Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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TEXTO II
A Raposa e a Máscara
Uma raposa conseguiu invadir a casa de um ator e começou a remexer nos seus pertences. Foi aí que encontrou uma máscara linda, repleta de ornamentos e decorações. Segurou o objeto e exclamou: "Que cabeça bonita! Pena que não tem um cérebro lá dentro”
Moral: A aparência exterior nem sempre reflete aquilo que existe no nosso espírito.
TEXTO I
Respeito ao outro e boas histórias
A cultura do cancelamento está instalada. Faz estragos na sociedade. Também no nosso ofício informativo. Precisamos, todos, reinvestir no jornalismo factual de qualidade. Menos adjetivo e mais substantivo.
A crise do jornalismo não pode ser explicada, exclusivamente, pelo fenômeno da disrupção digital. Sua raiz mais profunda está em equívocos na condução do noticiário e das coberturas. O problema, frequentemente, está no conteúdo.
Pesquisas, inúmeras, dão uma pista precisa: as pessoas estão cansadas do olhar cinzento da imprensa. Ler jornal deixou de ser prazeroso. O negativismo permanente é uma forma de falsear a verdade. A vida, como os quadros, é composta de luzes e sombras. Precisamos denunciar com responsabilidade. Mas devemos, ao mesmo tempo, mostrar o lado positivo da vida. (Carlos Alberto Di Franco. “Respeito ao outro e boas histórias”. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao.12.12.2022. Adaptado)
Considere as passagens do texto:
• Faz estragos na sociedade. Também no nosso ofício informativo. (1º parágrafo)
• Sua raiz mais profunda está em equívocos na condução do noticiário e das coberturas. (2º parágrafo)
• O negativismo permanente é uma forma de falsear a verdade. (3º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
TEXTO I
Respeito ao outro e boas histórias
A cultura do cancelamento está instalada. Faz estragos na sociedade. Também no nosso ofício informativo. Precisamos, todos, reinvestir no jornalismo factual de qualidade. Menos adjetivo e mais substantivo.
A crise do jornalismo não pode ser explicada, exclusivamente, pelo fenômeno da disrupção digital. Sua raiz mais profunda está em equívocos na condução do noticiário e das coberturas. O problema, frequentemente, está no conteúdo.
Pesquisas, inúmeras, dão uma pista precisa: as pessoas estão cansadas do olhar cinzento da imprensa. Ler jornal deixou de ser prazeroso. O negativismo permanente é uma forma de falsear a verdade. A vida, como os quadros, é composta de luzes e sombras. Precisamos denunciar com responsabilidade. Mas devemos, ao mesmo tempo, mostrar o lado positivo da vida. (Carlos Alberto Di Franco. “Respeito ao outro e boas histórias”. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao.12.12.2022. Adaptado)
Considerando os elementos que constituem a comunicação, predomina no trecho acima:
Releia o parágrafo a seguir e responda à questão.
"A dignidade das pessoas em situação de rua é direito humano inviolável, logo, é inaceitável a dependência de sua realização à benevolência de particulares, em razão da omissão do Estado", acrescentou Moraes.” 15º§
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Moraes diz que Estado é omisso com moradores de rua e proíbe remoções forçadas. Ministro deu 120 dias para que governo federal crie uma política nacional sobre o tema.
Brasília – 25 jul. 2023
José Marques
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta terça-feira (25) que o governo federal crie em 120 dias um plano de ação e monitoramento para que seja implementada uma política nacional sobre moradores de rua.
Ele também ordenou, de forma imediata, que estados, Distrito Federal e municípios sigam as diretrizes de um decreto federal de 2009que instituiu a chamada Política Nacional para a População em Situações de Rua.
O ministro decidiu ainda que, no âmbito de suas zeladorias urbanas, os Executivos devem efetivar medidas que garantam a segurança pessoal e dos bens das pessoas em situação de rua nos abrigos institucionais.
Moraes proíbe o recolhimento forçado de bens e pertences e ordena que sejam disponibilizados o apoio da vigilância sanitária para garantir abrigo aos animais dos moradores de rua.
É proibido, ainda, o emprego de técnicas da chamada "arquitetura hostil" contra a população de rua ou o levantamento de barreiras que dificultem o acesso a serviços públicos.
A zeladoria urbana terá que divulgar previamente o dia, o horário e o local de suas ações, para que os moradores de rua recolham seus pertences e haja limpeza dos espaços sem conflito.
De acordo com a decisão de Moraes, o governo federal terá que elaborar nos 120 dias um diagnóstico atual da população de rua, identificando perfis, procedências e suas principais necessidades.
A ideia é criar instrumentos de diagnóstico dessa população para a criação de políticas públicas. O diagnóstico deve amparar a criação de meios de fiscalização de processos de despejo e reintegração de posse no país e seu impacto na população de rua, por exemplo.
Além disso, servirá para a elaboração de diretrizes para intervenções do poder público, pautadas em tratamento humanizado e não violento da população de rua.
