Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2508892 Português
TEXTO I


A triste história de Kluge Hans, o cavalo
que calculava



Uns 120 anos atrás, uma das maiores celebridades da ciência mundial era Kluge Hans (João Esperto, em alemão), o cavalo que, segundo o seu dono, sabia somar, subtrair, multiplicar, dividir, operar com frações, dizer as horas e calcular dias da semana.


O proprietário, o professor de matemática e treinador de cavalos amador, Wilhelm von Osten, exibia Hans publicamente, sem cobrar ingresso, para grande espanto da audiência. Por exemplo, quando Von Osten perguntava “se o oitavo dia do mês é uma terça-feira, em que data cai a sexta-feira seguinte?” Hans respondia batendo o casco no chão 11 vezes.


Os céticos diziam que era fraude, que Von Osten passava as respostas ao bicho por meio de sinais. Mas Hans acertava mesmo quando o dono estava ausente e as perguntas eram feitas por outra pessoa. Assim, a lenda do cavalo que calculava não parava de crescer.


Perante o interesse do público, a autoridade educacional da Alemanha criou uma comissão de 13 especialistas para investigar o fenômeno. Além do psicólogo Carl Stumpf, que a presidia, ela incluía um veterinário, um gerente de circo, um oficial de cavalaria, vários professores e o diretor do zoológico de Berlim. Em setembro de 1904 saiu o relatório, o qual inocentava Von Osten de qualquer truque.


Então, o biólogo e psicólogo Oskar Pfungst decidiu testar as habilidades do cavalo em diferentes condições: usando outras pessoas para questionar Hans; isolando o questionador e o cavalo do público; variando se Hans podia ver o questionador ou não; e até se o questionador sabia as respostas ou não.


Dessa forma, ele confirmou que não importava quem fazia as perguntas, o que comprovava que não havia má-fé da parte de Von Osten. Por outro lado, Pfungst constatou que Hans só respondia corretamente quando podia ver o questionador e este conhecia as respostas! De algum modo subconsciente, o questionador passava as respostas ao cavalo... E isso acontecia até quando era o próprio Pfungst quem questionava!


A descoberta lançou o descrédito sobre o pobre Hans, o que era muito injusto: mesmo não sendo capaz de calcular, Hans era um animal notável, com uma capacidade extraordinária para ler a expressão facial e a linguagem corporal dos humanos, melhor do que nós próprios somos capazes.


Von Osten não ficou convencido com as conclusões de Pfungst e continuou exibindo o seu fenômeno até morrer, em 1909. A partir daí, Hans passou por vários donos e acabou sendo alistado para servir na 1ª Guerra Mundial. O seu registro termina em 1916, quando, acredita-se, foi morto em combate.



VIANA, Marcelo. Folha de S.Paulo. Folha Corrida, 20 dez. 2023, p. B8 (adaptado).
Na frase do texto I “Os céticos diziam que era fraude, que Von Osten passava as respostas ao bicho por meio de sinais.”, o termo em destaque, no contexto em que se insere e sem prejuízo para o sentido pretendido, pode ser substituído por
Alternativas
Q2508891 Português
TEXTO I


A triste história de Kluge Hans, o cavalo
que calculava



Uns 120 anos atrás, uma das maiores celebridades da ciência mundial era Kluge Hans (João Esperto, em alemão), o cavalo que, segundo o seu dono, sabia somar, subtrair, multiplicar, dividir, operar com frações, dizer as horas e calcular dias da semana.


O proprietário, o professor de matemática e treinador de cavalos amador, Wilhelm von Osten, exibia Hans publicamente, sem cobrar ingresso, para grande espanto da audiência. Por exemplo, quando Von Osten perguntava “se o oitavo dia do mês é uma terça-feira, em que data cai a sexta-feira seguinte?” Hans respondia batendo o casco no chão 11 vezes.


Os céticos diziam que era fraude, que Von Osten passava as respostas ao bicho por meio de sinais. Mas Hans acertava mesmo quando o dono estava ausente e as perguntas eram feitas por outra pessoa. Assim, a lenda do cavalo que calculava não parava de crescer.


