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Questões de Concurso Sobre fonologia em português

Foram encontradas 6.090 questões

Q3920986 Português
Sobre o sistema alfabético, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3920290 Português
Durante a pronúncia de certas palavras, percebe-se a emissão de sons produzidos pela passagem do ar pela boca ou pelo nariz. Sobre esse aspecto, marque a opção correta: 
Alternativas
Q3918991 Português
Feitos para esquecer


Por Pedro Guerra


Q1_16.png (701×469)


Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/01/feitos-paraesquecer-cmkpk4kou01fw0168ddulws6k.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra na qual o número de letras e de fonemas seja igual.
Alternativas
Q3917092 Português

Leia para responder à questão



O Hospital Psiquiátrico de Beechworth, no estado de Victoria, Austrália, nasceu no século XIX como parte de um projeto de “civilização” que prometia ordem, ciência e alívio para o sofrimento mental. Erguido em uma paisagem fria, de prédios robustos e corredores longos, o lugar foi concebido para separar: afastar do convívio social aqueles considerados “incorrigíveis”, “perigosos” ou simplesmente inconvenientes.

A arquitetura reforçava essa lógica com pavilhões amplos, janelas altas e rotinas rígidas que transformavam o tempo em disciplina. Em épocas de superlotação, o hospital passou a funcionar como uma cidade fechada, com regras próprias, hierarquias e uma linguagem que convertia pessoas em casos.

A ideia de tratamento, então, misturava cuidado e controle, como se a mente pudesse ser corrigida por hábitos impostos e silêncio prolongado.

Nesse contexto surgiu o que muitos chamariam, mais tarde, de “terapia do terror”: um conjunto de práticas que buscava reduzir sintomas por meio de medo, choque e submissão, sob o argumento de que a ruptura do comportamento “desviante” exigia impacto. Em diferentes instituições do período, técnicas aversivas foram aplicadas com variações: isolamento, contenções, banhos frios, privação sensorial e regimes punitivos disfarçados de método clínico. O paciente era exposto a situações extremas para “aprender” a obedecer ou para desistir de manifestações consideradas indesejáveis, como agitação, fuga, insônia ou alucinações. A justificativa era a eficiência: produzir calma rápida, tornar o corpo previsível, silenciar o que incomodava a ordem do pavilhão. O problema é que o medo não cura; ele condiciona, rebaixa, reconfigura a subjetividade em torno da ameaça.

Com o tempo, parte dessas práticas foi sendo contestada por mudanças éticas, por avanços científicos e por relatos de sofrimento que transbordavam os muros. A psiquiatria passou a enfrentar uma tensão entre duas promessas: a de aliviar a dor psíquica e a de administrar a diferença social. Em Beechworth, como em tantos hospitais históricos, a memória do tratamento é atravessada por ambiguidades: houve profissionais comprometidos, houve tentativas de humanização, mas houve também rotinas que produziram humilhação e trauma. A ideia de “cura” às vezes era menos clínica do que administrativa, medindo-se pelo comportamento dócil e pela ausência de conflito. Quando a terapêutica se aproxima do terror, a instituição deixa de ser espaço de cuidado e se torna máquina de normalização. Hoje, ao revisitar histórias como a de Beechworth, a discussão sobre saúde mental tende a destacar o que a experiência institucional ensinou de forma amarga: vínculo, escuta e responsabilização não são detalhes, mas o núcleo do cuidado.

O sofrimento psíquico não se resolve por coerção, e a segurança não precisa ser sinônimo de violência. A crítica a práticas aversivas reforça a necessidade de protocolos baseados em evidência, consentimento, supervisão e direitos, além de uma cultura assistencial que reconheça o paciente como sujeito. Em lugar do medo como ferramenta, cresce o entendimento de que tratamento implica ambiente terapêutico, comunicação qualificada e planos construídos com a pessoa, não contra ela. O que permanece, por trás das paredes antigas, é o alerta de que qualquer sistema pode 

Quanto à tonicidade, é exemplo de oxítona a palavra: 
Alternativas
Q3915801 Português
Leia para responder às questões.


O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.

Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras. Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.

No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornando-se marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista. 

Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos.
A palavra “transitam” apresenta a palavra S com fonologia específica. Indique, entre as alternativas, a palavra que segue a mesma característica fonológica:
Alternativas
Q3915620 Português
Leia para responder à questão

Sob o sul de Paris, existe um ossuário subterrâneo conhecido como Catacumbas de Paris, formado a partir de antigas pedreiras de calcário que abasteceram a cidade por séculos. O espaço ficou célebre não por ser um cemitério “construído do zero”, mas por reaproveitar uma infraestrutura já aberta no subsolo, que precisou ser monitorada e consolidada para evitar desabamentos e instabilidades nas vias públicas.

