Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507732 Português
Texto para o item.





Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
Em “com uso de fármacos de uso controlados” (linhas 15 e 16), ocorre um desvio de concordância.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507730 Português
Texto para o item.





Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
A demanda que levou a justiça a alterar as regras sobre anestesia para dentistas partiu de médicos.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507726 Português
Texto para o item.


Artur Azevedo.
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
No último parágrafo, “escusado” tem o mesmo sentido que uma palavra como “imprescindível”, por exemplo. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507725 Português
Texto para o item.


Artur Azevedo.
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
A oração “que não sabia mais de que freguesia era” (linha 22) caracteriza o perseguidor como desorientado.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507724 Português
Texto para o item.


Artur Azevedo.
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
Na linha 16, os termos “O sujeito” e “um homem” referem‑se ao mesmo personagem.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507722 Português
Texto para o item.


Artur Azevedo.
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
Na linha 10, os termos “Ela” e “o conquistador” demarcam processos coesivos.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507721 Português
Texto para o item.


Artur Azevedo.
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
Na passagem “supôs que ela sorrisse não dele mas para ele” (linha 9), há um jogo com os sentidos de duas preposições em específico.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507719 Português
Texto para o item.


Artur Azevedo.
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
O narrador demonstra que anedota e historieta são definições diferentes para um mesmo contexto. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507718 Português
Texto para o item.


Artur Azevedo.
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
Como se anuncia no primeiro parágrafo, ao se falar da morte de um amigo, o texto tem um tom melancólico. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507717 Português
Texto para o item.


Artur Azevedo.
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.
Apesar da caracterização de espirituoso que se faz, no primeiro parágrafo, do personagem Emílio, essa característica não se comprova no texto.
Alternativas
Q2507691 Português

A dúvida que ficou

Vladimir Souza Carvalho | Membro das Academias Sergipana e Itabaianense de Letras | 24/05/2024


    Minha caneca era de alumínio, cor branca, já com pontos pretos, marcas das pancadas recebidas. Nela mamãe colocava café com leite que eu esperava esfriar para tomar. Inocentemente, dizia que, quando crescesse, compraria uma geladeira para tomar o café gelado, bem gelado. Não sei quanto tempo levei assim procedendo. De certeza, quando a geladeira chegou lá em casa, saudada com vivas de todos nós, só faltando foguetes, atração de nossa adoração por alguns dias, o projeto do café gelado com leite não era nem lembrado, quanto mais tornado realidade.


    Então, apareceram outros costumes, ou manias, de preferir da galinha o pé – gosto estranho que minha cegueira não me permitia perceber que pé de galinha só serve para roer, e eu não era nenhum rato. Mas, é dessa época, talvez, talvez, que o ovo da galinha morta, em penca, a exibir vários, de todos os tamanhos, ao que me lembro, só a gema, ovos interligados, começaram a me atrair a atenção e a GULOSEIMA/GULOZEIMA, eu na espera de que ninguém o colhesse na vasilha colocada à mesa antes de mim. Penso que foi uma espetacular ASCENSÃO/ASSENÇÃO pular do pé da galinha para o ovo, relegado o primeiro ao ostracismo na vasilha, porque, depois de mim, ninguém mais por ele ESTERNOU/EXTERNOU interesse, nem acredito que os gatos e os cães manifestassem preferência. O mau gosto era só meu, trazendo a minha marca registrada.


    O pé de galinha ficou a me perseguir a vida inteira, bastava ver um na vasilha para me lembrar, no que doía a péssima escolha, eu procurando uma justificativa para legitimar minha experiência, sem ter até agora obtido qualquer explicação digna de um almirante batavo, a supor hoje que fui induzido e caí na conversa, quem pode me ajudar a desenterrar o passado a fim de cavar o motivo real, quem?, papai, mamãe, Alba, Bosco, os três primeiros se foram, Bosco quiçá nem se lembre, infactível sentarmos hoje os cinco em torno da mesa, galgamos nós, os remanescentes, a casa dos setenta, com hábitos e gestos diferentes daqueles dos dois meninos de ontem, mamãe não corta mais nosso pedaço de CUSCUZ/CUSCUS, papai não toca com a colher quente que mexeu o café na minha mão, nem come sarapatel no sábado à noite, depois que chega da loja, nem sabe o que é pressão alta. Ah, sim, o tempo passou, lá fora, dentro de casa e dentro da gente.



