Questões de Concurso
Sobre emprego do infinitivo (infinitivo impessoal, infinitivo pessoal) em português
Foram encontradas 139 questões
(__)O período: "Se continuarmos a agir assim, esgotando os recursos da natureza" - inicia com conjunção subordinativa condicional, seguido de verbo conjugado no futuro do modo subjuntivo, preposição essencial, verbo de terceira conjugação na forma nominal do infinitivo, a vírgula separa oração reduzida de gerúndio.
(__)As palavras: "Preste _____" e "Nobre _____" têm a última sílaba escrita da mesma forma que "riqueza".
(__)Na frase: "É muito importante preservar o Planeta Terra, por quê". - a grafia da expressão destacada deve-se a ela estar no final da frase interrogativa.
(__)A oração: "As atividades humanas têm reduzido cada vez mais as condições de vida da Terra". - está escrita com os termos essenciais escritos na ordem direta e com exemplo de tempo verbal composto.
Marque a alternativa com a série CORRETA
Assinale a opção CORRETA:


Com base nos seus conhecimentos sobre tempo e modo verbal, analise a frase e assinale a alternativa correta:
Sobre o emprego do infinitivo, avalie as afirmações que seguem, assinando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) O infinitivo pode ser pessoal e impessoal. Tal classificação está relacionada, respectivamente, ao fato de haver sujeito próprio ou o verbo não se referir a nenhum sujeito.
( ) Usa-se o infinitivo flexionado em vários casos, dentre eles quando equivaler a um imperativo; quando o infinitivo, regido das preposições a ou de, forma locução com os verbos estar, começar, entrar, continuar, acabar, tornar, ficar e outros análogos.
( ) Ocorre infinitivo pessoal flexionado em vários casos, dentre eles, quando o infinitivo tem sujeito próprio, diverso do sujeito da oração principal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Leia o texto 02 para responder às questões de 9 a 11.
Texto 02 – As milhas caminhadas
Não se chega aonde se deseja sem sacrifício, não se alcança o que se acha distante sem caminhar, não se encontra a realização de todos os sonhos, sem antes buscar compreender que tudo requer luta.
O homem fraco amputa as pernas nas primeiras milhas, por não entender que a arte maior de encontrar o que quer é buscar a distância, a verdadeira certeza de que tudo que deseja requer um pouco de esperança.
Muitos desistem, muitos se sentam à beira do caminho, muitos se perdem por estradas sem prumo ou rumo e devido à sua incerteza de buscar o que projetou, se curva na dúvida e permanece de joelhos [...]
O melhor amigo do homem é a perseverança, pois o desânimo em momento algum permite que surja a árvore da luminosidade e fé. Sempre haverá momentos que alguém mostre a sua revolta em decorrência das desigualdades existentes, porém esta imagem não fará com que este possa enxergar o caminho da verdade e da justiça [...].
HOLANDA, Rafael Rodrigues. Nossos Caminhos. Campina Grande: Impressos Adilson. 2016, p.51.
No enunciado “Sempre haverá momentos que alguém mostre a sua revolta, em decorrência das desigualdades existentes, porém esta imagem não fará com que este possa enxergar o caminho da verdade e da justiça”.
Analise as proposições a seguir e marque a alternativa adequada.
I- Na construção linguística “Sempre haverá momentos”, o verbo é impessoal e, como tal, a oração não tem sujeito.
II- O termo “porém” é um conector que estabelece, ao mesmo tempo, uma relação de contradição e concessão.
III- A construção linguística “o caminho da verdade e da justiça” funciona sintaticamente como objeto direto.
É CORRETO afirmar apenas:
I.Existe uma forte crítica à árvore somente porque ela embute tudo o que pensa.
II.O verbo "houve" no início do (1º§) é impessoal e pede objeto direto.
III.Há elementos textuais que comprovam o desrespeito do homem à natureza, mostrado quando ele amputa os galhos da árvore e prejudica o crescimento natural.
IV.O fato de a árvore ser pensante comprova que ela quer tomar o lugar do homem.
Estão CORRETAS:
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE
(1o§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade. (2o§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.
(3o§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.
(4o§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.
(5o§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.
(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.)
(https://brainly.com.br/tarefa/367413630)
https://brainly.com.br/tarefa/367413630
Sobre o período: "A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer", analise as informações com (V) verdadeiro ou (F) falso.
(__)Uma das orações do período está escrita com um verbo na forma nominal do infinitivo, seguido de consoante de ligação e pronome oblíquo, com função sintática de objeto direto.
(__)Os verbos da locução: "queria satisfazer" são de segunda conjugação.
(__)As expressões: "os homens" e "seus benfeitores" exemplificam concordâncias nominais.
(__)Dentre os elementos da comunicação do texto, podemos citar: o "emissor" é o autor do texto, o "receptor" é o leitor do texto.
Após análise, assinale a alternativa CORRETA:
Texto 13
Cajuína
existirmos, a que será que se destina?
pois quando tu me deste a rosa pequenina
vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
do menino infeliz não se nos ilumina
tampouco turva-se a lágrima nordestina
apenas a matéria vida era tão fina
e éramos olharmo-nos intacta retina
a cajuína cristalina em Teresina VELOSO, Caetano. Cajuína.
Disponível em: http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/article/view/12502/9814. Acesso em: 29 ago. 2019.