Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 128.129 questões
"O comerciante sacudiu os ombros e vendeu o espelho, baratinho."
A expressão "sacudir os ombros", que aparece na frase acima, é SINÔMIMA de:
"Morava longe, numa casinha de sapé esquecida nos cafundós da mata."
Pela descrição acima, é CORRETO afirmar que o personagem da história
A frase acima foi reescrita de várias outras maneiras diferentes." Assinale a alternativa em que a forma reescrita apresenta o MESMO sentido da frase acima.
"E aquele sorriso meio sem jeito?
A palavra destacada no trecho acima, retirado do texto, é SINÔNIMA de
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Qual a relação de Lionel Messi, jogador de futebol argentino, a cantora Courtney Love, o nadador Michael Phelps e o cineasta Tim Burton? Os quatro são pessoas com certo grau de autismo que não os impediu de conseguir sucesso e bom desempenho na carreira, mesmo com os sinais e sintomas do Transtorno de Espectro Autista (TEA).
Infelizmente, os exemplos citados não refletem as dificuldades vividas por mais de dois milhões de brasileiros, mas sinalizam que o autismo, que é considerado um transtorno e não se encaixa na definição de doença, pode e deve ser tratado, para que os portadores de TEA possam se adequar ao convívio social, profissional e às atividades para as quais possam estar aptos.
Depoimentos demonstram como pessoas com o diagnóstico do transtorno surpreendem positivamente, quando são diagnosticadas e estimuladas para desenvolverem atividades da vida diária e principalmente quando inseridas na rotina escolar.
Na sociedade atual, que valoriza determinados padrões e comportamentos sem considerar a diversidade em que “as atenções humanas deixam a humanização de lado e buscam individualmente se concentrar nas relações sociais plenas e satisfatórias”, segundo Zygmunt Bauman, é preciso avançar quebrando tabus, derrubando preconceitos e padrões, buscando direitos que inclusive estão previstos em lei, “transformando a linguagem” e lançando mão do “ambiente virtual” conforme relatos de portadores de TEA.
Frequentemente a mesma sociedade que desconsidera a diversidade deixa de refletir que todos têm ou terão um dia uma deficiência que os impossibilitará ou impedirá de realizar alguma atividade, seja a simples dificuldade para aprender a ler uma cartilha quando criança, seja a dificuldade em ler pela perda de memória quando idoso. (...)
(Justa Helena Franco. Editorial. Revista RADIS, nº 239, ago. 2022, texto adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
DISCURSOS REVELAM NOVA LINGUAGEM DA ESPLANADA
Cultura, ciência e, principalmente, Lula. Um levantamento feito pelo GLOBO mostra que, com a mudança de governo, novas palavras ganharam força no vocabulário do poder. A análise levou em conta o discurso de todos os ministros que tomaram posse na última semana e mostra que temas escanteados na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro ganharam protagonismo nas falas dos 34 ministros que assumiram os cargos em cerimônias públicas.
Os anos em que o presidente Jair Bolsonaro contrariou as evidências científicas e defendeu o uso de medicamentos ineficazes contra a Covid-19 resultaram agora em destaque considerável para a ciência, por exemplo. A palavra foi citada 66 vezes nos discursos dos novos titulares da Esplanada dos Ministérios.
- Temos um papel de reforçar a comunicação pública da ciência e a valorização da ciência como parte de nossa cidadania – afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.
A diminuição da importância da cultura no governo Bolsonaro foi evidenciada com o fim do próprio ministério. Com isso, a recriação da pasta no governo Lula também significou o reaparecimento da palavra, usada 81 vezes.
- Nos últimos anos, faltou vacina, faltou comida, faltou remédio, faltou emprego, faltou educação, faltou cultura. Faltou sustentabilidade. Faltou vida – afirmou Simone Tebet.
A palavra “democracia”, por sua vez, foi citada 93 vezes, muito mais do que “exército” (citada dez vezes) e “militar” (que também apareceu dez vezes) somados. Já as palavras “companheiro” ou “companheira”, no singular e no plural, aparecerem 54 vezes.
Na primeira semana de governo, a análise dos dados também reflete o personalismo em torno do presidente Lula, cujo nome apareceu 256 vezes – o sexto mais lembrado. As duas palavras mais citadas foram “presidente”, repetida 366 vezes, e, é claro, “Brasil” proferida em 362 ocasiões.