A origem do ossuário está ligada a um problema urbano concreto: a superlotação e a insalubridade de cemitérios centrais, em especial após o fechamento do Cemitério dos Santos Inocentes (Les Innocents) no fim do século XVIII. A transferência de restos mortais para as antigas pedreiras foi institucionalizada e o local foi consagrado como ossuário municipal em 7 de abril de 1786, marco que consolidou o uso funerário dessas galerias.

O que hoje se visita é apenas uma fração de um conjunto subterrâneo maior. Nas áreas abertas ao público, os ossos foram organizados de maneira deliberada, formando paredes e composições que combinam ordem, inscrição e memória coletiva. Ao mesmo tempo, a denominação “catacumbas” foi adotada por referência às catacumbas romanas, que já fascinavam o imaginário europeu, embora o caso parisiense tenha nascido de uma necessidade sanitária e administrativa. 

No início do século XIX, o espaço passou a ser também um local de visitação controlada, e há registro de abertura ao público a partir de 1809, ainda que com regras e limitações. Essa passagem de “infraestrutura funerária” para “patrimônio visitável” reforçou o caráter ambíguo do lugar: ao mesmo tempo em que preserva restos humanos, ele também se tornou parte da história cultural da cidade e de sua relação com a morte e a urbanização.

Além do impacto histórico, as catacumbas seguem sendo objeto de interesse científico, justamente por reunirem um acervo humano de longa duração e por exporem camadas de práticas funerárias, saúde pública e transformações urbanas. Estudos recentes passaram a tratar o ossuário como fonte para compreender padrões de doença, condições de vida e episódios sanitários do passado, extraindo informações a partir de análises de ossos e dentes.
A palavra “memória”, utilizada no texto, é acentuada por ser:
Alternativas
Q3911826 Português
Marque a alternativa que apresenta a separação silábica correta da palavra “computador”.
Alternativas
Q3911814 Português
Na lista abaixo, a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo consonantal é:
Alternativas
Q3911813 Português
Na lista abaixo, a alternativa em que todas as palavras apresentam encontro consonantal é:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: COMESP Prova: FAFIPA - 2026 - COMESP - Contador |
Q3911391 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Tempos Modernos

-

Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isso por cima do muro
De hipocrisia que insiste em nos rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
Mais sim do que não, não, não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
Eu quero crer no amor numa boa
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
mais sim do que não, não, não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
Em "paixão", o encontro vocálico de "a" e "i" é classificado como:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: COMESP Prova: FAFIPA - 2026 - COMESP - Contador |
Q3911390 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Tempos Modernos

-

Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isso por cima do muro
De hipocrisia que insiste em nos rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
Mais sim do que não, não, não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
Eu quero crer no amor numa boa
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
mais sim do que não, não, não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
No que diz respeito aos dígrafos, assinale a única alternativa que apresenta um dígrafo consonantal.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FAFIPA Órgão: COMESP Prova: FAFIPA - 2026 - COMESP - Contador |
Q3911389 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Tempos Modernos

-

Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isso por cima do muro
De hipocrisia que insiste em nos rodear
Eu vejo a vida mais clara e farta
Repleta de toda satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão
Eu quero crer no amor numa boa
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
Mais sim do que não, não, não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
Eu quero crer no amor numa boa
Que isso valha pra qualquer pessoa
Que realizar a força que tem uma paixão
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
mais sim do que não, não, não
Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
Considere a palavra "habilidade" no trecho:

"Eu vejo um novo começo de era
De gente fina, elegante e sincera
Com habilidade pra dizer
Mais sim do que não"

Quantas letras e fonemas existem nessa palavra?
Alternativas
Q3910724 Português
Assinale a alternativa correta quanto a letras e fonemas. 
Alternativas
Q3909871 Português

Assédio moral no trabalho


O assédio moral no trabalho é uma violência psicológica sistemática e repetitiva que expõe um trabalhador a situações humilhantes, constrangedoras e degradantes, visando minar sua autoestima, dignidade e integridade afetando gravemente sua saúde mental e profissional, e pode se manifestar através de gestos, palavras ou atitudes, exigências indevidas, isolamento, críticas excessivas ou metas inatingíveis, configurando uma conduta abusiva que desestabiliza emocionalmente a vítima e prejudica o ambiente de trabalho, exigindo denúncia e apoio para ser combatido.