CARVALHO, Vladimir Souza. A dúvida que ficou. Diário de Pernambuco, 25 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/a-duvida-que-ficou.html. Acesso em: 26 mai. 2024. Adaptado. 

Leia o excerto a seguir:

“papai, mamãe, Alba, Bosco, os três primeiros se foram, Bosco quiçá nem se lembre, infactível sentarmos hoje os cinco em torno da mesa, galgamos nós, os remanescentes, a casa dos setenta, com hábitos e gestos diferentes daqueles dos dois meninos de ontem” (3º parágrafo)

Caso esse excerto tivesse de ser reescrito de modo a adequar sua pontuação à norma padrão (sem, contudo, alterar o sentido original do enunciado), o novo trecho poderia ser corrigido da seguinte maneira:
Alternativas
Q2507690 Português

A dúvida que ficou

Vladimir Souza Carvalho | Membro das Academias Sergipana e Itabaianense de Letras | 24/05/2024


    Minha caneca era de alumínio, cor branca, já com pontos pretos, marcas das pancadas recebidas. Nela mamãe colocava café com leite que eu esperava esfriar para tomar. Inocentemente, dizia que, quando crescesse, compraria uma geladeira para tomar o café gelado, bem gelado. Não sei quanto tempo levei assim procedendo. De certeza, quando a geladeira chegou lá em casa, saudada com vivas de todos nós, só faltando foguetes, atração de nossa adoração por alguns dias, o projeto do café gelado com leite não era nem lembrado, quanto mais tornado realidade.


    Então, apareceram outros costumes, ou manias, de preferir da galinha o pé – gosto estranho que minha cegueira não me permitia perceber que pé de galinha só serve para roer, e eu não era nenhum rato. Mas, é dessa época, talvez, talvez, que o ovo da galinha morta, em penca, a exibir vários, de todos os tamanhos, ao que me lembro, só a gema, ovos interligados, começaram a me atrair a atenção e a GULOSEIMA/GULOZEIMA, eu na espera de que ninguém o colhesse na vasilha colocada à mesa antes de mim. Penso que foi uma espetacular ASCENSÃO/ASSENÇÃO pular do pé da galinha para o ovo, relegado o primeiro ao ostracismo na vasilha, porque, depois de mim, ninguém mais por ele ESTERNOU/EXTERNOU interesse, nem acredito que os gatos e os cães manifestassem preferência. O mau gosto era só meu, trazendo a minha marca registrada.


    O pé de galinha ficou a me perseguir a vida inteira, bastava ver um na vasilha para me lembrar, no que doía a péssima escolha, eu procurando uma justificativa para legitimar minha experiência, sem ter até agora obtido qualquer explicação digna de um almirante batavo, a supor hoje que fui induzido e caí na conversa, quem pode me ajudar a desenterrar o passado a fim de cavar o motivo real, quem?, papai, mamãe, Alba, Bosco, os três primeiros se foram, Bosco quiçá nem se lembre, infactível sentarmos hoje os cinco em torno da mesa, galgamos nós, os remanescentes, a casa dos setenta, com hábitos e gestos diferentes daqueles dos dois meninos de ontem, mamãe não corta mais nosso pedaço de CUSCUZ/CUSCUS, papai não toca com a colher quente que mexeu o café na minha mão, nem come sarapatel no sábado à noite, depois que chega da loja, nem sabe o que é pressão alta. Ah, sim, o tempo passou, lá fora, dentro de casa e dentro da gente.



CARVALHO, Vladimir Souza. A dúvida que ficou. Diário de Pernambuco, 25 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/a-duvida-que-ficou.html. Acesso em: 26 mai. 2024. Adaptado. 