Perante o interesse do público, a autoridade educacional da Alemanha criou uma comissão de 13 especialistas para investigar o fenômeno. Além do psicólogo Carl Stumpf, que a presidia, ela incluía um veterinário, um gerente de circo, um oficial de cavalaria, vários professores e o diretor do zoológico de Berlim. Em setembro de 1904 saiu o relatório, o qual inocentava Von Osten de qualquer truque.


Então, o biólogo e psicólogo Oskar Pfungst decidiu testar as habilidades do cavalo em diferentes condições: usando outras pessoas para questionar Hans; isolando o questionador e o cavalo do público; variando se Hans podia ver o questionador ou não; e até se o questionador sabia as respostas ou não.


Dessa forma, ele confirmou que não importava quem fazia as perguntas, o que comprovava que não havia má-fé da parte de Von Osten. Por outro lado, Pfungst constatou que Hans só respondia corretamente quando podia ver o questionador e este conhecia as respostas! De algum modo subconsciente, o questionador passava as respostas ao cavalo... E isso acontecia até quando era o próprio Pfungst quem questionava!


A descoberta lançou o descrédito sobre o pobre Hans, o que era muito injusto: mesmo não sendo capaz de calcular, Hans era um animal notável, com uma capacidade extraordinária para ler a expressão facial e a linguagem corporal dos humanos, melhor do que nós próprios somos capazes.


Von Osten não ficou convencido com as conclusões de Pfungst e continuou exibindo o seu fenômeno até morrer, em 1909. A partir daí, Hans passou por vários donos e acabou sendo alistado para servir na 1ª Guerra Mundial. O seu registro termina em 1916, quando, acredita-se, foi morto em combate.



VIANA, Marcelo. Folha de S.Paulo. Folha Corrida, 20 dez. 2023, p. B8 (adaptado).
TRECHO DO TEXTO I

“O proprietário, o professor de matemática e treinador de cavalos amador, Wilhelm von Osten, exibia Hans publicamente, sem cobrar ingresso, para grande espanto da audiência. Por exemplo, quando Von Osten perguntava ‘se o oitavo dia do mês é uma terça-feira, em que data cai a sexta-feira seguinte?’ Hans respondia batendo o casco no chão 11 vezes.” 

TEXTO III


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://nastrilhasdarazao.wordpress. com/2019/04/15/hans-o-esperto-o-cavalo-que-sabia-contar/. Acesso em: 20 jan. 2024.



A partir da leitura do trecho do texto I e do texto III, analise as afirmativas a seguir.

I. O trecho transcrito do texto I e a figura representada no texto III abordam assuntos afins, embora empreguem linguagens diferentes.
II. A organização estilístico-composicional, no trecho do texto I, apresenta o entrecruzamento de sequências narrativa e injuntiva.
III. Os dois textos, cada um à sua maneira, enfocam o mesmo personagem, porém a abordagem numa perspectiva crítico-irônica se faz presente no texto III.
IV. Os dois textos se aproximam quanto aos seus propósitos comunicativos, porém cada um trata da matéria segundo as características do respectivo gênero.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2508890 Português
TEXTO I


A triste história de Kluge Hans, o cavalo
que calculava



Uns 120 anos atrás, uma das maiores celebridades da ciência mundial era Kluge Hans (João Esperto, em alemão), o cavalo que, segundo o seu dono, sabia somar, subtrair, multiplicar, dividir, operar com frações, dizer as horas e calcular dias da semana.


O proprietário, o professor de matemática e treinador de cavalos amador, Wilhelm von Osten, exibia Hans publicamente, sem cobrar ingresso, para grande espanto da audiência. Por exemplo, quando Von Osten perguntava “se o oitavo dia do mês é uma terça-feira, em que data cai a sexta-feira seguinte?” Hans respondia batendo o casco no chão 11 vezes.


Os céticos diziam que era fraude, que Von Osten passava as respostas ao bicho por meio de sinais. Mas Hans acertava mesmo quando o dono estava ausente e as perguntas eram feitas por outra pessoa. Assim, a lenda do cavalo que calculava não parava de crescer.