Em diversos discursos, ministros tentaram apresentar o presidente como uma liderança mundial:
- É uma honra para mim estar à frente desse chamado feito por um dos maiores símbolos políticos de todo o planeta – disse Margareth Menezes, da Cultura.
Outros nomes também foram citados em diversas cerimônias: Alckmin, o vice-presidente, foi o segundo mais citado (28 vezes), seguido por “Dilma”, “Simone”, “Sarney” e “Gleisi”. A palavra “Deus”, que Bolsonaro também costumava repetir no lema: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, apareceu 27 vezes.
Em outra contraposição ao vocabulário do governo anterior, “mulher” foi citada 48 vezes por ministros, enquanto “homem” apareceu em 20 oportunidades. No levantamento feito pelo GLOBO em 2021 nos discursos de Bolsonaro, “homem” surgia duas vezes mais do que “mulher” nas falas do ex-presidente.
Não por acaso, a preocupação com uma linguagem mais inclusiva foi um dos temas da primeira semana. Alvo de críticas de Bolsonaro e de seus apoiadores, a linguagem neutra apareceu na largada do governo. A palavra “todes” foi utilizada por cerimonialistas em pelo menos seis eventos de transmissão de cargo.
A inclusão deu a tônica, por exemplo, da fala do advogado e professor Silvio Almeida ao assumir a chefia dos Direitos Humanos.
- Trabalhadoras e trabalhadores do Brasil, vocês existem e são valiosos para nós. Mulheres do Brasil, vocês existem e são valiosas para nós. Homens e mulheres pretos e pretas do Brasil, vocês existem e são valiosos para nós (...) – enumerou Almeida, citando ainda indígenas e a comunidade LGBTQIAP+.
(Dimitrius Dantas. O Globo, 08/01/23, p. 6)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
DISCURSOS REVELAM NOVA LINGUAGEM DA ESPLANADA
Cultura, ciência e, principalmente, Lula. Um levantamento feito pelo GLOBO mostra que, com a mudança de governo, novas palavras ganharam força no vocabulário do poder. A análise levou em conta o discurso de todos os ministros que tomaram posse na última semana e mostra que temas escanteados na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro ganharam protagonismo nas falas dos 34 ministros que assumiram os cargos em cerimônias públicas.
Os anos em que o presidente Jair Bolsonaro contrariou as evidências científicas e defendeu o uso de medicamentos ineficazes contra a Covid-19 resultaram agora em destaque considerável para a ciência, por exemplo. A palavra foi citada 66 vezes nos discursos dos novos titulares da Esplanada dos Ministérios.
- Temos um papel de reforçar a comunicação pública da ciência e a valorização da ciência como parte de nossa cidadania – afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.
A diminuição da importância da cultura no governo Bolsonaro foi evidenciada com o fim do próprio ministério. Com isso, a recriação da pasta no governo Lula também significou o reaparecimento da palavra, usada 81 vezes.
- Nos últimos anos, faltou vacina, faltou comida, faltou remédio, faltou emprego, faltou educação, faltou cultura. Faltou sustentabilidade. Faltou vida – afirmou Simone Tebet.
A palavra “democracia”, por sua vez, foi citada 93 vezes, muito mais do que “exército” (citada dez vezes) e “militar” (que também apareceu dez vezes) somados. Já as palavras “companheiro” ou “companheira”, no singular e no plural, aparecerem 54 vezes.
Na primeira semana de governo, a análise dos dados também reflete o personalismo em torno do presidente Lula, cujo nome apareceu 256 vezes – o sexto mais lembrado. As duas palavras mais citadas foram “presidente”, repetida 366 vezes, e, é claro, “Brasil” proferida em 362 ocasiões.
Em diversos discursos, ministros tentaram apresentar o presidente como uma liderança mundial:
- É uma honra para mim estar à frente desse chamado feito por um dos maiores símbolos políticos de todo o planeta – disse Margareth Menezes, da Cultura.
Outros nomes também foram citados em diversas cerimônias: Alckmin, o vice-presidente, foi o segundo mais citado (28 vezes), seguido por “Dilma”, “Simone”, “Sarney” e “Gleisi”. A palavra “Deus”, que Bolsonaro também costumava repetir no lema: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, apareceu 27 vezes.
