Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.337 questões
Coluna 1 Frases
1. Meu relacionamento com o Flávio é um campo de batalha. 2. Esta carta é tão preciosa como o maior tesouro para mim! 3. Meu gato gosta de ficar no braço do sofá. 4. Bebeu uma garrafa de vinho sozinho.
Coluna 2 Figuras de linguagem
( ) Metonímia ( ) Catacrese ( ) Metáfora ( ) Comparação
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
( ) Os olhos são o espelho da alma!
( ) Rubens gostava mesmo é de jogar bola com os amigos.
( ) Vanda estava farta de engolir sapos no seu trabalho!
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Leia atentamente o texto abaixo.
Limpeza Urbana
O serviço de limpeza urbana de Florianópolis foi reconhecido como o mais bem sucedido do Brasil pela ABREMA (Associação Brasileira de Resíduos do Meio Ambiente), na edição de 2023 do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana. Segundo ............... ferramenta, criada para analisar o grau de adesão dos municípios ....................... Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Capital teve crescimento substancial em relação ......... 2022, saindo de 0,629, para uma pontuação de 0,757 na edição atual. Com isso, a cidade alcançou a primeira colocação nacional entre os municípios com mais de 250 mil habitantes. O município catarinense de Blumenau ficou na segunda posição.
O resultado coloca a Capital num seleto grupo de 4% dos municípios, dos mais de 3.947 avaliados, ................ integrar um patamar de pontuação considerada “alta“. O prefeito de Florianópolis, Topazio Neto, celebrou o resultado e disse não ter dúvidas de que a cidade tem o melhor manejo de resíduos do Brasil. “A cada ano aumentamos o montante desviado do aterro sanitário, graças .................. ampliação contínua das ações de destinação mais sustentáveis e participação ativa das pessoas”.
Entre as ações de sustentabilidade, além da coleta seletiva, Florianópolis tem pontos de entrega de vidro espalhadas por toda a cidade, coleta de verdes e composteiras individuais que a prefeitura doa.
Durante o levantamento, quatro dimensões foram estudadas: o engajamento da sociedade com a temática, considerando o grau de desenvolvimento econômico, e a cobertura dos serviços de coleta; a capacidade de sustentar financeiramente as atividades de manejo dos resíduos; os esforços para reciclagem de materiais e a taxa de reaproveitamento; além da geração de passivo ambiental, que leva em conta a quantidade de resíduos dispostos em lixões ou aterros controlados.
“Florianópolis, embora ainda tenha desafios para trabalhar, é uma referência. Nenhuma cidade do país apresenta os resultados que conseguimos. Para nós, enquanto equipe, é o momento de celebrar o que tem dado certo e aprimorar os pontos sensíveis, sempre com foco no objetivo de ser uma cidade lixo zero num futuro próximo”, salienta o secretário de meio ambiente e desenvolvimento sustentável, Fábio Braga.
NDmais, Santa Catarina, ano 17, no 5548, janeiro de 2024, adaptado.
( ) A cidade de Florianópolis deve comemorar, pois é uma cidade lixo zero.
( ) A capital catarinense foi reconhecida como primeira colocada quanto ao seu serviço de limpeza urbana, dentre os municípios com mais de 250 mil habitantes.
( ) Florianópolis brevemente obterá pontos de entrega de vidro que serão espalhadas pela cidade.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Texto 1
A criação de suínos, embora comumente associada à colonização e à figura do colono de origem italiana ou alemã que migrou para o oeste catarinense a partir da década de 1920, remete ao século XIX, sendo um elemento comum na paisagem das florestas. A presença desses animais e a importância para o consumo humano pode ser constatada no sul do Brasil, inicialmente na região litorânea e posteriormente no planalto, acompanhando a formação das primeiras fazendas de criação de gado nos campos, a partir do século XVIII. A criação de porcos fez parte do povoamento das áreas de florestas nos interstícios das grandes fazendas das áreas de campo, deslocando-se a partir delas para o oeste catarinense e sudoeste paranaense a partir do século XIX (BRANDT, 2012).
Essa presença está ligada ao fato de, por ser um animal onívoro, alimentar-se de frutos caídos, sementes, raízes, relva e de qualquer animal pequeno, encontrado, por exemplo, nas florestas, despendendo menor necessidade de manejo que os herbívoros bois, cavalos e mulas (CROSBY, 1993). Outro fator importante para a adoção da criação do animal é sua capacidade de conversão de alimento em carne e banha em comparação a outros animais, como os bovinos. Os porcos convertem cerca de um quinto do que comem em alimento para consumo humano, contra aproximadamente um vigésimo dos bovinos, além do menor trabalho e tempo necessário para o abate ou comercialização (LAGO, 1988). Esse conjunto de elementos foi um dos responsáveis pela sua dispersão, acompanhando de forma conjunta a ocupação europeia do território. O porco foi e ainda é, como aponta Warren Dean (2004, p. 91), responsável por diversas situações de conservação e/ou disseminação da vegetação florestal, embora pudesse promover impactos na fauna local, ao competir com espécies nativas por alimento e espaço.
MORETTO, Samira Peruchi; BRANDT, Marlon.
Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/3381/
338160334011/html/. Acesso em: 25 de abr 2024.
Fragmento adaptado.
Texto 1
A criação de suínos, embora comumente associada à colonização e à figura do colono de origem italiana ou alemã que migrou para o oeste catarinense a partir da década de 1920, remete ao século XIX, sendo um elemento comum na paisagem das florestas. A presença desses animais e a importância para o consumo humano pode ser constatada no sul do Brasil, inicialmente na região litorânea e posteriormente no planalto, acompanhando a formação das primeiras fazendas de criação de gado nos campos, a partir do século XVIII. A criação de porcos fez parte do povoamento das áreas de florestas nos interstícios das grandes fazendas das áreas de campo, deslocando-se a partir delas para o oeste catarinense e sudoeste paranaense a partir do século XIX (BRANDT, 2012).
Essa presença está ligada ao fato de, por ser um animal onívoro, alimentar-se de frutos caídos, sementes, raízes, relva e de qualquer animal pequeno, encontrado, por exemplo, nas florestas, despendendo menor necessidade de manejo que os herbívoros bois, cavalos e mulas (CROSBY, 1993). Outro fator importante para a adoção da criação do animal é sua capacidade de conversão de alimento em carne e banha em comparação a outros animais, como os bovinos. Os porcos convertem cerca de um quinto do que comem em alimento para consumo humano, contra aproximadamente um vigésimo dos bovinos, além do menor trabalho e tempo necessário para o abate ou comercialização (LAGO, 1988). Esse conjunto de elementos foi um dos responsáveis pela sua dispersão, acompanhando de forma conjunta a ocupação europeia do território. O porco foi e ainda é, como aponta Warren Dean (2004, p. 91), responsável por diversas situações de conservação e/ou disseminação da vegetação florestal, embora pudesse promover impactos na fauna local, ao competir com espécies nativas por alimento e espaço.
MORETTO, Samira Peruchi; BRANDT, Marlon.
Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/3381/
338160334011/html/. Acesso em: 25 de abr 2024.
Fragmento adaptado.
Texto 1
A criação de suínos, embora comumente associada à colonização e à figura do colono de origem italiana ou alemã que migrou para o oeste catarinense a partir da década de 1920, remete ao século XIX, sendo um elemento comum na paisagem das florestas. A presença desses animais e a importância para o consumo humano pode ser constatada no sul do Brasil, inicialmente na região litorânea e posteriormente no planalto, acompanhando a formação das primeiras fazendas de criação de gado nos campos, a partir do século XVIII. A criação de porcos fez parte do povoamento das áreas de florestas nos interstícios das grandes fazendas das áreas de campo, deslocando-se a partir delas para o oeste catarinense e sudoeste paranaense a partir do século XIX (BRANDT, 2012).
Essa presença está ligada ao fato de, por ser um animal onívoro, alimentar-se de frutos caídos, sementes, raízes, relva e de qualquer animal pequeno, encontrado, por exemplo, nas florestas, despendendo menor necessidade de manejo que os herbívoros bois, cavalos e mulas (CROSBY, 1993). Outro fator importante para a adoção da criação do animal é sua capacidade de conversão de alimento em carne e banha em comparação a outros animais, como os bovinos. Os porcos convertem cerca de um quinto do que comem em alimento para consumo humano, contra aproximadamente um vigésimo dos bovinos, além do menor trabalho e tempo necessário para o abate ou comercialização (LAGO, 1988). Esse conjunto de elementos foi um dos responsáveis pela sua dispersão, acompanhando de forma conjunta a ocupação europeia do território. O porco foi e ainda é, como aponta Warren Dean (2004, p. 91), responsável por diversas situações de conservação e/ou disseminação da vegetação florestal, embora pudesse promover impactos na fauna local, ao competir com espécies nativas por alimento e espaço.
MORETTO, Samira Peruchi; BRANDT, Marlon.
Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/3381/
338160334011/html/. Acesso em: 25 de abr 2024.
Fragmento adaptado.
◼ Finalmente o juiz ( deferiu / diferiu ) o nosso requerimento.
◼ Foi considerada ( precedente / procedente ) a ação que questionava o aumento de salário.
◼ Helena ( ratificou / retificou ) que isso aconteceria!
Assinale a alternativa que indica corretamente as palavras que dão sentido as orações.
( ) O número de idosos cresceu extraordinariamente em todos os países.
( ) Com a média de vida ampliada, precisamos agora lidar com todos os impactos que esta acarreta.
( ) Após a pandemia da Covid-19, a expectativa de vida decresceu no Brasil.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.