Perante o interesse do público, a autoridade educacional da Alemanha criou uma comissão de 13 especialistas para investigar o fenômeno. Além do psicólogo Carl Stumpf, que a presidia, ela incluía um veterinário, um gerente de circo, um oficial de cavalaria, vários professores e o diretor do zoológico de Berlim. Em setembro de 1904 saiu o relatório, o qual inocentava Von Osten de qualquer truque.


Então, o biólogo e psicólogo Oskar Pfungst decidiu testar as habilidades do cavalo em diferentes condições: usando outras pessoas para questionar Hans; isolando o questionador e o cavalo do público; variando se Hans podia ver o questionador ou não; e até se o questionador sabia as respostas ou não.


Dessa forma, ele confirmou que não importava quem fazia as perguntas, o que comprovava que não havia má-fé da parte de Von Osten. Por outro lado, Pfungst constatou que Hans só respondia corretamente quando podia ver o questionador e este conhecia as respostas! De algum modo subconsciente, o questionador passava as respostas ao cavalo... E isso acontecia até quando era o próprio Pfungst quem questionava!


A descoberta lançou o descrédito sobre o pobre Hans, o que era muito injusto: mesmo não sendo capaz de calcular, Hans era um animal notável, com uma capacidade extraordinária para ler a expressão facial e a linguagem corporal dos humanos, melhor do que nós próprios somos capazes.


Von Osten não ficou convencido com as conclusões de Pfungst e continuou exibindo o seu fenômeno até morrer, em 1909. A partir daí, Hans passou por vários donos e acabou sendo alistado para servir na 1ª Guerra Mundial. O seu registro termina em 1916, quando, acredita-se, foi morto em combate.



VIANA, Marcelo. Folha de S.Paulo. Folha Corrida, 20 dez. 2023, p. B8 (adaptado).
A passagem do texto I em que há palavras empregadas em sentido próprio é:
Alternativas
Q2508858 Português

TRECHO DO TEXTO III


“Ele é uma das quatro espécies de micos que vivem no Brasil e, atualmente, está classificado como animal em risco de extinção.”


TEXTO V








Disponível em: https://encurtador.com.br/kxBN2. Acesso em: 26 jan. 2024.

Qual expressão do texto V sugere que o mico-leão-dourado é um animal em risco de extinção?
Alternativas
Q2508856 Português
TEXTO III



O mico-leão-dourado



Ele é uma das quatro espécies de micos que vivem no Brasil e, atualmente, está classificado como animal em risco de extinção.


Com cerca de 20 centímetros de altura, o mamífero originalmente habitava o estado do Rio de Janeiro até o litoral, conforme relatos dos séculos 16 e 17. Hoje, no entanto, ocorre apenas no interior do estado, na região chamada bacia do rio São João, principalmente em Rio das Ostras, Cabo Frio e Macaé.


Os micos-leões-dourados vivem em grupos com média de seis indivíduos – em geral, uma fêmea, um ou dois machos adultos e até três filhotes. Eles se alimentam de pequenas presas escondidas em pedaços de madeira e folhagem, além de consumir frutas e néctar de flores.


Os outros micos que habitam o Brasil, todos da Mata Atlântica, são: mico-leão-preto, mico-leão-da-cara-dourada e mico-leão-da-cara-preta. 
Assinale a alternativa em que é sugerido um antônimo adequado para a palavra destacada na frase.
Alternativas
Q2508854 Português
TEXTO III



O mico-leão-dourado



Ele é uma das quatro espécies de micos que vivem no Brasil e, atualmente, está classificado como animal em risco de extinção.


Com cerca de 20 centímetros de altura, o mamífero originalmente habitava o estado do Rio de Janeiro até o litoral, conforme relatos dos séculos 16 e 17. Hoje, no entanto, ocorre apenas no interior do estado, na região chamada bacia do rio São João, principalmente em Rio das Ostras, Cabo Frio e Macaé.


