Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3627480 Português
Leia as afirmativas a seguir:

I. A criação de animais como aves, bovinos e suínos ganhou espaço na economia local, ao lado do cultivo tradicional de arroz.
II. O artesanato produzido na cidade inclui a fabricação de tijolos e carrancas, que são esculturas típicas das cidades ribeirinhas do São Francisco.
III. A principal fonte de emprego na cidade é a fazenda Santa Fé, que emprega mais funcionários do que a Prefeitura Municipal.
IV. O mercado informal na cidade inclui mercadinhos, papelarias, lojas de móveis e eletrodomésticos, mas não há nenhum tipo de serviço de alimentação.


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3627479 Português
Preencha as lacunas com as palavras adequadas de acordo com o texto fornecido:
O município de São Brás valoriza suas _________________, que têm sido modificadas ao longo dos anos. Entre as festas tradicionais, destacam-se a festa do padroeiro São Brás, realizada com amor e fé entre os meses de janeiro e fevereiro, e o comemorado carnaval com frevo e blocos carnavalescos. Além disso, os festejos juninos trazem apresentações de quadrilhas e cavalgadas na cidade e povoados. A festa de emancipação política, celebrada no dia 1º de outubro, inclui desfile cívico e shows artísticos. Outro aspecto da cultura local é a imagem do ________________, que possui mais de 240 anos e é símbolo de fé do povo. A música também tem seu espaço, com a tradicional filarmônica e a Banda Marcial. A filarmônica, fundada em 25 de agosto de 1978, se apresenta em datas cívicas e festas religiosas. A Banda Marcial, composta por jovens, se apresenta em datas como o dia da Independência e o aniversário da _________________. Ambas contribuem para enriquecer a cultura local.
Alternativas
Q3627470 Português
Leia atentamente o texto abaixo:
CÂNTICO DA MULHER SEM TERRA
Lavrei e semeei a terra. Fui também tão forte como ela. Em nosso ventre, revolvido e violado, a semente colocada foi sempre fecundada. Meu suor foi como a chuva que escorreu sobre ela, dia após dia. Meus pés descalços deixaram-lhe marcas para que ela, ao sentir seu peso e meu gemido, devolvesse a semente em árvore e fruto a meus filhos. Há anos que nós nos conhecemos – eu e a terra! Sobre ela fui escrava sonhando com a liberdade. Ajoelhei-me sobre o áspero solo para o ritual da semeadura. Escutei-lhe os cânticos que saíam de suas profundezas para agradecer-me os cuidados. O rio forte que por entre nós passava, louvava-nos a esperança. Meus olhos cheios d’água, um dia, cobertos de sombras viram-na engolir o corpo de meu filho. Molhei-a com minha angústia durante longos dias. Invejei-a, então, pois depositei-lhe no ventre o filho que estivera antes no meu. Amaldiçoei-lhe o roubo traiçoeiro. Mas ela, calma e paciente, apenas ouviu-me. Pouco tempo depois, dela brotou a plantação, verdejante e farta! Foi a sua resposta para minha mágoa. Esqueci a dor e recolhi os frutos, entusiasmada, para que outros filhos meus se tornassem fortes. Amei-a novamente. Corri cheia de alegria para festejar-lhe a florescência. Rolei com meu homem sobre ela para que fôssemos gênese e natureza. Passamos assim a sonhar juntas – eu e a terra – fêmeas e mães! Fomos todos ali amantes e boêmios da temporada! Acariciando as aves, as flores e toda a vegetação que nos cercavam. Até que um dia as mãos-feras invadiram nossa morada e nos tomaram tudo – o homem, a terra e a colheita! Hoje, pisamos então sobre o cimento quente da cidade – como seres banidos. Arrastando nossa dor – sempre eu e meus filhos – uns estranhos sem lugar algum! Apenas carregamos conosco a saudade e a fome. Meu corpo está árido – sem leite e sem alegria. Vamos assim, caminhando ao encontro da morte que nos aguarda na próxima calçada!
(RIBEIRO, s/d, p. 21)

Sobre o poema acima, analise as assertivas e identifique com C as assertivas corretas e E as assertivas erradas.
(___) O trecho “Fui também tão forte como ela” apresenta a figura de linguagem denominada de metáfora.
(___) O trecho “Meus olhos cheios d’água, um dia, cobertos de sombras viram-na engolir o corpo de meu filho” apresenta a figura de linguagem denominada de eufemismo. 
(___) No trecho “Molhei-a com minha angústia durante longos dias” encontramos a figura de linguagem denominada de metonímia.
(___) No trecho “Mas ela, calma e paciente, apenas ouviu-me” podemos encontrar a figura de linguagem denominada de personificação.
(___) O trecho “Meu corpo está árido – sem leite e sem alegria” encontramos a figura de linguagem denominada de metáfora.