No trecho “Penso que foi uma espetacular ascensão pular do pé da galinha para o ovo, relegado o primeiro ao ostracismo na vasilha, porque, depois de mim, ninguém mais por ele externou interesse, nem acredito que os gatos e os cães manifestassem preferência.” (2º parágrafo), a palavra sublinhada significa:
Alternativas
Q2507689 Português

A dúvida que ficou

Vladimir Souza Carvalho | Membro das Academias Sergipana e Itabaianense de Letras | 24/05/2024


    Minha caneca era de alumínio, cor branca, já com pontos pretos, marcas das pancadas recebidas. Nela mamãe colocava café com leite que eu esperava esfriar para tomar. Inocentemente, dizia que, quando crescesse, compraria uma geladeira para tomar o café gelado, bem gelado. Não sei quanto tempo levei assim procedendo. De certeza, quando a geladeira chegou lá em casa, saudada com vivas de todos nós, só faltando foguetes, atração de nossa adoração por alguns dias, o projeto do café gelado com leite não era nem lembrado, quanto mais tornado realidade.


    Então, apareceram outros costumes, ou manias, de preferir da galinha o pé – gosto estranho que minha cegueira não me permitia perceber que pé de galinha só serve para roer, e eu não era nenhum rato. Mas, é dessa época, talvez, talvez, que o ovo da galinha morta, em penca, a exibir vários, de todos os tamanhos, ao que me lembro, só a gema, ovos interligados, começaram a me atrair a atenção e a GULOSEIMA/GULOZEIMA, eu na espera de que ninguém o colhesse na vasilha colocada à mesa antes de mim. Penso que foi uma espetacular ASCENSÃO/ASSENÇÃO pular do pé da galinha para o ovo, relegado o primeiro ao ostracismo na vasilha, porque, depois de mim, ninguém mais por ele ESTERNOU/EXTERNOU interesse, nem acredito que os gatos e os cães manifestassem preferência. O mau gosto era só meu, trazendo a minha marca registrada.


    O pé de galinha ficou a me perseguir a vida inteira, bastava ver um na vasilha para me lembrar, no que doía a péssima escolha, eu procurando uma justificativa para legitimar minha experiência, sem ter até agora obtido qualquer explicação digna de um almirante batavo, a supor hoje que fui induzido e caí na conversa, quem pode me ajudar a desenterrar o passado a fim de cavar o motivo real, quem?, papai, mamãe, Alba, Bosco, os três primeiros se foram, Bosco quiçá nem se lembre, infactível sentarmos hoje os cinco em torno da mesa, galgamos nós, os remanescentes, a casa dos setenta, com hábitos e gestos diferentes daqueles dos dois meninos de ontem, mamãe não corta mais nosso pedaço de CUSCUZ/CUSCUS, papai não toca com a colher quente que mexeu o café na minha mão, nem come sarapatel no sábado à noite, depois que chega da loja, nem sabe o que é pressão alta. Ah, sim, o tempo passou, lá fora, dentro de casa e dentro da gente.



CARVALHO, Vladimir Souza. A dúvida que ficou. Diário de Pernambuco, 25 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/a-duvida-que-ficou.html. Acesso em: 26 mai. 2024. Adaptado. 

A fim de se manter o sentido básico do enunciado, a expressão “De certeza”, empregada no primeiro parágrafo do texto, pode ser substituída por:
Alternativas
Q2507655 Português

Meteoros, meteoroides e meteoritos


   Meteoros, meteoroides, meteoritos: os três termos soam semelhantes e são frequentemente confundidos. Na verdade, eles estão unidos por mais do que apenas seus nomes parecidos: estão relacionados aos flashes de luz chamados "estrelas cadentes", que às vezes são vistos cruzando o céu. Mas o mesmo objeto pode ter nomes diferentes, dependendo de onde ele está localizado.

    

    De acordo com a explicação da NASA, os meteoroides são rochas que ainda estão no espaço. Eles variam em tamanho e podem ir desde grãos de poeira até pequenos asteroides. Eles também podem ser o resultado de uma colisão entre dois asteroides (objeto rochoso que orbita o Sol, maior do que um meteoroide, mas menor do que um planeta), o que pode causar uma fragmentação em pequenos pedaços. Os meteoroides podem vir ainda de cometas.


    Quando os meteoroides entram na atmosfera da Terra (ou de outro planeta, como Marte), em alta velocidade, eles se transformam e queimam. Essas bolas de fogo resultantes são chamadas de meteoros.