Os micos-leões-dourados vivem em grupos com média de seis indivíduos – em geral, uma fêmea, um ou dois machos adultos e até três filhotes. Eles se alimentam de pequenas presas escondidas em pedaços de madeira e folhagem, além de consumir frutas e néctar de flores.


Os outros micos que habitam o Brasil, todos da Mata Atlântica, são: mico-leão-preto, mico-leão-da-cara-dourada e mico-leão-da-cara-preta. 
De acordo com o texto, o mico-leão dourado
Alternativas
Q2508852 Português

TEXTO II






Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=0lwdp81tEhg.

Acesso em: 25 jan. 2024.

A partir da leitura dos textos I e II, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2508849 Português
TEXTO I


Popeye completa 95 anos de sucesso incontestável



Se você simplesmente disser “espinafre” para alguém que tenha, digamos, 30 anos ou mais, muito provavelmente virá na cabeça dessa pessoa a imagem de um marinheiro com um olho fechado, queixo evidente e partido ao meio, grandes antebraços e cachimbo no canto da boca — o Popeye. Com sua primeira aparição em janeiro de 1929, inicialmente numa tirinha de jornal (e ele nem era o personagem principal), o marujo faz 95 anos.


Popeye era uma espécie de pai dos super-heróis modernos. A sua força vem justamente do espinafre, uma verdura amarga e bastante saborosa (uma vez que você se acostuma com ela). Em momento de necessidade, é só abrir uma lata, ingerir aos poucos o conteúdo e, imediatamente, botar os vilões para correr. Aliás, lata, recurso importante para a conservação de alimentos, não é muito comum no Brasil, já que é muito fácil achar espinafre fresco para comprar por aí.


Para Ivan Costa, sócio-fundador, curador de quadrinhos fã de Batman, o mais legal do Popeye é que ele foi das tirinhas às animações para o cinema, ganhou revistas em quadrinhos próprias, além de desenhos animados que se tornaram famosos em todo o mundo. “E isso tudo numa época em que não havia internet! É incrível!”. 



ALVES, Gabriel. Popeye completa 95 anos de sucesso
incontestável. Folha de S.Paulo, Folhinha, 17 jan. 2024
(adaptado).
Sobre o texto I, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

(   ) A história de Popeye se tornou famosa, inicialmente, nas telas do cinema.
(   ) O espinafre tornava forte o marinheiro, mas nem sempre assustava os inimigos.
(   ) As primeiras tirinhas com o super-herói foram publicadas há menos de cem anos.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2508808 Português
Soneto de amor total



Amo-te tanto, meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade


Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.


Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.


E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.



MORAES, Vinicius de. Disponível em: https://www.letras.mus.br/
vinicius-de-moraes/87149/. Acesso em: 16 fev. 2024.
Releia o verso, observando a palavra destacada: “Hei de morrer de amar mais do que pude.”.

Considerando o contexto apresentado no poema, é correto afirmar que o verbo destacado nesse verso
Alternativas
Q2508807 Português
Soneto de amor total



Amo-te tanto, meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade


Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.


Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.


E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.



MORAES, Vinicius de. Disponível em: https://www.letras.mus.br/
vinicius-de-moraes/87149/. Acesso em: 16 fev. 2024.
No verso “E de te amar assim muito e amiúde,”, o termo em destaque tem o sentido de
Alternativas
Q2508806 Português
Soneto de amor total



Amo-te tanto, meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade


Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.


Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.


E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.



MORAES, Vinicius de. Disponível em: https://www.letras.mus.br/
vinicius-de-moraes/87149/. Acesso em: 16 fev. 2024.
Qual é o efeito de sentido da figura de linguagem usada no verso “Hei de morrer de amar mais do que pude.”?
Alternativas
Q2508804 Português
Desafios educacionais para 2024 moldarão
o futuro da aprendizagem



Com a chegada de 2024, surge a necessidade de analisar as perspectivas educacionais e debater os desafios que moldarão o cenário educacional brasileiro ao longo deste ano.