Em 120 dias, municípios e Distrito Federal também terão que fazer um "diagnóstico pormenorizado da situação nos respectivos territórios" com a indicação do quantitativo de pessoas de rua por área geográfica, quantidade e local das vagas de abrigo e de capacidade de fornecimento de alimentação.
A decisão de Moraes foi feita a pedido da Rede Sustentabilidade, do PSOL e do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto).
Eles sustentam que há um "estado de completa omissão estatal" sobre a população de rua e não há "política pública eficaz para atender a esse grupo vulnerável", além de não haver um censo nacionalmente coordenado para estimar sua dimensão.
Em sua decisão, Alexandre de Moraes disse que "a violação maciça de direitos humanos, a indicar um potencial estado de coisas inconstitucional, impele o Poder Judiciário a intervir, a mediar e a promover esforços na reimaginação de uma estrutura de enfrentamento para as mazelas que, lastimavelmente, caracterizam uma determinada conjuntura, tal qual aquela que se apresenta".
"Assim, embora seja possível, como visto, impor medidas concretas mais urgentes no intuito de garantir um mínimo de existência digna, também revela-se necessário mobilizar os demais poderes, tanto mais afeitos às especificidades das políticas públicas, na construção de uma solução robusta e duradoura", acrescentou o ministro.
"A dignidade das pessoas em situação de rua é direito humano inviolável, logo, é inaceitável a dependência de sua realização à benevolência de particulares, em razão da omissão do Estado", acrescentou Moraes. [...]
https://www1.folha.uol.com.br
A construção desse trecho do texto é marcada predominantemente pela função da linguagem
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Moraes diz que Estado é omisso com moradores de rua e proíbe remoções forçadas. Ministro deu 120 dias para que governo federal crie uma política nacional sobre o tema.
Brasília – 25 jul. 2023
José Marques
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta terça-feira (25) que o governo federal crie em 120 dias um plano de ação e monitoramento para que seja implementada uma política nacional sobre moradores de rua.
Ele também ordenou, de forma imediata, que estados, Distrito Federal e municípios sigam as diretrizes de um decreto federal de 2009que instituiu a chamada Política Nacional para a População em Situações de Rua.
O ministro decidiu ainda que, no âmbito de suas zeladorias urbanas, os Executivos devem efetivar medidas que garantam a segurança pessoal e dos bens das pessoas em situação de rua nos abrigos institucionais.
Moraes proíbe o recolhimento forçado de bens e pertences e ordena que sejam disponibilizados o apoio da vigilância sanitária para garantir abrigo aos animais dos moradores de rua.
É proibido, ainda, o emprego de técnicas da chamada "arquitetura hostil" contra a população de rua ou o levantamento de barreiras que dificultem o acesso a serviços públicos.
A zeladoria urbana terá que divulgar previamente o dia, o horário e o local de suas ações, para que os moradores de rua recolham seus pertences e haja limpeza dos espaços sem conflito.
De acordo com a decisão de Moraes, o governo federal terá que elaborar nos 120 dias um diagnóstico atual da população de rua, identificando perfis, procedências e suas principais necessidades.
A ideia é criar instrumentos de diagnóstico dessa população para a criação de políticas públicas. O diagnóstico deve amparar a criação de meios de fiscalização de processos de despejo e reintegração de posse no país e seu impacto na população de rua, por exemplo.
Além disso, servirá para a elaboração de diretrizes para intervenções do poder público, pautadas em tratamento humanizado e não violento da população de rua.
Em 120 dias, municípios e Distrito Federal também terão que fazer um "diagnóstico pormenorizado da situação nos respectivos territórios" com a indicação do quantitativo de pessoas de rua por área geográfica, quantidade e local das vagas de abrigo e de capacidade de fornecimento de alimentação.
A decisão de Moraes foi feita a pedido da Rede Sustentabilidade, do PSOL e do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto).
Eles sustentam que há um "estado de completa omissão estatal" sobre a população de rua e não há "política pública eficaz para atender a esse grupo vulnerável", além de não haver um censo nacionalmente coordenado para estimar sua dimensão.
Em sua decisão, Alexandre de Moraes disse que "a violação maciça de direitos humanos, a indicar um potencial estado de coisas inconstitucional, impele o Poder Judiciário a intervir, a mediar e a promover esforços na reimaginação de uma estrutura de enfrentamento para as mazelas que, lastimavelmente, caracterizam uma determinada conjuntura, tal qual aquela que se apresenta".
"Assim, embora seja possível, como visto, impor medidas concretas mais urgentes no intuito de garantir um mínimo de existência digna, também revela-se necessário mobilizar os demais poderes, tanto mais afeitos às especificidades das políticas públicas, na construção de uma solução robusta e duradoura", acrescentou o ministro.
"A dignidade das pessoas em situação de rua é direito humano inviolável, logo, é inaceitável a dependência de sua realização à benevolência de particulares, em razão da omissão do Estado", acrescentou Moraes. [...]
https://www1.folha.uol.com.br
O LOBO E O CORDEIRO
Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin
Quando a razão não convence,
A força se torna razão
E, sem querer ouvir não,
O forte ao mais fraco vence.
