual.



Ypê – “Frutas da estação: descubra quais são e como conservar”. Adaptado.

No trecho do penúltimo parágrafo do texto “Quando respeitada a sazonalidade da produção [...]”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q2442708 Português
A origem do carnaval como sendo uma festa popular típica, na qual as pessoas celebram e dançam disfarçadas pelas ruas, acontece em muitos países do mundo, como explica a Encyclopedia Britannica (plataforma de conhecimento e ensino alocada no Reino Unido), e remonta a comemorações bastante antigas.

Ainda de acordo com a Britannica, o carnaval teria nascido de um emaranhado de costumes do antigo Império Romano após este se tornar cristão. Ele se espalhou pelo Ocidente com o passar do tempo, sendo celebrado ainda hoje em lugares como Itália, Espanha, Portugal, França e Alemanha, além de países da América Latina como Argentina, Colômbia e Brasil. Este último, por sua vez, se consagrou como o destino sinônimo de carnaval no mundo no por causa de sua magnitude, importância e diversidade cultural dentro do país.

Mas ainda que exista em diversos lugares do globo com características locais, algo que não mudou no carnaval praticamente desde o seu surgimento é o uso de fantasias para celebrá-lo.


Adaptado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia /2024/02/qual-e-a-origem-da-fantasia-de-carnaval.
Relativamente ao uso dos parênteses no primeiro parágrafo do texto, analise as assertivas:

I. Os parênteses no trecho servem para adicionar uma informação extra que não é essencial para a compreensão da frase principal, mas que fornece um contexto adicional sobre a Encyclopedia Britannica.

II. A informação entre parêntesesajuda a contextualizar a fonte de onde a informação sobre a origem do carnaval foi obtida, mas não é fundamental para a estrutura gramatical ou semântica da frase principal.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q2442704 Português
A origem do carnaval como sendo uma festa popular típica, na qual as pessoas celebram e dançam disfarçadas pelas ruas, acontece em muitos países do mundo, como explica a Encyclopedia Britannica (plataforma de conhecimento e ensino alocada no Reino Unido), e remonta a comemorações bastante antigas.

Ainda de acordo com a Britannica, o carnaval teria nascido de um emaranhado de costumes do antigo Império Romano após este se tornar cristão. Ele se espalhou pelo Ocidente com o passar do tempo, sendo celebrado ainda hoje em lugares como Itália, Espanha, Portugal, França e Alemanha, além de países da América Latina como Argentina, Colômbia e Brasil. Este último, por sua vez, se consagrou como o destino sinônimo de carnaval no mundo no por causa de sua magnitude, importância e diversidade cultural dentro do país.

Mas ainda que exista em diversos lugares do globo com características locais, algo que não mudou no carnaval praticamente desde o seu surgimento é o uso de fantasias para celebrá-lo.


Adaptado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia /2024/02/qual-e-a-origem-da-fantasia-de-carnaval.
Relativamente às informações apresentadas no texto, analise as assertivas:

I. O carnaval é uma festa popular típica celebrada por pessoas que dançam e se disfarçam pelas ruas, como explicado pela Encyclopedia Britannica.

II. O carnaval brasileiro não se diferencia muito dos carnavais celebrados em outros países.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q2442703 Português
A origem do carnaval como sendo uma festa popular típica, na qual as pessoas celebram e dançam disfarçadas pelas ruas, acontece em muitos países do mundo, como explica a Encyclopedia Britannica (plataforma de conhecimento e ensino alocada no Reino Unido), e remonta a comemorações bastante antigas.

Ainda de acordo com a Britannica, o carnaval teria nascido de um emaranhado de costumes do antigo Império Romano após este se tornar cristão. Ele se espalhou pelo Ocidente com o passar do tempo, sendo celebrado ainda hoje em lugares como Itália, Espanha, Portugal, França e Alemanha, além de países da América Latina como Argentina, Colômbia e Brasil. Este último, por sua vez, se consagrou como o destino sinônimo de carnaval no mundo no por causa de sua magnitude, importância e diversidade cultural dentro do país.

Mas ainda que exista em diversos lugares do globo com características locais, algo que não mudou no carnaval praticamente desde o seu surgimento é o uso de fantasias para celebrá-lo.


Adaptado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia /2024/02/qual-e-a-origem-da-fantasia-de-carnaval.
São países latino-americanos mencionados no texto como celebrantes do carnaval, EXCETO
Alternativas
Respostas
39361: A
39362: D
39363: A
39364: D
39365: E
39366: C
39367: E
39368: D
39369: B
39370: D
39371: D
39372: D
39373: A
39374: D
39375: C
39376: E
39377: A
39378: B
39379: A
39380: C