Em 2023, foi possível constatar desafios significativos na educação brasileira, especialmente em relação à reorganização do Ensino Médio e à necessidade de uma gestão mais eficaz da aprendizagem e das emoções dos estudantes.


Além disso, apesar das diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para um currículo mais aberto e relevante, muitas escolas ainda seguem atreladas aos concursos e vestibulares, o que pode dificultar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais cruciais para a formação integral dos estudantes.


Dessa forma, algumas falhas educacionais ainda persistem, mostrando a preponderância do sistema educacional por aspectos quantitativos em detrimento dos qualitativos, em que a busca pela média muitas vezes leva à negligência do que não foi aprendido, criando obstáculos para uma aprendizagem contínua.


Por este motivo, para superar os desafios educacionais, é preciso inovar e repensar a dinâmica escolar, alinhando as expectativas entre família e escola, além de adotar abordagens mais individualizadas, como o trabalho em pequenos grupos e a incorporação de metodologias ativas, capazes de oferecer autonomia e formar estudantes mais engajados em sua própria aprendizagem.


RANGEL, Rita. Desafios educacionais para 2024 moldarão o
futuro da aprendizagem. Hoje em Dia. Disponível em: https://
www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/desafios-educacionaispara-2024-moldar-o-o-futuro-da-aprendizagem-1.1000174. Acesso
em: 16 fev. 2024. [Fragmento]
Quais elementos permitem classificar o texto como um artigo de opinião?
Alternativas
Q2508802 Português
Desafios educacionais para 2024 moldarão
o futuro da aprendizagem



Com a chegada de 2024, surge a necessidade de analisar as perspectivas educacionais e debater os desafios que moldarão o cenário educacional brasileiro ao longo deste ano.


Em 2023, foi possível constatar desafios significativos na educação brasileira, especialmente em relação à reorganização do Ensino Médio e à necessidade de uma gestão mais eficaz da aprendizagem e das emoções dos estudantes.


Além disso, apesar das diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para um currículo mais aberto e relevante, muitas escolas ainda seguem atreladas aos concursos e vestibulares, o que pode dificultar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais cruciais para a formação integral dos estudantes.


Dessa forma, algumas falhas educacionais ainda persistem, mostrando a preponderância do sistema educacional por aspectos quantitativos em detrimento dos qualitativos, em que a busca pela média muitas vezes leva à negligência do que não foi aprendido, criando obstáculos para uma aprendizagem contínua.


Por este motivo, para superar os desafios educacionais, é preciso inovar e repensar a dinâmica escolar, alinhando as expectativas entre família e escola, além de adotar abordagens mais individualizadas, como o trabalho em pequenos grupos e a incorporação de metodologias ativas, capazes de oferecer autonomia e formar estudantes mais engajados em sua própria aprendizagem.


RANGEL, Rita. Desafios educacionais para 2024 moldarão o
futuro da aprendizagem. Hoje em Dia. Disponível em: https://
www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/desafios-educacionaispara-2024-moldar-o-o-futuro-da-aprendizagem-1.1000174. Acesso
em: 16 fev. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.

“Dessa forma, algumas falhas educacionais ainda persistem, mostrando a preponderância do sistema educacional por aspectos quantitativos em detrimento dos qualitativos [...].”

Assinale a alternativa cuja reescrita mantém o sentido do trecho original.
Alternativas
Q2508800 Português
Desafios educacionais para 2024 moldarão
o futuro da aprendizagem



Com a chegada de 2024, surge a necessidade de analisar as perspectivas educacionais e debater os desafios que moldarão o cenário educacional brasileiro ao longo deste ano.


Em 2023, foi possível constatar desafios significativos na educação brasileira, especialmente em relação à reorganização do Ensino Médio e à necessidade de uma gestão mais eficaz da aprendizagem e das emoções dos estudantes.


Além disso, apesar das diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para um currículo mais aberto e relevante, muitas escolas ainda seguem atreladas aos concursos e vestibulares, o que pode dificultar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais cruciais para a formação integral dos estudantes.


Dessa forma, algumas falhas educacionais ainda persistem, mostrando a preponderância do sistema educacional por aspectos quantitativos em detrimento dos qualitativos, em que a busca pela média muitas vezes leva à negligência do que não foi aprendido, criando obstáculos para uma aprendizagem contínua.


Por este motivo, para superar os desafios educacionais, é preciso inovar e repensar a dinâmica escolar, alinhando as expectativas entre família e escola, além de adotar abordagens mais individualizadas, como o trabalho em pequenos grupos e a incorporação de metodologias ativas, capazes de oferecer autonomia e formar estudantes mais engajados em sua própria aprendizagem.


RANGEL, Rita. Desafios educacionais para 2024 moldarão o
futuro da aprendizagem. Hoje em Dia. Disponível em: https://
www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/desafios-educacionaispara-2024-moldar-o-o-futuro-da-aprendizagem-1.1000174. Acesso
em: 16 fev. 2024. [Fragmento]
Qual estratégia é proposta no texto para superar os desafios educacionais?
Alternativas
Q2508799 Português
Desafios educacionais para 2024 moldarão
o futuro da aprendizagem



Com a chegada de 2024, surge a necessidade de analisar as perspectivas educacionais e debater os desafios que moldarão o cenário educacional brasileiro ao longo deste ano.


Em 2023, foi possível constatar desafios significativos na educação brasileira, especialmente em relação à reorganização do Ensino Médio e à necessidade de uma gestão mais eficaz da aprendizagem e das emoções dos estudantes.


Além disso, apesar das diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para um currículo mais aberto e relevante, muitas escolas ainda seguem atreladas aos concursos e vestibulares, o que pode dificultar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais cruciais para a formação integral dos estudantes.


Dessa forma, algumas falhas educacionais ainda persistem, mostrando a preponderância do sistema educacional por aspectos quantitativos em detrimento dos qualitativos, em que a busca pela média muitas vezes leva à negligência do que não foi aprendido, criando obstáculos para uma aprendizagem contínua.


Por este motivo, para superar os desafios educacionais, é preciso inovar e repensar a dinâmica escolar, alinhando as expectativas entre família e escola, além de adotar abordagens mais individualizadas, como o trabalho em pequenos grupos e a incorporação de metodologias ativas, capazes de oferecer autonomia e formar estudantes mais engajados em sua própria aprendizagem.


RANGEL, Rita. Desafios educacionais para 2024 moldarão o
futuro da aprendizagem. Hoje em Dia. Disponível em: https://
www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/desafios-educacionaispara-2024-moldar-o-o-futuro-da-aprendizagem-1.1000174. Acesso
em: 16 fev. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.

“[...] muitas escolas ainda seguem atreladas aos concursos e vestibulares, o que pode dificultar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais cruciais para a formação integral dos estudantes.”

Qual recurso é utilizado nesse trecho para estabelecer uma relação coesiva?
Alternativas
Q2508665 Português
Julgue o item subsequente.

Os aumentativos sintéticos e analíticos são formas de expressar aumento de tamanho. Os aumentativos sintéticos utilizam palavras compostas, enquanto os aumentativos analíticos adicionam sufixos ao radical da palavra. Por exemplo, "casa grande" seria um aumentativo sintético e "casarão" um aumentativo analítico.

Alternativas
Q2508659 Português
Julgue o item subsequente.

O grau superlativo absoluto é expresso unicamente pela forma sintética, como em "A moça é organizadíssima", sendo a forma analítica considerada informal e inadequada para uso em contextos formais.
Alternativas
Q2508475 Português
TEXTO 2

Vale a pena reiterar que das concepções de gramática decorre necessariamente o modo como as coisas são tratadas. Assim, numa concepção de gramática como um conjunto de regras fixas, intocáveis e indiscutíveis, falta lugar para se admitir uma zona de oscilação. Noutras palavras, faltam regras cuja aplicação dependa das condições de uso, das intenções dos interlocutores e, até mesmo, do gosto, das escolhas estilísticas desses interlocutores. (ANTUNES, 2007, p.página 79)


Acerca das informações contidas no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2508288 Português

Meteoros, meteoroides e meteoritos


     Meteoros, meteoroides, meteoritos: os três termos soam semelhantes e são frequentemente confundidos. Na verdade, eles estão unidos por mais do que apenas seus nomes parecidos: estão relacionados aos flashes de luz chamados "estrelas cadentes", que às vezes são vistos cruzando o céu. Mas o mesmo objeto pode ter nomes diferentes, dependendo de onde ele está localizado.

