Questões de Concurso
Sobre fonologia em português
Foram encontradas 6.278 questões
I. Machismo apresenta 7 fonemas e 1 dígrafo consonantal.
II. Emprego apresenta 6 fonemas e 1 dígrafo vocálico.
III. Ambiente apresenta 6 fonemas e 2 dígrafos vocálicos.
IV. Nenhuma apresenta 6 fonemas e 1 dígrafo consonantal.
Está(ão) CORRETA(S):
A finalidade da sociedade e o bem comum
Por Gazeta do Povo

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
A finalidade da sociedade e o bem comum
Por Gazeta do Povo

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Possui 10 letras e 9 fonemas.
II. Apresenta um dígrafo vocálico.
III. Há um ditongo decrescente em sua estrutura.
Quais estão corretas?
Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana
Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.
Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.
Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.
Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.
As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.
A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.
Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.
Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.
Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.
Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.
Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à divisão silábica e à classificação da palavra destacada.
Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana
Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.
Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.
Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.
Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.
As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.
A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.
Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.
Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.
Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.
Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.
Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à identificação de dígrafo na frase.
Leia o texto para responder à próxima questão.
Infinito passivo. (Juliano Martinz).
Tinha um estranho hábito: acordava, pegava o celular e tirava uma foto do seu rosto amarfanhado recém-amanhecido. Nem se dava ao trabalho de avaliar o grotesco resultado. Apenas descarregava a foto no computador, na pasta ENVELHECENDO DORMINDO. Nunca fez questão de examinar se havia vermelhidões, remelas amareladas ou esbranquiçadas, ou qualquer outra marca deixada pelo travesseiro encharcado de saliva. Apenas o registro. E lhe bastava.
Certo dia, o tédio lhe fincando adagas no peito, abriu a pasta ENVELHECENDO DORMINDO. Ali havia 328 fotos tiradas nos últimos 328 dias. Ideia tosca ou não, era um rapaz fiel aos seus propósitos.
Abriu um editor de imagens e criou uma animação como páginas de um livro, as fotos passando rapidamente, cinco delas por segundo. Enquanto isso, ele recitava um poema de sua autoria chamado “Poetas Envelhecem, Morrem e Vendem Livros”.
Postou tudo no YouTube.
Primeiro mês, um milhão de views. Contatos publicitários, oferta de emprego, fama repentina.
Daquele dia em diante, só acordava sorrindo.
Leia o texto para responder à próxima questão.
Infinito passivo. (Juliano Martinz).
Tinha um estranho hábito: acordava, pegava o celular e tirava uma foto do seu rosto amarfanhado recém-amanhecido. Nem se dava ao trabalho de avaliar o grotesco resultado. Apenas descarregava a foto no computador, na pasta ENVELHECENDO DORMINDO. Nunca fez questão de examinar se havia vermelhidões, remelas amareladas ou esbranquiçadas, ou qualquer outra marca deixada pelo travesseiro encharcado de saliva. Apenas o registro. E lhe bastava.
Certo dia, o tédio lhe fincando adagas no peito, abriu a pasta ENVELHECENDO DORMINDO. Ali havia 328 fotos tiradas nos últimos 328 dias. Ideia tosca ou não, era um rapaz fiel aos seus propósitos.
Abriu um editor de imagens e criou uma animação como páginas de um livro, as fotos passando rapidamente, cinco delas por segundo. Enquanto isso, ele recitava um poema de sua autoria chamado “Poetas Envelhecem, Morrem e Vendem Livros”.
Postou tudo no YouTube.
Primeiro mês, um milhão de views. Contatos publicitários, oferta de emprego, fama repentina.
Daquele dia em diante, só acordava sorrindo.




Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Autor: Cazo
( 1º parte): A palavra CALORÃO deve ser separada em sílabas da seguinte forma: CA - LO - RÃO, possuindo a sua última sílaba como a mais forte e intensa, o que a classifica normativamente como uma palavra oxítona.
( 2º parte): O vocábulo DOIDO tem a sua separação silábica estabelecida obrigatoriamente como DO - I - DO, configurando uma palavra trissílaba com acentuação na antepenúltima sílaba.
Acerca disso, pode-se afirmar que