Como se caracteriza?


- Reiteração e sistematicidade: não são episódios isolados, mas um padrão de comportamento que se repete ao longo do tempo.


- Intenção: visa desestabilizar emocionalmente a vítima, minando seu psicológico.


- Abrangência: pode ocorrer em qualquer ambiente de trabalho, público ou privado, e ser praticado por superiores, colegas ou subordinados. 

As palavras trabalhadores, privado e moral são, respectivamente:
Alternativas
Q3907893 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Regresso ou progresso


Quando compramos um produto, pensamos em preço, benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em sua produção. Mais recentemente, passou-se a considerar a pegada de carbono, associada ao aquecimento global, como critério de avaliação do consumo.

O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo ambiental, social e ético desse alimento. Embora difundida como indispensável, a proteína animal não é a única fonte nutritiva, pois as proteínas estão naturalmente presentes nos vegetais.

Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além disso, é necessário considerar os impactos globais da cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e animal, exploração, poluição e emissões que afetam todo o planeta.

Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão de direitos, tratadas como questões internas de soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso, mas a um regresso civilizatório que já não pode ser ignorado.

Texto Adaptado

MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan. 2026. Disponível em:

https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026. 
No período "Embora difundida como indispensável, a proteína animal não é a única fonte nutritiva, pois as proteínas estão naturalmente presentes nos vegetais", assinale a alternativa que descreve corretamente a razão da acentuação de "proteína". 
Alternativas
Q3905647 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Saiba como melhorar a qualidade do sono


Pela primeira vez, o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde investigou o sono da população brasileira.


Uma das descobertas é a que 20,2% dos adultos nas capitais e no Distrito Federal dormem menos de 6 horas por noite (mínimo preconizado pela Organização Mundial da Saúde) e 31,7% têm pelo menos um dos sintomas de insônia, com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens (26,2%).


A coordenadora de psicologia do Hospital Pró-Cardíaco em Botafogo, no Rio de Janeiro, Renata Dawhache, explica que o sono não é só um processo fisiológico, mas que também envolve aspectos psicossociais.


Sobre a maior prevalência do sono de má qualidade entre as mulheres, a psicóloga avalia que o trabalho do cuidado recai sobre a população feminina porque existe uma pressão social para que a mulher ocupe essa função do cuidado. Além disso, a variação hormonal da mulher na perimenopausa e na menopausa afeta a qualidade do sono na saúde feminina.


A falta de sono traz mais cansaço, dores de cabeça, ansiedade, irritabilidade, entre outros aspectos. “O senso comum associa a insônia a um estado mais preocupado, de estar em um momento mais pressionado da vida”, disse Renata.


Segundo a psicóloga, a higiene do sono consiste em se desligar em alguma medida de todos os objetos do dia a dia que nos fazem sentir esse estado de vigilância constante. A recomendação é desligar com antecedência as telas de luz azul, como celulares e televisores, diminuir as luzes da casa e estar em um ambiente que seja silencioso para propiciar que o sono aconteça.


A nutricionista Fabiola Edde elenca alguns vilões do sono de qualidade nos aspectos alimentares, entre eles o consumo exagerado de bebidas à base de cafeína. “Tem pessoas que dizem que dormem mesmo bebendo café, Coca-Cola, mas acabam atrapalhando a qualidade do sono”.


Outro vilão é o álcool, que acaba atrapalhando também porque inibe a melatonina (hormônio responsável pela indução inicial do sono).


Ela também explicou que o açúcar é vilão, porque a pessoa vai ter um pico de insulina (hormônio produzido pelo pâncreas, essencial para regular a glicose no sangue), o que aumenta o estado de alerta. “E a noite é para relaxar e não para estar em estado de alerta”.


Alimentos ricos em gordura como fritura, muito molho, maionese, dificultam o esvaziamento gástrico e a digestão, o que também pode alterar a qualidade do sono. “Excesso de sódio também atrapalha, porque você fica com mais sede, bebe mais água e acorda à noite para urinar, o que acaba dificultando também esse processo”, afirmou Fabiola.


Hábitos como comer muito tarde, já perto do horário de dormir, são ruins, porque o esvaziamento gástrico demora e atrapalha a digestão. “O quanto mais cedo puder jantar melhor. As pessoas devem jantar até as 20h.