        De acordo com a explicação da NASA, os meteoroides são rochas que ainda estão no espaço. Eles variam em tamanho e podem ir desde grãos de poeira até pequenos asteroides. Eles também podem ser o resultado de uma colisão entre dois asteroides (objeto rochoso que orbita o Sol, maior do que um meteoroide, mas menor do que um planeta), o que pode causar uma fragmentação em pequenos pedaços. Os meteoroides podem vir ainda de cometas.

       Quando os meteoroides entram na atmosfera da Terra (ou de outro planeta, como Marte), em alta velocidade, eles se transformam e queimam. Essas bolas de fogo resultantes são chamadas de meteoros.

        Ocasionalmente, pedaços maiores de rocha acabam caindo na superfície de um planeta. "Quando um meteoroide sobrevive a uma viagem pela atmosfera e atinge o solo, ele é chamado de meteorito", explica a agência espacial americana. Como os asteroides se formaram próximo aos primeiros momentos de existência do Sistema Solar, esses objetos são de grande interesse para os cientistas, pois oferecem muitas informações sobre como era o sistema onde está o planeta Terra durante seu passado.


(National Geographic Brasil. Adaptado)

Ler o trecho da música.


[...] Quem nesse mundo faz o que há durar

Pura semente dura: o futuro amor

Eu sou a chuva pra você secar

Pelo zunido das suas asas você me falou [...]


Relicário — Nando Reis.


Normalmente, músicas têm na construção de suas letras o que é chamado de “licença poética”. Devido a isso, muitas delas são vistas como “sem sentido”. Entre outros motivos, a presente confusão percebida no trecho se dá pela aparente falta de:
Alternativas
Q2508283 Português

Meteoros, meteoroides e meteoritos


     Meteoros, meteoroides, meteoritos: os três termos soam semelhantes e são frequentemente confundidos. Na verdade, eles estão unidos por mais do que apenas seus nomes parecidos: estão relacionados aos flashes de luz chamados "estrelas cadentes", que às vezes são vistos cruzando o céu. Mas o mesmo objeto pode ter nomes diferentes, dependendo de onde ele está localizado.

        De acordo com a explicação da NASA, os meteoroides são rochas que ainda estão no espaço. Eles variam em tamanho e podem ir desde grãos de poeira até pequenos asteroides. Eles também podem ser o resultado de uma colisão entre dois asteroides (objeto rochoso que orbita o Sol, maior do que um meteoroide, mas menor do que um planeta), o que pode causar uma fragmentação em pequenos pedaços. Os meteoroides podem vir ainda de cometas.

       Quando os meteoroides entram na atmosfera da Terra (ou de outro planeta, como Marte), em alta velocidade, eles se transformam e queimam. Essas bolas de fogo resultantes são chamadas de meteoros.

        Ocasionalmente, pedaços maiores de rocha acabam caindo na superfície de um planeta. "Quando um meteoroide sobrevive a uma viagem pela atmosfera e atinge o solo, ele é chamado de meteorito", explica a agência espacial americana. Como os asteroides se formaram próximo aos primeiros momentos de existência do Sistema Solar, esses objetos são de grande interesse para os cientistas, pois oferecem muitas informações sobre como era o sistema onde está o planeta Terra durante seu passado.


(National Geographic Brasil. Adaptado)

De acordo com as definições de tipo textual, o texto é:
Alternativas
Respostas
37001: B
37002: B
37003: D
37004: B
37005: A
37006: B
37007: B
37008: C
37009: B
37010: C
37011: D
37012: B
37013: A
37014: C
37015: B
37016: E
37017: E
37018: B
37019: B
37020: A