Em outra contraposição ao vocabulário do governo anterior, “mulher” foi citada 48 vezes por ministros, enquanto “homem” apareceu em 20 oportunidades. No levantamento feito pelo GLOBO em 2021 nos discursos de Bolsonaro, “homem” surgia duas vezes mais do que “mulher” nas falas do ex-presidente.
Não por acaso, a preocupação com uma linguagem mais inclusiva foi um dos temas da primeira semana. Alvo de críticas de Bolsonaro e de seus apoiadores, a linguagem neutra apareceu na largada do governo. A palavra “todes” foi utilizada por cerimonialistas em pelo menos seis eventos de transmissão de cargo.
A inclusão deu a tônica, por exemplo, da fala do advogado e professor Silvio Almeida ao assumir a chefia dos Direitos Humanos.
- Trabalhadoras e trabalhadores do Brasil, vocês existem e são valiosos para nós. Mulheres do Brasil, vocês existem e são valiosas para nós. Homens e mulheres pretos e pretas do Brasil, vocês existem e são valiosos para nós (...) – enumerou Almeida, citando ainda indígenas e a comunidade LGBTQIAP+.
(Dimitrius Dantas. O Globo, 08/01/23, p. 6)
Leia com atenção o texto abaixo para responder à questão baseada nele.
Emojis - Imagens que 'substituem' as palavras na comunicação

Os emojis são
símbolos que são interpretados conforme a plataforma onde são visualizados. Na
imagem, as variações do emoji "rosto mostrando a língua" no iOS,
Android, Twitter e no Windows Phone. Imagem: Montagem UOL com imagens do
emojipedia.org
Carolina Cunha
Se você quer
transmitir uma emoção em mensagem via smartphone ou em conversas virtuais nas
redes sociais, provavelmente já deve ter usado o coração, a mão de “joinha”, as
palmas ou a cara feliz amarela.
Uma recente
pesquisa do Google descobriu que a palavra mais escrita via SMS ou chat em 2014
não era uma palavra, mas um desenho de coração vermelho. De acordo com a
empresa, a imagem e suas variações aparecem bilhões de vezes por dia pelo
mundo.
Comidas,
animais, transportes, pessoas, sentimentos. Todos esses desenhos coloridos que
aparecem como opção no seu teclado são chamados de emojis, imagens que
representam graficamente qualquer objeto, expressão, ideia ou conceito. Elas
são um fenômeno cultural, se tornaram fundamentais na comunicação e estão
mudando a forma de nos expressarmos.
Emoticon
versus Emojis
O emoji é uma
forma de linguagem pictográfica em mensagens de texto. Surgido no Japão na
década de 1990, foi criado por uma companhia telefônica como uma opção para
deixar as mensagens de texto mais divertidas e emocionais. O termo é resultado
da união das palavras nipônicas para imagem, escrita e caractere e em
2015, foi incluído no vocabulário oficial do dicionário Webster.
De acordo com o
dicionário britânico, emojis são “pequenas imagens, símbolos ou ícones usados
em campos de texto em comunicações eletrônicas (como em SMS, e-mails e redes
sociais) para expressar uma atitude emocional do escritor, transmitir
informações sucintas, comunicar uma mensagem brincalhona sem usar palavras”.
O emoji pode ser
considerado como uma evolução do emoticon, termo criado a partir das palavras
inglesas emotion (emoção) e icon (ícone). Os emoticons surgiram nos EUA em 1982
a partir de sequências de caracteres do teclado padrão, tais como :-) ou :-(. Foram
muito usados em programas de chat como o MSN Messenger e ICQ.
Emojis vieram
para ficar e seu uso está crescendo em rápida velocidade. Segundo a Unicode
Consortium, organização que regula a codificação na internet, o mundo tem mais
de 1.000 ícones catalogados. A entidade é responsável pela análise, aprovação e
a interpretação correta dos emojis criados em todo o mundo por empresas de
tecnologia.
Emojis e a
linguagem
As primeiras
formas de representação do homem foram as pinturas rupestres em cavernas.
Imagens gráficas ou sinais são usadas como linguagem desde a Antiguidade, como
a escrita cuneiforme dos sumérios, os desenhos dos maias e os hieróglifos
egípcios. Hoje existem línguas que usam ideogramas (imagens que representam
ideias), como os kanjis, símbolos não fonéticos usados na China, Taiwan e no
Japão.
Para Thomas
Dimson, engenheiro de software do app Hyperlapse, a popularidade do emoji
representa a ascensão de uma nova linguagem. Ele realizou um estudo que aponta
que em 2014 os emojis representaram quase metade das palavras utilizadas em
comentários, legendas e hashtags no Instagram.
Para algumas
pessoas, os caracteres com imagens podem ser considerados como um “alfabeto”
digital, um novo sistema linguístico de comunicação que tem o uso do computador
como mediador da interação verbal.
Será que
chegaremos ao tempo que voltaremos a nos comunicar apenas por imagens em vez de
textos como no Egito antigo? Críticos acreditam que os caracteres empobrecem a
linguagem e não conseguem transmitir a complexidade e riqueza de um assunto.
Seria muito difícil surgir uma obra literária em emoji que não soasse como um
grande resumo de ideias.
Ainda é cedo
para saber o futuro dos emojis e principalmente se eles têm potencial para se
tornarem um idioma ou uma forma de comunicação complexa. O mais provável é que
continuem a ser usados de forma complementar, em mensagens coloquiais que
combinem texto escrito e imagens.
Fonte: https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/emojis-imagens-que-substituem-as-palavras-na-comunicacao.htm
Leia com atenção o texto abaixo para responder à questão baseada nele.
Emojis - Imagens que 'substituem' as palavras na comunicação

Os emojis são
símbolos que são interpretados conforme a plataforma onde são visualizados. Na
imagem, as variações do emoji "rosto mostrando a língua" no iOS,
Android, Twitter e no Windows Phone. Imagem: Montagem UOL com imagens do
emojipedia.org
Carolina Cunha
Se você quer
transmitir uma emoção em mensagem via smartphone ou em conversas virtuais nas
redes sociais, provavelmente já deve ter usado o coração, a mão de “joinha”, as
palmas ou a cara feliz amarela.
Uma recente
pesquisa do Google descobriu que a palavra mais escrita via SMS ou chat em 2014
não era uma palavra, mas um desenho de coração vermelho. De acordo com a
empresa, a imagem e suas variações aparecem bilhões de vezes por dia pelo
mundo.
Comidas,
animais, transportes, pessoas, sentimentos. Todos esses desenhos coloridos que
aparecem como opção no seu teclado são chamados de emojis, imagens que
representam graficamente qualquer objeto, expressão, ideia ou conceito. Elas
são um fenômeno cultural, se tornaram fundamentais na comunicação e estão
mudando a forma de nos expressarmos.
Emoticon
versus Emojis
O emoji é uma
forma de linguagem pictográfica em mensagens de texto. Surgido no Japão na
década de 1990, foi criado por uma companhia telefônica como uma opção para
deixar as mensagens de texto mais divertidas e emocionais. O termo é resultado
da união das palavras nipônicas para imagem, escrita e caractere e em
2015, foi incluído no vocabulário oficial do dicionário Webster.
De acordo com o
dicionário britânico, emojis são “pequenas imagens, símbolos ou ícones usados
em campos de texto em comunicações eletrônicas (como em SMS, e-mails e redes
sociais) para expressar uma atitude emocional do escritor, transmitir
informações sucintas, comunicar uma mensagem brincalhona sem usar palavras”.
O emoji pode ser
considerado como uma evolução do emoticon, termo criado a partir das palavras
inglesas emotion (emoção) e icon (ícone). Os emoticons surgiram nos EUA em 1982
a partir de sequências de caracteres do teclado padrão, tais como :-) ou :-(. Foram
muito usados em programas de chat como o MSN Messenger e ICQ.
Emojis vieram
para ficar e seu uso está crescendo em rápida velocidade. Segundo a Unicode
Consortium, organização que regula a codificação na internet, o mundo tem mais
de 1.000 ícones catalogados. A entidade é responsável pela análise, aprovação e
a interpretação correta dos emojis criados em todo o mundo por empresas de
tecnologia.
Emojis e a
linguagem
As primeiras
formas de representação do homem foram as pinturas rupestres em cavernas.
Imagens gráficas ou sinais são usadas como linguagem desde a Antiguidade, como
a escrita cuneiforme dos sumérios, os desenhos dos maias e os hieróglifos
egípcios. Hoje existem línguas que usam ideogramas (imagens que representam
ideias), como os kanjis, símbolos não fonéticos usados na China, Taiwan e no
Japão.
Para Thomas
Dimson, engenheiro de software do app Hyperlapse, a popularidade do emoji
representa a ascensão de uma nova linguagem. Ele realizou um estudo que aponta
que em 2014 os emojis representaram quase metade das palavras utilizadas em
comentários, legendas e hashtags no Instagram.
Para algumas
pessoas, os caracteres com imagens podem ser considerados como um “alfabeto”
digital, um novo sistema linguístico de comunicação que tem o uso do computador
como mediador da interação verbal.
Será que
chegaremos ao tempo que voltaremos a nos comunicar apenas por imagens em vez de
textos como no Egito antigo? Críticos acreditam que os caracteres empobrecem a
linguagem e não conseguem transmitir a complexidade e riqueza de um assunto.
Seria muito difícil surgir uma obra literária em emoji que não soasse como um
grande resumo de ideias.
Ainda é cedo
para saber o futuro dos emojis e principalmente se eles têm potencial para se
tornarem um idioma ou uma forma de comunicação complexa. O mais provável é que
continuem a ser usados de forma complementar, em mensagens coloquiais que
combinem texto escrito e imagens.
Fonte: https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/emojis-imagens-que-substituem-as-palavras-na-comunicacao.htm
Leia com atenção o texto abaixo para responder à questão baseada nele.
Emojis - Imagens que 'substituem' as palavras na comunicação

Os emojis são
símbolos que são interpretados conforme a plataforma onde são visualizados. Na
imagem, as variações do emoji "rosto mostrando a língua" no iOS,
Android, Twitter e no Windows Phone. Imagem: Montagem UOL com imagens do
emojipedia.org
Carolina Cunha
Se você quer
transmitir uma emoção em mensagem via smartphone ou em conversas virtuais nas
redes sociais, provavelmente já deve ter usado o coração, a mão de “joinha”, as
palmas ou a cara feliz amarela.
Uma recente
pesquisa do Google descobriu que a palavra mais escrita via SMS ou chat em 2014
não era uma palavra, mas um desenho de coração vermelho. De acordo com a
empresa, a imagem e suas variações aparecem bilhões de vezes por dia pelo
mundo.
Comidas,
animais, transportes, pessoas, sentimentos. Todos esses desenhos coloridos que
aparecem como opção no seu teclado são chamados de emojis, imagens que
representam graficamente qualquer objeto, expressão, ideia ou conceito. Elas
são um fenômeno cultural, se tornaram fundamentais na comunicação e estão
mudando a forma de nos expressarmos.
Emoticon
versus Emojis
O emoji é uma
forma de linguagem pictográfica em mensagens de texto. Surgido no Japão na
década de 1990, foi criado por uma companhia telefônica como uma opção para
deixar as mensagens de texto mais divertidas e emocionais. O termo é resultado
da união das palavras nipônicas para imagem, escrita e caractere e em
2015, foi incluído no vocabulário oficial do dicionário Webster.
De acordo com o
dicionário britânico, emojis são “pequenas imagens, símbolos ou ícones usados
em campos de texto em comunicações eletrônicas (como em SMS, e-mails e redes
sociais) para expressar uma atitude emocional do escritor, transmitir
informações sucintas, comunicar uma mensagem brincalhona sem usar palavras”.
O emoji pode ser
considerado como uma evolução do emoticon, termo criado a partir das palavras
inglesas emotion (emoção) e icon (ícone). Os emoticons surgiram nos EUA em 1982
a partir de sequências de caracteres do teclado padrão, tais como :-) ou :-(. Foram
muito usados em programas de chat como o MSN Messenger e ICQ.
Emojis vieram
para ficar e seu uso está crescendo em rápida velocidade. Segundo a Unicode
Consortium, organização que regula a codificação na internet, o mundo tem mais
de 1.000 ícones catalogados. A entidade é responsável pela análise, aprovação e
a interpretação correta dos emojis criados em todo o mundo por empresas de
tecnologia.
Emojis e a
linguagem
As primeiras
formas de representação do homem foram as pinturas rupestres em cavernas.
Imagens gráficas ou sinais são usadas como linguagem desde a Antiguidade, como
a escrita cuneiforme dos sumérios, os desenhos dos maias e os hieróglifos
egípcios. Hoje existem línguas que usam ideogramas (imagens que representam
ideias), como os kanjis, símbolos não fonéticos usados na China, Taiwan e no
Japão.
