Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q3872984 Português
 Sobre a palavra “estradas”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3872877 Português

Observe as palavras a seguir: exceção - guincho - enxame - assumir.


Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma característica fonológica comum a todas essas palavras. 

Alternativas
Q3872673 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Em 2026, cada dia útil valerá ouro

Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o início da transição da reforma tributária. Em um país onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias úteis, mas menos dias realmente produtivos.

Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias empresas. Diferentemente das grandes corporações, elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.

Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela complexidade. A reforma tributária começa a ser implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente econômico sensível, com volatilidade cambial, juros instáveis e crédito mais seletivo.

Diante disso, o ano exige menos improviso e mais método. Empresas que organizarem o calendário em etapas, adotarem planejamentos mais curtos e priorizarem decisões estratégicas terão mais controle. Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde investir tempo, energia e recursos.

Texto Adaptado

PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
Com base no trecho:

"O calendário nasce comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o início da transição da reforma tributária."

Considerando que as palavras "calendário", "início" e "tributária" são classificadas como proparoxítonas aparentes, assinale a alternativa correta quanto aos critérios fonológicos e ortográficos que justificam essa classificação.
Alternativas
Q3872273 Português
Assinale a alternativa que classifica corretamente a palavra quanto ao número de sílabas
Alternativas
Q3871647 Português
Quantas consoantes há na palavra “trem”:
Alternativas
Q3871617 Português
Quantas consoantes há na palavra “trem”:
Alternativas
Q3870999 Português
A variação linguística no Brasil manifesta-se de diferentes formas, refletindo aspectos regionais, sociais, históricos e funcionais da língua. Qual das alternativas a seguir exemplifica CORRETAMENTE uma variação geográfica do português brasileiro?
Alternativas
Q3870863 Português
Para a questão, utilize a frase abaixo.

“Os alunos — que são extremamente dedicados — concluíram a análise científica com precisão e rapidez.”
Tendo em vista as palavras acentuadas na frase e em análise às informações contidas nas assertivas abaixo:
I- “Concluíram” é uma paroxítona;
II- “Análise” só é proparoxítona quando está no singular;
III- “Científica” é paroxítona;
IV- “Análise” e “científica”, ao perderem o acento, trocam de classe gramatical, passando a formas verbais conjugadas.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3870399 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

A separação silábica CORRETA da palavra “felicidade” é:
Alternativas
Q3870398 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Indique o número de sílabas de “telefone”.
Alternativas
Q3870397 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

Aponte a palavra com um encontro consonantal.
Alternativas
Q3870396 Português

Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas


As férias escolares estão chegando ao fim, mas o aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças, funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que, com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres, é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)

A palavra “pai” apresenta qual encontro vocálico?
Alternativas
Q3869021 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras


    Ninguém sai ileso da infância. Mesmo a criança que teve pais amorosos, que recebeu atenção plena durante suas inquietudes, mesmo ela, nascida em um reino encantado, no lar mais que perfeito, haverá de arrastar algumas correntes na vida adulta. Não há nada de original nesta constatação, mas só agora, lendo as inúmeras entrevistas que compõem o livro Conversas Infinitas, de Mariano Horenstein, é que enxerguei a situação com mais clareza.


    O livro aborda a influência da psicanálise na criação artística, e entre os escritores, cineastas, músicos e demais artistas entrevistados, está o fotógrafo guatemalteco Luiz González Palma, que em determinado momento fala sobre a desconcertante solidão das crianças: em seus primeiros anos, ainda não possuem um acervo razoável de palavras para interpretar a complexidade do mundo.


    Eu lembro. O desespero por não conseguir nominar minhas emoções. A dificuldade de entender a mim mesma. O vácuo que me deixava vagando pelos corredores do colégio, pelas festas familiares, pelo tudo e o nada que eu não conseguia designar. Uma garotinha desamparada, sem a compreensão do que, dentro dela, era exclusivamente sensitivo. Palavras são salva-vidas. Fosse apenas por isso, dar livros de presente às crianças deveria ser obrigatório, não opcional.


    Abraços, carinhos, cuidados – a linguagem do afeto supre a ausência das palavras no início da vida, mas não de todo. E se quem nos ama desaparecer de repente? Como lidar com o medo, sem a rede de proteção de um pensamento lógico?


