Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 130.652 questões

Q4256192 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Interações entre as mudanças climáticas e os

impactos socioeconômicos


    Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.


    Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.


    Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.


        O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.


    É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.


Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e

Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.

No primeiro parágrafo, ao confrontar o cenário prescrito pelo IPCC com a realidade observada, o texto permite inferir que a trajetória atual das emissões globais gera um hiato de direcionamento. Qual das alternativas expressa a magnitude e o sentido desse hiato?
Alternativas
Q4255493 Português
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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
Considerando as informações sobre os condenados em regime aberto (Suzane, Cravinhos, Matsunaga, Nardoni e Jatobá) e a situação de Roger Abdelmassih, qual inferência sobre as condições de cumprimento de pena, diretamente suportada pelo texto, é a mais plausível?
Alternativas
Q4255489 Português
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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
O texto “Tremembé: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video” tem como principal objetivo e estrutura central 
Alternativas
Q4254581 Português

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Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico


Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante


Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP) 30/11/2025 15h21




    Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.


    "Não recebi nenhum conselho, mas somos uma família que se apoia. Acredito que isso é irrelevante depois de 15 anos de carreira", disse ela em entrevista à revista Times.


    Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".


    Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen. 


    Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo. 



Disponível em

https://revistamarieclaire.globo.com/celebridades/noticia/2025/11/elizabeth olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forcadas-a-apoiar-entrada-no meio-artistico.ghtml 

Qual é a principal ideia central defendida por Elizabeth Olsen em sua revelação sobre o apoio que recebeu de suas irmãs, Mary-Kate e Ashley, no início de sua carreira artística?
Alternativas
Q4254549 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
O texto relata que a carreira de Rodrigo Caio como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada. Nesse contexto, o verbo consolidou significa que sua experiência
Alternativas
Q4254545 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
Na descrição do gol, Danilo revela: “eu era o homem livre”. Considerando o planejamento de bola parada da comissão técnica, a expressão homem livre refere-se ao jogador que 
Alternativas
Q4254542 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
O texto afirma que Danilo foi o herói da partida ao fazer o gol decisivo. No contexto do futebol e do relato, o termo herói significa  
Alternativas
Q4254004 Português
Leia o texto para responder a questão.

CNH sem autoescola é aprovada e aulas deixam de ser obrigatórias
Decisão busca reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação

Por Rodrigo Barros
01/12/25 às 12:56 | Atualizado 01/12/25 às 13:56

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução que altera o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas, que deixarão de ser obrigatórias após a publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), prevista para os próximos dias.
   A decisão integra um conjunto de ajustes que, segundo o governo federal, buscam reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação. Entre as alterações estão a redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas e o fim do prazo de validade para a conclusão do processo da primeira CNH.
   Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem. Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/auto/cnh-sem-autoescola-eaprovada-e-aulas-deixam-de-ser-obrigatorias/
No trecho "A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas", o termo em destaque, no contexto legal e burocrático, denota 
Alternativas
Q4254000 Português
Leia o texto para responder a questão.

CNH sem autoescola é aprovada e aulas deixam de ser obrigatórias
Decisão busca reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação

Por Rodrigo Barros
01/12/25 às 12:56 | Atualizado 01/12/25 às 13:56

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução que altera o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas, que deixarão de ser obrigatórias após a publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), prevista para os próximos dias.
   A decisão integra um conjunto de ajustes que, segundo o governo federal, buscam reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação. Entre as alterações estão a redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas e o fim do prazo de validade para a conclusão do processo da primeira CNH.
   Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem. Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/auto/cnh-sem-autoescola-eaprovada-e-aulas-deixam-de-ser-obrigatorias/
O texto menciona: "Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem." Dada a decisão de reduzir a carga horária e extinguir a obrigatoriedade das autoescolas, o vocábulo flexibilizações refere-se a 
Alternativas
Q4253998 Português
Leia o texto para responder a questão.

CNH sem autoescola é aprovada e aulas deixam de ser obrigatórias
Decisão busca reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação

Por Rodrigo Barros
01/12/25 às 12:56 | Atualizado 01/12/25 às 13:56

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução que altera o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas, que deixarão de ser obrigatórias após a publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), prevista para os próximos dias.
   A decisão integra um conjunto de ajustes que, segundo o governo federal, buscam reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação. Entre as alterações estão a redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas e o fim do prazo de validade para a conclusão do processo da primeira CNH.
   Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem. Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/auto/cnh-sem-autoescola-eaprovada-e-aulas-deixam-de-ser-obrigatorias/
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
"A resolução foi aprovada para trazer benefícios, ________ ________ candidatos ainda precisarão ser aprovados nos exames teórico e prático." 
Alternativas
Q4253997 Português
Leia o texto para responder a questão.