Assim se deu certo dia,
Quando um tenro cordeirinho,
Feliz, bebia tranquilo
Num riacho cristalino.
Eis que chega um feroz lobo
À margem do tal riacho
E, vendo o pobre a beber,
Pensou como seria bom
Matar a sede e comer.
E sem demora ergueu a voz,
Surpreendendo o coitado:
"Por que turvas minha água?
Quem te fez assim ousado
Pra te indispores comigo?
Tua temeridade merece castigo!"
E o cordeiro com humildade
Contestou o lobo num aparte:
"Se estou vinte passos abaixo
E a água corre para cá,
Perdão, então como posso
A vossa água sujar?"
"Mas sujas", disse o malvado.
"E até pior: me contaram
que falaste mal de mim
durante o ano passado!"
"Eu, senhor?!
Não pode ter sido.
No ano passado, nem era nascido!"
"Então foi teu irmão, teu pai
ou algum outro parente!",
retrucou o lobo impaciente.
E, antes que o outro replicasse,
o lobo resolveu o impasse:
saltou ágil e num golpe só
abateu o cordeiro e devorou sem dó!
(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
O LOBO E O CORDEIRO
Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin
Quando a razão não convence,
A força se torna razão
E, sem querer ouvir não,
O forte ao mais fraco vence.
Assim se deu certo dia,
Quando um tenro cordeirinho,
Feliz, bebia tranquilo
Num riacho cristalino.
Eis que chega um feroz lobo
À margem do tal riacho
E, vendo o pobre a beber,
Pensou como seria bom
Matar a sede e comer.
E sem demora ergueu a voz,
Surpreendendo o coitado:
"Por que turvas minha água?
Quem te fez assim ousado
Pra te indispores comigo?
Tua temeridade merece castigo!"
E o cordeiro com humildade
Contestou o lobo num aparte:
"Se estou vinte passos abaixo
E a água corre para cá,
Perdão, então como posso
A vossa água sujar?"
"Mas sujas", disse o malvado.
"E até pior: me contaram
que falaste mal de mim
durante o ano passado!"
"Eu, senhor?!
Não pode ter sido.
No ano passado, nem era nascido!"
"Então foi teu irmão, teu pai
ou algum outro parente!",
retrucou o lobo impaciente.
E, antes que o outro replicasse,
o lobo resolveu o impasse:
saltou ágil e num golpe só
abateu o cordeiro e devorou sem dó!
(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
"Por que turvas minha água? / Quem te fez assim ousado / Pra te indispores comigo? / Tua temeridade merece castigo!"
As palavras destacadas acima, na mesma ordem em que são apresentadas, são SINÔNIMAS de
Sônia Rosa
Encontrei
um livro abandonado
na rua
Era um livro
cheio de histórias...
Estava sujo
maltratado
Levei pra minha casa
Cuidei dele
Tratei de suas feridas
Criei capa bonita
Consegui recuperá-lo!
Foi assim que as histórias
entraram na minha casa
E nunca mais saíram
(Fonte: Palavras encantadas. Rio de Janeiro. Ed. Zit, 2008)
Sônia Rosa
Encontrei
um livro abandonado
na rua
Era um livro
cheio de histórias...
Estava sujo
maltratado
Levei pra minha casa
Cuidei dele
Tratei de suas feridas
Criei capa bonita
Consegui recuperá-lo!
Foi assim que as histórias
entraram na minha casa
E nunca mais saíram
(Fonte: Palavras encantadas. Rio de Janeiro. Ed. Zit, 2008)
"Consegui recuperá-lo!"
Considerando que a frase acima esteja relacionada com um objeto estragado, a palavra destacada acima é SINÔNIMA de
Quanto aos sinônimos; relacione as colunas:
I. Gerar.
II. Dia.
III. Preparado.
IV. Prudente.
V. Instrução.
VI. Forma.
VII. Significativo.
( ) É relevante quando um currículo traz outras línguas.
( ) Quando criar novos acervos em sua biblioteca me avise, João.
( ) Ter uma ou outra ideia não o torna um sábio, menino Felipe.
( ) Veja a maneira como as pessoas a tratam naquela casa.
( ) Às vezes pensam que sou apto a preencher a vaga de contador.
( ) Nem sempre é noite de luar no sertão nordestino.
( ) Poucas vezes fui sensata na arrumação das mesas para festas.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta de cima para baixo:
I. Porque 95,5% não possuem uma alimentação adequada e 38,6% está acima do peso.
II. O percentual de 44% é sedentário e 31,7% possuem um nível de estresse elevado.
III. A ansiedade teve um aumento de 24%, comparada com um estudo anterior.
IV. O Brasil possui a população menos ansiosa do mundo. VI. Estudo da Fiocruz aponta que 72% da população sofre de insônia.
Qual das assertivas não corresponde ao que afirma o texto: