Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3017014 Português

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Na tira, o humor reside:


Alternativas
Q3017013 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
Em “estamos aqui só para fazer nosso trabalho”, o termo em destaque dá ideia de:
Alternativas
Q3017012 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
Na passagem “Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho”, o termo em destaque refere-se ao:
Alternativas
Q3017010 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
A crônica "O Analista de Bagé" é um texto predominantemente:
Alternativas
Q3017009 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
Qual é o sentimento predominante do analista de Bagé ao final da história?
Alternativas
Q3017008 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
O que o analista de Bagé aprendeu após assistir ao espetáculo no circo?
Alternativas
Q3017007 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
Como o analista de Bagé se sente ao final do espetáculo no circo?
Alternativas
Q3017006 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
Qual é a lição que o analista de Bagé aprende após sua experiência no circo?
Alternativas
Q3017005 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
O que o analista de Bagé percebe ao assistir ao espetáculo no circo?
Alternativas
Q3017004 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
Por que o analista de Bagé decide ir ao circo no dia seguinte após se irritar com o barulho?
Alternativas
Q3017003 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
Qual a reação inicial do personagem principal ao barulho do circo?
Alternativas
Q3017002 Português
O ANALISTA DE BAGÉ

O analista de Bagé era um sujeito muito sério. Levava a vida a sério, o trabalho a sério, e até mesmo os prazeres a sério. Ele nunca ria, nunca chorava, nunca se exaltava. Era sempre o mesmo, calmo e impassível, como um monumento de pedra. 

Um dia, o analista de Bagé estava em seu consultório, atendendo um paciente, quando ouviu um barulho estrondoso do lado de fora. Era um circo que estava se armando na praça em frente ao seu prédio. O analista de Bagé ficou furioso. Ele não suportava barulho. Mandou sua secretária cancelar a consulta e foi até a janela para reclamar com o pessoal do circo.

"Vocês não podem fazer isso aqui!", ele gritou. "Isso é um absurdo! Vocês estão perturbando a paz do meu consultório!"

Os homens do circo olharam para ele com cara de espanto. "Mas, senhor", disse um deles, "estamos aqui só para fazer nosso trabalho. Não estamos incomodando ninguém."

"Claro que estão incomodando!", o analista de Bagé retrucou. "Vocês estão fazendo um barulho infernal! Eu não consigo trabalhar com esse barulho!"

Os homens do circo se entreolharam, sem saber o que dizer. Finalmente, um deles disse: "Olha, senhor, a gente não pode fazer nada. A gente já está aqui, e já montamos as tendas. Se o senhor não gosta do barulho, o senhor pode ir embora."

O analista de Bagé ficou lívido de raiva. Ele não podia acreditar que aqueles homens estavam o desafiando. "Está bem", ele disse. "Eu vou embora. Mas vocês vão se arrepender disso!"

O analista de Bagé saiu do consultório e foi para casa. Ele estava furioso, e não conseguia se concentrar em nada. Ele passou o resto do dia pensando em como se vingar dos homens do circo.

No dia seguinte, o analista de Bagé foi até a praça e comprou um ingresso para o circo. Ele queria ver com os próprios olhos o que era aquilo que tanto o incomodava para construir uma forma de vingança. Quando entrou no circo, o analista de Bagé ficou surpreso. Ele nunca tinha visto nada parecido. Havia palhaços, acrobatas, domadores de leões, tudo muito colorido e animado. O analista de Bagé começou a se divertir. Ele se esqueceu da raiva e começou a rir das palhaçadas, a se admirar com a habilidade dos acrobatas e a se emocionar com os domadores de leões.

No final do espetáculo, o analista de Bagé saiu do circo aplaudindo. Ele tinha se divertido muito, e tinha aprendido uma lição importante: às vezes, é preciso sair da rotina e se divertir um pouco.

Moral da história:

A vida é muito curta para ser levada a sério o tempo todo.

É preciso saber relaxar e se divertir de vez em quando.

ANTERO, Augusto Soares. Histórias apócrifas. São Paulo: Editora do

Autor, 1989.
O que incomoda o personagem principal da crônica?
Alternativas
Q3017000 Português
O que a exclamação indica na frase: “Que susto você me deu!”?
Alternativas
Q3016561 Português
Identifique a alternativa que contém o vício de linguagem nomeado como solecismo:
Alternativas
Q3016560 Português
Assinale a alternativa que contém um hiperônimo: 
Alternativas
Q3016559 Português
Assinale a alternativa que contém um exemplo de paronomásia:
Alternativas
Q3016558 Português
Predomina a função referencial no seguinte trecho: 
Alternativas
Q3016556 Português
Analise a imagem a seguir e responda à questão:

Reconhecimento facial: o que se pode esperar dele? A tecnologia não é nova, mas está cada vez mais avançada. O conceito foi desenvolvido na década de 1960 por Woodrow "Woody" Bledsoe para a Panoramic Research e até hoje os preceitos são os mesmos: boa parte dos sistemas ainda aposta em imagens 2D, já que a maioria dos bancos de dados de referência tem apenas esse tipo de foto.
Ela é, portanto, uma forma de autenticação biométrica que permite confirmar uma identidade. O processo de identificação usa as medidas do formato e da estrutura facial, que são únicas para cada indivíduo. Aí começam os problemas: embora seja bastante interessante, ela pode ser controversa.
É essa a tecnologia usada no Facebook para sugerir marcações em fotos — e quem tem irmãos sabe que o sistema pode ser bastante falho na tarefa de diferenciar pessoas com características semelhantes. Isso porque informações-chave das imagens (como o tamanho e o formato de nariz, boca e olhos, bem como a distância entre diferentes pontos da face) são comparadas com um banco de dados. Há até quem tenha processado a rede social por ter sido identificado em imagens sem ser informado.

Disponível em: <https://olhardigital.com.br/noticia/reconhecimentofacial-o-que-se-pode- esperar-dele/84009>. (Adaptado)

O texto destaca tanto a evolução quanto os desafios da tecnologia de reconhecimento facial desde sua invenção na década de 1960. Analise criticamente os seguintes pontos sobre o reconhecimento facial e identifique a alternativa que melhor reflete uma análise complexa dos impactos e limitações dessa tecnologia. Considere os aspectos históricos, técnicos e éticos abordados no texto:
Alternativas
Q3016551 Português
Leia o trecho a seguir e identifique o gênero textual:

"Meu pai se matou quando eu tinha 15 anos. Ele rompeu com o tempo de acontecer das coisas, um tempo que era meu também e que de vazio não tinha nada, pois era repleto de sentimentos, sonhos e expectativas. Mesmo roubada, traída e judiada, posso rezar e, às vezes, é isso o que me conforta.”

(Marília Litvin, via Internet. In: Super Interessante - Edição 185, fevereiro, 2003.)

Qual é o gênero textual predominante nesse trecho?
Alternativas
Q3016549 Português
No trecho a seguir, de autoria de Flávio José, identifique a figura de linguagem predominante no verso "Amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada":

"Se avexe não Amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada Se avexe não A lagarta rasteja até o dia em que cria asas Se avexe não Que a burrinha da felicidade nunca se atrasa Se avexe não Amanhã ela para na porta da sua casa"
Fonte: https://www.letras.mus.br/flavio-jose/200188/
Alternativas
Respostas
33481: A
33482: C
33483: A
33484: C
33485: B
33486: B
33487: D
33488: B
33489: B
33490: B
33491: C
33492: A
33493: A
33494: A
33495: E
33496: D
33497: B
33498: B
33499: E
33500: B