CNH sem autoescola é aprovada e aulas deixam de ser obrigatórias
Decisão busca reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação

Por Rodrigo Barros
01/12/25 às 12:56 | Atualizado 01/12/25 às 13:56

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução que altera o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas, que deixarão de ser obrigatórias após a publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), prevista para os próximos dias.
   A decisão integra um conjunto de ajustes que, segundo o governo federal, buscam reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação. Entre as alterações estão a redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas e o fim do prazo de validade para a conclusão do processo da primeira CNH.
   Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem. Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/auto/cnh-sem-autoescola-eaprovada-e-aulas-deixam-de-ser-obrigatorias/
O texto afirma que a decisão do Contran busca "reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação". No contexto em que está inserida, a palavra simplificar possui sentido similar a  
Alternativas
Q4253556 Português
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?



     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.


(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
Na passagem “A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente.” (3o parágrafo), os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q4253554 Português
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?



     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.


(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
Considere as seguintes passagens:
•  ... e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens. (2o parágrafo) •  O dado é especialmente crítico entre as meninas... (4o parágrafo)

No contexto em que estão inseridos, os termos destacados significam, correta e respectivamente: 
Alternativas
Q4253553 Português
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?



     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.


(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado está empregado em sentido figurado.
Alternativas
Q4253552 Português
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?



     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.


(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
As informações do texto permitem concluir corretamente que
Alternativas
Q4253551 Português
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?



     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.


(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
A partir da pergunta título do texto – A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar? –, a autora
Alternativas
Q4253548 Português




(Disponível em: https://www.instagram.com/jeangalvao. Acesso em 20.05.2026)

A frase em destaque na postagem deixa claro que os vícios
Alternativas
Q4253477 Português
Violência contra mulher não é só física; conheça outros 10 tipos de abuso


   A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero.

   Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses casos.

   Mas o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro. A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.

   Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:

   1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima

   Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.

    2: Tirar a liberdade de crença
   Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.

   3: Fazer a mulher achar que está ficando louca

   Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.

    4: Controlar e oprimir a mulher

    Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

    5: Expor a vida íntima

   Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.

    6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços

    Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.

    7: Forçar atos sexuais desconfortáveis

   Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.

    8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar

   O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.

     9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
    Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial. 

    10: Quebrar objetos da mulher

   Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.

Disponível em https://www.gov.br/mdh/pt-br/noticias-spm/noticias/violenciacontra-mulher-nao-e-so-fisica-conheca-outros-10-tipos-de-abuso
No trecho “vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança”, o verbo “vazar” é utilizado com o sentido denotativo ou figurado de
Alternativas
Q4253473 Português
Violência contra mulher não é só física; conheça outros 10 tipos de abuso


   A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero.

   Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses casos.

   Mas o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro. A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.

   Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:

   1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima

   Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.

    2: Tirar a liberdade de crença
   Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.

   3: Fazer a mulher achar que está ficando louca

   Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.

    4: Controlar e oprimir a mulher

    Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

    5: Expor a vida íntima

   Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.

    6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços

    Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.

    7: Forçar atos sexuais desconfortáveis

   Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.

    8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar

   O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.

     9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
    Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial. 

    10: Quebrar objetos da mulher

   Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.

Disponível em https://www.gov.br/mdh/pt-br/noticias-spm/noticias/violenciacontra-mulher-nao-e-so-fisica-conheca-outros-10-tipos-de-abuso
De acordo com o texto, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Se uma vítima de gaslighting sente-se mentalmente atingida, diz-se que ela está passando ___ até recuperar sua sanidade. 
Alternativas
Q4253469 Português
Violência contra mulher não é só física; conheça outros 10 tipos de abuso


   A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero.

   Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses casos.

   Mas o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro. A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.

   Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:

   1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima

   Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.

    2: Tirar a liberdade de crença
   Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.

   3: Fazer a mulher achar que está ficando louca

   Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.

    4: Controlar e oprimir a mulher

    Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

    5: Expor a vida íntima

   Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.

    6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços

    Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.

    7: Forçar atos sexuais desconfortáveis

   Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.

    8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar

   O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.

     9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
    Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial. 

    10: Quebrar objetos da mulher

   Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.

Disponível em https://www.gov.br/mdh/pt-br/noticias-spm/noticias/violenciacontra-mulher-nao-e-so-fisica-conheca-outros-10-tipos-de-abuso
No trecho “colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos”, a palavra “hediondos” possui o significado de
Alternativas
Respostas
2861: A
2862: C
2863: D
2864: D
2865: A
2866: E
2867: C
2868: D
2869: B
2870: A
2871: C
2872: A
2873: D
2874: C
2875: A
2876: B
2877: E
2878: B
2879: A
2880: B