Para Thomas
Dimson, engenheiro de software do app Hyperlapse, a popularidade do emoji
representa a ascensão de uma nova linguagem. Ele realizou um estudo que aponta
que em 2014 os emojis representaram quase metade das palavras utilizadas em
comentários, legendas e hashtags no Instagram.
Para algumas
pessoas, os caracteres com imagens podem ser considerados como um “alfabeto”
digital, um novo sistema linguístico de comunicação que tem o uso do computador
como mediador da interação verbal.
Será que
chegaremos ao tempo que voltaremos a nos comunicar apenas por imagens em vez de
textos como no Egito antigo? Críticos acreditam que os caracteres empobrecem a
linguagem e não conseguem transmitir a complexidade e riqueza de um assunto.
Seria muito difícil surgir uma obra literária em emoji que não soasse como um
grande resumo de ideias.
Ainda é cedo
para saber o futuro dos emojis e principalmente se eles têm potencial para se
tornarem um idioma ou uma forma de comunicação complexa. O mais provável é que
continuem a ser usados de forma complementar, em mensagens coloquiais que
combinem texto escrito e imagens.
Fonte: https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/emojis-imagens-que-substituem-as-palavras-na-comunicacao.htm
Com base em seus conhecimentos e no texto, assinale a opção correta.
Os emojis são considerados uma linguagem do tipo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Cortar completamente carne e laticínios faz bem à saúde? O que diz a ciência
Mais e mais pessoas estão comendo refeições vegetarianas e veganas — e parte do motivo é que isso é visto como mais saudável. A BBC buscou as evidências sobre o impacto na saúde.
O número de pessoas que diminuíram o consumo de carnes e laticínios ou cortaram completamente esses alimentos de suas dietas tem aumentado na última década.
Em 2018, segundo o Ibope, 30 milhões de brasileiros não comiam nenhuma carne — em áreas metropolitanas, o percentual de brasileiros vegetarianos havia saltado de 8%, em 2012, para 16% em 2018, segundo o instituto. Já no Reino Unido, segundo pesquisa da The Vegan Society, o número de veganos quadruplicou entre 2006 e 2018.
Uma motivação comum para quem decide deixar o bife para trás são os benefícios à saúde. A dieta vegana é geralmente considerada mais rica em fibras e tem índices menores de colesterol, proteínas, cálcio e sal do que a dieta onívora.
Mas ainda existem conceitos equivocados e a eliminação completa de carne, peixe, ovos e laticínios de nossas dietas gera preocupações.
Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente. Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso e é encontrada em carnes, peixes, ovos e laticínios, mas não em frutas ou vegetais.
Recomenda-se que os adultos consumam 1,5 microgramas de vitamina B12 por dia.
"A deficiência de B12 pode levar a sintomas neurológicos irreversíveis se a deficiência se prolongar muito", diz Janet Cade, do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds, no Reino Unido.
Um estudo recente com 48 mil pessoas com mais de 18 anos comparou a saúde de quem come carne, pescetarianos (aqueles que comem peixes, ovos e laticínios, mas não carne de outros animais) e vegetarianos, incluindo alguns veganos (aqueles que não consomem nenhum tipo de carne, nem produtos derivados de animais, como mel, leite, gelatina ou ovos).
Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca, mas maior risco de derrame, em parte, possivelmente, devido à falta de vitamina B12.
Os pesquisadores descobriram que aqueles que não comiam carne registraram 10 casos a menos de doenças cardíacas e três derrames a mais a cada mil pessoas, em comparação com carnívoros.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/23/cortar-complet amente-carne-e-laticinios-faz-bem-a-saude-o-que-diz-a-ciencia.ghtml. Acesso em 26.10.2023
I.Na sentença "Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente." (5º parágrafo) - as palavras sublinhadas retomam a palavra PREOCUPAÇÕES (4º parágrafo).
II.Também no quarto parágrafo, a expressão ESSA VITAMINA - "Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso [...]" - refere-se à vitamina B12.
III.No trecho "Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca [...]." (9º parágrafo), o pronome ELES refere-se aos pesquisadores do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
Cortar completamente carne e laticínios faz bem à saúde? O que diz a ciência
Mais e mais pessoas estão comendo refeições vegetarianas e veganas — e parte do motivo é que isso é visto como mais saudável. A BBC buscou as evidências sobre o impacto na saúde.
O número de pessoas que diminuíram o consumo de carnes e laticínios ou cortaram completamente esses alimentos de suas dietas tem aumentado na última década.