A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3627362 Português

"Na última quinta-feira (19-10), foi dado início à implementação da Política Nacional Aldir Blanc, através do Decreto Nº 11.740/2023, assinado pelo presidente".


Acesso em: https://www.terra.com.br


A chamada de Política Nacional Aldir Blanc prevê repassar R$ 15 bilhões aos municípios e às unidades federativas até o ano de 2027. Esse valor será usado para fomento:

Alternativas
Q3627290 Português
Assinale a alternativa correta para preencher as lacunas do Hino de São Brás:
Seu pescado é o melhor da __________ Suas terras dão de tudo que __________ E a paisagem vista da Serra Maraba É uma atração para o __________ explorar
Alternativas
Q3627275 Português
SEGURANÇA



O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.

Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês. Mas os assaltos continuaram. Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar. Mas os assaltos continuaram. Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram. Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno. Mas os assaltos continuaram. Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair. Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua. Mas surgiu outro problema. As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade. A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


Publicado originalmente em: VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p.97-99.
De acordo com o texto:
Alternativas
Q3627274 Português
SEGURANÇA



O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.

Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês. Mas os assaltos continuaram. Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar. Mas os assaltos continuaram. Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram. Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno. Mas os assaltos continuaram. Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair. Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua. Mas surgiu outro problema. As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade. A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


Publicado originalmente em: VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p.97-99.
Considere as seguintes afirmações sobre o texto:

I. O condomínio foi assaltado apenas duas vezes.
II. O autor do texto acredita que a segurança só pode ser resolvida com a privação da liberdade.
III. Os moradores do condomínio aceitaram pacificamente o processo de instalação da cerca elétrica, tendo em vista que o mais importante era viver com segurança em seus lares.
IV. As grades nas janelas de todas as casas só foram colocadas após dois assaltantes entrarem no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário.


Assinale:
Alternativas
Q3627141 Português

Analise a figura abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Após a leitura, assinale a alternativa que indica qual é a finalidade principal do texto:

Alternativas
Q3626955 Português

Observe a figura abaixo e em seguida leia o texto:


Q_39 S G.png (742×263)


“Transformou muito a forma como nos comunicamos. De uma sociedade na qual os meios de comunicação de massas eram essencialmente controlados pelo Estado e por grandes empresas ou grupos empresariais, passamos a um ecossistema no qual qualquer pessoa com acesso à rede pode compartilhar suas opiniões, ideias e informações e chegar a diversos públicos sem a necessidade de nenhum intermediário.”


Disponível em: <https://cgi.br/guia-internet-democracia-e-eleicoes/cap-1/>. Acesso em: 04 jan. 2023.


Analisando a figura e o texto, conclui-se que: 

Alternativas
Q3626934 Português

Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.


TEXTO 3:


Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.


O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.


Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.


"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.


A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.


No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.


O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.


Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.


TEXTO 4: 

                   Q_13 S G 1.png (222×386)


                 Q_13 S G 2.png (446×248)



Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023


Sabendo que o Texto 4 é um infográfico, pode-se inferir que a sua função, neste contexto, é:
Alternativas
Q3626933 Português

Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.


TEXTO 3:


Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.


O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.


Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.


"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.


A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.


No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.


O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.


Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.


TEXTO 4: 

                   Q_13 S G 1.png (222×386)


                 Q_13 S G 2.png (446×248)



Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023


O Texto 4 é um infográfico que amplia as informações fornecidas no Texto 3. Textos dessa natureza oferecem uma representação visual de informações, dados ou conhecimentos, projetados para apresentar de maneira clara e concisa um conjunto de informações complexas de forma visualmente atraente. Neste sentido, o Texto 4:



I - combina elementos gráficos, como imagens, ícones e texto, para contar uma história.


II - combina elementos gráficos, como imagens, ícones e texto, para transmitir uma mensagem de forma rápida e eficiente.


III- pode ser usado  em uma variedade de contextos, incluindo publicidade, jornalismo, reportagem empresarial e educacional, e pode ser publicado tanto em formato impresso quanto digital.


IV- facilita a leitura e ajuda a comunicar informações complexas de forma rápida e acessível para o público em geral.



Estão CORRETOS apenas os itens:

Alternativas
Q3626932 Português

Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.


TEXTO 3:


Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.


O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.


Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.


"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.


A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.


No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.


O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.


Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.


