Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2523799 Português
Assinale a alternativa que apresenta as duas palavras do texto que pertencem à mesma classe gramatical da palavra destacada em: MAIO AMARELO.
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Q2523657 Português

 Ditado para o professor: uma possibilidade de escrita na alfabetização


     

 


(Disponível em: novaescola.org.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Segundo Koch: “A coesão referencial é aquela em que um componente da superfície do texto faz remissão a outro(s) elemento(s) nela presentes ou inferíveis a partir do universo textual”. São formas remissivas lexicais:


I. Expressões ou grupos nominais definidos.


II. Nominalizações.


III. Expressões sinônimas ou quase sinônimas.


IV. Hiperônimos ou indicadores de classes.


V. Pronomes adjetivos, artigos definidos e indefinidos.


Quais estão corretas? 

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Q2523477 Português
Texto I





LISPECTOR, Clarice. O primeiro livro de cada uma das minhas vidas. In: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2020.
No texto, a enunciadora
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Q2523474 Português
Texto I





LISPECTOR, Clarice. O primeiro livro de cada uma das minhas vidas. In: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2020.
Analise os trechos a seguir.

I. “Prefiro falar do primeiro livro de cada uma de minhas vidas. Busco na memória e tenho a sensação quase física nas mãos ao segurar aquela preciosidade: um livro fininho que contava a história do patinho feio e da lâmpada de Aladim.” (linhas 02-07)

II. “Essa história me fez meditar muito, e identifiqueime com o sofrimento do patinho feio – quem sabe se eu era um cisne?” (linhas 13-16)

III. “Depois de cerca de um mês de venha amanhã, o que eu, embora altiva que era, recebia com humildade para que a menina não me cortasse de vez a esperança, a mãe daquele primeiro monstrinho de minha vida notou o que se passava [...].” (linhas 39-44)

Considerando os trechos apresentados, assinale a afirmação verdadeira.
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Q2523473 Português
Texto I





LISPECTOR, Clarice. O primeiro livro de cada uma das minhas vidas. In: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2020.
O tema central do texto é
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Q2523421 Português
Leia o texto para responder a questão.


Sozinhos


    Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.

    – Ronca.

    – Não ronco.

    – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.

    Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois sozinhos.

    – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.

    – Humrfm – diz o velho.

    Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.

    Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.

    – Rarrá! – diz a velha, feliz.

        Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!

    – Rarrá! – diz o velho, vingativo.

    E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.

    “Estão prontos?”

    “Não, acho que ainda não…”

    “Então vamos voltar amanhã…”


(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, na frase – E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. (13o parágrafo) –, a expressão destacada pode ser substituída por
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Q2523418 Português
Leia o texto para responder a questão.


Sozinhos


    Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.

    – Ronca.

    – Não ronco.

    – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.

    Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois sozinhos.

    – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.

    – Humrfm – diz o velho.

    Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.

    Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.

    – Rarrá! – diz a velha, feliz.

        Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!

    – Rarrá! – diz o velho, vingativo.

    E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.

    “Estão prontos?”

    “Não, acho que ainda não…”

    “Então vamos voltar amanhã…”


(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
Na frase – Os filhos raramente visitam os pais. (5o parágrafo) –, o advérbio destacado é antônimo de
Alternativas
Q2523417 Português
Leia o texto para responder a questão.


Sozinhos


    Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.

    – Ronca.

    – Não ronco.

    – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.

    Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois sozinhos.

    – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.

    – Humrfm – diz o velho.

    Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.

    Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.

    – Rarrá! – diz a velha, feliz.

        Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!

    – Rarrá! – diz o velho, vingativo.

    E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.

    “Estão prontos?”

    “Não, acho que ainda não…”

    “Então vamos voltar amanhã…”


(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
Com a frase – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa. (4o parágrafo) –, entende-se que a velha
Alternativas
Q2523416 Português
Leia o texto para responder a questão.


Sozinhos


    Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.

    – Ronca.

    – Não ronco.

    – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.

    Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois sozinhos.

    – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.

    – Humrfm – diz o velho.

    Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.

    Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.

    – Rarrá! – diz a velha, feliz.

        Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!

    – Rarrá! – diz o velho, vingativo.

    E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.

    “Estão prontos?”

    “Não, acho que ainda não…”

    “Então vamos voltar amanhã…”


(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)

Na passagem – E em seguida tem a ideia infeliz. (6o parágrafo) –, a expressão destacada tem como consequência a descoberta d

Alternativas
Q2523415 Português
Leia o texto para responder a questão.


Sozinhos


    Um casal de velhos mora sozinho numa casa. Já criaram os filhos, os netos já estão grandes, só lhes resta implicar um com o outro. Retomam com novo fervor uma discussão antiga. Ela diz que ele ronca quando dorme, ele diz que é mentira.

    – Ronca.

    – Não ronco.

    – Ele diz que não ronca – comenta ela, impaciente, como se falasse com uma terceira pessoa.

    Mas não existe outra pessoa na casa. Os filhos raramente visitam os pais. Os netos, nunca. A empregada vem de manhã, faz o almoço, deixa o jantar e sai cedo. Ficam os dois sozinhos.

    – Eu devia gravar os seus roncos, pra você se convencer – diz ela. E em seguida tem a ideia infeliz. – É o que eu vou fazer! Essa noite, quando você dormir, vou ligar o gravador e gravar os seus roncos. Vou gravar os seus roncos.

    – Humrfm – diz o velho.

    Sozinhos. Os velhos sozinhos na casa. Os dois vão para a cama. Quando o velho dorme, a velha liga o gravador. Mas em poucos minutos a velha também dorme. O gravador fica ligado, gravando. Pouco depois a fita acaba.

    Na manhã seguinte, certa do seu triunfo, a velha roda a fita. Ouvem-se alguns minutos de silêncio. Depois, alguém roncando.

    – Rarrá! – diz a velha, feliz.

        Pouco depois ouve-se o ronco de outra pessoa, a velha também ronca!

    – Rarrá! – diz o velho, vingativo.

    E em seguida, por cima do contraponto de roncos, ouve-se um sussurro. Uma voz indefinida. Pode ser de homem, de mulher ou de criança. A princípio – por causa dos roncos – não se distingue o que ela diz. Mas aos poucos as palavras vão ficando claras. São duas vozes. É um diálogo sussurrado.

    “Estão prontos?”

    “Não, acho que ainda não…”

    “Então vamos voltar amanhã…”


(Luis Fernando Verissimo. Comédias para se ler na escola. Adaptado)
De acordo com o texto, a ideia de que o velho roncava era uma
Alternativas
Q2523414 Português

Leia a charge para responder a questão.


      


(https://ndmais.com.br/opiniao/charges, 22.05.2021. Adaptado)

Sem prejuízo ao sentido original e em conformidade com a norma-padrão, a frase de Willy pode ser assim reescrita:
Alternativas
Q2523413 Português

Leia a charge para responder a questão.


      


(https://ndmais.com.br/opiniao/charges, 22.05.2021. Adaptado)

Considerando-se que o Dia Internacional do Abraço representado na charge aconteceu durante a crise sanitária de Covid-19, conclui-se corretamente que Bertha se arrumou com o objetivo de
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: SPTrans Prova: VUNESP - 2024 - SPTrans - Engenheiro Pleno |
Q2523328 Português

Leia a tira.


  Imagem associada para resolução da questão

(Bill Watterson. O melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 23.09.2023)


Infere-se que o garoto desiste da ida ao zoológico sobretudo porque

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Q2523281 Português
Leia o texto para responder a questão.


 Sobre escrever bem: uma declaração

contra o império da simplicidade


Que tudo seja expresso com o mínimo de ruído, que o leitor compreenda de imediato cada mensagem, que as sentenças sejam diretas e limpas, concisas e coerentes – e que se escolha apenas um desses adjetivos para dizer o que se deseja. No império da simplicidade, eliminar palavras é o gesto literário por excelência. E assim vamos formando uma geração de escritores contrários ao dicionário e à linguagem; e uma geração de leitores que só desejam histórias fortes narradas limpidamente.

Ao escritor cabe sobretudo o medo. Deve temer os termos longos e abstratos, cada um passível de se tornar um peso morto sobre a página, a assombrar os leitores também assustados. Deve temer as palavras incomuns, as estranhas, as antigas, maculadas pela poeira dos séculos. Deve temer o olhar dos críticos, encarados como fiscais da clareza, e fugir de seu juízo definitivo de pretensão excessiva, de vaidade ou pedantismo. Ao escritor cabe a dieta da língua: ingerir apenas palavras magras e nutritivas, que não suscitem qualquer risco de resultarem indigestas aos estômagos sensíveis.

Assim recomendou a revista The Economist, num artigo que se propunha a ditar o que devem ler aqueles que querem escrever melhor. O que deve ler um bom escritor, segundo os economistas?

Uma sequência de manuais de estilo que defendem sempre a mesma doutrina, a começar pelo manual clássico do escritor George Orwell, que parece ter aberto a tradição de ataque à escrita obscura ou labiríntica, a tradição de defesa da razão, algo que só se encontraria nas palavras cotidianas reunidas na ordem costumeira. Que a literatura siga as diretrizes de eficácia que regem o pensamento econômico, que se faça objetiva e vendável, com custos mínimos: nisso culminam tantos princípios.

Para dar riqueza a essa visão um tanto empobrecida, evocam-se sempre alguns grandes nomes da boa literatura concisa. Entre anglófonos, Ernest Hemingway é incensado como modelo maior da economia das letras. Entre brasileiros, Graciliano Ramos se torna a referência máxima, na obsessão por um estilo seco assemelhado às vidas que ele retrata.


(FUKS, Julián. Em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/
julian-fuks/2023/10/07/sobre-escrever-bem-uma-declaracao-contra-
-o-imperio-da-simplicidade.htm. 07.10.2023. Adaptado)
Leia o período e assinale a alternativa cuja expressão completa corretamente a lacuna:

De acordo com o 4º parágrafo do texto, o autor considera que os ataques à escrita obscura ou labiríntica vêm tradicionalmente daqueles que veem a razão como algo ____________ linguagem do dia a dia.
Alternativas
Q2523265 Português

Julgue o item subsequente. 


Aspectos semânticos e estilísticos influenciam o sentido e o impacto do texto, incluindo a escolha e o emprego adequado das palavras, figuras de linguagem, estilo de escrita e registro linguístico. O sentido e a conotação das palavras podem variar de acordo com o contexto e a intenção do autor, sendo importante considerar esses aspectos na produção e interpretação de textos.

Alternativas
Q2523257 Português

Julgue o item subsequente. 


A compreensão e a interpretação de textos de gêneros variados são habilidades fundamentais para a comunicação eficaz e para o sucesso em diversas áreas da vida, desde a acadêmica até a profissional. Essas habilidades envolvem a capacidade de entender o significado global do texto, identificar suas partes constituintes, reconhecer informações explícitas e inferir informações implícitas. 

Alternativas
Q2523251 Português

Julgue o item subsequente. 


Os elementos de coesão e coerência são essenciais para garantir a fluidez e a clareza do texto, possibilitando a conexão harmoniosa entre suas partes e a compreensão do leitor. A coesão refere-se aos recursos linguísticos que estabelecem relações entre os elementos do texto, enquanto a coerência diz respeito à lógica interna do texto e à sua capacidade de fazer sentido para o leitor.

Alternativas
Q2523250 Português

Julgue o item subsequente. 


A organização textual compreende a estruturação coerente e coesa do texto, de acordo com sua finalidade comunicativa e as características do gênero textual. Os textos podem ser descritivos, narrativos ou dissertativos, cada um com suas particularidades quanto à sequência de ideias, uso de recursos linguísticos e estruturação do conteúdo.

Alternativas
Q2523249 Português

Julgue o item subsequente. 


Reconhecer tipos e gêneros textuais é importante para compreender as características específicas de cada texto e adequar a forma de produção ou interpretação de acordo com o contexto comunicativo. Tipos textuais, como narração, descrição, dissertação, exposição, argumentação apresentam características próprias que os distinguem uns dos outros.

Alternativas
Q2523121 Português
Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira
Coluna 1
1. Ele foi veloz feito um avião.
2. Cuidado! A boca do fogão está acesa.
3. Ela já bebeu três latas de Pepsi!
4. Seu olhar penetrante me deixava insegura!
Coluna 2
( ) catacrese.
( ) sinestesia.
( ) comparação.
( ) metonímia.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo. 
Alternativas
Respostas
36521: C
36522: D
36523: D
36524: A
36525: C
36526: B
36527: C
36528: A
36529: B
36530: E
36531: C
36532: C
36533: D
36534: C
36535: C
36536: C
36537: C
36538: E
36539: C
36540: B