Em 2018, segundo o Ibope, 30 milhões de brasileiros não comiam nenhuma carne — em áreas metropolitanas, o percentual de brasileiros vegetarianos havia saltado de 8%, em 2012, para 16% em 2018, segundo o instituto. Já no Reino Unido, segundo pesquisa da The Vegan Society, o número de veganos quadruplicou entre 2006 e 2018.
Uma motivação comum para quem decide deixar o bife para trás são os benefícios à saúde. A dieta vegana é geralmente considerada mais rica em fibras e tem índices menores de colesterol, proteínas, cálcio e sal do que a dieta onívora.
Mas ainda existem conceitos equivocados e a eliminação completa de carne, peixe, ovos e laticínios de nossas dietas gera preocupações.
Uma delas é se uma dieta vegana fornece vitamina B12 suficiente. Essa vitamina ajuda a prevenir danos no sistema nervoso e é encontrada em carnes, peixes, ovos e laticínios, mas não em frutas ou vegetais.
Recomenda-se que os adultos consumam 1,5 microgramas de vitamina B12 por dia.
"A deficiência de B12 pode levar a sintomas neurológicos irreversíveis se a deficiência se prolongar muito", diz Janet Cade, do Grupo de Epidemiologia Nutricional da Escola de Ciência e Nutrição Alimentar da Universidade de Leeds, no Reino Unido.
Um estudo recente com 48 mil pessoas com mais de 18 anos comparou a saúde de quem come carne, pescetarianos (aqueles que comem peixes, ovos e laticínios, mas não carne de outros animais) e vegetarianos, incluindo alguns veganos (aqueles que não consomem nenhum tipo de carne, nem produtos derivados de animais, como mel, leite, gelatina ou ovos).
Eles descobriram que as pessoas com dietas veganas e vegetarianas têm menor risco de doença cardíaca, mas maior risco de derrame, em parte, possivelmente, devido à falta de vitamina B12.
Os pesquisadores descobriram que aqueles que não comiam carne registraram 10 casos a menos de doenças cardíacas e três derrames a mais a cada mil pessoas, em comparação com carnívoros.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/23/cortar-complet amente-carne-e-laticinios-faz-bem-a-saude-o-que-diz-a-ciencia.ghtml. Acesso em 26.10.2023
Observe a charge abaixo:

Fonte: Disponível em: <http://www.acaricaturadobrasil.com.
br/2020/06/charge-sobre-lixo.html> .
A charge acima ilustra dois tipos de resíduos, um que é encontrado em tempos sem COVID-19 e outros encontrados em tempo com COVID-19. Sobre a charge, identifique e marque a alternativa CORRETA.
Leia com atenção o texto a seguir:
Entrevistador: Bom dia, senhor Silva. Agradecemos por dedicar um tempo para falar conosco hoje. Poderia nos contar um pouco sobre sua experiência na área de tecnologia?
Senhor Silva: Bom dia, é um prazer estar aqui. Certamente, tenho mais de dez anos de experiência trabalhando com desenvolvimento de software, com foco em aplicações web e móveis. Ao longo desses anos, tive a oportunidade de liderar equipes em projetos desafiadores e inovadores.
Entrevistador: Parece uma trajetória bastante sólida. E quanto às suas habilidades técnicas, quais diria que são suas principais competências?
Senhor Silva: Minhas principais competências estão centradas em linguagens como JavaScript, Python e Ruby on Rails. Além disso, tenho uma forte familiaridade com frameworks front-end e uma boa compreensão de arquiteturas de banco de dados.
Entrevistador: Excelente. Com certeza, suas habilidades são de grande relevância para o que buscamos aqui na empresa. Poderia também compartilhar um exemplo de um projeto desafiador que liderou recentemente?
Senhor Silva: Certamente. Recentemente, liderei a equipe no desenvolvimento de uma plataforma de e-commerce que precisava ser escalável para atender a um aumento significativo de usuários durante a Black Friday. Foi um desafio técnico e organizacional complexo, mas conseguimos implementar soluções eficazes que resultaram em um aumento de 300% nas vendas comparado ao ano anterior.
Entrevistador: Impressionante, senhor Silva. Parece que tem uma sólida capacidade de enfrentar desafios. Agradecemos por compartilhar um pouco de sua experiência conosco hoje.



O segmento sublinhado no período acima, em relação a ele como um todo, desempenha papel de


