Questões de Concurso
Sobre fonologia em português
Foram encontradas 6.069 questões
São palavras que têm 7 fonemas:
I. Chaveiro.
II. Hospital.
III. Complexo.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Chaveiro.
II. Hospital.
III. Complexo.
Está CORRETO o que se afirma:
Com base nesse conceito, assinale a alternativa em que o número de letras é diferente do número de fonemas.
Leia o texto a seguir.

Disponível em: https://sisq.elitecampinas.com.br/GabaritoVestibulares/VisualizarQuestaoLi sta?id_questao_lista=150923&vestibular=unifesp&ano=2012&prova_vestib ular_id=10930. Acesso em: 6 jul. 2026.
Considerando a situação comunicativa representada, o malentendido retratado na charge decorre de uma diferença de pronúncia entre as formas “Wirso” e “Wilson”, fenômeno que se classifica como variação linguística de natureza
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Disponível em: https://incrivel.club/articles/20-placas-e-cartazes-que-saoum-desafio-para-quem-le-mas-um-prato-cheio-para-o-bom-humor-1131410/. Acesso em: 4 jul. 2026.
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)
Leia o Texto III para responder à questão
Texto III

Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
Mutação genética faz pessoas dormirem menos
Passar pouco tempo na cama nem sempre é um problema, aponta estudo.
Algumas pessoas conseguem se sentir bem, plenamente descansadas, com apenas 4 a 6 horas de sono por noite (bem abaixo das 8 horas necessárias à maioria dos indivíduos). Trata-se de uma condição relativamente rara, que os médicos chamam de “sono naturalmente curto”. Ela é real – e, como um novo estudo apontou, tem base genética. Pesquisadores chineses sequenciaram o DNA de pessoas portadoras dessa característica e constataram que elas têm cinco mutações genéticas relacionadas a dormir menos – sendo que uma delas, a N783Y, parece ser a mais importante. Os cientistas criaram ratos com essa alteração genética, e eles também passaram a precisar de menos sono. Essa mutação altera a capacidade da proteína ligada ao funcionamento do relógio biológico. Estima-se que as mutações estejam presentes em 1% das pessoas – para as demais, dormir pouco continua fazendo mal à saúde.
Fonte: Mutação genética faz pessoas dormirem menos. SUPERINTERESSANTE. São Paulo, 20 jun. 2025, 11NS, p. 15. Disponível em: www.pressreader.com/brazil/Superinteressante/20250620/page/14/textview. Acesso em: 27 jun. 2025. [adaptado].
Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
Mutação genética faz pessoas dormirem menos
Passar pouco tempo na cama nem sempre é um problema, aponta estudo.
Algumas pessoas conseguem se sentir bem, plenamente descansadas, com apenas 4 a 6 horas de sono por noite (bem abaixo das 8 horas necessárias à maioria dos indivíduos). Trata-se de uma condição relativamente rara, que os médicos chamam de “sono naturalmente curto”. Ela é real – e, como um novo estudo apontou, tem base genética. Pesquisadores chineses sequenciaram o DNA de pessoas portadoras dessa característica e constataram que elas têm cinco mutações genéticas relacionadas a dormir menos – sendo que uma delas, a N783Y, parece ser a mais importante. Os cientistas criaram ratos com essa alteração genética, e eles também passaram a precisar de menos sono. Essa mutação altera a capacidade da proteína ligada ao funcionamento do relógio biológico. Estima-se que as mutações estejam presentes em 1% das pessoas – para as demais, dormir pouco continua fazendo mal à saúde.
Fonte: Mutação genética faz pessoas dormirem menos. SUPERINTERESSANTE. São Paulo, 20 jun. 2025, 11NS, p. 15. Disponível em: www.pressreader.com/brazil/Superinteressante/20250620/page/14/textview. Acesso em: 27 jun. 2025. [adaptado].
Para responder à questão, leia o texto III.
Texto III
Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.
O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.
O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa.
(Texto fictício)
Para responder à questão, leia o texto III.
Texto III
Durante uma viagem pelo Distrito de Bragança, o professor Joaquim resolveu passar uns dias na Vila Baticuteua. Ao conversar com os moradores do local, notou que uma mesma palavra podia apresentar pronúncias diversas, como o vocá bulo tia, que alguns falavam “tchia” e outros pronunciavam com o som inicial mais próximo de “tia”.
O professor também observou que havia variações no uso do “s”. Alguns indivíduos mais jovens produziam o “s” chiado no final de palavras, como em meninos, com som de “mininush”, ou no meio de vocábulos, como mesmo, pronunci ado “meshmu”. Outros falantes falavam o “s” sem chiado, pronunciando “mininus” e “mesmu”.
O Professor Joaquim concluiu que aquele seria um bom lócus de pesquisa para seus estudos sobre variação linguís tica fonética, que desenvolve no Núcleo de Fonética e Fonologia da Universidade Regional do Norte. Compreendendo que essas realizações são sistemáticas e condicionadas, resolveu iniciar seus registros em nota de campo para a constituição da proposta de pesquisa.
(Texto fictício)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Crianças brasileiras vão melhor em linguagem do que em matemática, diz OCDE
Um levantamento recente da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostra que crianças brasileiras de 5 anos têm desempenho acima da média global em linguagem, com 502 pontos, mas ficam atrás em matemática, com 456.
A diferença também reflete desigualdade social: 80% das crianças de famílias mais ricas reconhecem números nessa idade, contra 68% entre as mais pobres. O dado indica que a defasagem em raciocínio lógico começa antes mesmo do ensino fundamental.
O cenário ajuda a explicar os resultados mais adiante. Segundo o PISA 2022, apenas 27% dos estudantes brasileiros de 15 anos atingem o nível mínimo de proficiência em matemática.