    Ocasionalmente, pedaços maiores de rocha acabam caindo na superfície de um planeta. "Quando um meteoroide sobrevive a uma viagem pela atmosfera e atinge o solo, ele é chamado de meteorito", explica a agência espacial americana. Como os asteroides se formaram próximo aos primeiros momentos de existência do Sistema Solar, esses objetos são de grande interesse para os cientistas, pois oferecem muitas informações sobre como era o sistema onde está o planeta Terra durante seu passado.


(National Geographic Brasil. Adaptado).

Ler o fragmento.


Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo; pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço, relógio, maços de cigarros, caixa de fósforos. Jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. [...]

Circuito fechado — Ricardo Ramos.
O texto, apesar de ser compreensível, não está:

Alternativas
Q2507647 Português

Meteoros, meteoroides e meteoritos


   Meteoros, meteoroides, meteoritos: os três termos soam semelhantes e são frequentemente confundidos. Na verdade, eles estão unidos por mais do que apenas seus nomes parecidos: estão relacionados aos flashes de luz chamados "estrelas cadentes", que às vezes são vistos cruzando o céu. Mas o mesmo objeto pode ter nomes diferentes, dependendo de onde ele está localizado.

    

    De acordo com a explicação da NASA, os meteoroides são rochas que ainda estão no espaço. Eles variam em tamanho e podem ir desde grãos de poeira até pequenos asteroides. Eles também podem ser o resultado de uma colisão entre dois asteroides (objeto rochoso que orbita o Sol, maior do que um meteoroide, mas menor do que um planeta), o que pode causar uma fragmentação em pequenos pedaços. Os meteoroides podem vir ainda de cometas.


    Quando os meteoroides entram na atmosfera da Terra (ou de outro planeta, como Marte), em alta velocidade, eles se transformam e queimam. Essas bolas de fogo resultantes são chamadas de meteoros.


    Ocasionalmente, pedaços maiores de rocha acabam caindo na superfície de um planeta. "Quando um meteoroide sobrevive a uma viagem pela atmosfera e atinge o solo, ele é chamado de meteorito", explica a agência espacial americana. Como os asteroides se formaram próximo aos primeiros momentos de existência do Sistema Solar, esses objetos são de grande interesse para os cientistas, pois oferecem muitas informações sobre como era o sistema onde está o planeta Terra durante seu passado.


(National Geographic Brasil. Adaptado).

De acordo com as ideias apresentadas no texto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2507429 Português
Leia o trecho a seguir, retirado do texto, e assinale a alternativa que apresenta a melhor reorganização da estrutura de orações e períodos.

“A casa onde criou a família levou décadas para ficar como ela queria. ‘Nós tínhamos uma casinha velha, de madeira, que ganhamos da Prefeitura. Nós fomos construindo. Juntamos uns troquinhos daqui e dali e fizemos uma parte da casa, em alvenaria’, contou. ‘A gente foi botando telhado. O piso, fomos pagando em prestações. Por último Imagem associada para resolução da questão foi feita uma área numa parte para fora, com churrasqueira’, e assim Odila ia descrevendo a casa”. 
Alternativas
Q2507427 Português
A expressão “uns troquinhos” (l. 08) poderia ser substituída, sem alteração de sentido, pela expressão:
Alternativas
Q2507426 Português
Leia o trecho a seguir, retirado do texto, e assinale a alternativa que apresenta a reescrita correta, mantendo o sentido original e aplicando as normas gramaticais.

“Odila tem pouco mais de um metro e meio de altura e o cabelo liso e grisalho, preso para trás. O corpo parece frágil, num contraste com as mãos, grossas e fortes da vida na roça nos tempos da juventude. Ela diz viver com a pensão equivalente a pouco mais de um salário mínimo, advinda da morte do marido, há 21 anos”.
Alternativas
Q2507423 Português
Analise as assertivas a seguir, de acordo com o texto:

I. O pronome “eles” (l. 24) retoma a palavra “caminhão” (l. 23).
II. A expressão “A gente” (l. 09) pode indicar um vício de linguagem.
III. Ao falar “meter o pé”, Odila deu a entender que era preciso sair do seu bairro o mais rápido possível.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2507422 Português
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
37061: C
37062: C
37063: E
37064: C
37065: E
37066: C
37067: C
37068: E
37069: E
37070: E
37071: D
37072: B
37073: C
37074: B
37075: A
37076: C
37077: A
37078: B
37079: B
37080: D