    Saramago disse, certa vez, que somos todos escritores, só que uns escrevem e outros não. À medida que vamos assimilando um repertório de palavras, passamos todos a nos narrar, finalmente. A narrativa que fazemos a nosso respeito é a base dos vínculos maduros – e de toda a psicanálise. Sem o auxílio das palavras, a infância não termina.


    Há quem não escreva, mas não existe quem não se narre. A palavra está por trás de tudo: música, teatro, cinema, fotografia, amizades, amor – toda expressão nasce de alguém que precisa entender quem é, entender como se sente, e dizê lo. Fosse apenas por isso, dar livros de presente aos adultos também deveria ser obrigatório, não opcional.


    A incompreensão de si mesmo é um vazio aterrador. Tive todas as necessidades atendidas, quando criança, mas não via a hora de crescer, e hoje entendo minha urgência: eu só seria parida, de verdade, pelas palavras. Através delas, eu colocaria meus pés no chão e existiria de forma mais precisa. Ou, ao menos, teria alguma lucidez sobre minha imprecisão. É a graça que vejo em ser adulta: dar um sentido à imaginação e descobrir que o que a gente pensa e sente (e sofre) é universal.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado). 

Das palavras a seguir, qual NÃO possui dígrafo? 
Alternativas
Q3868924 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Mito ou verdade: o estresse está deixando o seu cabelo branco?


    Por muito tempo, a ideia de que um grande susto ou um período de preocupação excessiva poderia branquear os fios capilares foi tratada como mito. No entanto, a ciência moderna já comprovou que a conexão entre a mente e o folículo piloso é direta e biológica.


    Muito mais do que uma questão estética, a canície -- nome científico dado para os fios brancos -- pode ser reflexo físico de um organismo sob pressão constante.


    Biologicamente, a cor do cabelo é determinada pelos melanócitos, células localizadas na matriz do folículo piloso que produzem a melanina. Já o processo de branqueamento ocorre quando essas células param de funcionar.


    À CNN, o dermatologista Lucas Miranda, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o estresse crônico é um dos gatilhos para a "morte" dessas células. "Os melanócitos podem sofrer danos ou morrer, interrompendo a produção de melanina. Como resultado, os fios passam a crescer brancos ou grisalhos".


    A ciência por trás disso é precisa. Pesquisas publicadas na revista Nature mostram que o estresse agudo libera noradrenalina, um neurotransmissor que danifica as células-tronco dos melanócitos. "Não se trata de um mito, mas de um processo fisiológico desencadeado por fatores emocionais", acrescenta o especialista.


    Mas como um sentimento se transforma em mudança física? O processo do estresse psicológico envolve o chamado "eixo hipotálamo-hipófise-adrenal". Quando estamos estressados, o corpo libera uma cascata de hormônios como o cortisol e noradrenalina.


    Também à CNN, o biomédico Thiago Martins, mestre em Medicina Estética, ressalta que fatores externos podem piorar o quadro.


    "O estresse oxidativo ambiental — causado por sol, poluição, tabagismo e produtos químicos — aumenta os radicais livres. Quando combinado ao estresse emocional, esse efeito é potencializado, acelerando o aparecimento de fios brancos e a queda capilar".


    Nesse processo, uma das principais dúvidas é se há possibilidade de reverter o quadro -- seja com férias ou uma vida mais calma. Thiago, então, esclarece que, na maioria dos casos, o caminho é de mão única.


    "Em geral, a canície é considerada irreversível, pois os melanócitos destruídos não se regeneram facilmente", diz o biomédico. No entanto, ele afirma ainda que existem relatos raros de repigmentação parcial quando o estresse é reduzido drasticamente em fases iniciais.


    Thiago Martins aponta que nutrientes como zinco, cobre, ferro e vitaminas D e E são essenciais. Já o Dr. Lucas Miranda reforça a necessidade de equilíbrio. "O principal conselho é adotar hábitos saudáveis, controlar o estresse com atividade física, sono adequado e, se necessário, acompanhamento psicológico e dermatológico", conclui.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mito-ou-verdade-o-estresse esta-deixando-o-seu-cabelo-branco/ (adaptado). 