Para quem dorme muito tarde, pode fazer uma ceia depois do jantar, comer uma banana com aveia, um kiwi, um copo de leite, que são alimentos que ajudam no sono porque são fontes de triptofano (aminoácido essencial, não produzido pelo corpo, fundamental para a síntese de serotonina e de melatonina) e magnésio”, explicou a nutricionista.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/saiba-como-melhorar-qualidade-do-sono (adaptado).

Na Língua Portuguesa, o número de fonemas de uma palavra nem sempre coincide com o número de letras, especialmente em razão da presença de dígrafos, que representam um único som por meio de duas letras. Considerando essas noções, assinale a alternativa que indica, corretamente, o número de fonemas e de dígrafos na palavra “atrapalha”.
Alternativas
Q3905324 Português
A presença da Língua Inglesa no cotidiano brasileiro manifesta-se através de empréstimos linguísticos que sofrem processos de relexicalização ou adaptação fonológica. O uso de termos estrangeiros no Português do Brasil (PB) reflete não apenas a influência cultural, mas a necessidade de nomear novos fenômenos tecnológicos e comportamentais. Analisando o fenômeno dos estrangeirismos e sua integração lexical no sistema linguístico nacional, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3904181 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Controle



    Há uma tendência interessante capitaneada pela geração Z (nascidos entre 1997 e 2012): muitos simplesmente não consomem nem se interessam por bebidas alcóolicas. O mais relevante: segundo pesquisas realizadas com essa faixa etária, ficar bêbado é visto como coisa de fracassado e de gente descontrolada, justamente numa época em que o autocontrole virou sinônimo de poder.

    A tendência é tão significativa que já acendeu o sinal de alerta em gigantes mundiais do setor, como a Ambev, que está adaptando seus produtos para a geração Z desenvolvendo mais opções sem álcool ou com baixo teor etílico, além de bebidas saudáveis. Aliás, outra característica dessa geração é a prática de atividade física regular e cuidados com a saúde, o que me leva a pensar bem empiricamente e instintivamente o quanto disso, na verdade, tem a ver com o pós-pandemia.

    A pandemia nos roubou totalmente o controle das nossas próprias vidas e colocou em risco a saúde de todos. Se para nós que éramos adultos na época já foi um trauma, imagina para uma criança ou pré-adolescente que se viu trancafiado dentro de casa, que não podia mais ir à escola, que observava os pais preocupados diuturnamente, que acessava a internet e assistia a vídeos assustadores como o do tal divulgador científico Atila Iamarino falando em “um milhão de mortos” logo no início da covid-19.

    Era muita informação para pouca maturidade. A geração Z se deu conta cedo demais do tanto que não podemos controlar e do tanto que podemos perder por estarmos à mercê de fatores externos. Por isso, muitos deles valorizam estoicamente o que podem controlar: seus hábitos, suas escolhas, o domínio sobre seu próprio corpo e sua própria mente. Na visão desses jovens, qualquer substância que leve à perda do controle de si mesmo acaba sendo vista como uma coisa meio idiota, de gente medíocre. Uma “champagne que pisca” na área vip de uma balada era sinônimo de status para os millennials; já para as novas gerações é algo simplesmente brega e desprovido de qualquer sentido.

    Essas questões de retomada de controle por meio da busca de uma vida mais saudável nos revelam um dos poucos impactos positivos da pandemia. Contudo, infelizmente, existem pouquíssimos estudos sobre o lado perverso de querer superar um trauma tentando impor controle não a si mesmo, mas ao outro mais fraco e mais vulnerável. Quando vamos realmente dar a devida atenção a isso?



Autora: Candice Soldatelli - GZH (adaptado). 

Na Língua Portuguesa, a separação silábica observa critérios fonéticos e ortográficos. Assinale a alternativa que apresenta a separação silábica correta da palavra “gigantes”.
Alternativas
Q3902673 Português
Em um cartaz informativo, a equipe da secretaria escolar escreveu a palavra documentação e ficou em dúvida sobre como separá-la corretamente no fim da linha, respeitando a regra de separação silábica.
Assinale a alternativa que apresenta a forma correta de separação silábica da palavra destacada.
Alternativas
Q3902672 Português
Durante a aula de Português, a professora pediu aos alunos que separassem corretamente as sílabas da palavra secretária, profissão muito importante dentro da escola.
Qual das opções abaixo apresenta a separação silábica correta da palavra destacada?
Alternativas
Respostas
661: A
662: A
663: A
664: B
665: D
666: C
667: D
668: D
669: A
670: A
671: C
672: D
673: B
674: D
675: A
676: A
677: C
678: A
679: A
680: A