TEXTO 4: 

                   Q_13 S G 1.png (222×386)


                 Q_13 S G 2.png (446×248)



Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023


Ainda segundo o Texto 3, qual é o principal dado apresentado no estudo da empresa de segurança Kaspersky?

Alternativas
Q3626930 Português

Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.


TEXTO 3:


Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.


O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.


Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.


"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.


A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.


No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.


O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.


Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.


TEXTO 4: 

                   Q_13 S G 1.png (222×386)


                 Q_13 S G 2.png (446×248)



Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023


De acordo com Texto 3, qual é a principal característica dos "deep fakes"?

Alternativas
Q3626928 Português

Leia o Texto 2 e responda à questão:


TEXTO 2:

            Q_2 S G.png (628×192)

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>. Acesso em: 01 mar. 2023.

Intertextualidade é um dos fatores da textualidade e se estabelece a partir da relação entre dois ou mais textos e/ou discursos, em que um deles faz referência ou alusão a outro, podendo acontecer explicitamente ou de forma implícita. Trata-se de um diálogo entre diferentes discursos que se relacionam entre si e que podem ser influenciados mutuamente. Levando essa afirmação em consideração, pode-se inferir que a intertextualidade ocorre no texto:
Alternativas
Q3626927 Português

Leia o Texto 2 e responda à questão:


TEXTO 2:

            Q_2 S G.png (628×192)

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>. Acesso em: 01 mar. 2023.

Qual das alternativas abaixo apresenta uma afirmação coerente com os elementos verbais e não verbais do texto?
Alternativas
Q3626924 Português

Leia o Texto 2 e responda à questão:


TEXTO 2:

            Q_2 S G.png (628×192)

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>. Acesso em: 01 mar. 2023.

Qual das alternativas abaixo melhor expressa a modalidade sugerida pelo Texto 2?
Alternativas
Q3626923 Português

Leia o Texto 2 e responda à questão:


TEXTO 2:

            Q_2 S G.png (628×192)

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>. Acesso em: 01 mar. 2023.

Levando em consideração os elementos textuais verbais e não-verbais da tirinha, assim como suas informações implícitas, qual é o principal dado apresentado no texto para aqueles que desejam explorar novos lugares e culturas?
Alternativas
Q3626922 Português

Leia o Texto 1 e responda à questão.


TEXTO 1:


q_1 S G.png (438×416)


Disponível em: <https://umbrasil.com/charges/charge-05-10-2020/>. Acesso em: 01 mar. 2023.

Ainda sobre a frase em questão, qual é o objetivo do uso da expressão "cabelos normais" na construção do texto?
Alternativas
Q3626919 Português

Leia o Texto 1 e responda à questão.


TEXTO 1:


q_1 S G.png (438×416)


Disponível em: <https://umbrasil.com/charges/charge-05-10-2020/>. Acesso em: 01 mar. 2023.

Ainda sobre as críticas levantadas pelo cartunista no Texto 1, pode-se inferir que:



I -  o cartum questiona o uso do termo “cabelos normais” que, em uma linha de pensamento, pode deixar nas entrelinhas a ideia de que outros tipos de cabelos são anormais, logo, não-naturais.


II - cartum questiona o fato de no mercado só ser possível encontrar cosméticos para pessoas de cabelos normais, denunciando a escassez de produtos para cabelos que fogem da normalidade.


III- o cartum discute acerca dos padrões de beleza imputados às pessoas com cabelos crespos, colocando em relevo a importância do mercado de cosméticos em se adequar à diversidade de fibras capilares.


IV- o cartum alerta as pessoas com cabelos fora do normal acerca da escassez de produtos no mercado para esse público, atentando à necessidade de adequação dos consumidores ao que é oferecido pelas marcas.


V- o cartum ironiza os padrões estéticos impostos pelo mercado, a partir de uma crítica ao embranquecimento dos cabelos de pessoas com a fibra capilar crespa.



Estão CORRETOS apenas os itens:

Alternativas
Q3626918 Português

Leia o Texto 1 e responda à questão.


TEXTO 1:


q_1 S G.png (438×416)


Disponível em: <https://umbrasil.com/charges/charge-05-10-2020/>. Acesso em: 01 mar. 2023.

A partir da leitura dos elementos verbais e não-verbais do Texto 1, é CORRETO afirmar que a crítica feita pelo cartunista tematiza:
Alternativas
Respostas
37121: A
37122: A
37123: A
37124: D
37125: B
37126: E
37127: E
37128: A
37129: E
37130: D
37131: A
37132: E
37133: A
37134: A
37135: D
37136: E
37137: B
37138: E
37139: C
37140: C