Considerando a configuração fonética de vocábulos do texto, é correto afirmar que a palavra estresse possui: 
Alternativas
Q3867603 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
Analise as palavras retiradas do texto e assinale a alternativa correta quanto à classificação da sílaba tônica delas.
I. xodó – a sílaba tônica está na última sílaba.
II. família – a sílaba tônica está na penúltima sílaba;
III. higiene – a sílaba tônica está na última sílaba;
IV. cães – monossílabo tônico.
Alternativas
Q3867436 Português
“Disgramado te alevanta dexa di cê              [priguiçoso O home qui num trabaia Num pode cumê gostoso É que trabaiá é muito bom, nué minha véa Mais é um poco arriscoso” (Ai D'eu Sodade – Xangai) 

Uma das características do trecho da canção acima é a diminuição de elementos em ditongos. Assinale a alternativa em que ambas as palavras se enquadram nesse caso. 
Alternativas
Q3867174 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Qual das alternativas a seguir apresenta separação silábica INCORRETA de vocábulos do texto?  
Alternativas
Q3865383 Português

Silenciosamente barulhento


A ideia de recomeço atualmente vem batizada com uma camada de cafonice. Talvez seja fruto das propagandas de fim de ano, talvez seja a facilidade com que recorremos ao conceito. Começar do zero é tentador porque implicitamente nos permite abandonar erros ou versões desgastadas de nós mesmos as quais já não nos orgulhamos. Ao mesmo tempo, todo desmanche vem carregado do medo de encarar o novo. Para onde vou? Quem sou eu? O que eu faço a partir de agora?


Se falamos de viradas, quase sempre as associamos à ideia de barulho. É preciso brindar o novo — não é isso que fazemos a cada término de ano, afinal? Muitas vezes preparamos a festa da mudança de rota sem nem mesmo traçá-la primeiro. Queremos anunciar o novo ainda antes de entendê-lo.


Mas recomeços raramente gritam. Eles costumam chegar em silêncio. É certo que, quando a travessia envolve reorganizações internas, mil vozes parecem habitar a mente sem controle algum. E é por isso mesmo que nenhum gesto verdadeiro de mudança ocorre em paralelo ao caos e às crises. Poucos entendem que é preciso primeiro assentar a terra para depois decidir o que pode (ou não) ser construído sobre ela. É aí que passam a existir os silêncios que, na verdade, funcionam como sussurros: bem baixinho, a vida nos mostra o caminho.


Como em qualquer bota-fora que fazemos dentro de casa, ao esvaziar gavetas e armários de tralhas e papeladas que já não servem mais para nada, o vazio se torna ponto de partida. Nele, o silêncio desconfortável nos obriga a escutar aquilo que evitamos quando estamos ocupados demais explicando quem somos.


Não _____ toa, 2026 se anuncia como um ano de início. A Numerologia o define como um ano 1 — aquele em que os inícios ganham destaque. Não _____ traga respostas prontas, mas _____ nos devolve às perguntas certas. Porém, existe um tempo pouco celebrado chamado latência: o intervalo entre o estímulo e a resposta. Em um mundo que exige reações imediatas, talvez recomeçar seja justamente ampliar esse espaço.


Não responder ainda.

Não decidir agora.

Permitir que o silêncio faça o que o impulso não sabe.


Emily Dickinson escreveu quase toda a sua obra em silêncio e reclusão, longe de qualquer urgência de publicação ou resposta. Talvez soubesse que certos começos não sobrevivem ao excesso de explicação. Há coisas que só amadurecem quando não precisam ser anunciadas.


Ou, ainda, o que chamamos de pausa seja, na verdade, outra coisa. Um estado de suspensão. Um tempo em que não avançamos nem recuamos — apenas sustentamos. Não se trata de inércia, mas de lucidez: manter decisões no ar até que façam sentido ao tocar o chão. Há momentos em que seguir adiante exige exatamente isso: não agir.


Ao menos, não ainda.


Autor: Pedro Guerra - GZH (adaptado).

Considerando a identificação de dígrafos consonantais e vocálicos nas palavras “sussurros” e “assentar”, complete corretamente as lacunas, indicando, respectivamente, o número de dígrafos presentes em cada vocábulo:

Na palavra “sussurros” há ______ dígrafos, e na palavra “assentar” há ______ dígrafos. 
Alternativas
Q3864988 Português
TEXTO I

A língua é uma construção viva, moldada pelo uso cotidiano e pelas transformações históricas que atravessam a sociedade. Ela não permanece estática, pois acompanha as mudanças culturais, tecnológicas e sociais de cada época, incorporando novos sentidos, palavras e formas de expressão.

No entanto, apesar dessa dinamicidade, a língua também se organiza por regras e convenções que possibilitam a comunicação entre os falantes. A gramática, a ortografia e os princípios sintáticos funcionam como instrumentos de estabilidade, garantindo que a mensagem seja compreendida de maneira relativamente uniforme.