Para o diretor-geral do Colégio Sigma, Marcelo Tavares, a dificuldade precoce em matemática tende a se acumular ao longo da trajetória escolar. "Quando o aluno não desenvolve o raciocínio lógico desde cedo, ele chega às etapas seguintes com lacunas que impactam diretamente o aprendizado", afirma.
Diante desse quadro, escolas têm adotado estratégias para tentar melhorar o desempenho, com foco em resolução de problemas, desafios e participação ativa dos alunos. A proposta é desenvolver o raciocínio lógico e tornar o aprendizado mais aplicável ao cotidiano.
Competições como o Concurso Canguru de Matemática, presente em mais de 100 países, fazem parte desse movimento ao propor questões que estimulam lógica, interpretação e criatividade.
Segundo Tavares, o engajamento é um dos principais desafios. "Quando o aprendizado se apresenta em forma de desafio, ele deixa de ser abstrato e passa a fazer sentido. Isso ajuda a aproximar o aluno da matemática", diz.
Fonte: CNN BRASIL. Crianças brasileiras vão melhor em linguagem do que em matemática, diz OCDE. [S. l.], 6 maio 2026. Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/criancas-brasileiras-vao-melhor-em-linguagem-do-que-em-matematica-diz-ocde/. Acesso em: 11 ago. 2026.
Considerando a separação silábica e a classificação quanto ao número de sílabas das palavras 'desafio' e 'abstrato', analise as afirmativas a seguir.
I.A separação silábica correta de 'desafio' é 'de-sa-fio', e a de 'abstrato' é 'abs-tra-to'.
II.Na palavra 'desafio', as vogais 'i' e 'o' formam um ditongo, já que aparecem juntas na mesma sílaba.
III.A palavra 'abstrato' apresenta três sílabas porque as consoantes 'b' e 's' permanecem juntas na primeira sílaba, sem serem separadas.
IV. Os vocábulos 'desafio' e 'abstrato' são palavras trissílabas, já que ambas possuem três sílabas.
É CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Crianças brasileiras vão melhor em linguagem do que em matemática, diz OCDE
Um levantamento recente da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostra que crianças brasileiras de 5 anos têm desempenho acima da média global em linguagem, com 502 pontos, mas ficam atrás em matemática, com 456.
A diferença também reflete desigualdade social: 80% das crianças de famílias mais ricas reconhecem números nessa idade, contra 68% entre as mais pobres. O dado indica que a defasagem em raciocínio lógico começa antes mesmo do ensino fundamental.
O cenário ajuda a explicar os resultados mais adiante. Segundo o PISA 2022, apenas 27% dos estudantes brasileiros de 15 anos atingem o nível mínimo de proficiência em matemática.
Para o diretor-geral do Colégio Sigma, Marcelo Tavares, a dificuldade precoce em matemática tende a se acumular ao longo da trajetória escolar. "Quando o aluno não desenvolve o raciocínio lógico desde cedo, ele chega às etapas seguintes com lacunas que impactam diretamente o aprendizado", afirma.
Diante desse quadro, escolas têm adotado estratégias para tentar melhorar o desempenho, com foco em resolução de problemas, desafios e participação ativa dos alunos. A proposta é desenvolver o raciocínio lógico e tornar o aprendizado mais aplicável ao cotidiano.
Competições como o Concurso Canguru de Matemática, presente em mais de 100 países, fazem parte desse movimento ao propor questões que estimulam lógica, interpretação e criatividade.
Segundo Tavares, o engajamento é um dos principais desafios. "Quando o aprendizado se apresenta em forma de desafio, ele deixa de ser abstrato e passa a fazer sentido. Isso ajuda a aproximar o aluno da matemática", diz.
Fonte: CNN BRASIL. Crianças brasileiras vão melhor em linguagem do que em matemática, diz OCDE. [S. l.], 6 maio 2026. Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/criancas-brasileiras-vao-melhor-em-linguagem-do-que-em-matematica-diz-ocde/. Acesso em: 11 ago. 2026.
Considerando as regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)Os vocábulos 'matemática', 'lógico' e 'econômico' recebem acento pela mesma de acentuação, ou seja, todas são proparoxítonas.
(__)O vocábulo 'têm' recebe acento porque as palavras monossílabas tônicas terminadas em 'em' geralmente recebem acento.
(__)Os vocábulos 'linguagem', 'levantamento' e 'recente' apresentam a mesma regra de classificação tônica.
(__)O vocábulo 'atrás' recebe acento por ser uma palavra monossílaba tônica terminada em 'a' seguida de 's'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que completa corretamente os itens acima, de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.
Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.
Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.
A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.
Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.
"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."
No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.
Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.
A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.
O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.
Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.
A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas.
Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O vocábulo 'ideia' exemplifica uma palavra que perdeu o acento gráfico por ser paroxítona com ditongo aberto, conforme as regras estabelecidas pelo Acordo Ortográfico, aplicáveis somente às palavras com essa classificação tônica.
(__)O vocábulo 'pelo' exemplifica uma palavra cujo acento diferencial foi abolido pelo Novo Acordo Ortográfico, permanecendo o acento apenas quando 'pêlo' exerce a função de substantivo.
(__)O vocábulo 'apoio', na função de substantivo, nunca recebeu acento gráfico, diferentemente da forma verbal, que anteriormente era grafada 'apóio', com acento gráfico por ser uma palavra paroxítona formada por ditongo aberto.
(__)Os vocábulos 'já' e 'está', embora apresentem classificações tônicas distintas, seguem o mesmo critério de acentuação, pois tanto os monossílabos tônicos quanto as oxítonas terminados nessa vogal recebem acento gráfico.
Assinale a sequência que completa corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Fonte: UMBRASIL
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Fonte: UMBRASIL