Entre o uso espontâneo da linguagem e suas normas, surge um espaço de tensão equilibrada: ao mesmo tempo em que o falante cria, adapta e ressignifica, ele também precisa reconhecer limites impostos pelo sistema linguístico. É nesse equilíbrio que se constrói a eficácia comunicativa.

Assim, compreender a língua vai além de memorizar regras. Exige interpretar sentidos, reconhecer intenções, perceber escolhas vocabulares e entender como cada elemento linguístico contribui para a construção do significado no texto.
Assinale a alternativa em que a divisão silábica da palavra “comunicação” está correta, conforme as regras ortográficas vigentes:
Alternativas
Q3863803 Português
Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima?


    A COP30 começou nesta segunda-feira (10) em Belém, no Pará. Delegações de mais de 160 países irão discutir as metas e medidas para combater o aquecimento global. Com o ritmo das mudanças climáticas se acelerando, eventos climáticos extremos e outros impactos estão causando danos cada vez maiores às populações e ao meio ambiente em todo o mundo. 

    As temperaturas globais não estão apenas subindo, estão subindo mais rápido do que antes, com novos recordes registrados para 2023 e 2024 e em alguns momentos de 2025. Essa descoberta fez parte de um estudo importante realizado em junho que atualizou os dados de referência usados nos relatórios científicos elaborados a cada poucos anos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

    A nova pesquisa mostra que a temperatura média global está subindo a uma taxa de 0,27 grau Celsius por década – ou quase 50% mais rápido do que nas décadas de 1990 e 2000, quando a taxa de aquecimento era de cerca de 0,2°C por década.

    O nível do mar também está subindo mais rapidamente agora – cerca de 4,5 milímetros por ano na última década, em comparação com 1,85 mm por ano medidos ao longo das décadas desde 1900. O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis.

   O mundo está agora a caminho de ultrapassar o limite de aquecimento de 1,5 °C por volta de 2030, após o qual os cientistas alertam que provavelmente desencadearemos impactos catastróficos e irreversíveis. O mundo já aqueceu entre 1,3 °C e 1,4 °C desde a era pré-industrial, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial.

    Os corais de águas quentes estão sofrendo uma mortandade quase irreversível devido às sucessivas ondas de calor marinhas – marcando o que seria o primeiro chamado ponto de inflexão climática, quando um sistema ambiental começa a mudar para um estado diferente.

    Em outubro, pesquisadores também alertaram que a floresta amazônica pode começar a morrer e se transformar em um ecossistema diferente, como a savana, se o desmatamento acelerado continuar à medida que o aquecimento global ultrapassar 1,5 °C, o que está ocorrendo antes do que se estimava anteriormente.

    Disseram que o derretimento da camada de gelo da Groenlândia pode contribuir para um colapso precoce da Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), corrente oceânica responsável pela manutenção de invernos amenos na Europa.

    Na Antártida, onde as camadas de gelo também estão ameaçadas, os cientistas estão preocupados com o declínio do gelo marinho ao redor do continente mais meridional. Assim como ocorre no Ártico, a perda de gelo expõe a água escura, que pode absorver mais radiação solar, amplificando a tendência geral de aquecimento. Isso também coloca em risco o crescimento do fitoplâncton, que consome grande parte do CO2 do planeta. Além das ondas de calor e da seca, os incêndios florestais ainda representam uma ameaça, tornando-se frequentes e severos. 

    O relatório State of Wildfires deste ano, elaborado por um grupo de agências meteorológicas e universidades, contabilizou cerca de 3,7 milhões de quilômetros quadrados (1,4 milhão de milhas quadradas) queimados entre março de 2024 e fevereiro de 2025 – uma área aproximadamente do tamanho da Índia e da Noruega juntas.

     Isso representou uma quantidade ligeiramente menor do que a média anual de incêndios florestais das últimas duas décadas. No entanto, os incêndios produziram emissões de CO2 mais elevadas do que antes, devido à queima de florestas com maior densidade de carbono.


Fonte: Começa a COP30: Quais são as últimas novidades da ciência sobre o clima? | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja letra c da palavra represente o mesmo fonema representado pela letra c na palavra incêndios
Alternativas
Respostas
561: E
562: C
563: B
564: C
565: D
566: D
567: D
568: C
569: A
570: E
571: C
572: B
573: C
574: A
575: B
576: D
577: A
578: B
579: A
580: C